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Reitora da UCP integra Comité Internacional do V Encontro Internacional de Reitores Universia 2023, em Valência

A Reitora da Universidade Católica Portuguesa, Isabel Capeloa Gil, faz parte do Comité Internacional do V Encontro Internacional de Reitores Universia, que reúne em Valência, cerca de 700 reitores de 14 países, que representam 14 milhões de estudantes de todo o mundo.

Sob o lema “Universidade e Sociedade”, o encontro, a decorrer de 8 a 10 de maio, tem como foco o papel da Universidade como força motriz para um desenvolvimento socioeconómico mais sustentável e conta com a participação de oradores de grande prestígio internacional.

Pedro Sánchez, presidente do Governo de Espanha, e Ana Botín, presidente do Banco Santander e da Universia, inauguraram o encontro, organizado em torno de três grandes ideias: Aprendizagem ao longo da vida ou aprendizagem contínua; promoção do empreendedorismo e da inovação e, finalmente, redes e interconexão entre as universidades.

Sobre o encontro, Isabel Capeloa Gil refere que “pensar a Universidade como protagonista do futuro, significa reivindicar o direito de fazer as coisas de forma diferente. Uma autonomia sem condições, que significa encontrar uma proposta de valor, que não venha de uma reação a tendências ou necessidades de curto prazo, mas sim que antecipe a transformação, que assuma riscos e também saiba fracassar, refazer e recomeçar.”

O cientista Tim Berners-Lee, criador da World Wide Web, o ex-secretário do Tesouro do presidente dos EUA, Bill Clinton e economista-chefe do Banco Mundial, Larry Summers, o Prémio Príncipe das Astúrias para a Investigação Científica 2006, Ignacio Cirac, e a responsável pela estratégia de investigação de Inteligência Artificial na Google, Pilar Manchón, são outros dos oradores convidados.

O V Encontro Internacional de Reitores Universia dá continuidade aos encontros anteriores de Salamanca (Espanha) em 2018, Rio de Janeiro (Brasil) em 2014, Guadalajara (México) em 2010 e Sevilha (Espanha) em 2005, e é organizado pelo Banco Santander.

As conclusões do Encontro Internacional de Reitores serão refletidas na ‘Declaração de Valência’, que reunirá o compromisso dos reitores para que a Universidade continue a avançar, a partir de diversas linhas de atuação, no seu propósito de continuar a contribuir para o desenvolvimento da sociedade.

11-05-2023

Projeto LAND rumo ao aumento da inovação e cultivo de leguminosas

Aumentar a inovação e o cultivo de leguminosas, dando continuidade às atividades desenvolvidas no âmbito do Consórcio LeguCon, são os grandes objetivos do projeto LAND - Abordagem integrada para a promoção de leguminosas e do desenvolvimento de cadeias de valor sustentáveis, coordenado pelo Centro de Biotecnologia e Química Fina, da Escola Superior de Biotecnologia (ESB), da Universidade Católica no Porto (CBQF/ESB/UCP). Um projeto que conta também com o Banco Português de Germoplasma Vegetal do INIAV, a Universidade de Galway, na Irlanda, e o Centro de Ação Social de Ílhavo.

Através duma estratégia multidisciplinar, o projeto, que arrancou em março de 2023, pretende contribuir para o aumento da competitividade das leguminosas e para a adoção da estratégia europeia de transição para práticas agrícolas mais sustentáveis e para a promoção da produção de culturas ricas em proteína alternativa.

 

Entre 2012 e 2050, aumentar em 50% a produtividade

Para apoiar o aumento da procura de alimentos nutritivos entre 2012 e 2050, a produtividade agrícola deve ser aumentada em 50%. Ao melhorar o cultivo, comercialização e consumo de leguminosas, o LAND contribuirá a diferentes níveis para os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável 3 (saúde de qualidade), 12 (produção e consumo sustentáveis) e 13 (ação climática) e, também, para a COP21 (Conferência do Clima de Paris).

