X

Novidades

Laboratory Technician Vacancy - Agenda VIIAFOOD - Germen l

20-04-2023

Junior Doctoral Researcher 1 Vacancy - Pacto Bio Economia Azul

20-04-2023

Ana Carvalho: “Sabia que a Católica era a Universidade que melhor me ia preparar para o mercado de trabalho.”

Ana Carvalho é CEO do Banco de Fomento e alumna da Católica Porto Business School. É licenciada em Gestão e, posteriormente, fez, também, o MBA Executivo. Ao longo do seu percurso profissional assumiu diversas funções, com destaque para a área da banca, sempre movida pelo desejo de “enriquecer e complementar os seus conhecimentos”. Profundamente realizada com a sua profissão, confessa que não se cansa de descobrir coisas novas e que é com otimismo que olha para o futuro do tecido empresarial português.

 

Atualmente, ocupa o cargo de CEO do Banco Português de Fomento. Como é que encara esta sua nova missão?

Encaro com um verdadeiro espírito de missão e de responsabilidade. Aqui a responsabilidade é acrescida porque a missão do Banco Português de Fomento é de enorme relevância para a economia portuguesa, assume-se como um desafiante desígnio público. Quero poder contribuir para refundar o Banco, fazer a diferença na economia portuguesa e apoiar o crescimento, a inovação e a sustentabilidade. Temos de ser capazes de atuar com muito profissionalismo, pragmatismo e rigor. Aquilo que o Banco de Fomento tem vindo a fazer talvez não esteja a ser feito à velocidade a que gostaríamos e, portanto, temos de acelerar essa capacidade de fazer diferente e temos que mostrar ao mundo os nossos compromissos e ações. Sempre com esta profunda necessidade de manter a ética e a transparência.

 

Em que é que consiste a missão do Banco Português de Fomento?

O Banco Português de Fomento cobre aquilo que os bancos não estão a cobrir. No fundo, nós trabalhamos e colmatamos as falhas do mercado. Foi um conceito que aprendi na faculdade e que nunca imaginei que fosse estar a trabalhar de forma tão ativa (risos). O Banco de Fomento apoia empresas e setores que estão vivos, ou seja, não vamos apoiar empresas que não tenham perspetivas de futuro. Contudo, apresentamos soluções que o banco privado não consegue aportar, porque o risco das mesmas não se adequa ao seu posicionamento. Fazemo-lo em três grandes categorias de produtos: garantias, dívida e capital.

 

“O meu pai foi uma grande inspiração para mim. Desafiou-me sempre a ir mais além e a superar-me.”

 

Escolheu estudar gestão na licenciatura. Foi uma escolha fácil?

Não foi uma decisão nada fácil. Foi complicado de decidir e posso confessar que só no final da minha licenciatura é que tive a certeza de que estava no lugar certo. Durante muito tempo naveguei entre a Medicina, o Direito e a Gestão.

 

Mas acabou por decidir estudar Gestão …

O meu pai sempre teve uma importância muito grande na minha vida, não só pessoal, mas, também, na minha vida profissional. O meu pai é engenheiro químico, mas a uma dada altura passou a ser gestor. Convivi de perto com esta realidade e talvez tenha surgido daí a minha vontade em enveredar, também, por esta área. O meu pai foi e é uma grande inspiração para mim. Desafiou-me sempre a ir mais além e a superar-me. 

 

Ingressa em Gestão na Universidade Católica no Porto.

Confesso que a primeira vez que chorei de emoção foi quando soube que tinha entrado na Católica. Como nessa altura havia o ano zero na Católica, eram poucas as vagas para quem já tinha frequentado o 12º ano noutra escola e sabia-se inclusivamente que as matérias que tinham sido lecionadas no ano zero, ano que eu não tinha frequentado, iam ser objeto de avaliação. Mas consegui entrar e fiquei muito feliz por isso.

 

Porquê tanta vontade em ingressar na Católica?

Puro pragmatismo. Pedi ao meu pai que perguntasse a um conjunto de amigos que universidade é que devia escolher para estudar e qual é que me ia preparar melhor para o mercado de trabalho. A resposta foi unânime: a Católica. Apesar de também ter entrado noutra importante Universidade escolhi a Católica.

