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Pesquisas Internas

  • Rita Alves tem 27 anos, é natural de Paços de Ferreira e estudante do Mestrado em Enfermagem da Escola do Porto, da Universidade Católica. Atualmente, trabalha no Hospital de São João, no serviço de Pediatria, que confessa ser “fascinante”. Para si, a Enfermagem é um “privilégio”, porque permite “trabalhar com a cabeça e com o coração”. Já trabalhou em Odemira, Cascais e Lisboa, mas confessa que é no Norte que se sente verdadeiramente em casa.

     

    O que é que a fascina na Enfermagem?

    A Enfermagem distingue-se de qualquer outra profissão porque tem o privilégio de trabalhar com a cabeça e com o coração. Nós só conseguimos ser, verdadeiramente, bons profissionais quando a farda que usamos nos faz sentido. É esta entrega que nos faz cuidar do outro. António Damásio tem uma frase que se relaciona com esta entrega e com a qual muito me identifico. Diz assim: “Não somos máquinas de pensar que sentem, mas sim máquinas de sentir que pensam!”

     

    “Os valores da Católica estão refletidos na forma como se ensina e se educa.”

     

    É licenciada em Enfermagem pela Escola Superior de Enfermagem do Porto. Em 2018, quando termina o curso, ingressa no mercado de trabalho.

    Quando terminei a licenciatura, soube que queria ir trabalhar antes de fazer um mestrado. Queria arranjar trabalho, preferencialmente, no Norte, mas acabei por rumar ao Alentejo. Fiquei colocada numa Unidade de Cuidados Continuados, em Odemira. Eu nunca tinha ido sequer ao Alentejo (risos), mudar-me para lá foi uma aventura. Estive lá cinco meses e depois fui para o Hospital de Cascais, onde estive, meio ano, num serviço de Medicina Interna. Gostei muito mais deste serviço e foi nesta altura que os desafios da Enfermagem começaram a corresponder muito mais àquilo que eu procurava. Posteriormente, acabou por surgir outra oportunidade, desta vez no Hospital Egas Moniz, em Lisboa, onde estive no Bloco Operatório Central mais de um ano.

     

    Até que conseguiu regressar ao Norte …

    Sim, era o que eu mais queria, embora reconheça que a diversidade de experiências que tive no Sul tenha sido determinante para o meu desenvolvimento profissional. Mas, claro, que não escondo a felicidade de poder estar mais perto da família (risos). É engraçado, porque fui chamada para o Hospital de São João, porque em 2018, quando andava à procura de trabalho, tinha enviado a minha candidatura para um concurso público que na altura tinha aberto. Passados dois anos contactam-me. Nada acontece por acaso!

     

    “No Norte somos implacáveis naquilo que fazemos.”

     

    É quando regressa ao Porto que decide fazer o mestrado. Porquê escolher o Mestrado em Enfermagem da Universidade Católica no Porto?

    Em primeiro lugar, não são todas as universidades que permitem tirar a especialidade e o mestrado em simultâneo. O mestrado da Católica congrega essas duas funções, o que representa uma mais valia significativa. Para além disto, conheço muitas pessoas que frequentaram a Católica no Porto e que gostaram imenso. O mestrado que frequento está na sua 15ª edição, o que significa que a Católica forma enfermeiros especialistas há 15 anos. É inegável o seu valor.

     

    Porque é que o Norte é especial?

    Porque, para além de ter cá a minha família (risos), somos implacáveis naquilo que fazemos. Não nos conformamos, não desanimamos, somos exigentes.

     

    O que é que mais a tem marcado ao longo do seu percurso na Católica?

    A proximidade com os professores e o grande esforço que fazem por se adaptarem à loucura do nosso dia-a-dia por turnos, porque somos praticamente todos trabalhadores estudantes. É frequente haver alguém que não pode por causa do seu turno no hospital e há sempre uma resposta positiva e compreensiva. Tem-me marcado, também, o facto da Católica se pautar por determinados valores com os quais tanto me identifico e esses valores estão refletidos na forma como se ensina e se educa e, também, na forma como as pessoas se relacionam umas com as outras. Tenho feito um percurso muito positivo e muito construtivo na Católica. Sinto-me desafiada e valorizada.

     

    “Basta a nossa presença para confortar e para cuidar dos outros.”