Carla Santos, investigadora do CBQF e coordenadora deste projeto, explica que “ao promover a utilização de leguminosas, agrobiodiversidade e práticas agrícolas sustentáveis, o LAND terá um impacto importante na economia e na sociedade através da melhoria da qualidade, adaptação e rendimento das leguminosas, aumentando a competitividade do sector agrícola e alimentar europeu em conformidade com a combinação de políticas ao nível da União Europeia.”

O LAND apoiará os objectivos-chave da estratégia da UE para 2030:

  • de 50% de redução na utilização e risco de pesticidas (LAND promoverá a agricultura biológica, a agricultura de conservação, etc.);
  • pelo menos 20% de redução na utilização de fertilizantes (o forte enfoque do LAND nas culturas de leguminosas fixadoras de azoto e o aumento projetado do seu cultivo ajudará diretamente este objetivo) e
  • 25% das terras agrícolas a serem utilizadas para a agricultura biológica.

O projeto é financiado pela Fundação para a Ciência e Tecnologia, e são parceiros do projeto o Banco Português de Germoplasma Vegetal do INIAV, a Universidade de Galway, na Irlanda, e o Centro de Ação Social de Ílhavo.

 

Uma contribuição sustentada para o bem-comum

O projeto terá impactos sociais e económicos mais vastos, assegurando uma contribuição sustentada para o bem comum através da conservação e promoção da biodiversidade, reduzindo o impacto negativo da agricultura nas alterações climáticas e promovendo dietas sustentáveis e saudáveis”, afirma a investigadora.

O LAND, que dá continua à missão do LeguCon, o consórcio único e inovador em Portugal que promoveu o aumento de produção de leguminosas no país com uma vertente participativa entre a ciência e a cidadania, quebra as barreiras ao consumo de leguminosas e promove a integração de leguminosas e produtos à base de leguminosas em diferentes cadeias de valor.

 

  

11-05-2023

Católica Porto Business School assina protocolo com o Digital Marketing Institute™ para os programas de Mestrado de Marketing

A Católica Porto Business School (CPBS) assinou um protocolo com o Digital Marketing Institute (DMI), para a certificação do programa de Mestrado de Marketing, que vai vigorar pelos próximos três anos.  

Fundada em 2009, a certificação da DMI é uma das mais prestigiadas na indústria do marketing digital, reconhecida pela conceituada American Marketing Association. Conta, atualmente, com mais de 230.000 membros, bem como parcerias com universidades em mais de 100 países. 

Nos últimos anos, tem-se assistido a uma transformação digital contínua e ininterrupta, que traz grandes desafios às organizações: novos hábitos e padrões de consumo. O mestrado de marketing da CPBS prepara os alunos nesse sentido, através de uma formação ampla e sólida, que alie os temas fundamentais do marketing às novas tendências, fornecendo as competências necessárias para responderem aos desafios da inovação e necessidades dos consumidores. 

Assim, esta parceria, para além de fortalecer o posicionamento global do mestrado, permite aos alunos uma maior e melhor preparação para o seu futuro enquanto profissionais da área, bem como a possibilidade de contactar com os principais líderes desta indústria. 

10-05-2023

Egg test. If it doesn't float, is it safe to eat?

08-05-2023

Carob for drinks, pasta and preparations

07-05-2023

Aula aberta aborda desafios e legalidade do uso de armas autónomas em conflitos armados

Quais os desafios colocados pelo uso de armas autónomas nos conflitos armados? Qual a legalidade da sua utilização à luz do direito internacional?

Estas foram apenas algumas das questões abordadas pelo P. Afonso Seixas Nunes, SJ - Professor Assistente na Saint Louis University School of Law e alumnus da Faculdade de Direito, Católica Porto - na aula aberta "A negligência no Direito Penal Internacional: Dolus eventualis e operações militares autónomas" que se realizou no dia 3 de Maio.

