“Agradeço a confiança que integra tanto uma apreciação da prestação passada, como uma avaliação do risco futuro. Afirmo que continuaremos com ambição o caminho de contribuir para a transformação do mundo através da ciência e educação”. Palavras da Reitora da Universidade Católica Portuguesa, Isabel Capeloa Gil, na cerimónia de investidura do cargo de Reitora e da sua Equipa Reitoral, realizada no dia 15 de novembro, no auditório Cardeal Medeiros, em Lisboa.
Num evento que reuniu a comunidade académica e diversos convidados, Isabel Capeloa Gil afirmou que “a Universidade Católica Portuguesa, como instituição da Igreja portuguesa, está alinhada com um modelo de justiça social e de inclusão, o que significa pugnar pelo diálogo em vez da polarização, pela equidade em vez da desigualdade, pela justiça, apostando num projeto de esperança em prol do bem comum”.
Para a Reitora da UCP, “esta missão implica diálogo constante e colaboração”, mas assegurou que esse “diálogo não implica necessariamente consenso, porque a universidade não é um espaço de conformismo”. Acrescentou ainda que a universidade “não pode deixar de ser profundamente universalista, com todos os riscos que tal consciência implica”.
Durante o discurso de tomada de posse, a Reitora da UCP anunciou novos projetos para o próximo mandato, centrando-se em três eixos: “desenvolvimento e retenção de talento (desenvolvimento das carreiras e a formação de novas lideranças); na renovação do modelo pedagógico e no desenvolvimento e alargamento infraestrutural”.
Isabel Capeloa Gil anunciou também o lançamento de “cinco novas iniciativas transversais”: Transformação Pedagógica e Literacia Tecnológica; Excelência para a Ciência e Sociedade; Campus inteligente e sustentável; Longevidade e Inovação; e Novas Humanidades.
Numa menção final, a Reitora dirigiu-se aos estudantes, incentivando-os a terem “disponibilidade para abraçar as oportunidades que o nosso extraordinário mundo global oferece, cultivando sempre a curiosidade infinita e a imaginação”.
Convidado desta cerimónia, António Leitão Amaro, Ministro da Presidência, destacou “o projeto moral, humanista e universalista” da UCP bem como “o papel que tem na transmissão de ferramentas na formação tecnológica, humanista e na multiplicidade das áreas de ciência que aqui se cultivam”.
O Patriarca de Lisboa e Magno Chanceler da Universidade Católica, D. Rui Valério encerrou a cerimónia realçando a responsabilidade da instituição na construção de um caminho de paz.
“Só quando se volta o olhar de forma renovada para o ser humano é que se pode encontrar o verdadeiro caminho da paz, da prosperidade e da esperança. Neste âmbito, qualquer Universidade, mas de forma muito particular, uma Universidade Católica, tem um papel importantíssimo e, ousamos até dizer, insubstituível”, defendeu.
O Magno Chanceler salientou a importância de que quem seja formado na Universidade Católica Portuguesa “se torne protagonista nas várias frentes da sociedade portuguesa e além destas fronteiras” e “se torna semente de Esperança para o nosso mundo”, concluiu.
A cerimónia de investidura enquadrou também a tomada de posse da nova equipa reitoral.
Transitaram da equipa reitoral cessante Peter Hanenberg, Vice-Reitor para a Investigação e Educação Doutoral, Isabel Vasconcelos, Vice-Reitora para o ensino e Inovação Pedagógica, Miguel Athayde Marques, Vice-Reitor com o pelouro do Desenvolvimento Infraestrutural e Estratégico, Fernando Ferreira Pinto, Vice-Reitor para os Assuntos Jurídicos, Margarida Mano, Vice-Reitora para a Melhoria Contínua e Desenvolvimento, e JoséManuel Pereira de Almeida, Vice-Reitor e responsável pela Responsabilidade Social, Inclusão e Assuntos Pastorais.
Um novo Vice-Reitor passou a integrar esta equipa, Nelson Ribeiro, para o pelouro da Transformação, Colaboração e assuntos Internacionais.
