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ENRICH in Africa visits the CBQF

19-06-2023

Católica: Escola de Enfermagem do Porto reforça ligação com Cáritas Diocesana do Porto

A promoção do conhecimento, da capacitação e dos cuidados de Enfermagem, são os grandes objetivos do protocolo de colaboração assinado pela Escola de Enfermagem, do Instituto de Ciências da Saúde da Universidade Católica no Porto e pela Cáritas Diocesana do Porto. Uma parceria formalizada em 2019, através da qual se instituiu uma relação de estreita colaboração entre as duas instituições, que se tem vindo a materializar em diferentes ações e iniciativas para a promoção do conhecimento, da capacitação e dos cuidados de Enfermagem.

Esta instituição parceira da Universidade Católica tem vindo a receber estudantes finalistas e docentes de Enfermagem, no âmbito do Ensino Clínico de Intervenção na Comunidade e em estreita colaboração com os projetos do Centro de Enfermagem da Católica e do +Saúde na Família (CDP). Fruto desta colaboração, têm-se realizado diversas ações de capacitação dos cuidados, dos voluntários e dos cuidadores, assim como atividades de gestão de casos. No âmbito da parceria, foi ainda possível operacionalizar o plano de contingência e apoiar na tomada de decisão sobre os equipamentos adequados às condições de utentes.

A sessão, que decorreu a 15 de junho, contou com a presença de Isabel Braga da Cruz, presidente da Católica no Porto, de Paulo Gonçalves, presidente da Cáritas Diocesana do Porto (CDP), de Paulo Alves, diretor da Escola do Enfermagem do ICS – Porto, de João Amado, docente do ICS e vogal da CDP, e de vários docentes e estudantes.

16-06-2023

Bárbara Ferreira: “Em Erasmus, experienciei uma multiculturalidade incrível”

Bárbara Ferreira tem 23 anos, é do Porto e é estudante da Dupla Licenciatura em Direito e em Gestão, um programa conjunto da Escola do Porto da Faculdade de Direito e da Católica Porto Business School. Esteve na Holanda no âmbito do programa Erasmus e confessa que “cresceu muito com a experiência”. Foi também voluntária e responsável da CAtólica SOlidária: “através do voluntariado pude continuar a estar próxima das pessoas”. Depois de concluir a Dupla Licenciatura, uma coisa é certa: “Quero continuar a trabalhar para ter todas as portas abertas.”

 

O que motivou a sua escolha pela Dupla Licenciatura em Direito e em Gestão da Universidade Católica?

Desde miúda que tenho o bichinho da Arquitetura e cheguei mesmo a entrar em Arquitetura na primeira fase. O meu pai falou-me da Dupla Licenciatura da Católica quando as candidaturas para a mesma estavam a decorrer. Foi uma novidade para mim, mas captou muito a minha atenção. Fiquei tão curiosa que no dia seguinte já estava na Católica para obter mais informações.

 

“A Dupla Licenciatura é um curso completamente inovador e distinto.”

 

O que é que captou mais a sua atenção para este curso?

No concurso nacional de acesso, na primeira fase, para além da Arquitetura, eu também tinha como segunda hipótese estudar Gestão, por isso enveredar por esta área não foi assim tão surpreendente. O que foi realmente novidade para mim foi estudar Direito. Isso é que nunca me tinha passado pela cabeça (risos). Aquilo que mais me fez tomar a decisão de escolher a Dupla foi saber que é um curso único em Portugal e que me ia abrir muitas portas para o futuro, precisamente por causa da complementaridade entre as duas áreas. Ao longo do curso apercebi-me que o mercado tem mesmo necessidade de pessoas que tenham competências dos dois mundos. É um curso completamente inovador e distinto.

 

“Aqui na Católica vive-se ao máximo a experiência académica!”

 

Direito ou Gestão? Como é que é estudar duas áreas em simultâneo?

Confesso que estou inclinada para as duas áreas, embora o Direito me tenha surpreendido muito. É, verdadeiramente, exigente estudar as duas áreas em simultâneo, mas, certamente que será recompensador. Têm sido anos muito desafiantes, que me têm permitido desenvolver capacidades muito diferentes. Destaco o tipo de ensino que a Católica proporciona. É um ensino que privilegia um equilíbrio muito positivo entre a teoria e a prática. Os professores partilham muitos casos práticos, estão constantemente a fazer pontes para a realidade profissional.  

 

O que é que diria a alguém que está a ponderar candidatar-se a uma licenciatura na Católica?

Diria para escolherem a Católica, não apenas pelos seus cursos de excelência, mas, sim, por tudo o que oferece e pela forma como nos prepara para o mercado de trabalho. Refiro-me à CASO, ao Career Office, às várias associações. A Católica oferece um alargado leque de atividades e facilidades que ajudam imenso no nosso crescimento e desenvolvimento. Tudo isto é a vida académica. Aqui na Católica vive-se ao máximo a experiência académica!

 

“Não estamos sozinhos no mundo.”

 

Esteve na Holanda no âmbito do programa ERASMUS. Como foi a experiência?

Estive em Groningen, que fica no norte da Holanda. O critério da minha escolha prendeu-se com o facto de querer ter uma experiência num país substancialmente diferente de Portugal. Queria sentir o contraste de culturas. Gostei imenso! É uma cidade muito bonita, com uma grande qualidade de vida e com um povo muito simpático e acolhedor, ao contrário daquilo que podemos imaginar. Fazia a minha vida de bicicleta. Percorria a cidade a pedalar e era maravilhoso. Para além disso, é uma cidade universitária, cheia de vida e dinamismo. Cresci muito com esta experiência. Saí da minha zona de conforto e aprendi que estamos todos cá para o mesmo. Experienciei uma multiculturalidade incrível.

