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Pesquisas Internas

  • A Escola das Artes abre no próximo ano letivo um programa inovador na área da criatividade digital, uma área que combina arte, tecnologia e inovação, desenvolvido em colaboração com duas instituições parceiras.

    Com foco na interdisciplinaridade, o programa Digicréa é oferecido por um consórcio de três instituições europeias: Universidade Católica Portuguesa (Portugal), Universidade Jean Monnet Saint-Étienne (França) e University of Silesia in Katowice (Polônia).

    O Mestrado, com duração de dois anos, proporciona uma formação interdisciplinar e internacional, preparando os estudantes para os desafios do mercado global.  O programa é estruturado de forma que os estudantes passem um semestre em cada uma das universidades, sendo que o local do último semestre de estudos é escolhido pelo próprio estudante. 

    O objetivo deste mestrado europeu é que os alunos se tornem na próxima geração de criadores nas diversas áreas artísticas, desenvolvendo competências multidisciplinares em imagem, som, música, vídeo, cinema, informática e arte digital

    A primeira edição do Digicréa teve todas as suas vagas preenchidas, evidenciando o interesse crescente por formações que combinam criatividade e tecnologia. Foram aceites 23 alunos entre 136 candidatos de países como Polónia, EUA, Colômbia, Ucrânia, França, Geórgia, Taiwan, Rússia, Cazaquistão, Grécia, Argentina, Brasil, Turquia, México, Nigéria e Irão.

    Para este curso, a União Europeia financiou 16 bolsas Erasmus Mundus e garantiu ainda a isenção de propinas para os outros 7 participantes.

    Descobre mais informações sobre o programa aqui.

  • Resultado de uma parceria entre a Universidade Católica Portuguesa (Católica Porto Business School e Escola Superior de Biotecnologia) e a Universidade dos Açores (Faculdade de Ciências Agrárias e do Ambiente e Faculdade de Economia e Gestão), a Pós-Graduação em Gestão Sustentável pretende capacitar profissionais para integrar a sustentabilidade no centro das decisões estratégicas e operacionais das organizações. Com início previsto para setembro de 2025, as aulas vão ter lugar no Campus de Angra do Heroísmo, na Terceira. 

    O programa tem uma abordagem multidisciplinar e prática, cruzando a sustentabilidade com áreas como as finanças, o marketing, a liderança ou a estratégia corporativa. Ao longo do curso, os participantes vão desenvolver um plano de ação para a sustentabilidade, adaptado à realidade das suas empresas ou áreas de intervenção. 

    “Precisamos de líderes que saibam criar valor sem comprometer o futuro”, afirma o diretor da Católica Porto Business School, e um dos diretores da pós-graduação, João Pinto. “Esta formação responde à urgência de preparar profissionais capazes de tomar decisões informadas, éticas e alinhadas com os desafios ambientais e sociais que enfrentamos”. 

    Também Nuno Martins, professor catedrático da Católica Porto Business School e outro dos diretores da pós-graduação, sublinha a atualidade do programa: “os problemas complexos que atravessamos exigem soluções integradas. A Pós-Graduação em Gestão Sustentável cruza pensamento estratégico com sustentabilidade, e dá resposta a uma necessidade real das organizações”. 

    A parceria com a Universidade dos Açores confere ao programa uma dimensão territorial e ambiental relevante. Para João Carlos Teixeira, diretor da pós-graduação e docente da Faculdade de Economia e Gestão da instituição açoriana, “esta formação representa uma oportunidade para preparar quadros que compreendam o valor da sustentabilidade em contextos reais e periféricos, com impacto direto nas comunidades e nos ecossistemas locais”. 

     

    As candidaturas já se encontram abertas, e os interessados podem obter mais informações na página oficial da pós-graduação: catolicabs.porto.ucp.pt/gestao-sustentavel 

    Sobre a Católica Porto Business School  

    A Católica Porto Business School está entre as melhores escolas de negócios do mundo, fazendo parte de um grupo muito restrito, a nível global, de 1% de escolas com distinções de acreditação EQUIS, AMBA e AACSB. Integra também o Top100 do Financial Times European Business School Rankings – 2024. Este reconhecimento atesta a excelência de toda a atividade, incluindo Ensino, Investigação e Impacto na Sociedade. A Católica Porto Business School é uma faculdade da Universidade Católica Portuguesa reconhecida internacionalmente pelo desenvolvimento integral de profissionais para uma sociedade sustentável e global, assim como pela produção de conhecimento nas áreas da Gestão e da Economia. https://catolicabs.porto.ucp.pt 

