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11-07-2022

Comitiva da Universidade de Santo Amaro (São Paulo, Brasil) visita Universidade Católica no Porto

 

Os docentes da Universidade de Santo Amaro, em São Paulo, no Brasil, Enrique Ricardo Lewandowski, também ministro do Supremo Tribunal Federal do Brasil, Paulo Moura Ribeiro, também Ministro do Supremo Tribunal de Justiça do Brasil, e Vitor Veronezi visitaram a Universidade Católica Portuguesa no Porto para uma reunião com Isabel Braga da Cruz, presidente do Centro Regional do Porto, e Manuel Fontaine, diretor da Escola do Porto da Faculdade de Direito.

O encontro permitiu explorar potenciais colaborações com a Escola do Porto da Faculdade de Direito. Para Manuel Fontaine “a internacionalização é um dos eixos estratégicos da Faculdade de Direito e como tal, é com muito agrado que acolhemos estas possibilidades de parceria”.

Isabel Braga da Cruz afirma que “a Católica está sempre aberta a novas colaborações que consolidem a missão da universidade e que contribuam para uma formação académica de qualidade e para o cultivo do conhecimento para o bem comum.”


 

08-07-2022

Escola das Artes inaugura exposição “É Noite na América” de Ana Vaz

No dia 4 de julho, mais de duzentas pessoas marcaram presença na inauguração da exposição “É Noite na América”, da artista brasileira Ana Vaz, com curadoria de Daniel Ribas. Um momento que integrou o programa público da Porto Summer School on Art & Cinema 2022: Brazil — Cross Dynamics of Otherness, organizado pela Escola das Artes da Universidade Católica no Porto. “É Noite na América” teve estreia mundial no prestigiado Jeu de Paume, em Paris, e é uma comissão e produção da Fondazione in Between Art Film, coproduzida pela Pivô Arte e Pesquisa e Spectre Productions.

“Nesta exposição, a partir de materiais filmados em Brasília, Ana Vaz adensa a sua pesquisa sobre o confronto entre a utopia modernista da cidade com os animais, ditos ‘selvagens’, numa espécie de filme de terror experimental, questionando as nossas preconceções sobre cidade, natureza, humano ou ecologia”, refere Daniel Ribas, coordenador do mestrado em Cinema e curador da exposição da Escola das Artes da Universidade Católica no Porto.

Ana Vaz é uma das mais relevantes artistas e cineastas contemporâneas, tendo os seus filmes e exposições circulado por diversos museus, festivais e cinematecas. O seu trabalho é marcado por um constante desafio experimental sobre as formas poéticas do cinema contemporâneo, ressaltando as profundas contradições do nosso tempo, sobretudo com as práticas destruidoras das instituições.

Na inauguração estiveram presentes os cineastas Kleber Mendonça Filho, João Salaviza e Renée Nader Messora, realizadores convidados desta edição da Porto Summer School on Art&Cinema. “É Noite na América” é uma exposição em formato de instalação fílmica gravada no jardim zoológico de Brasília, habitat de centenas de espécies resgatadas na cidade. Tamanduás, lobos-guará, corujas, cachorros-do-mato, capivaras, carcarás se encontram com biólogos, veterinárias, cuidadores e a polícia ambiental, que através de uma trama soturna onde os desafios da preservação da vida tecem uma trama de perspetivas cruzadas. Nesta iteração, a exposição expande-se de forma poética, assim como de arquivo, contos e conversas num diorama ilusionista onde é possível observar e sermos observados. No final de contas, quem são os verdadeiros cativos? As criaturas ou nós? A exposição estará patente ao público até 7 de outubro. A entrada é livre e aberta a toda a comunidade.

EXPOSIÇÃO “À NOITE NA AMÉRICA”
Ana Vaz · 4 JULHO· 7 OUT 2022    
Curadoria de Daniel Ribas
Entrada Livre · de terça a sexta · 14H00 – 19H00
Sala de Exposições da Escola das Artes da Católica
Rua de Diogo Botelho, 1327, 4169-005 Porto

07-07-2022

Guilherme Afonso: “O meu projeto final da licenciatura é a minha primeira entrega ao cinema.”