 

“A forma de lecionar da Católica era já na altura muito inovadora e focada na construção do conhecimento prático.”

 

Quais as suas memórias mais marcantes dos tempos da licenciatura?

Em primeiro lugar, a Queima das Fitas, mas não pelos motivos comuns (risos). Na minha altura, os exames e as frequências calhavam sempre na semana da Queima das Fitas. Só no quinto ano é que conseguimos convencer a Universidade a deixar-nos usufruir de pelo menos uma Queima sem exames. Mas guardo muito boas recordações, porque, vendo com distância, consigo reconhecer que esse facto me tornou mais resiliente e responsável. Foi importante para mim aprender a conciliar a responsabilidade do estudo e o tempo de lazer. Apesar de, durante os quatro anos, apenas ter conseguido ir ao cortejo e à noite do cortejo, são ótimas as recordações desses tempos. No quinto ano, compensei (risos). Outra recordação muito importante que guardo dos meus anos de curso são as duas pessoas que tive o privilégio de ter como professores e que me fizeram perceber que amava a Gestão: o Professor Alberto Castro e o Professor José Pinto dos Santos. São duas pessoas que, do ponto de vista intelectual, me fascinaram e marcaram muito. Ajudaram-me a perceber o quanto eu me sentia realizada na Gestão.

 

“O mais importante é termos a capacidade de fazer coisas diferentes.”

 

O que é que distinguia a Católica das demais universidades?

A forma de lecionar era já na altura muito inovadora e focada na construção do conhecimento prático. Senti-me sempre muito desafiada a questionar as realidades e a estar preparada para trabalhar em contextos distintos. A sua fortíssima componente prática distinguia-a de outras universidades, porque a teoria era sempre questionada em termos práticos e reais. Para além disso, sempre apostaram muito no desenvolvimento de outro tipo de competências, que vão muito para além dos planos curriculares convencionais.

 

“Está na minha natureza a busca constante por coisas novas.”

 

Que experiências marcaram o seu percurso profissional?

Comecei a trabalhar numa área comercial de grandes empresas, iniciei-me no corporate banking do BPI. Nesta experiência tive oportunidade de conhecer a realidade empresarial de grandes empresas. Passados três anos, saltei para a área de capital de risco. Claramente que com vontade de ir além daquilo que já sabia e de começar a fazer a componente de avaliação de empresas e de negociação de entradas no capital. Às competências comerciais que já tinha adicionei uma componente mais técnica, financeira e completa. Depois desta experiência senti que precisava de novo de evoluir e aí decidi ir fazer o MBA da Católica Porto Business School, com o objetivo de sair da componente financeira pura e tentar abraçar conhecimentos de marketing e de comunicação. Como dá para ver, eu tinha um plano de carreira concreto na minha cabeça.

 

Sempre com o objetivo de complementar e enriquecer a sua experiência …

Sim, está na minha natureza a busca constante por coisas novas, diferentes, que me façam sair da zona de conforto e que me permitam, claro, poder ocupar diferentes funções. É por isto que o plano de carreira é tão importante, porque nos permite olhar para o nosso percurso de forma estratégica e permite-nos tomar decisões e seguir caminhos que nos vão fazer lá chegar. Com muito trabalho, claro …  Tenho sempre em mim a questão: o que é que vou fazer a seguir?

 

“A estrutura das organizações tem de ser repensada para que a eficiência seja maximizada.”

 

E o que é que fez a seguir ao MBA?

Não consegui de imediato ir trabalhar em Marketing, porque fui convidada para ir dirigir um centro de médias empresas no BPI. Foi uma área muito interessante, onde passei para o mundo das pequenas e médias empresas. Depois, porque não desisti da minha ambição, realmente passei para responsável do marketing estratégico do BPI. Trabalhei várias áreas: comunicação dirigida ao segmento empresarial, desenvolvimento de soluções e de preço do produto, como é que as equipas devem estar distribuídas, qual é o sistema de objetivos para motivar a venda, qual é a coreografia de venda para maximizar a venda e a fidelização. Foi talvez a experiência mais fascinante naquela Instituição que foi a minha grande escola - o BPI.