“Portugal, como vários países na Europa, ainda estão a dar os primeiros passos a entender o que é Inteligência Artifical e quais as capacidades da Inteligência Artificial”, explica o Afonso Seixas Nunes, sj.

Na aula, cujo intuito foi permitir uma visão abrangente sobre os desafios colocados pelo uso de armas autónomas nos conflitos armados, e sobre a legalidade da sua utilização à luz do direito internacional, o P. Afonso Seixas Nunes, SJ explicou a forma com os algoritmos podem dar origem a erros no campo de batalha que não podem ser diretamente imputados aos operadores humanos, analisando ainda as várias formas de atribuição da responsabilidade pelas consequências destes erros.

“É uma espada de dois gumes (...) No campo específico do armamento, os Estados vêm as vantagens e vêm os riscos. Mas é difícil contabilizar verdadeiramente os riscos”, reforça o docente.

A aula aberta "A negligência no Direito Penal Internacional: Dolus eventualis e operações militares autónomas", no âmbito da Unidade Curricular de Formas Especiais do Crime, foi um regresso para Afonso, jesuíta e alumnus da Escola do Porto da Faculdade de Direito da Universidade Católica Portuguesa, onde se licenciou: "Voltar a este espaço traz imensas memórias. Eu disse logo que sim, porque é regressar à Casa Mãe. Uma pessoa nunca se esquece da casa onde se licenciou. Foi voltar à alma mater”.

 

 

04-05-2023

Ricardo Monteiro: “Quando se quer arriscar, não se pode ter medo do fracasso.”

Ricardo Monteiro tem 37 anos, é do Porto, é alumno da Católica Porto Business School e é um dos fundadores do Mercadão. Licenciado em Economia e Mestre em Finanças, guarda memórias “incríveis” dos tempos da Católica: “Fui muito feliz”. O seu percurso profissional marca-se por uma grande diversidade de experiências, mas acima de tudo pelo seu gosto de empreender e de criar “coisas”. Ser empreendedor está-lhe “no sangue”.

 

Que conselho daria a alguém que tem vontade de empreender o seu próprio negócio?

Não há uma fórmula para o sucesso. Depende de nós sermos capazes de fazer tudo para que os projetos se concretizem. É essencial ter-se muita vontade e muita paixão por aquilo que se está a fazer. Também não se pode estar obcecado pelo retorno financeiro, porque isso vai desviar a atenção e o foco do que é essencial. Nunca se deve esquecer o propósito e o sonho que está por trás e que move o projeto. 

 

Qual é a sensação de criar um negócio e de vê-lo crescer?

É incrível e o que fica são as pessoas. No Mercadão, já passaram por nós milhares de pessoas. Conseguimos formar uma equipa de pessoas verdadeiramente mobilizadas e dedicadas. Tenho a sensação de que, de certa forma, todas levam um bocadinho de mim. Olhar à volta e perceber que o que construímos teve impacto na vida da sociedade é espetacular. 

 

Como é que se lida com o fracasso?

Convivendo com o fracasso. É por isso que quando se quer arriscar não se pode ter medo do que poderá correr mal ou daquilo que pode fracassar. O fracasso é inevitável e ele vai aparecer mais cedo ou mais tarde. Falhar, aprender, levantar. E siga para a frente.

 

“Fui muito feliz na Católica!”

 

Quando terminou o Ensino Secundário, escolheu estudar Economia na Universidade Católica no Porto. O que é que orientou a sua escolha?

Eu tinha uma boa média e por isso estava confortável em escolher a Universidade onde queria estudar. Interessei-me em conhecer a Católica e em perceber o que é que a distinguia de outras Universidades. Nessa altura, já tinha uma veia empreendedora e a Católica era a escolha que ia conseguir oferecer uma excelente formação académica e que, ao mesmo tempo, conseguia proporcionar um caminho mais virado para as soft skills, que sempre valorizei e que são determinantes e fundamentais na nossa formação. Para além disso, como mantive uma boa média, fiz o meu percurso na Católica com Bolsa de Mérito. Escolher a Católica para estudar foi a primeira decisão importante que tomei na minha vida. E tanto gostei, que acabei por continuar para o Mestrado.