Também os Pró-Reitores Aires do Couto, Pró-Reitor do Centro Regional de Viseu, e Isabel Braga da Cruz, Pró-Reitora do Centro Regional do Porto, e a Administradora Helena Brissos de Almeida, transitaram da equipa reitoral cessante. Tomou ainda posse, como Pró-Reitor do Centro Regional de Braga, Paulo César Azevedo Dias. Passou também a integrar a nova equipa, como Pró-Reitora para a Inovação e Empreendedorismo, Céline Abecassis-Moedas.
A Pontificia Universidad Católica de Chile (UC Chile), parceira da Católica na aliança SACRU, abriu o Global Research Programme, uma experiência internacional presencial, híbrida ou virtual que apoia projetos criativos e de investigação na UC Chile no âmbito dos Estágios Globais de Investigação e Aprendizagem Baseada na Prática.
Aberto a todas as áreas do conhecimento, o programa de estágios tem como objetivo melhorar e estimular a colaboração na investigação a nível global, conectando os investigadores da UC Chile a estudantes internacionais de mestrado e de licenciatura em oportunidades de investigação internacionais novas, criativas e inovadoras.
Os candidatos devem estar no último ano da licenciatura ou ser estudantes de mestrado na Universidade Católica Portuguesa ou noutras universidades membro da SACRU.
A candidatura deve ser apresentada pelos estudantes interessados até 4 de dezembro de 2024. Para se candidatarem, os estudantes devem fazer o upload dos seguintes documentos aqui:
Declaração de Propósito (uma página)
CV ou Currículo atualizado (uma página)
Registos do último período académico (são admitidas registos não oficiais)
Testes de proficiência em inglês ou espanhol, se necessário
O programa tem início em abril/maio de 2025, terminando em julho/agosto de 2025.
A UC Chile irá apoiar os estudantes selecionados, escolhendo os candidatos mais adequados para cada posição, e emitindo um certificado de conclusão do Programa de Investigação Global.
Recentemente, 185 alunos das disciplinas de Marketing in the Digital Era, dos Mestrados em Marketing e em Gestão da Católica Porto Business School, tiveram uma experiência única ao visitar as instalações do Grupo Super Bock, parceiro empresarial de longa data da nossa Escola. Esta visita permitiu aos alunos um contacto direto com o funcionamento de uma das mais prestigiadas empresas do setor das bebidas em Portugal.
Durante a visita, os alunos participaram em sessões conduzidas por Bruno Lopes, Head of Brand Marketing, e Rodrigo Dahl, gestor da marca Coruja e responsável pela Super Bock Casa da Cerveja. Sob a orientação destes profissionais, foi possível conhecer em profundidade as várias linhas de produção, os armazéns da fábrica, e explorar a história do Grupo Super Bock. A estratégia de cada uma das suas marcas, incluindo a abordagem digital e o posicionamento no mercado, foi também partilhada, oferecendo aos alunos uma visão completa e prática sobre o mundo do marketing numa grande empresa.
A Católica Porto Business School agradece a todos os colaboradores do Grupo Super Bock que tornaram esta experiência possível, com destaque para Rodrigo Dahl, Bruno Lopes, Micaela e Michael, pela dedicação e hospitalidade. Um agradecimento especial também ao Country Manager, António Yü Gaspar, e à Diretora de Comunicação, Relações Institucionais e Sustentabilidade, Graça Borges, pelo apoio contínuo e comprometimento com esta parceria enriquecedora.
Na passada terça-feira, 12 de novembro, a Católica Porto Business School acolheu a Conferência Anual do seu Fórum de Ética, onde foram debatidos os resultados nacionais do estudo “Ethics at Work 2024”, conduzido pelo Institute of Business Ethics (IBE) em colaboração com a CPBS. O evento, realizado a partir das 17 horas, contou com a presença da deputy director do IBE, Rachael Saunders, que abordou o tema “The employees voice: ethics at work 2024”.
O estudo revelou que um em cada quatro trabalhadores em Portugal (25%) tem conhecimento de comportamentos que violam a lei ou as normas éticas das suas organizações, um aumento face aos 18% registados em 2021. Entre os temas em destaque estão o abuso de autoridade, reportado por 35% dos inquiridos, e o bullying e assédio, mencionados por 32%. Apesar do aumento na consciencialização, um terço dos colaboradores que testemunharam má conduta optaram por não a denunciar, devido ao receio de represálias ou à descrença na atuação das organizações.