Em 2019, passo para a administração da COSEC. Comecei a querer sair do mercado da banca e tentei diversificar e fui para a administração de um setor de atividade diferente, o dos seguros de crédito. A COSEC é uma empresa extraordinária que tem uma importância imensa na economia. Nós cobríamos mais de 10% do PIB nas nossas transações. Na COSEC tive uma visão nacional do mercado empresarial. Mais uma vez, foi uma experiência muito enriquecedora. Foi um projeto onde cresci muito, mas onde deixei muitas marcas também (um novo CRM, um portal de cauções,…).

 

Privilegiou sempre a diversidade de experiências?

Sempre, sempre. Acho que se assim não fosse não estaria onde estou hoje. Para além disso, também é preciso ir comunicando quais são as nossas intenções de carreira para que as coisas possam acontecer. E persistir no nosso caminho…

 

“Temos de encarar todos os desafios com otimismo.”

 

Quais são os grandes desafios das empresas portuguesas?

Ligado à realidade do Banco de Fomento, estamos a distribuir fundos ligados ao PRR. Ao aportar este capital para a economia, queremos que as empresas tenham soluções de capital que permita inovar, crescer e acelerar a transição digital. Por isso, um primeiro desafio e preocupação é fazer chegar estes fundos às empresas. Apoiar o crescimento do tecido empresarial português é um grande desafio. Queremos que as empresas pequenas sejam médias e que as médias sejam grandes e queremos ajudar para que todas possam ser internacionais. Claro que do lado das empresas tem de haver ambição e isso exige literacia e liderança financeira. Outro grande desafio é o da transição digital, também ligado ao PRR.  Aquilo que tenho assistido em diversas empresas é uma vontade grande de agarrar no processo da digitalização, mas talvez em alguns casos não de forma estrutural. A transição digital não pode unicamente passar por colocar no digital aquilo que antes só estava em papel. Não podemos cair no erro de desperdiçar uma oportunidade de reformular processos e de introduzir melhorias (sobretudo nós, no Banco Português de Fomento). O processo de transição digital tem de passar por uma reflexão transversal. Não vamos digitalizar o que está errado. O grande desafio é termos a capacidade de repensar todo o processo. A estrutura das organizações tem de ser repensada para que a eficiência seja maximizada.

 

“Sinto sempre a necessidade de dar contributos noutras esferas e de criar complementaridades.”

 

É otimista relativamente ao futuro do tecido empresarial português?

Encaro estes desafios com muito otimismo, mas sempre com necessidades de evolução. Portugal tem empresas ótimas e temos muitos casos de sucesso em todos os setores de atividade. Há muita gente que não faz ideia de que Portugal tem mais unicórnios do que alguns países muito maiores que o nosso. Há, também, muita gente que não faz ideia que há empresas portuguesas que produzem os sapatos da NASA e que o chão da Capela Sistina foi feito com a nossa cortiça. Não tenho dúvidas do nosso know-how e da nossa qualidade. Perante isto, a minha visão só pode ser otimista. Temos de ser capazes de dar os passos seguintes, de ultrapassar momentos de instabilidade como foi o impacto da COVID-19 e como é o impacto da guerra na Ucrânia. Para além disto, temos também um problema transversal que é a escassez de recursos humanos. Temos de encarar todos os desafios com otimismo, com garra e ambição de fazer melhor.

 

Tem planos para o futuro?

Cheguei muito recentemente ao Banco de Fomento e, por isso, neste momento, estou focada no futuro desta instituição e na forma como posso contribuir para a sua missão. Em refundar o Banco e transformá-lo num forte Banco promocional, reconhecido pelo seu impacto na economia e qualidade e tempestividade de serviço. Neste momento, o meu projeto de carreira é neste lugar. Quero garantir que a instituição rapidamente se organiza e que são identificadas as falhas e que as mesmas são cobertas e reparadas. Estou, verdadeiramente, empenhada. Mas, claro, que outros desafios irão surgir. Sinto sempre a necessidade de dar contributos noutras esferas e de criar complementaridades.

 

O que é que mais gosta de fazer nos seus tempos livres?