 

O que é que mais o marcou ao longo dos seus anos na Universidade Católica?

Fui muito feliz na Católica! Ir para a Católica foi a melhor decisão que podia ter tomado. Conheci pessoas espetaculares e a convivência com os professores sempre foi muito próxima. Ainda hoje mantemos o contacto e, às vezes, a convite dos professores, vou dar algumas aulas e participo em algumas mentorias. A Católica ajudou-me a construir a pessoa e o profissional que sou hoje. A experiência que me proporcionou foi brutal e inesquecível. Para além disso, e não menos importante, foi por causa da Católica que conheci a minha mulher (risos).

 

“A vontade de criar algo meu era grande.”

 

Acabou por iniciar a sua vida profissional no setor da banca. 

Mais uma vez: por causa da Católica. No verão do meu 2º ano da licenciatura, tive a oportunidade de fazer um estágio no Millenium BCP. Correu mesmo muito bem e depois surgiu a oportunidade de continuar. O meu último ano da licenciatura foi dividido entre as aulas, os compromissos com a faculdade e o meu part-time no banco. No fim da licenciatura, ingressei no Mestrado em Finanças, já com o objetivo de investir nesta área e de entrar neste mercado. Depois fui para o BPI, como Financial Analyst, onde estive cerca de 5 anos.

 

A sua experiência na Banca contrasta muito com aquela que é a sua atual vida profissional …

Completamente. A minha vida acabou por dar uma enorme volta. Estive no BPI ainda alguns anos e acabei por conseguir um bom lugar e estabilidade. Foram cinco anos onde aprendi imenso, foi uma excelente escola. Mas comecei a sentir-me irrequieto e com vontade de fazer outras coisas. Olhava e perspetivava a minha vida a longo prazo e não me imaginava na posição que tinha. Comecei a ter vontade de sair da parte financeira e de mergulhar mais profundamente na Gestão. Aquilo que eu fazia já não me enchia a alma. Despedi-me do BPI e entrei para a SONAE para uma vaga na área de e-commerce

 

Essa nova experiência de trabalho acabou por ser determinante?

Sim, desde já, porque foi lá que conheci aquele que viria a ser o meu sócio em vários negócios. Foi uma área nova para mim, só tinha experiência na parte financeira da banca, mas acabei por me sentir neste novo desafio como um peixe na água. Em pouco tempo, cresci muito e, também, foi determinante para perceber aquilo que realmente queria. Estive neste trabalho cerca de um ano e alguns meses e depois acabei por sair. A vontade de criar algo meu era grande e senti que tinha a pessoa certa ao meu lado para isso.  A decisão de sair acabou por ser relativamente fácil, porque era mesmo isto que eu queria. Saímos da SONAE ainda sem nada definido. Apenas sabíamos que queríamos criar negócios novos online.

 

“Só com muita dedicação e empenho é que conseguimos estabelecer com força a marca Mercadão no mercado.”

 

Até ter fundado o Mercadão, surgiram vários negócios.

O percurso começou quando eu tinha 28 anos e hoje tenho 37. São quase 10 anos de aventura. Começámos com um negócio de venda online de cabazes de Natal – a Cabazes.pt -, depois lançamos uma loja de vinho – a Vinha; ambos ainda existem e com sucesso. Mais tarde lançámos o Alfredo, uma plataforma de entrega de refeições, muito antes de haver uma UberEats ou uma Glovo. Acabou por não correr muito bem, porque percebemos que para garantir a logística que um negócio destes exige era necessário muito dinheiro. Tudo isto acabou por dar origem a um grande know-how e foi isso que nos permitiu fundar o Mercadão.

 

O que é que motivou a criação do Mercadão?