     

    Porquê escolher a especialidade em Saúde Infantil e Pediátrica?

    Até vir trabalhar para o Hospital de São João nunca tinha trabalhado com crianças. Quando fui colocada neste serviço senti-me meio deslocada e com muito medo do desconhecido. Mas não é que acabei por nunca mais sair daqui? Não sei se fui eu que gostei da Pediatria ou se foi a Pediatria a gostar de mim (risos). A Pediatria é fascinante.

     

    E desafiante?

    Muito! A Pediatria tem muito que se lhe diga. Em tempos, sem conhecimento algum de causa, cheguei a julgar que trabalhar com crianças era fácil. Bastava fazer umas brincadeiras e administrar a medicação. Não podia estar mais enganada. É muito complexo! O nosso cuidado não é em exclusivo com a criança que precisa de cuidados, mas há, também, uma família que é preciso ter em conta. Temos de saber acolher, apoiar, trazer tranquilidade. As crianças dão-nos grandes lições de vida! Já não me imagino a trabalhar sem ser em Pediatria.

     

    Há algum episódio que a tenha marcado de forma especial durante o seu percurso profissional?

    Há algum tempo passou pelo meu serviço um recém-nascido com poucos meses, sendo que só um ou dois meses foram passados em casa. A situação era mesmo muito crítica. Há um dia em que decido ir visitar essa criança e a sua mãe que estava com ele ao lado. Quando lá cheguei a única coisa que fui capaz de fazer foi abraçar a mãe. O bebé acabou por falecer uns dias depois. Passado algum tempo, a mãe da criança pediu para falar comigo. Veio agradecer-me aquele abraço e o ter estado presente. Segundo as suas palavras, “vim agradecer-lhe por ter estado presente naquele momento de dor.” Nunca me vou esquecer disto. É a prova de que, às vezes, basta o nosso silêncio e a nossa presença para confortar e para cuidar dos outros.

     

    “Move-me a vontade de querer fazer mais e melhor.”

     

    O que é que gosta de fazer nos tempos livres?

    Passar tempo com a minha família é sempre um tempo ganho! Para além disso, gosto de caminhar! Caminhar sem destino, pela natureza, em liberdade. Sou muito ligada à terra. Há quem precise de ir ver o mar para tomar algumas decisões, eu preciso de ir à terra. É lá que estão as minhas raízes e é lá que recarrego energias e que me encontro comigo mesma.

     

    O que é que a move?

    Move-me a vontade de querer fazer mais e melhor. Move-me o cuidar. Quero que a minha família se orgulhe de mim e quero ser capaz de ser significativa só com a minha presença, tal como o consegui quando, com um simples abraço, cuidei daquela mãe.

     

  • O  FLY , programa europeu de voluntariado e aprendizagem-serviço, arranca com nova edição para o verão de 2023. Este programa tem como propósito primordial reforçar o compromisso das universidades parceiras com o desenvolvimento sustentável e sensibilizar as comunidades universitárias para os problemas decorrentes da desigualdade e da injustiça. As inscrições para o programa estão a decorrer e para ajudar a esclarecer todas as dúvidas a Universidade Católica no Porto, através da CAtólica SOlidária (CASO), está a organizar duas sessões de apresentação, que irão decorrer a 15 e 16 de fevereiro.

    Intercultural, interdisciplinar, intensivo e interuniversitário

    Coordenado pela Universidade de Comillas (Madrid), o programa FLY 2023 junta, para além da Universidade Católica Portuguesa, as Universidades de Deusto (Bilbao), ESADE (Barcelona), Loyola (Andaluzia), LUMSA (Roma, Itália) e Mateja Bela (Banská Bystrica, Eslováquia).  Cada uma das instituições envolvidas apresenta projetos de voluntariado e/ou de aprendizagem-serviço no país de origem, com a possibilidade de receber estudantes, bem como de enviar alunos para projetos de outras universidades parceiras.

    “Foi uma honra poder fazer parte de algo tão bom como foi o projeto FLY na minha vida.”

    Pessoas Migrantes, Pessoas em Risco de Exclusão e Cuidado de Pessoas e Comunidade são os três grandes grupos de trabalho que dividem os diferentes projetos, sendo que cada um deles foi concebido para oferecer ao voluntário uma experiência imersiva, em grupo e acompanhada, visando aproximá-lo das diferentes realidades e contextos.
    O FLY promove experiências de intercâmbio e aprendizagem no terreno, permitindo que estudantes de várias universidades europeias possam participar em projetos solidários.