É fotógrafo e finalista da Licenciatura em Som e Imagem da Escola das Artes da Católica. Chama-se Guilherme Afonso, tem 26 anos e é do Porto. Foi numa viagem à Guatemala que o seu caminho se cruzou com uma máquina fotográfica e, hoje em dia, faz da Fotografia e do Cinema a sua arte. Nesta entrevista ficamos a conhecer o seu trabalho, o que mais o marcou na licenciatura, as suas viagens e o seu livro Travel Diaries.

 

Como é que se dá a descoberta da Fotografia na sua vida?

Em miúdo queria ser piloto, mas mais tarde acabei por ingressar no curso de Engenharia Física. No meu primeiro ano do curso, a minha irmã estava na Guatemala e eu fui lá ter com ela. Levei a máquina fotográfica do meu pai, mas sem nenhuma pretensão especial. Inseri-me num projeto de voluntariado, que intervinha na Guatemala em comunidades locais e acabei por acompanhar projetos de construção e por apoiar algumas famílias. Lembro-me que também me pediram para eu fotografar algumas coisas para ficar registado e para enviarmos aos patrocinadores do projeto. Nessa altura fiquei a dormir numa casa de origem humilde que era anexa à casa de uma família com dez crianças e, por isso, acabei por conviver muito com estes miúdos. Foi nesta relação com estas crianças que a máquina fotográfica ganhou alguma importância, porque foi a forma que eu encontrei de comunicar com eles. Eu tirava-lhes fotografias e eles tiravam-me a mim. À volta da máquina fotográfica criamos a nossa relação de amizade.  

 

Mais tarde ingressou no curso de Fotografia do Instituto Português de Fotografia.

Sim, acabei por desistir de Engenharia Física porque já tinha evidências suficientes de que a fotografia me interessava imenso. Mas, mais uma vez, acabei por tentar conciliar o curso com outros projetos e foi por isso que fiz o primeiro ano do curso no Porto e o segundo ano em Lisboa. A meio do curso envolvi-me num projeto da Gap Year Portugal – a Roadtrip - e acabei por ocupar o meu tempo com isso. Estive quatro meses e meio a percorrer Portugal numa carrinha pão de forma para falar do projeto nas escolas secundárias. Quando o projeto terminou retomei o curso e no fim, como projeto final, lancei um livro que se chama Travel Diaries.

 

“Revejo-me muito nestes encontros com as pessoas.”

 

O que é que se pode encontrar nesse livro?

O livro reúne fotografias minhas de viagens que fui fazendo. Não se pode dizer que seja propriamente um livro de fotografia, porque não tem uma narrativa linear. No fundo, é um álbum de fotografias artísticas. O livro foi editado através de uma campanha de crowdfundig que lancei. Fez-me sentido que assim fosse, porque também as viagens, através das quais resultaram as fotografias, foram feitas à boleia. Mais tarde fiz uma segunda edição do livro, alterei algumas coisas e acrescentei outras fotografias. Quero que o livro evolua ao longo dos anos e por isso é um trabalho sempre inacabado. Já estou a pensar noutras alterações e, quem sabe, talvez haja uma terceira edição.

 

Há alguma fotografia do livro que seja especial para si?

Há uma fotografia que é de uma folha de papel no Rio Nilo. É muito simples e minimalista e, por isso, é muito representativa do meu trabalho na fotografia, porque reflete calma e contemplação.

 

“Na Escola das Artes temos a oportunidade de contactar com artistas de fora, com quem podemos aprender mais e a quem podemos, também, apresentar os nossos projetos.”

 

É finalista da licenciatura em Som e Imagem. Porquê a escolha deste curso?

O curso no Instituto Português de Fotografia foi muito prático. Se por um lado isso é bom, por outro senti que tinha pouca sustentação teórica. Queria explorar mais o lado concetual e aprofundar a teoria da arte. Para além disso, comecei a interessar-me pela área do Cinema e queria descobrir mais. Escolhi Som e_ Imagem na Católica porque acreditei que me ia dar aquilo que me fazia falta e que me ia desafiar muito.