  • As investigadoras do Católica Learning Innovation Lab (CLIL) da Universidade Católica Portuguesa (UCP) participaram no congresso “Vidas de Professores Hoje: Desafios e Transformações (NeTLives – New Teachers Lives)”, que decorreu entre os dias 5 e 7 de junho de 2025, na Faculdade de Psicologia e de Ciências da Educação da Universidade do Porto. O encontro reuniu docentes, investigadores e especialistas nacionais e internacionais para refletir sobre os múltiplos fatores de mudança que têm impactado a profissão docente, bem como os desafios que se colocam num contexto educativo em permanente transformação.

    Com comunicações centradas no desenvolvimento profissional docente e na complexidade da carreira académica, as representantes do CLIL partilharam experiências e resultados de iniciativas inovadoras desenvolvidas no ensino superior.

    Na comunicação “Do geral ao específico: workshops como catalisadores do desenvolvimento profissional docente”, a investigadora Francisca Miranda abordou o papel dos workshops como instrumentos estratégicos de formação contínua de docentes. A apresentação incidiu em duas iniciativas do Laboratório de Inovação Pedagógica — o Ciclo de Workshops Pedagógicos e os Workshops Itinerantes — que têm promovido o envolvimento dos docentes em atividades formativas ajustadas às especificidades de diferentes áreas científicas, incentivando práticas pedagógicas mais reflexivas e colaborativas.

    “Participar neste congresso foi uma experiência enriquecedora. Este foi um momento de partilha de práticas e de conhecimentos sobre iniciativas de desenvolvimento profissional docente, que também suscitou reflexões importantes sobre o impacto social da educação e sobre a urgência de democratizar a escola, tornando-a um direito fundamental e um espaço verdadeiramente de todos”, afirmou Francisca Miranda.

    Por sua vez, as investigadoras Rita Tavares de Sousa e Inês Monteiro apresentaram a comunicação “A insustentável leveza do ser-se docente no Ensino Superior”, na qual exploraram os desafios enfrentados pelos docentes universitários perante a multiplicidade de papéis que assumem — ensino, investigação, gestão e ligação à comunidade. Com base num grupo de discussão com docentes do ensino superior, foram identificadas as principais tensões vividas, bem como as estratégias utilizadas para articular essas dimensões, evidenciando o impacto da sobrecarga de trabalho na identidade profissional, sobretudo entre aqueles que desempenham funções de liderança.

    “A participação neste congresso revelou-se fundamental para refletir sobre os próximos passos deste estudo, ainda numa fase exploratória. O modo como os docentes se reconheceram (ou não) nos dados apresentados trouxe contributos valiosos para o aprofundamento da investigação. Ficou clara a importância da divulgação científica e do trabalho em rede como catalisadores de uma produção científica mais rigorosa e significativa”, referiu Inês Monteiro.

    O congresso NeTLives constituiu-se como um espaço de diálogo, partilha e reflexão crítica sobre a docência na actualidade, reforçando a importância da inovação, da formação contínua e da valorização do percurso docente.

    Mais informações sobre o evento podem ser consultadas no site oficial

  • O Mestrado em Finanças da Católica Porto Business School estreia-se no ranking Financial Times de Mestrados em Finanças 2025, ocupando a 52ª posição na Europa e a 63ª posição no Mundo. Este resultado assinala um marco para o programa, que alcançou esta distinção no seu primeiro ano de candidatura ao ranking.

    A entrada neste ranking de referência global reforça de forma inequívoca a reputação e a visibilidade internacional do Mestrado em Finanças, posicionando-o entre os programas de excelência a nível mundial. De destacar o desempenho de elite em alguns dos critérios estabelecidos para avaliação, nomeadamente o 3º lugar a nível mundial no indicador de progressão de carreira dos seus alumni. Outros critérios com desempenho de destaque foram a diversidade de género dos estudantes do programa e do corpo docente da Escola, bem como o forte desempenho no indicador que relaciona o salário dos alumni e o investimento que fizeram no programa.