As entregas dos supermercados eram muito pouco rentáveis. Com o Mercadão, quisemos que o negócio de entrega de supermercado começasse a dar dinheiro. Assim foi. Depois de muito trabalho, e sempre em paralelo com outros negócios, conseguimos dar um passo determinante que foi ter o Pingo Doce como parceiro, um supermercado líder no país e que ainda não tinha loja online. Foram anos muito intensos e agitados. Só com muita dedicação e empenho é que conseguimos estabelecer com força a marca Mercadão no mercado e fazer com que o negócio fosse verdadeiramente apelativo e que até tivesse interesse para outras marcas e players. Há dois anos fomos contactados pela Glovo com o objetivo de comprar o Mercadão e acabou por se concretizar.

 

Planos para o futuro?

Os últimos dez anos foram de muito trabalho, muitas noites sem dormir, muita dedicação e exigência. No seguimento da venda à Glovo, o meu ciclo no Mercadão está agora a terminar e vou aproveitar para fazer algumas coisas que acabei por deixar para trás. Decidi que os próximos tempos vão ser de paragem, reflexão e dedicação a outras coisas extra trabalho. Quero para passar mais tempo com a minha mulher e o meu filho e saborear as coisas triviais do dia-a-dia, que me dão um enorme prazer. Tenho, também, uma data de sonhos guardados na gaveta que quero concretizar: viajar mais, fazer voluntariado ou aventurar-me nuns saltos de paraquedas e nuns voos de experiência.

 

Mas para um empreendedor, nunca é fácil desligar-se completamente, pois não?

De todo. Mas vou forçar-me a conseguir desligar o mais possível. Vamos ver quanto tempo é que consigo aguentar (risos). Mas tenho a certeza que, brevemente, estarei já a pensar em alguma coisa que me vai voltar a tirar o sono!

 

04-05-2023

“A transformação tecnológica impulsionou mudanças a vários níveis na Universidade Católica”, refere Isabel Capeloa Gil no Delphi Economic Forum

“A ciência que é produzida nas universidades é essencial para o desenvolvimento e crescimento das economias. As universidades não são silos. É importante que sejam também parceiras da transformação que ocorre no setor bancário, industrial e empresarial.” As palavras são da Reitora da Universidade Católica Portuguesa no “Delphi Economic Forum VIII”, que decorreu em Delfos, na Grécia, de 26 a 29 de abril.

Oradora convidada do painel "Transitional Skills, Workforce Society in Time of Acelerated Technology Change", sobre o tema “Futuro do Trabalho”, Isabel Capeloa Gil deu a conhecer as adaptações à evolução tecnológica, produzidas na UCP, nomeadamente o Projeto Atena, que segundo a Reitora representa “uma das mais difíceis tarefas” da sua vida enquanto Reitora, mas que representa uma transformação no sentido de uma “melhor organização da Universidade.”

Lembrando que “os estudantes chegam às universidades com competências e grande conhecimento tecnológico, esperam que lhes seja providenciado valor acrescentado, que não seja apenas instrumental” e isso, acrescentou, “forçou também uma mudança na forma como ensinamos, nomeadamente ao nível da metodologia e pedagogia.”

Uma das grandes mudanças, salientou a Reitora, é “o ensino baseado na resolução de problemas (PBL), já implementado no Mestrado Integrado em Medicina, da UCP e que se pretende ser alargado a outras áreas do ensino”, já que os profissionais, depois de terminarem os cursos, “têm de continuar a estudar, a adaptarem-se, a evoluir.”

Isabel Capeloa Gil não quis terminar a sua intervenção sobre as mudanças produzidas na Universidade Catolica ao nível da evolução tecnológica, sem referir que “apesar do que era expectável durante a pandemia, o ensino presencial na universidade vai continuar”, acrescentado que “a nossa função não é apenas providenciar ferramentas úteis para a vida, o que é essencial, mas também oferecer Sabedoria, ajudando a criar bons cidadãos.”

02-05-2023

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