A conferência incluiu ainda uma mesa-redonda com moderação de Sofia Salgado, Professora Auxiliar da CPBS, e participação de especialistas de várias empresas portuguesas: João Mouta, diretor de Ética e Compliance do Grupo Ageas Portugal, Raquel Carvalho, diretora da Área Jurídica e Compliance da Altri, e Rita Sousa, head of Ethics and Compliance of EDP and EDP R Group.
Helena Gonçalves, coordenadora do Fórum de Ética da Católica Porto Business School, destacou ainda uma divisão geracional nas atitudes para denunciar más práticas: 70% dos jovens entre 18 e 34 anos mostram-se mais propensos a reportar preocupações éticas, em comparação com apenas 54% dos colaboradores com mais de 55 anos. Esta análise reforça o papel essencial da ética organizacional e o compromisso da Católica Porto Business School em promover um ambiente de trabalho íntegro e transparente.
A iniciativa sublinha a importância de plataformas de denúncia e da promoção de uma cultura ética sólida nas empresas, reconhecendo que uma abordagem transparente e comprometida é vital para o futuro das organizações.
Sobre o Fórum de Ética da CPBS
O Fórum de Ética é um espaço de encontro que tem como objetivo promover a ética empresarial, através da troca de experiências, da reflexão conjunta e da criação e partilha de conhecimento. Reúne três vezes por ano para reflexão e debate conjunto, partilhando informação com a comunidade através da promoção de artigos e outros recursos. Anualmente, promove um estudo sobre um tema de especial relevância para o contexto nacional que é apresentado numa conferência pública, com um orador internacional. Os estudos nacionais intercalam com o estudo trienal internacional Ehics at Work, do Institute of Business Ethics (IBE), do qual é national partner. Fórum de Ética
Sobre a Católica Porto Business School (CPBS)
A Católica Porto Business School está entre as melhores escolas de negócios do mundo, fazendo parte de um grupo muito restrito, a nível global, de 1% de escolas com distinções de acreditação EQUIS, AMBA e AACSB. Este reconhecimento atesta a excelência de toda a atividade, incluindo Ensino, Investigação e Impacto na Sociedade. A Católica Porto Business School é uma faculdade da Universidade Católica Portuguesa reconhecida internacionalmente pelo desenvolvimento integral de profissionais para uma sociedade sustentável e global, assim como pela produção de conhecimento nas áreas da Gestão e da Economia. https://catolicabs.porto.ucp.pt
Mais de 65 entidades nacionais e internacionais estiveram presentes no RUMO 2024, o evento anual de empregabilidade da Universidade Católica Portuguesa no Porto. O evento contou, também, com sessões temáticas com especialistas em áreas emergentes e relevantes, como Inteligência Artificial e Sustentabilidade.
Para a Pró-Reitora da Universidade Católica Portuguesa, Isabel Braga da Cruz, “este encontro anual reforça o compromisso da Universidade Católica com a empregabilidade dos seus estudantes, proporcionando-lhes uma preparação prática e uma rede de contactos importante para a sua integração profissional. Este ano, com a participação de especialistas e empresas de destaque, o RUMO 2024 promete abrir portas e expandir horizontes para o futuro profissional dos nossos alunos.”
Entre sessões temáticas e conversas em stand, os alunos e alumni da universidade puderam explorar diferentes oportunidades de carreira nas áreas da Gestão, Economia, Biotecnologia, Artes, Direito, Educação, Psicologia e Enfermagem. A edição de 2024 contou com mais de 65 empresas, que estiveram presentes em stands no campus da Universidade Católica Portuguesa, no Porto. Empresas de sectores diversos interagiram diretamente com os estudantes, partilhando perspetivas sobre as suas necessidades e explorando possíveis colaborações e oportunidades de carreira.