    “A entrada do nosso Mestrado em Finanças no ranking do Financial Times 2025 é o reconhecimento de um trabalho contínuo de investimento na qualidade académica, na ligação ao tecido empresarial e no impacto que queremos gerar nos nossos estudantes e na sociedade. É também um sinal da crescente relevância da Católica Porto Business School no panorama do ensino internacional, reforçando a missão da Escola com a internacionalização”, afirma João Pinto, Diretor da Católica Porto Business School.

    Para Paulo Alves, Diretor do Mestrado em Finanças e Vice-Diretor, “a entrada do programa para o ranking do Financial Times na sua primeira candidatura é um motivo de orgulho para a Católica Porto Business School. Este resultado destaca o nosso compromisso com o rigor académico e científico, com a constante atualização do programa, com a empregabilidade dos nossos alunos e com a formação de líderes responsáveis e preparados para os desafios globais. Importa também referir que este reconhecimento reflete a qualidade dos nossos alunos, dos nossos colaboradores e dos nossos docentes. Temos agora a ambição de subir neste competitivo ranking.”

    A Católica Porto Business School, além de integrar também o Top 100 European Business Schools ranking 2024 do Financial Times, pertence a um restrito grupo de cerca de 1% de escolas de negócios em todo o mundo com o estatuto “Triple Crown” (AACSB, AMBA e EQUIS), sendo a única escola de negócios a deter este título no Norte do país e uma de apenas quatro em Portugal.

  • Cristina Luísa Silva é docente e investigadora da Escola Superior de Biotecnologia da Universidade Católica Portuguesa. Cresceu com uma inclinação natural para a Matemática e é licenciada em Engenharia Química e doutorada pela ESB em Biotecnologia com especialização em Ciência e Tecnologia Alimentar. Tem dedicado a sua vida à investigação, ao ensino e ao trabalho em rede. Em 2022, foi distinguida a nível internacional na área de engenharia e tecnologia alimentar, através da eleição para Fellow da Academia Internacional de Ciência e Tecnologia Alimentar. Gosta muito de viajar e está sempre aberta a descobrir e a fazer coisas novas: “Entusiasma-me mergulhar em áreas novas, gosto da novidade.”

     

    Em criança, quais eram as disciplinas que mais a entusiasmavam?

    Matemática! Só não segui Matemática na Universidade, porque achava que não queria ser professora e, na altura, não se sabia o que se sabe hoje sobre carreiras e diferentes saídas profissionais. Acabei por seguir Engenharia Química. Um primo mais velho que eu, estava a tirar este curso, e eu achei que podia ser também um bom caminho para mim.

     

    Tem um perfil muito quantitativo e analítico?

    Sim e acho que é genético. Toda a minha família tem esse perfil. Na família, somos maioritariamente engenheiros – mecânicos, químicas, eletrotécnicos e de computadores. A matemática é-nos muito natural.

     

    Tem dedicado a sua vida à área alimentar. Quando é que se cruza com esta área?

    Foi durante o meu mestrado aqui na Escola Superior de Biotecnologia, onde também fiz o doutoramento em Biotecnologia, com especialização na área da Ciência e Tecnologia Alimentar. Nesses tempos também já tinha começado a dar aulas. Cruzei-me com esta área, mas de facto penso muitas vezes que podia ter enveredado por muitas outras áreas. Tenho um perfil muito semelhante ao de alguns alunos que vejo hoje em dia um pouco perdidos. Gosto de lhes transmitir que isso não é um problema. Eu própria tenho ainda hoje muitas coisas de que gosto
    O caminho vai-se fazendo…

     

    Teria sido feliz noutras áreas?

    Acho que sim, podia ter escolhido muitas outras. O que fiz sempre foi dar o meu melhor para poder escolher, essa foi sempre a minha preocupação. Ainda hoje me fascinam tantas outras áreas nas quais espero um dia também poder vir a contribuir. Entusiasma-me mergulhar em áreas novas, gosto da novidade, do que é novo. Gosto de me reinventar. Às vezes, as pessoas ficam tristes por perder um cargo ou uma função. Eu vejo isso como uma oportunidade.

     

    Que disciplinas leciona? Tem também estado muito ligada a projetos e redes internacionais …

    A minha área é muito multidisciplinar. Leciono as disciplinas de Tecnologias Alimentares Avançadas, Mecânica de Partículas Aplicada, Mecânica de Fluidos e Fenómenos de Transferência Aplicados. Coordenei, durante nove anos, uma rede temática Erasmus. Este projeto europeu chegou a ter mais de cinquenta países membros. Dediquei-lhe muito tempo, à sua gestão e dinamização.