O que mais gosto é de estar no exterior. Tudo o que seja ao ar livre, tudo o que tenha sol e natureza. Claro que passar tempo com a minha família me deixa, profundamente, feliz. Recentemente, também, descobri que adoro jardinagem. Não percebo nada, mas adoro experimentar e ver se cresce. Descobri, também, que gosto de fazer vela, comecei a aprender no verão.

 

Sempre a descobrir coisas novas…

Não me canso de descobrir coisas novas. Veja lá que só pelos quarenta é que aprendi a esquiar e a fazer surf!

 

20-04-2023

Professora e aluno da CPBS envolvidos em projeto que permitiu uma descida do IVA na Indústria das Conservas

Ana Madsen, professora Católica Porto Business School e doutorada em Economia e Sistemas de Mercado do pescado, em conjunto com Tomás de Guedes Carvalho, alumno da licenciatura em Gestão da Católica Porto Business School, estiveram estreitamente envolvidos no projeto da ANICP - Associação Nacional dos Industriais de Conservas de Peixe -, que conseguiu uma descida do IVA (Imposto sobre o Valor Acrescenta) na indústria das conservas, de 23% para 6%.

Esta conquista foi fruto de um trabalho muito intenso, que se iniciou há cerca de 3 anos, quando Isabel Tato, Secretária Geral da ANICP, convidou a professora da CPBS para um projeto de consultoria, cuja proposta passava por ultrapassar a "incongruência sentida na indústria das conservas”, principalmente quando comparado o valor desta com o dos países concorrentes. 

Assim, através da ajuda do aluno, atualmente a trabalhar como Associate no Boston Consulting Group, desenvolveram um trabalho alicerçado em estudos e cálculos, que refletia as vantagens desta redução para a dinamização do  mercado nacional, dado o aumento do consumo destes produtos. 

Contudo, apesar das expectativas positivas, em 2021 verificou-se um retrocesso no processo, com a reprovação do Orçamento do Estado para 2022 e a necessidade de eleições legislativas antecipadas. Desta forma,  esta redução do IVA só foi implementada no início deste ano, com a entrada em vigor do Orçamento do Estado para 2023.

Urge agora salientar que esta medida é uma mais-valia para esta indústria,  permitindo fazer face aos desafios do desenvolvimento industrial,  aumentar postos de trabalho, e aumentar  investimentos na melhoria contínua. 

20-04-2023

Laboratory Technician Vacancy - Project BioShoes4All

19-04-2023

Equipa do CLIL identifica boas práticas pedagógicas em Universidades internacionais de excelência

A equipa do Católica Learning Innovation Lab (CLIL) - o Laboratório de Inovação Pedagógica da Universidade Católica Portuguesa (UCP) - visitou recentemente três contextos internacionais de excelência em termos de inovação pedagógica no ensino superior: a Universidade de Stanford (Estados Unidos), a University College London e a University of Kent (Reino Unido).  

O objetivo? Criar parcerias com especialistas internacionais na área da inovação pedagógica no ensino superior e identificar estratégias educativas transformadoras já experimentadas nestes contextos, que possam vir a ser aplicadas na Universidade Católica Portuguesa.

Na Universidade de Stanford as docentes da Universidade Católica Ângela Azevedo, Armanda Gonçalves e Eva Dias de Oliveira tiveram a oportunidade de conhecer o modelo de funcionamento do Center for Teaching and Learning da Universidade de Stanforde do centro congénere da Stanford Business School

 

Foto: As docentes da UCP Ângela Azevedo, Armanda Gonçalves e Eva Dias de Oliveira, com Gloriana Trujillo e Cassandra Volpe Horii, na Universidade de Stanford

 

Os encontros caracterizaram-se por um clima de partilha e de abertura, tendo sido possível recolher “informações, in loco, sobre as políticas e modelos de formação dos professores e modelos de ensino-aprendizagem bem-sucedidos. Estas aprendizagens enriquecedoras poderão vir a ser implementadas na UCP”, referem as docentes do CLIL. 