As entidades que marcaram presença em stand são: Adecco Recursos Humanos; Banco de Portugal; BNP Paribas; BPI; Caixa Geral de Depósitos; Central Lobão - Ferramentas Eléctricas S.A.; CMPH - Domus Social - Empresa de Habitação e Manutenção do Município do Porto; COFCO International; Colep Consumer Products; Colquímica Adhesives; Continental Mabor; Corticeira Amorim; Cotesi; Crowe Portugal; Danone; Deloitte; EF Education First; Engel & Volkers; Exército Português; EY; Ferreira de Sá; FinTrU; Força Aérea; FORVIA; Forvis Mazars; Freudenberg Chemical Specialities; Grupo Eurofirms / Claire Joster; Grupo Salvador Caetano; Hitachi Solutions Portugal; Hôma; Hotel Infante Sagres; i-charging, mobilidade elétrica; Infineon Technologies; Inova+; Instituto Diplomático - Ministério dos Negócios Estrangeiros; InterContinental Porto; Job Impulse; KPMG; KW SOMOS; Lactogal; LEROY MERLIN PORTUGAL; LGG Advisors; Living Tours; Lusíadas Saúde; NORS; ONIVERSE; Parfois; PwC; Rangel Logistics Solutions; Ryan Portugal; SBM Offshore; Schneider Electric Portugal; Sika Portugal; Skill&Reach; Sodexo; Sonae MC; Sonae Sierra; SUCH - Serviço de Utilização Comum dos Hospitais; Teach For Portugal; Trans Italia; Valor T (Santa Casa da Misericórdia Lisboa); Voltalia Portugal; Wall Street English.
O evento realizou-se nos dias 12 e 13 de novembro na Universidade Católica Portuguesa no Porto. O RUMO completa agora 23 anos de uma jornada contínua de criação de oportunidades e de ligação entre finalistas e o mercado de trabalho.
Tomás Carvalho Guerra é do Porto, tem 21 anos e é estudante do mestrado em Direito da Faculdade de Direito – Escola do Porto. Licenciado pela mesma faculdade, afirma que “a proximidade com os professores marcou o seu percurso na Católica.” Área de interesse? Direito da Concorrência. Ganhou a Bolsa de Mestrado CADOS - Fundação Amélia de Mello – “É um reconhecimento do meu trabalho”. Para o futuro, o estudante quer conciliar a advocacia com a vida académica.
Porquê estudar Direito?
Na verdade, o Direito não era o meu plano inicial. Eu queria seguir Física, especialmente Física Teórica. Foi no décimo ano que tive essa paixão e comecei a comprar livros e a assistir a palestras online de grandes nomes. Também cheguei a considerar uma carreira na Marinha. Fiz algumas visitas à Escola Naval em Lisboa. Apaixonei-me por aquilo, ia lá no Verão e cheguei a fazer várias viagens nas embarcações deles. Só mais tarde é que o Direito surge como uma opção.
O que é que todas essas áreas têm em comum?
Acho que têm um ponto comum e é isso que me atrai. Na Física, aquilo que verdadeiramente me interessava era perceber a forma como o mundo funciona, ou seja, a filosofia que está por trás, o seu significado social e a forma como a ciência impacta a comunidade. Na Marinha, foi a lógica de liberdade que me cativou e o mesmo se aplica no Direito. O curso de Direito dá às pessoas a capacidade de serem livres para pensarem e para construírem as suas próprias opiniões. Aquilo que me atraiu em todas estas áreas, e que hoje em dia me atrai de forma especial no Direito, é poder pensar sobre o mundo.
“A partir do momento em que decido que quero estudar Direito, sempre quis estudar na Católica.”
A advocacia é um objetivo?
Sim, quero ser advogado e os estágios que realizei ajudaram-me a perceber isso. Até ao momento já fiz seis estágios em diferentes sociedades de advogados e foram ótimas experiências. Acho genuinamente que a advocacia é uma das profissões mais belas do mundo. Foi um professor que um dia disse isto e eu concordo totalmente. Para além da vida de advogado, gostava também de me dedicar à vida académica. Será um desafio, mas estou motivado em atingir este objetivo.
Que área lhe tem despertado mais interesse?