 

O que é que foi mais marcante durante a licenciatura?

Eu fiz o curso integralmente com bolsa. Candidatei-me no primeiro ano e consegui manter a bolsa ao longo dos 3 anos da licenciatura. Foi uma oportunidade única que a Católica me proporcionou. Gostei muito dos professores e de toda a comunidade da Escola das Artes. Aqui temos a oportunidade de contactar com artistas de fora, com quem podemos aprender mais e a quem podemos, também, apresentar os nossos projetos e dar a conhecer o nosso trabalho e isso é essencial. As masterclasses e as aulas abertas motivam os estudantes e incentivam o networking no mundo artístico. A Escola das Artes dá-nos muitas ferramentas que nos ajudam a construir a nossa arte e a levá-la aos outros.

 

“Na licenciatura descobri mesmo o meu gosto pelo cinema.”

 

O seu projeto final da licenciatura foi a realização de um filme … Em que é que consistiu?

Na licenciatura descobri mesmo o meu gosto pelo cinema. Se quando entrei para o curso já tinha despertado para o cinema, foi mesmo no curso que percebi que o meu caminho também passava por aqui.  O meu projeto final é a minha verdadeira primeira entrega ao cinema. Trata-se de um filme sobre dois irmãos que viajam. Eu sou um dos atores. Vamos com uma equipa para locais que vejo no Google Maps. É quase como um processo de viagem. Chegamos ao local e vejo a fotografia do sítio e representamos cenas diferentes de improviso. É um filme com uma narrativa muito visual e vai ser apresentado no Panorama’22.

 

“No cinema entrego-me totalmente e gosto de instigar a dúvida relativamente àquilo que é verdade ou ficção.”

 

Viajar é importante para o seu trabalho …

Todos os anos faço uma viagem com o meu pai. Já estivemos em São Tomé, no Perú, no Egipto. O Egipto foi especial porque foi a primeira viagem onde já fotografei de uma forma mais pensada e com um projeto mais concreto na minha cabeça. Ainda tenho muitas fotografias por revelar dessa viagem e como se trata do Egipto pensei que talvez fosse melhor não as revelar todas de uma vez, porque tem uma história tão antiga que quis dar um tempo a estas fotografias. Já viajei pela Europa sempre à boleia. Autodesafiei-me a chegar à Eslovénia com apenas 50 euros no bolso e lá consegui. Aprendi todos os truques para viajar à boleia e gosto imenso. Prefiro ir para Paris à boleia do que me meter num autocarro que custe 1 euro. Nas boleias vou sempre a ouvir histórias e no autocarro é sempre só mais uma música. Revejo-me muito nestes encontros com as pessoas. O meu próximo projeto de viagem vai ser voltar à Guatemala e reencontrar aqueles miúdos que me fizeram descobrir a fotografia. Não tenho os contactos de ninguém, mas espero que eles não tenham mudado de casa. Tenho imensas fotografias deles que espero que me orientem e que me ajudem a encontrá-los. Na altura eram miúdos dos dois aos catorze anos, hoje terão entre os dez e os vinte e tal. Vou à procura deles porque foi com eles que comecei a retratar.

 

A Fotografia e o Cinema: como é que define a sua arte?

Eu sinto a necessidade de distinguir um bocado as duas artes. Eu sou sempre a mesma pessoa quando estou a trabalhar a fotografia ou o cinema, mas tento-me distinguir quando apresento o produto final e quando assino o trabalho. Com a fotografia quero despertar para o exercício da observação e da contemplação. No cinema, sinto que me envolvo muito mais e que já é algo muito mais pessoal. Eu sou uma pessoa extrovertida, invasiva do espaço dos outros e o cinema é isto. No cinema entrego-me totalmente e gosto de instigar a dúvida relativamente àquilo que é verdade ou ficção. Por exemplo, no projeto final da licenciatura gosto que quem esteja a ver o filme não perceba se são dois irmãos, dois amigos ou se se trata de outra relação qualquer.

 

É mito que um fotógrafo não gosta de ser fotografado?