A visita permitiu também identificar desafios comuns, como por exemplo, o reconhecimento por parte da comunidade académica da relevância de uma unidade dedicada à qualificação e à inovação pedagógica no ensino superior. “Estas estruturas de inovação e qualificação pedagógica devem apresentar-se à comunidade como agentes que procuram promover parcerias e não como agentes disciplinadores”, frisam. 

 

Imersão nas boas práticas de duas Universidades do Reino Unido 

Em março, a equipa do CLIL seguiu para Londres, onde reuniu com a direção do Arena Centre for Research-based Education, da University College London (UCL), e do Centre for the Study of Higher Education, da University of Kent.

Diana Soares, Paulo Dias e Marisa Carvalho, docentes na UCP, ficaram a conhecer melhor a estratégia das duas universidades e dos dois centros em prol da melhoria de práticas de inovação pedagógicas.

Estas visitas foram verdadeiramente inspiradoras. Percebemos que os desafios em termos de prática e inovação pedagógica são similares no ensino superior a nível internacional, mas que já há muito trabalho feito. Podemos assim experimentar/ensaiar algumas estratégias já testadas nestas universidades, mas podemos também partilhar o que de melhor fazemos nesta área na Universidade Católica Portuguesa”, referem os docentes.  

 

Foto: Paulo Dias, Marisa Carvalho e Diana Soares, na University College London

 

Sobre o CLIL 

O CLIL foi criado com o objetivo de identificar, experimentar e ensaiar abordagens pedagógicas inovadoras, contando com a colaboração de docentes, investigadores e estudantes da UCP, assim como com o apoio de um conselho de parceiros estratégicos do tecido empresarial e da sociedade civil.  

As visitas às Universidades de Stanford, UCL e Kent enquadram-se no projeto “Skills 4 Pós-COVID - Competências para o futuro no Ensino Superior”, financiado pelo Portugal 2020, no âmbito do PO CH – Programa Operacional Capital Humano, através do FSE – Fundo Social Europeu.  

19-04-2023

Artistas convidados da Escola das Artes têm filmes no Festival de Cannes

 

“CROWRÃ [A Flor do Buriti]”, filme de João Salaviza, artista convidado da Escola das Artes, e de Renée Nader Messora, foi selecionado para a 76.ª edição do Festival de Cinema de Canes.



Cannes, um dos mais importantes eventos de cinema do mundo, anunciou no passado dia 13 de abril, em Paris, a seleção de filmes da secção Un Certain Regard, que integra “CROWRÃ [A Flor do Buriti]”. Este ano, a programação da competição conta com 17 filmes, integrando o filme da dupla de diretores, João Salaviza e Renée Nader Messora, que esteve presente na última edição da Porto Summer School on Art & Cinema da EA.

Durante o festival, ocorrerão várias sessões especiais nas quais inclui a exibição do filme “Retratos Fantasmas” de Kleber Mendonça Filho, artista participante da edição de 2022 da Porto Summer School on Art & Cinema da EA.

Mais informações em: https://www.festival-cannes.com/en/press/press-releases/the-films-of-the-official-selection-2023/

 

 

 

18-04-2023

Católica abre candidaturas para programa de bolsas para refugiados

Estão abertas as candidaturas ao programa de atribuição de bolsas para refugiados da Universidade Católica Portuguesa até dia 27 de abril. Este programa destina-se a estudantes em situação de emergência humanitária, com documentação emitida pelo Serviço de Estrangeiros e Fronteiras (SEF).

Ao abrigo do programa, serão abertas 15 vagas para cursos de licenciatura e de mestrado (12 vagas para cursos de licenciatura e 3 para cursos de mestrado) em Lisboa, Porto, Braga e Viseu, com isenção de propinas. O processo de seleção dos candidatos com documentação aprovada inclui entrevistas que decorrem de 2 a 9 de maio.

Para mais informações, consulte: https://www.ucp.pt/pt-pt/noticias/catolica-abre-candidaturas-para-programa-de-bolsas-para-refugiados

18-04-2023

Filme da Escola das Artes selecionado para o Indie Lisboa


A Escola das Artes da Universidade Católica Portuguesa volta a marcar presença no Indie Lisboa que decorre de 27 de abril a 7 de maio. A 20ª edição do festival conta com a participação de um aluno da EA nas suas competições e com o apoio da Escola das Artes que, tal como em anos anteriores, irá atribuir o Prémio na secção competitiva Silvestre.