Direito da Concorrência é uma área que me interessa muito e que estou a explorar no Mestrado. Vou também começar em breve com uma pós-graduação em Direito da Concorrência. Sempre disse que nunca queria nada relacionado com Economia (risos). Tive contacto com esta área porque fui convidado por uma professora para um projeto de investigação, o Observatório da Aplicação do Direito da Concorrência. Acabei por me render a esta área. A partir daí, fui percebendo a sua complexidade e desenvolvi interesse, ao ponto de publicar alguns artigos e integrar alguns projetos de investigação sobre o tema.
Porquê o gosto pela área académica?
Gosto muito de ler e de investigar. Fui percebendo que gostava mesmo disto quando escrevia artigos e nem dava pelo tempo passar. Escrever e pesquisar tornou-se algo muito envolvente para mim, capaz de me prender durante horas. Entrego-me totalmente à leitura, escrita e pesquisa e sinto-me muito realizado. Aliás, divirto-me imenso.
“Ganhar esta bolsa significou muito para mim, porque é um reconhecimento do meu trabalho.”
Porquê escolher a Católica para estudar?
A partir do momento em que decido que quero estudar Direito, sempre quis estudar na Católica. O plano curricular é muito diferenciador, desde logo porque temos no primeiro ano uma overview de todo o Direito. O meu percurso na Católica tem sido mesmo muito gratificante.A Sociedade de Debates, por exemplo, teve uma importância muito grande neste caminho. Não só porque foi lá que fiz os grandes amigos da minha vida, mas, também, porque foi uma excelente escola. Aprendi a comunicar em público, a argumentar, a desenvolver inúmeras competências. A proximidade com alguns professores também marca muito o meu percurso na Católica. Os professores estão lá para ajudar e para investirem em nós.
Ganhou a Bolsa de Mestrado CADOS - Fundação Amélia de Mello.
É uma bolsa para incentivar a investigação em diferentes áreas de conhecimento, atribuída pela Católica Doctoral School, que visa financiar a realização de atividades de investigação conducentes à obtenção do grau académico de mestre na Universidade Católica Portuguesa. Com este incentivo, entre outros objetivos, pretendo concluir o meu livro "Filosofia do Direito Digital", que será publicado em breve e a minha obra "Filosofia do Direito da Concorrência: Uma Redefinição das Bases Corpóreas do Mercado". Ganhar esta bolsa significou muito para mim, porque é um reconhecimento do meu trabalho. Foi uma aposta em mim. É uma validação de que estou no caminho certo.
Que livro está a ler neste momento?
Estou a reler "A Verdade sobre o Caso Harry Quebert" de Joel Dicker. Adoro este autor. Agora estou a ler, também, outro livro dele, "O Livro dos Baltimore". São livros com bastante mistério, ação e romance. Recomendo muito.
A Universidade Católica Portuguesa (UCP) acaba de ser distinguida como a universidade mais empreendedora do país pelo Portugal’s Ranking of Entrepreneurial Universities’24, divulgado hoje no Web Summit.
Para Isabel Capeloa Gil, Reitora da UCP, “esta distinção é um reflexo do compromisso da Católica com a inovação e o empreendedorismo. É com orgulho que vemos os nossos alumni impulsionarem a transformação e o progresso através dos seus projetos empresariais, contribuindo para um ecossistema vibrante de start-ups em Portugal.”
Esta conquista reflete o forte crescimento de alumni fundadores de start-ups, com um total de 409 empreendedores formados pela UCP — um aumento de 55% em relação a 2023, que posiciona a UCP no topo deste ranking nacional.
Criado pela Startup Portugal em 2022, o Portugal’s Ranking of Entrepreneurial Universities avalia anualmente as universidades portuguesas com base no número de antigos alunos que fundam start-ups e no seu impacto no ecossistema empreendedor. O ranking baseia-se em dados da Plataforma de Mapeamento do Ecossistema da Startup Portugal, em parceria com a Dealroom, e inclui critérios como o número de start-ups fundadas, o volume de financiamento captado e a criação de unicórnios. Qualquer instituição de ensino superior no país pode registar-se nesta ferramenta de análise e contribuir com os dados das suas start-ups.
Este ranking reconhece e destaca o papel crescente das universidades na promoção do empreendedorismo em Portugal, incentivando a inclusão de projetos inovadores nos programas académicos e posicionando a UCP como líder na formação de empreendedores.