A propósito disto, comecei há bastante tempo um projeto onde o objetivo é invadir o espaço e criar algum desconforto nas pessoas quando se apercebem que estão a ser filmadas ou fotografadas e ficar a falar com elas sobre isso. Ando pela rua com a câmara perto do peito e aproximo-me das pessoas, a menos de meio metro, de forma a que as pessoas entendam que estão mesmo a ser capturadas imagens suas. É, sem dúvida, um projeto arriscado porque a reação das pessoas é muitas vezes imprevisível e, naturalmente, nem todas as pessoas reagem bem ao meu atrevimento. Mas, no meu caso concreto, se detesto que me fotografem? Por acaso sou muito tranquilo. Como tenho o cabelo comprido e como às vezes visto umas roupas um bocado folclóricas, sou apanhado bastantes vezes por alguns fotógrafos (risos).

 

06-07-2022

Católica Porto Business School re-acreditada internacionalmente pela EQUIS

Certificação EQUIS é sinónimo dos mais elevados padrões de qualidade e destaca as melhores escolas de gestão a nível mundial

A Católica Porto Business School recebeu, novamente, a acreditação internacional EQUIS, integrando um grupo restrito de escolas acreditadas em todo o mundo, e de três escolas a nível nacional.

A EQUIS, um sistema internacional de acreditação de escolas de negócios, tem como objetivo reconhecer as escolas com elevado nível de ensino (graduado, pós-graduado e formação executiva), investigação, internacionalização, cooperação com o mundo empresarial, e compromisso com preocupações éticas e de sustentabilidade. O sistema EQUIS está associado à EFMD (European Foundation for Management Development), uma das principais redes de Escolas de Gestão do mundo, da qual a Católica Porto Business School também faz parte. A EQUIS avalia as instituições como um todo, abrangendo todas as atividades e subunidades da instituição.

Saiba mais sobre esta re-acreditação aqui

06-07-2022

Estudantes participam em missões de voluntariado nacional e internacional

Parte intrínseca da Universidade Católica no Porto, o voluntariado assume-se como uma área-chave na formação integral dos estudantes. Este ano são 15 os estudantes que abraçam o desafio e viajam em missões de voluntariado em São Tomé, Espanha, Bósnia, Itália e Quénia. Em paralelo, a Universidade Católica no Porto vai também acolher em Portugal, ao abrigo da organização Just a Chance e da Paróquia de Mexilhoeira Grande, 14 estudantes estrangeiros.

De malas quase feitas para os destinos escolhidos, quatro estudantes vão estar, entre 23 de julho e 10 de setembro, a desenvolver atividades em Guadalupe, São Tomé e Príncipe, na Comunidade das Irmãs. Cumpre-lhes, no local, realizar ações de sensibilização no posto de saúde para as mães, dando formação na área da nutrição. O desafio que lhes levará à ajuda humanitária abrangeu uma formação semanal, no âmbito de voluntariado e desenvolvimento de competências pessoais, promovidas pelo GAS’África (Grupo de Ação Social em África e Portugal), durante sete meses, numa média de 100 horas de formação.

Já no âmbito do programa FLY (Programa Europeu de Voluntariado), do qual a Universidade Católica no Porto faz parte, os restantes onze estudantes mergulharam em dois processos de formação prévios ao momento da partida para a assistência humanitária. O primeiro momento debruçou-se sobre temas como a desigualdade e pobreza, estereótipos e preconceitos, ferramentas para o voluntariado e multiculturalidade. O segundo momento de formação foi direcionado para a atividade especifica tendo por base o público-alvo: migrantes, pessoas em risco de exclusão, formação de menores de idade e cuidado de pessoas e comunidade.

A primeira voluntária já está em Roma, onde permanecerá até ao final do mês, e onde vai desenvolver e divulgar a participação dos jovens no Pacto Global sobre a Educação proposto pelo Papa Francisco na Scuola EIS LUMSAO.

Ao longo dos meses de julho e agosto seguem-se os restantes destinos: Mexilhoeira Grande (três voluntários), Valladolid (dois voluntários), Sevilha (dois voluntários), Zaragoza (um voluntário) e Bósnia (um voluntário). A missão mais longa irá realizar-se no Quénia, num orfanato com crianças vulneráveis, onde o estudante voluntário ficará durante dois meses.