    A experiência única de embarcar no programa FLY

    Rita Reis, estudante do 2º ano do Mestrado em Direito Fiscal e participante do projeto INEA em Valladolid, afirma que "a realização do voluntariado foi uma experiência bastante gratificante a vários níveis,” permitindo promover “um maior conhecimento sobre histórias/testemunhos de pessoas naturais de todo o mundo”. Além disso, as diferentes atividades realizadas no âmbito do projeto permitiram-lhe “conhecer novas valências que não sabia que possuía”.

    "Uma experiência que nos obriga a abandonar a nossa zona de conforto, da qual saímos com um sentimento de orgulho inigualável por sentirmos que fizemos a diferença”, indica Diogo Dias, estudante do Mestrado em Psicologia Clínica que integrou igualmente o Projeto INEA em Valladolid. Foram várias as atividades enriquecedoras que realizou, nomeadamente: “o trabalho no horto; dar aulas a crianças desfavorecidas; trabalhar na gestão da casa comum para famílias refugiadas; ter formações sobre a sustentabilidade do planeta e aplicar na comunidade.”

    “Aconselho toda a gente a passar pelo menos 1 vez por uma experiência semelhante."

    Joana Mendes, estudante do mestrado em Direito das Empresas e Negócios, fez parte do projeto Zaragoza II e partilha um pequeno testemunho:

    "Parti sozinha, rumo à descoberta, sem saber ao certo o que me esperava e acabei por ser monitora, cientista, turista, montanhista e muito mais! É, sem dúvida, comovente poder vivenciar uma experiência como esta, estar perto de crianças tão fantásticas, conhecer de perto os seus testemunhos e aprender com elas tanto sobre os mais variados temas. Foi uma honra poder fazer de algo tão bom como foi o projeto FLY na minha vida."

    Trata-se de uma experiência única capaz de gerar um impacto positivo junto dos estudantes. “Aprendi muito com estas pessoas e sem dúvida que saí de Espanha uma pessoa diferente da que lá chegou," salienta Raquel Marques, estudante de Direito e voluntária no projeto Arahal.

    "Uma experiência que nos obriga a abandonar a nossa zona de conforto, da qual saímos com um sentimento de orgulho inigualável por sentirmos que fizemos a diferença.”

    Por fim, João Souza, aluno de Psicologia, esteve em Nyumbani, onde teve a oportunidade de integrar o projeto Quénia. 

    "Estive em contato com uma realidade muito distinta de tudo o que já vivi, recheado de desafios e frustrações. Ainda assim, o lado difícil dessa vivência não se compara às aprendizagens gigantes que tive em Nyumbani. Saio daqui transformado, grato e com uma enorme sensação de dever cumprido.

    Através dos testemunhos daqueles que embarcaram no programa FLY é possível confirmar que no serviço voluntário aos outros e em comunidades com culturas diferentes, são desenvolvidas qualidades humanas e competências sociais nos estudantes que possibilitam formar futuros profissionais mais sensíveis aos temas da solidariedade e do compromisso social.

    Mais sobre o programa europeu de voluntariado

    Para melhor dar a conhecer o programa FLY 2023, as suas sessões de formação e os requisitos e procedimento de candidatura, a Católica no Porto está a organizar duas sessões de apresentação que terão lugar dia 15 de fevereiro, às 13h00, na sala 22 (Nova Sala Jardim) e dia 16 de fevereiro, às 21h30, via zoom.
    As inscrições nas sessões de apresentação devem ser feitas através do envio de um email para caso.porto@ucp.pt, indicando a sessão em que se pretende participar (presencial ou online).

  • Foi com profundo pesar que a Faculdade de Teologia da Universidade Católica Portuguesa recebeu a triste notícia do falecimento do Doutor Arlindo de Magalhães, professor de Teologia Pastoral, História e Teologia das Religiões, bem como de diversos Seminários Temáticos, entre 1997 e 2014. Colaborou também com o Centro de Estudos de História Religiosa. Era presbítero da Diocese do Porto e presidia à Comunidade Cristã da Serra do Pilar. 

    O seu corpo estará em câmara-ardente a partir das 11h00 de 19 de Janeiro (quinta-feira), na Igreja do Mosteiro da Serra do Pilar. 