     

    Como olha para o fenómeno atual da Inteligência Artificial?

    É uma área que me interessa muito, mas, de facto, não é propriamente uma realidade nova na minha vida. Algures nos anos 90, participei num projeto para uma empresa para o qual descrevi matematicamente um fenómeno. Estabeleci uma relação entre entradas e saídas e consegui organizá-lo numa fórmula. Uma só expressão matemática que resumia muitos dados e simulações. Costumo dizer que consegui "meter o elefante pelo buraco da agulha", porque eram milhares de simulações e consegui organizá-las todas. Uma vez, alguém me disse: “Isso é inteligência artificial.” E eu percebi que sim, que já nos anos 90 fazia isso.

     

    Como é que a IA a ajuda no seu dia-a-dia?

    Ajuda-me a organizar as ideias, a estruturar reflexões e redigir e-mails. Aos meus alunos tenho dito para usarem a Inteligência Artificial de forma crítica. Se usamos a IA no nosso dia-a-dia é para termos mais tempo para pensar e para refletir criticamente, nessa tarefa ninguém nos pode substituir. É importante darmos as ferramentas aos nossos alunos. Já ninguém faz cálculos à mão, usamos a máquina de calcular. Não faz sentido ir a pé até Paris, quanto temos o avião. Atualmente, a IA permite-nos ir a sítios onde, de outra forma, não conseguiríamos ir. Há pouco tempo ouvi numa formação que estamos no meio de uma revolução e nem nos apercebemos disso. A verdade é que já estamos a usar a IA sem darmos conta.

     

    Em 2022, foi distinguida a nível internacional na área de engenharia e tecnologia alimentar, através da eleição para Fellow da Academia Internacional de Ciência e Tecnologia Alimentar.

    Sinto-me sempre pequena para ter sido eu a escolhida. Fui nomeada pela contribuição para a comunidade internacional, pelo empenho na construção de redes. Curiosamente, é uma área onde entrei de alguma forma sem querer, porque não era algo que estivesse nos meus planos. Mas aconteceu e acabei por me dedicar muito à criação de redes com dezenas de países por todo o mundo.

     

    Gosta de viajar …

    Gosto muito. Sempre quis viajar muito e a investigação proporcionou-me isso.
    Hoje toda a gente viaja, mas quando comecei o curso, em 1983, viajar era algo mais difícil, mas eu sentia esse desejo. Queria conhecer outras pessoas, saber como viviam.

     

    Uma viagem marcante?

    Pequim, China. Fomos até à Grande Muralha. Foi uma experiência muito diferente. Também gostei muito de ir à Islândia e gosto muito da América Latina. Sempre que lá vou, sinto uma energia especial, como se, noutra encarnação, tivesse sido de lá. Talvez seja a energia das pessoas. Gosto mais de conhecer pessoas do que os lugares. Talvez conheça os lugares através das suas pessoas…

     

    E em Portugal, qual o seu lugar favorito?

    O mar do Norte. O nosso mar é batido. Gosto do cheiro a maresia. Nós, portugueses, somos do mar.

     

  • Vamos Cozinhar a Transparência? — Um roteiro pela Prestação de Contas Transparente na Economia Social” foi o nome do seminário promovido pela Área Transversal para a Economia Social (ATES) da Universidade Católica Portuguesa com o objetivo de cultivar, de forma coletiva e crítica, novas formas de pensar e praticar a Transparência no setor da Economia Social. A iniciativa, que decorreu a 4 de junho, reuniu oradores e participantes de várias geografias, territoriais e de saberes, num encontro que combinou reflexão crítica, partilha de experiências e práticas colaborativas em torno de um tema central para o setor: a Prestação de Contas transparente.

    Partindo da metáfora em torno do verbo “cozinhar” — associado ao cuidado, à partilha e à transformação —, o Seminário assentou num roteiro sensorial e participativo: da escuta atenta à partilha de ferramentas, passando por conversas entre viajantes e hortas metafóricas onde se semearam ideias para o futuro.

    O encontro teve início com a intervenção de Isabel Braga da Cruz, pró-reitora da UCP, e Bruno Coutinho, em representação do BPI/Fundação "la Caixa", seguindo-se a apresentação do roteiro percorrido no âmbito do Projeto “Transparência nas Organizações de Economia Social Portuguesas”e a exploração de um menu para uma Prestação de Contas mais transparente porAnabel Cruz, do Instituto de Comunicación y Desarrollo (ICD — Uruguai).