Em paralelo, a Universidade Católica no Porto vai também acolher, através da organização Just a Chance e da Paróquia de Mexilhoeira Grande, 14 estudantes estrangeiros. Integrados no Just a Chance, 12 alunos (nove de Espanha e três de Eslováquia) estarão a desenvolver atividades de voluntariado na comunidade em Óbidos e dois estudantes (um de Espanha e um da Eslováquia) em Fornos de Algodres, durante os meses de julho e agosto. Para a Paróquia e Mexilhoeira Grande, no mês de julho, estarão outros 3 estudantes (dois de Espanha e um da Eslováquia) a desenvolver atividades de voluntariado na comunidade local.

06-07-2022

Estudantes da Universidade Católica no Porto recebem o Crisma

A Pastoral Universitária do Porto celebrou no dia 2 de julho, na Sé Catedral do Porto, o Crisma de 23 estudantes, numa cerimónia emotiva presidida por D. Vitorino Pereira Soares, Bispo Auxiliar do Porto.
Concelebraram o Padre José Pedro Azevedo, responsável da pastoral universitária do Porto (CIMT) e capelão da Universidade Católica no Porto, e o Padre Félix Sernas, capelão da Universidade Lusíada.

Para a Universidade Católica no Porto, foi um dia muito especial pelo culminar do segundo caminho de preparação para o Crisma de 17 dos seus estudantes, reforçando assim a sua identidade e missão católica. Já no passado dia 24 de junho, na missa de S. João Batista, na Paróquia da Foz do Douro, dois estudantes tinham sido crismados por não terem podido participar na celebração do dia 2 de julho. No final da cerimónia, três estudantes, um do CIMT, um da Universidade Católica e outro da Universidade Lusíada, partilharam o testemunho pessoal do caminho percorrido.

No fim do dia vários estudantes partilharam e agradeceram a experiência inesquecível que tinham vivido: “Foi um dia muito emocional para mim, pois às vezes esqueço-me que tenho quem me segure e me apoie nos piores dos momentos. Foi como se a fé acordasse em mim. Agora olho para as coisas e sinto uma luz dentro de mim, uma felicidade e serenidade imensa!”;

“Senti que ontem foi um dia que precisava mesmo de experienciar quando ouvi mais atentamente certas palavras que foram ditas, especialmente as do último testemunho. “Amem, amem muito e intensamente, pois existe Alguém que vos limpa as feridas” foi uma frase que me fez chorar, precisava mesmo de a ouvir e nunca me vou esquecer dela.”;

“Mais do que toda a preparação para a realização do Crisma, que só por si foi uma oportunidade única, o dia da celebração foi, sem dúvida, o momento mais marcante. Não só pelo local em si, mas especialmente por ter sido no dia de S. João, um dia tão especial para a cidade do Porto. E sendo eu João, teve um significado ainda maior. A mística daquele fim de tarde não a esquecerei. Muito obrigado pela oportunidade.”

O caminho de preparação dos 17 estudantes da Universidade Católica de diferentes faculdades foi organizado pela Unidade para o Desenvolvimento Integral da Pessoa (UDIP) com a colaboração de Tomás Cantista, docente da Escola do Porto da Faculdade Direito. Quinzenalmente, em formato on-line e presencial, os estudantes foram convidados a conhecer e a aprofundar as temáticas centrais da fé e da vida cristã: a Igreja, a Fé, a Esperança, o Amor a Deus e ao próximo, Jesus Cristo verdadeiro Deus e verdadeiro Homem, o Espírito Santo e os Seus dons, a Oração, o Compromisso, a Missa, a Reconciliação, entre outros temas.
  
Ficou a promessa de novos encontros no próximo ano letivo, quer para os já crismados, quer para novos estudantes que queiram iniciar o caminho de preparação.

 

Fotografias: © MarianaAbreu

05-07-2022

Research Scholarship - Project HSoil4Food

01-07-2022

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