    As exéquias serão celebradas às 10h00 de 20 de Janeiro (sexta-feira), na Igreja do Mosteiro da Serra do Pilar.

    Nesta hora de dor e esperança pascal, a comunidade académica associa-se à família, aos amigos e à comunidade que serviu durante mais de cinquenta anos.  

  • "Food byproducts management and their utilization" é o título do novo livro preparado por investigadores do Centro de Biotecnologia e Química Fina, da Escola Superior de Biotecnologia, da Universidade Católica no Porto, com um investigador da Universidad Autónoma de Coahuila, que apresenta a importância de valorizar os resíduos alimentares e ilustra as suas propriedades de valor acrescentado para a indústria. Editado pela Apple Academic Press, conta com a participação dos investigadores Manuela Pintado (CBQF/ESB/UCP), Ricardo Gómez-García (CBQF/ESB/UCP), Ana Vilas Boas (CBQF/ESB/UCP), Débora Campos (CBQF/ESB/UCP), e Cristobal Aguilar González (Universidad Autónoma de Coahuila).

    Este livro tem como principal objetivo contribuir para dar resposta ao grave problema dos subprodutos alimentares, que geram poluição ambiental e resultam em perdas alimentares e económicas significativas. O livro revela como os subprodutos alimentares podem ser vistos como matérias-primas renováveis de valor acrescentado, através do seu processamento com métodos biotecnológicos, entre outros, impulsionando a abordagem de zero desperdício e a bioeconomia circular.

    A obra sublinha a importância da valorização dos resíduos alimentares, explica o progresso significativo no processamento de recursos biológicos para a extração e produção de compostos, bem como o interesse crescente do desenvolvimento de ingredientes alimentares, nos quais os cuidados de saúde, ambiente e economia desempenham um papel essencial na investigação biotecnológica. Descreve, também, a utilização de estratégias baseadas em biotecnologia, engenharia alimentar, microbiologia e áreas de química verde, bem como algumas outras metodologias consolidadas relacionadas.

    Este novo livro é constituído por informação inovadora produzida por investigadores com elevada formação científica do CBQF e da Universidade Autónoma de Coahuila, oriundos de Portugal, México, Argentina, Bolívia, Espanha, Irão e Japão. A obra representa um atrativo não só para um grande público de cientistas, engenheiros, estudantes de graduação e pós-graduação, mas também para gestores industriais, governos e possíveis investidores em investigação.

    O CBQF, desde a sua fundação (1990), está na vanguarda da investigação em Biotecnologia aplicada aos desafios alimentares e ambientais. Desde 2004, que detém o estatuto de Laboratório Associado, sendo o único não estatal em Portugal.

  • Uma delegação internacional de docentes para a Inovação Académica do Consórcio STHEM Brasil esteve na Universidade Católica no Porto, no âmbito de uma visita a Portugal para conhecer e estabelecer relações de proximidade com instituições de ensino superior portuguesas.

    Isabel Braga da Cruz, presidente da Católica no Porto, falou sobre os 55 anos de história e a dimensão nacional da Universidade com os seus mais de 14 mil estudantes, divididos pelos 4 campi que se situam nas cidades: do Porto, Lisboa, Braga e Viseu. Realçou na sua intervenção a importância da interligação entre o ensino, a investigação e a inovação, muito alicerçados numa ótica de proximidade e de internacionalização. Diana Soares, coordenadora do Católica Learning Innovation Lab, apresentou um projeto inovador que mobiliza a comunidade a pensar, a discutir e a implementar novas estratégicas na área da Educação.

    Na sua intervenção, Fábio Reis, presidente do Consórcio STHEM Brasil, explicou que o consórcio reúne 66 instituições de ensino brasileiras, das quais 11 marcaram presença na visita. O foco está em “mover as instituições para que possamos ter professores com outras práticas pedagógicas que vão ao encontro daquilo que acreditamos que é a educação,” referiu na sua intervenção. Representando cerca de um milhão de estudantes e 34 mil professores no Brasil, os membros do Consórcio de Instituições Brasileiras têm como ponto em comum a educação e o acreditar que juntos podem melhorar a educação brasileira.