A cerimónia de apresentação do ranking teve lugar hoje, dia 13 de novembro, no stand da Startup Portugal no Web Summit, onde a Reitora Isabel Capeloa Gil recebeu o troféu de Universidade Mais Empreendedora do país, em nome da Universidade Católica Portuguesa.
A Startup Portugal é uma organização sem fins lucrativos dedicada a promover o empreendedorismo em Portugal, colaborando com o Governo na implementação da Estratégia Nacional para o Empreendedorismo e apoiando o crescimento do ecossistema start-up nacional.
O Centro de Estudos de Gestão e Economia Aplicada (CEGEA) da Católica Porto Business School estabeleceu uma nova parceria com o Florestas.pt, uma plataforma de referência em informação florestal, gerida pelo RAIZ (Instituto de Investigação da Floresta e Papel), o centro de investigação da Navigator. Este acordo visa fortalecer a partilha mútua de conhecimento sobre o setor florestal e promover o acesso a conteúdo fidedigno e atualizado, com impacto direto na sustentabilidade ambiental em Portugal.
Esta colaboração representa um marco significativo para o CEGEA e para a Católica Porto Business School, ampliando a sua presença em projetos de sustentabilidade e reforçando a sua contribuição para o setor florestal. O protocolo estabelece a partilha de estudos, projetos e publicações desenvolvidos pelo CEGEA, que serão disponibilizados no Florestas.pt de forma simplificada e acessível, permitindo ao público uma melhor compreensão dos temas relacionados com a floresta e o ambiente. O CEGEA colocará o seu know-how ao serviço do Florestas.pt, apoiando a revisão técnico-científica dos conteúdos da plataforma. Com esta parceria, a Católica Porto Business School reafirma o seu compromisso com a responsabilidade social e ambiental, alavancando a sua experiência académica em benefício do desenvolvimento sustentável.
Vasco Rodrigues, diretor do CEGEA, destacou a importância deste protocolo: “Esta parceria com o Florestas.pt permite-nos não só dar maior visibilidade ao nosso trabalho de investigação, mas também contribuir para a literacia ambiental em Portugal. Ao unirmos esforços com uma plataforma de renome, estamos a fortalecer o nosso compromisso com o desenvolvimento de soluções sustentáveis e com a sensibilização do público para a importância da floresta.”
Com esta iniciativa, o CEGEA e o Florestas.pt abrem novas portas para a colaboração, promovendo a partilha de conhecimento que poderá fazer a diferença no futuro do setor florestal português.
Transforming Higher Education from Within foi o tema central do V Simpósio Uniservitate, que decorreu nos dias 7 e 8 de novembro, na LUMSA, em Roma. O evento reuniu universidades católicas dos cinco continentes para fazer um balanço dos primeiros cinco anos de atividades desta rede e refletir sobre o impacto transformador da Aprendizagem-Serviço nas universidades, nos estudantes e nas comunidades.
Neste encontro foram distinguidos os projetos vencedores do Uniservitate Award, entre os quais, o projeto Ser Cuida(i)doso, da Universidade Católica Portuguesa, liderado por Catarina Vieira da Silva, docente na Faculdade de Filosofia e Ciências Sociais (FFCS). Tatiana Ferreira, atualmente a frequentar o mestrado em gerontologia, participou também no simpósio, partilhando a sua aprendizagem com este projeto, vencedor do prémio na região da Europa do Sul.
No decorrer do evento, o grupo de participantes teve uma audiência privada com o Papa Francisco, que frisou “A educação não é um processo que termina quando saímos da sala de aula ou da biblioteca; continua ao longo da vida.”
"A educação faz-se com a mente, o coração e as mãos. Temos de aprender a pensar o que sentimos e fazemos, a sentir o que fazemos e pensamos, a fazer o que sentimos e pensamos”, afirmou o Papa, realçando a importância de programas educativos que coloquem os estudantes em contacto direto com as realidades que os rodeiam para que, “partindo da experiência, aprendam a mudar o mundo, não para seu próprio benefício, mas num espírito de serviço”.