    Durante a manhã, os participantes puderam escolher entre três sessões paralelas — dedicadas aos temas da Governação, da Comunicação e do Impacto —, onde tiveram lugar diálogos críticos e participados. Na parte da tarde, o encontro desenrolou-se em torno de três hortas temáticas — espaços de conversa e experimentação em que se discutiram Impacto e Prestação de Contas Descendente e Ascendente. O Seminário terminou com a apresentação do “Kit de Jardinagem”, composto por três ferramentas — a Norma ONG Calidad, do Instituto para la Calidad de las ONG (ICONG); o Código de Conduta da Plataforma Portuguesa das ONGD; e o Mecanismo de Prestação de Contas Transparente criado pela ATES/UCP —, pensadas para apoiar as organizações na construção de práticas gestionárias mais claras, cuidadas e participadas.

    Mais do que um evento pontual, este Seminário foi um encontro movido por uma vontade genuína de “cozinhar” em conjunto, possibilidades para uma Prestação de Contas mais consciente e transformadora, interpelando e implicando cada participante numa reflexão aprofundada sobre formas de pensar, comunicar e legitimar o trabalho no setor da Economia Social.

    O projeto “Transparência nas Organizações da Economia Social portuguesas” é promovido pela ATES/UCP – Porto e apoiado pela Fundação Porticus e pelo BPI/Fundação "la Caixa".

     

    Mais informação aqui

  • O projeto LETSGROW foi oficialmente lançado com um dinâmico evento de dois dias, organizado pela Universidade Católica Portuguesa no Porto, entre 11 e 12 de junho de 2025. A iniciativa reuniu representantes de diversas instituições parceiras de toda a Europa e marcou o início de uma colaboração estratégica centrada no desenvolvimento de talento intersetorial para o setor agroalimentar, promovendo a mobilidade entre contextos académicos e não académicos, e apostando em formação inovadora à escala europeia.

    Durante a sessão de abertura, João Cortez, diretor do Research and Innovation Office da Universidade Católica Portuguesa, destacou o potencial transformador da iniciativa: “Envolvermo-nos numa colaboração baseada numa aliança entre sete universidades e quatro parceiros fora do meio académico terá um grande impacto naquilo que iremos construir neste novo consórcio.”

    O evento teve início com uma sessão de networking que criou o ambiente ideal para o fortalecimento de laços entre os parceiros e contou ainda com a intervenção da gestora do projeto, Isabelle D’Argenteuil, que reforçou o alinhamento do projeto no domínio da educação e inovação.

    Com o arranque formal concluído e os primeiros passos delineados, o LETSGROW posiciona-se como uma iniciativa estratégica para apoiar investigadores, profissionais e inovadores ligados ao setor agroalimentar através da oferta de formação especializada, da promoção da mobilidade intersetorial, tanto académica como não académica, e da criação de condições para percursos profissionais mais atrativos e sustentáveis.

    O consórcio do projeto é composto pela Universidade Católica Portuguesa (Portugal, líder do consórcio), LIPOR (Portugal), Universidade de Sofia “St. Kliment Ohridski” (Bulgária), Universidade Vytautas Magnus (Lituânia), UAB Nando (Lituânia), Universidade da Silésia em Katowice (Polónia), Universidade de Primorska (Eslovénia), Universidade do Sarre (Alemanha), Universidade de Alicante (Espanha), Centro Nacional de Tecnologia para Conservas (Espanha) e o Parque Científico da Universidade de Alicante (Espanha).

     

         

  • És do Porto e sempre estudaste no Porto? Então candidata-te, esta Bolsa é para ti!

    No ano letivo 2025/2026 a Universidade Católica Portuguesa - Centro Regional do Porto concede:

    • Isenção integral do pagamento de taxa de candidatura ao curso;
    • Isenção integral do pagamento de taxa de matrícula no 1º ano da licenciatura e nos anos seguintes até à sua conclusão;
    • Isenção de 80% do pagamento de propinas de frequência da licenciatura a 8 candidatos do regime geral (1 em cada um dos cursos: Bioengenharia; Ciências da Nutrição; Ciências e Sociedade; Direito; Microbiologia; Psicologia; 1 num dos seguintes cursos da Escola das Artes: Cinema, Conservação e Restauro ou Som e Imagem; 1 num dos seguintes cursos da Católica Porto Business School: Economia ou Gestão).