    A vida do campus na Católica no Porto
    A comitiva teve a oportunidade de fazer uma visita ao campus da Universidade Católica no Porto. Na Escola das Artes, visitaram a exposição “Fictional Grounds” do coletivo artístico berru, bem como tiveram a oportunidade de conhecer os diferentes espaços e laboratórios onde os estudantes desenvolvem os seus projetos.

    O ponto de visita seguinte conduziu os docentes da Delegação Internacional ao Edifício de Biotecnologia, inaugurado em 2019, onde se encontra a Escola Superior de Biotecnologia e o Centro de Biotecnologia e Química Fina. Dividindo os participantes em dois grupos, foi possível percorrer os corredores com os laboratórios das áreas alimentar, química e da biologia, incluindo a visita ao Kitchen Lab, à plataforma tecnológica e à sala de análise sensorial.

    A visita decorreu a 13 de janeiro e contou também com a presença da vice-reitora da Universidade Católica Portuguesa, Isabel Vasconcelos, e do vice-presidente da Católica no Porto, João Pinto.

  • Refletir sobre a avaliação, questionar as práticas da avaliação para o desenvolvimento das aprendizagens e das pessoas e gerar oportunidades para transformar os modos de avaliar, ensinar, aprender. Estes são os três objetivos do Ciclo de Seminários de Aprofundamento em Administração, Supervisão e Organização Escolar (ASOE), organizado pela Faculdade de Educação e Psicologia da Universidade Católica Portuguesa. Um conjunto de 4 seminários que junta académicos, estudantes e professores de todo o país, em formato online, e que se realizam entre janeiro e maio de 2023.

    “Não deixar ninguém para trás” (ONU, 2015) O desafio está em tornar esta máxima exequível e é aqui que Cristina Palmeirão, coordenadora da 13º Edição do Ciclo de Seminários de Aprofundamento em Administração, Supervisão e Organização Escolar, considera que esta iniciativa pode marcar a diferença.

    A ação das escolas, dos seus professores, da educação e da avaliação em particular, passa por desafiar-se diariamente,” salienta Cristina Palmeirão acrescentando “neste sentido, a melhoria dos processos educativos, de aprendizagem e de avaliação requerem a construção dialética de pontes interinstitucionais e de uma relação pedagógica positiva, interativa e equitativa e o nosso contributo com a organização deste Ciclo de Seminários anual é este, contribuir para o diálogo, envolvendo todos.

    Paradoxos e Tensões da Avaliação” é o tema do primeiro seminário que se realiza online já a 25 de janeiro. Um evento online que conta com intervenções de Ariana Cosme (Faculdade de Psicologia e Ciências da Educação, Universidade do Porto), José Matias Alves (Faculdade de Educação e Psicologia, Universidade Católica Portuguesa), Luís Gonçalves (Diretor do Externato Marista de Lisboa); Lília Silva (Diretora Agrupamento de Escolas nº1 de Gondomar), com moderação de Ilídia Cabral (Faculdade de Educação e Psicologia, Universidade Católica Portuguesa). Vão estar também presentes alunos do Agrupamento de Escolas de Pinheiro e do Agrupamento de Escolas de Alexandre Herculano.

    A avaliação como desenvolvimento profissional e como aprendizagem” é o tema do segundo seminário que se realiza a 15 de fevereiro. Com moderação de Isabel Baptista (Faculdade de Educação e Psicologia, Universidade Católica Portuguesa), conta com a participação de Maria Palmira Carlos Alves (Universidade do Minho), Ilídia Cabral (Faculdade de Educação e Psicologia, Universidade Católica Portuguesa), Manuela Sanches Ferreira (Instituto Politécnico do Porto), Fátima Braga (Escola Secundária/3 Henrique Medina, Esposende). No painel sobre “Na voz dos alunos: relatos que contam” vão participar alunos da Escola Secundária Inês de Castro e do Agrupamento de Escolas Sudeste de Baião.

    A 29 de março, realiza-se o terceiro seminário sob o tema “Práticas inovadoras de avaliação”. Marisa Carvalho (Faculdade de Educação e Psicologia, Universidade Católica Portuguesa) irá assegurar a moderação de um painel composto por Miguel de Carvalho (Externato S. Cristóvão), Diana Mesquita (Faculdade de Educação e Psicologia, Universidade Católica Portuguesa), Maria Arminda Fonseca e Margarida Azevedo (Escola Secundário/3 Prof. Dr. Flávio F. Pinto Resende), Paulo Almeida (Diretor do Agrupamento de Escolas de Rio Maior). No painel “Envolver os alunos: percursos a construir” vão marcar presença alunos da Escola Secundário/3 Prof. Dr. Flávio F. Pinto Resende e do Externato Marista.