Nesta audiência, na qual esteve também o Cardeal José Tolentino de Mendonça, o Papa Francisco salientou que educar é um desafio que “não é fácil, mas é sem dúvida emocionante! Educar é uma aventura, uma grande aventura”.
Durante as sessões plenárias, que reuniram cerca de 200 participantes, foram também apresentadas possíveis formas de institucionalização da Aprendizagem-Serviço (ApS) nas instituições de ensino superior católicas e aprofundado o tema da espiritualidade do serviço.
Ao longo dos dois dias, foram apresentados projetos de investigação que têm contribuído para os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável e para o Pacto Educativo Global, e que são resultado das bolsas de investigação atribuídas às universidades apoiadas, como é o caso da Católica, que apresentou um trabalho dedicado ao impacto que os projetos ApS têm nos estudantes.
Em representação da Universidade Católica estiveram também presentes neste simpósio Isabel Vasconcelos, Vice-Reitora, Rita Paiva e Pona, Assessora da Reitoria para a Responsabilidade Social, Carmo Themudo, Coordenadora da Unidade para o Desenvolvimento Integral da Pessoa no Campus do Porto, Luísa Maria Ribeiro, docente na Faculdade de Educação e Psicologia, Paulo Dias, docente na FFCS e Sofia Câmara, Consultora em Aprendizagem-Serviço.
Transforming Higher Education from Within foi o tema central do V Simpósio Uniservitate, que decorreu nos dias 7 e 8 de novembro, na LUMSA, em Roma. O evento reuniu universidades católicas dos cinco continentes para fazer um balanço dos primeiros cinco anos de atividades desta rede e refletir sobre o impacto transformador da Aprendizagem-Serviço nas universidades, nos estudantes e nas comunidades.
Neste encontro foram distinguidos os projetos vencedores do Uniservitate Award, entre os quais, o projeto Ser Cuida(i)doso, da Universidade Católica Portuguesa, liderado por Catarina Vieira da Silva, docente na Faculdade de Filosofia e Ciências Sociais (FFCS). Tatiana Ferreira, atualmente a frequentar o mestrado em gerontologia, participou também no simpósio, partilhando a sua aprendizagem com este projeto, vencedor do prémio na região da Europa do Sul.
No decorrer do evento, o grupo de participantes teve uma audiência privada com o Papa Francisco, que frisou “A educação não é um processo que termina quando saímos da sala de aula ou da biblioteca; continua ao longo da vida.”
"A educação faz-se com a mente, o coração e as mãos. Temos de aprender a pensar o que sentimos e fazemos, a sentir o que fazemos e pensamos, a fazer o que sentimos e pensamos”, afirmou o Papa, realçando a importância de programas educativos que coloquem os estudantes em contacto direto com as realidades que os rodeiam para que, “partindo da experiência, aprendam a mudar o mundo, não para seu próprio benefício, mas num espírito de serviço”.
Nesta audiência, na qual esteve também o Cardeal José Tolentino de Mendonça, o Papa Francisco salientou que educar é um desafio que “não é fácil, mas é sem dúvida emocionante! Educar é uma aventura, uma grande aventura”.
Durante as sessões plenárias, que reuniram cerca de 200 participantes, foram também apresentadas possíveis formas de institucionalização da Aprendizagem-Serviço (ApS) nas instituições de ensino superior católicas e aprofundado o tema da espiritualidade do serviço.
Ao longo dos dois dias, foram apresentados projetos de investigação que têm contribuído para os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável e para o Pacto Educativo Global, e que são resultado das bolsas de investigação atribuídas às universidades apoiadas, como é o caso da Católica, que apresentou um trabalho dedicado ao impacto que os projetos ApS têm nos estudantes.
Em representação da Universidade Católica estiveram também presentes neste simpósio Isabel Vasconcelos, Vice-Reitora, Rita Paiva e Pona, Assessora da Reitoria para a Responsabilidade Social, Carmo Themudo, Coordenadora da Unidade para o Desenvolvimento Integral da Pessoa no Campus do Porto, Luísa Maria Ribeiro, docente na Faculdade de Educação e Psicologia, Paulo Dias, docente na FFCS e Sofia Câmara, Consultora em Aprendizagem-Serviço.