“Litoral”, o filme produzido pela Escola das Artes, de Francisco Dias, aluno do Mestrado em Cinema da EA, foi selecionado para o Indie Lisboa no âmbito da competição Novíssimos, dedicada a produções realizadas por jovens cineastas. Este ano, a secção reúne 18 estreias de novas vozes do cinema mundial.

No âmbito desta participação no festival, a EA pretende promover e apoiar o desenvolvimento do cinema português.

Mais informações: https://indielisboa.com/seccao/novissimos/

Litoral
Portugal, 2023, FIC, 13'09''
Realização: Francisco Dias
Sinopse: Numa noite de inverno, o mar volta a ameaçar a torre de apartamentos onde moram duas vizinhas. No dia seguinte, os alhos vêm pressioná-las a deixarem tudo para trás.

 

 

17-04-2023

É possível mudar a gramática escolar? Já está disponível o 24º número da Revista Portuguesa de Investigação Educacional

 

MUDAR A ESCOLA TAREFA [IM]POSSÍVEL” é o nome do 24º número da Revista Portuguesa de Investigação Educacional, a revista científica da Faculdade de Educação e Psicologia (FEP) da Universidade Católica Portuguesa, editada pela Universidade Católica Editora.

Trata-se de um número interpelante da Revista, pois procura responder a uma questão essencial: é possível mudar a gramática escolar?

Joaquim Azevedo, docente da FEP, explica que “no já longínquo ano de 1994, David Tyack e William Tobin interrogavam-se sobre por que era tão difícil mudar "the Grammar of Schooling", isto é, a estrutura e as regras de organização e funcionamento das escolas, passando pelo currículo, pelos espaços, pelos tempos, pelo modo de agrupar alunos e professores, pelas diversas “grades” que parecem aprisionar a liberdade de pensar, organizar e praticar a escolarização segundo outras lógicas e modos.”

Neste número, debate-se esta questão, mostrando as evidências das (im)possibilidades. O que se tem feito à escala nacional e internacional e que ajuda a compreender quais são os becos e os caminhos de uma metamorfose educativa que esteja ao serviço das pessoas.

Joaquim Azevedo destaca, também, Richard Elmore, “um célebre professor de Harvard”, que chegou a “descrer da possibilidade das políticas centralizadas e da matriz uniforme produzirem melhorias expressivas, das escolas aprenderem, de poderem ser comunidades profissionais de aprendizagem e lançou um forte movimento de defesa dos Massive Open Online Courses (MOOCs) abertos a aprendizagens de todas os sujeitos interessados.” No seu entendimento, “a instituição escolar era uma fábrica de credenciais com escassa ou nula relevância para o desenvolvimento do ser humano, sendo relevante que as pessoas pudessem aprender tudo o que lhes interessasse em qualquer tempo e lugar."

“Sabe-se, entretanto, que, no campo educativo, 'não se pode mudar por decreto'”, explica. “Que a lógica do comando e do controlo não produz resultados satisfatórios”, conclui.

Diversos outros autores, como Santos Guerra e Antonio Bolivar, interrogam-se sobre os motivos das “escolas não aprenderem”, colocando em crise o conceito das organizações que aprendem e que deveriam melhorar continuamente a partir da autoavaliação dos seus processos e resultados educativos.

A Revista Portuguesa de Investigação Educacional dedica-se ao estudo, à prática e à investigação no âmbito das Ciências da Educação ou das Ciências Sociais e Humanas com relevância para a área da Educação.


Encontram-se abertos os Call for papers para as duas edições da Revista Portuguesa Investigação Educacional de 2023:

1 - Ensinar e aprender na era dos ecrãs, re-imaginar a educação
Data limite: 31 de agosto de 2023

2 - Lideranças, bem-estar e justiça
Data limite: 31 de dezembro de 2023

Contacto: rpie@ucp.pt
 



Consulte o site da Revista Portuguesa de Investigação Educacional

 

17-04-2023

Pages