    O último seminário intitulado “Avaliação como investigação e empoderamento” realiza-se a 24 de maio. A moderação está a cargo de Cristina Palmeirão (Faculdade de Educação, Universidade Católica Portuguesa), e conta com a presença de Cristiana Madureira (Instituto Politécnico de Leiria), Diana Soares (Faculdade de Educação e Psicologia, Universidade Católica Portuguesa), Isabel Fialho (Universidade de Évora), e Albino Pereira (Agrupamento de Escolas de Vilela). No painel “Realidades e Perspetivas na voz dos alunos”, vão estar dois estudantes do Externato Ribadouro (Porto) e do Agrupamento de Escolas S. Torcato.

    A 13ª edição do Ciclo de Seminários de Aprofundamento em Administração, Supervisão e Organização Escolar (ASOE), é organizada pela Faculdade de Educação e Psicologia da Universidade Católica Portuguesa.

  • Ana Leite Oliveira, researcher at the Centre for Biotechnology and Fine Chemistry (CBQF), participates in the TEX4WOUNDS project with the aim of developing a range of advanced medical devices for cleaning and treating chronic wounds.

    TEX4WOUNDS is developing simple and effective dressing materials for wound cleaning and debridement, as well as more complex materials with super-absorbent properties and promoting wound healing and healing.

    The area of ​​wounds, and in particular chronic wounds, is a global problem. Chronic wounds have a high incidence that will tend to increase with population ageing, with around a fifth of the population over 65 years old suffering from this problem in Europe.

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  • Humanity essentially has two ways to get rid of bacterial infections. Vaccines, which create defenses in the human body to prevent invasion by specific microbes, and antibiotics, which only serve as medicine.

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  • Sweets, codfish, turkey, leftovers at this time of year are a classic, but few know how to properly pack food, so as not to pose health risks, and how to organize the fridge when the season comes to an end. There are common mistakes and a lot of ignorance too.

    It's nothing new, food abounds at Christmas dinner - and right after, at New Year's too - and leftovers are an almost inevitable certainty on Portuguese tables. Planning ahead is the biggest tip of all, but we know that by tradition big tables and excess always win. So let's jump to what comes next. "We don't stop for long thinking in terms of food safety. We are all a little relaxed. We have risky practices and there are many myths", says Paula Teixeira, researcher at the Centre for Biotechnology and Fine Chemistry (CBQF) at the Universidade Católica Portuguesa in Porto. Paula has dedicated herself to researching food safety in Portuguese homes. And when it comes to Christmas leftovers, you know, "there's always a problem, which is the space in the fridge".

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  • The Faculty of Biotechnology and the Centre for Biotechnology and Fine Chemistry (CBQF) promoted the seminar «Challenges in the Management and Sustainable Recovery of Soil Health» within the framework of World Soil Day, celebrated annually on December 5th.

    «The main objective was to focus on the importance of healthy soil and how its recovery can be promoted through sustainable biological processes», summarizes Sofia Pereira, researcher at CBQF and one of the organizers of the event. «It was an enriching morning and a great sharing of knowledge on this subject», adds the expert.

    This seminar had the participation of six invited external specialists – Ángeles Prieto-Fernandéz, Diego Arán, Paula Alvarenga, Cristina Delerue-Matos, Celeste Jorge and Regina Vilão, who work in the field of soil and who explained the role of phytotechnologies, inoculums microbial agents, correctives and technosols in the recovery of contaminated, burned and/or degraded soils in general. Minimizing public health risks related to soil quality in agricultural production and national and community developments on contamination prevention and soil remediation were also addressed.

    Helena Moreira, also a researcher at CBQF and co-organiser of the event, points out: «The celebration of this day is crucial to make people aware that this resource, in addition to being the basis for the production of around 95% of our food, provides services of ecosystems central to life on Earth». The researcher also highlights: «The fact that this day has been neglected by a large part of the media is a symptom of a transversal lack of knowledge about the real value of the soil that needs to be fought».

    This event was also registered on the FAO website, thus joining others that took place around the world.

     

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