    Os candidatos às bolsas de estudo Porto de Conhecimento devem enviar para educacao@cm-porto.pt, até dia 17 de agosto, a ficha de candidatura, modelo próprio disponível no site Porto de Conhecimento 2025 | Câmara Municipal do Porto.

    Até ao final do mês de setembro, os candidatos elegíveis à atribuição de bolsa de estudo Porto de Conhecimento são contactados pela Universidade Católica Portuguesa - Centro Regional do Porto para regularização do processo.

     

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  • A Universidade Católica Portuguesa (UCP) integra o novo consórcio internacional FIND4S – "Reforçar a Capacidade do Ensino Superior para Sistemas Alimentares Sustentáveis Baseados em Dados na Indonésia". Este projeto Erasmus+ visa fortalecer o ensino superior indonésio na área dos sistemas alimentares sustentáveis, através da modernização curricular, da capacitação docente, da criação de centros de investigação e do investimento em infraestrutura laboratorial.

    O consórcio é composto por 11 instituições – quatro europeias e sete indonésias. Da Europa, participam a KU Leuven, instituição coordenador (Bélgica), University College Dublin (Irlanda), Hochschule Anhalt (Alemanha) e a UCP, a qual se destaca pelo seu contributo académico e científico no domínio das ciências e tecnologias alimentares e sustentabilidade.

    O Prof. Rui C. Morais, docente e investigador na Escola Superior de Biotecnologia e, coordenador do projeto , salienta que “a Universidade Católica Portuguesa traz para o projeto a sua vasta experiência em ensino e investigação, consolidada também pela sua participação no mestrado europeu BiFTec-FOOD4S.”

    Com a duração de 3 anos (2024-2027), o projeto FIND4S marca uma importante etapa na cooperação internacional para sistemas alimentares mais sustentáveis, integrando tecnologias de dados, engenharia e modelos de ensino inovadores para responder aos desafios ambientais e sociais do setor.

     

  • A convite do Pavilhão de Portugal, a Católica leva uma programação de dois dias para a Expo 2025 - 18 e 19 de junho - que une arte, ciência e reflexão ambiental num dos maiores eventos internacionais do ano. Os principais destaques são "Poetry as an Echological Survival", exposição produzida pela Escola das Artes da UCP, com colaboração do CITAR, e o seminário “The Sea as Potential and Representation: Unlocking the Power of the Oceans”, organizado pela Universidade Católica Portuguesa, em colaboração com a Universidade de Sophia (Tóquio, Japão).

    Poetry as an Echological Survival” é uma exposição-metodologia do artista e investigador Nuno da Luz. Propõe uma abordagem eco-sensível ao nosso entorno, focando nos seus elementos atmosféricos e ambientais e traduzindo-os numa série de ondas e vibrações à escala humana. Ao prestar especial atenção à interação entre fenómenos meteorológicos, geológicos e geográficos, re-situa a experiência do mundo no corpo de cada visitante – uma caixa de ressonância empática para uma miríade de comprimentos de onda.

    Para o Pavilhão de Portugal na Expo 2025 Osaka Kansai, a iluminação é modulada em tempo real pela altura das marés em Osaka Bay, e dois gongos suspensos vibram de acordo com os dados de turbulência das ondas, acompanhados de registos recolhidos na praia de Yamada, Naraha, Fukushima. Recolhidas por Nuno da Luz em 2018 durante uma viagem de pesquisa de campo, estas gravações, juntamente com imagens panorâmicas da área - filmadas pela cineasta brasileira Ana Vaz - são aqui apresentadas pela primeira vez.

    Consultar caderno da exposição.

    Em articulação com a exposição, irá realizar-se no dia 18 de junho, às 14h00, no Pavilhão de Portugal, o seminário “The Sea as Potential and Representation: Unlocking the Power of the Oceans”, organizado pela Universidade Católica Portuguesa, em colaboração com a Universidade de Sophia (Tóquio, Japão), que propõe um olhar abrangente sobre os oceanos como fonte de sustentabilidade, inovação e inspiração cultural, no qual académicos e especialistas participarão num diálogo interdisciplinar, abordando o mar como fonte de potencial económico, sustentabilidade ambiental e inovação tecnológica, enquanto examinam o impacto social das representações culturais, artísticas e simbólicas.

    Assistir online ao seminário aqui.

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