 

Foi voluntária e responsável da CASO. Porque é que o voluntariado é importante para a sua vida?

Sou uma pessoa muito sociável e gosto muito do contacto e da proximidade com as
pessoas. O voluntariado permitiu-me continuar a ser próxima das pessoas.
Foi uma experiência que exigiu muita responsabilidade e empenho e valeu muito a pena. Como fui responsável de várias áreas de voluntariado, também exigiu de mim competências de coordenação e gestão de equipas, horários e o contacto com as instituições parceiras.

 

“Quero continuar a trabalhar para ter todas as portas abertas.”

 

Qual é a importância da CASO para a vida dos estudantes?

A CASO põe-nos em contacto com realidades diferentes e mostra-nos que há mais mundo. Mudar o mundo está na capacidade que temos de transformar o dia de alguém. Não estamos sozinhos no mundo, somos os motores uns dos outros.



É finalista da Dupla Licenciatura. Quais são os próximos planos?

Tenho muitas ideias (risos). Já decidi que vou querer fazer a admissão à Ordem dos Advogados, mas até lá tenho a hipótese de ou ir estagiar na área da Gestão ou ir fazer voluntariado durante algum tempo. Quero continuar a trabalhar para ter todas as portas abertas. Se há coisa que aprendi com a Dupla Licenciatura é que não quero limitar as minhas escolhas, quero trabalhar o meu potencial de forma transversal. Sinto-me muito realizada no caminho que tenho vindo a percorrer.

 

Algum sonho profissional?

Gostava de ir para fora trabalhar numa organização não governamental. Gostava que esse desafio profissional me permitisse aliar a Gestão e o Direito. A área social e de apoio às comunidades carenciadas interessa-me muito.

 

O que é que a move?

Não quero ficar fechada na minha bolha, quero estar aberta a outras realidades e culturas. Sinto-me grata pela vida que tenho e quero devolver ao mundo e às pessoas tudo o que tenho recebido.

 

15-06-2023

Estudo relaciona dor crónica e país de origem em residentes nos EUA ou em Portugal

“Pain-related beliefs, coping, and function: An observational study on the moderating influence of country of origin” é o nome do artigo publicado no The Journal of Pain, uma das principais revistas da área de especialidade da dor. O artigo reporta os resultados de um estudo transcultural que envolveu 561 adultos com dor crónica, nascidos e residentes nos EUA ou em Portugal.

Este estudo comparou a forma como as pessoas dos dois países lidam com a sua dor, e aquilo que pensam sobre a dor crónica, e o quanto estas estratégias de lidar com a dor e as crenças acerca da dor são adaptativas ou maldaptativas em pessoas com dor crónica oriundas destes países.

Alexandra Ferreira Valente, investigadora auxiliar do Centro de Investigação para o Desenvolvimento Humano (CEDH) da Faculdade de Educação de Psicologia da Universidade Católica, responsável pelo estudo refere que os resultados deste estudo permitem concluir que o “país de origem modera a relação entre algumas crenças e formas de lidar com a dor, por um lado, e a capacidade funcional e saúde física e mental”.

Persistir na tarefa que se está a realizar apesar da dor experimentada, e a crença de que se é capaz de controlar a sua dor são preditores de maior capacidade funcional e melhor saúde. Mas o primeiro é um preditor mais forte de bons resultados de saúde em adultos dos EUA, e o segundo em adultos portugueses com dor crónica. O evitamento de atividades que se antecipa poderem causar dor, e as crenças de que de que dor origina incapacidade, de que as emoções influenciam a experiência de dor, e de que o uso de analgésicos é o curso de tratamento para a dor crónica mais adequado, são preditores de piores resultados de saúde. Mas enquanto o evitamento é um preditor mais importante nos adultos dos EUA, as crenças referidas são-no em adultos portugueses com dor crónica.

“Embora os resultados preliminares sugiram que os antecedentes culturais podem influenciar a dor e a funcionalidade através dos seus efeitos nas crenças e na capacidade de lidar com a dor, nenhum estudo anterior tinha testado diretamente se o país de origem modera as associações entre estes fatores psicológicos e a dor e a funcionalidade”, explica a investigadora do CEDH. “Face a estes resultados, podemos concluir que pequenas adaptações culturais das intervenções psicossociais para pessoas com dor crónica podem contribuir para melhorar a sua eficácia”, conclui.

 

Dor crónica: uma experiência multidimensional

Os participantes portugueses referiram uma maior concordância com a crença de que a dor é um sinal da presença de uma lesão, de que o uso de analgésicos é o curso de tratamento mais adequado, e um uso mais frequente do relaxamento e da procura de suporte social e um uso menos frequente do descanso e do exercício físico como formas de lidar com a dor.

“A dor é uma experiência multidimensional e os tratamentos da dor crónica que focam os fatores psicossociais que a investigação demonstrou estarem associados a resultados de saúde em pessoas com dor crónica, reduzem a dor e melhoram a capacidade funcional e a saúde física e mental. Estes tratamentos ignoram frequentemente os fatores psicológicos e socioculturais que se sabem ser importantes na modulação da experiência de dor e para a qualidade de vida das pessoas com dor crónica”, explica a investigadora.

Os resultados da investigação transcultural podem fornecer uma base empírica para determinar se, e como, os tratamentos para a dor crónica podem ter de ser adaptados para se tornarem mais adequados e eficazes em populações de diferentes países.

O artigo “Pain-related beliefs, coping, and function: An observational study on the moderating influence of country of origin” está disponível https://www.jpain.org/article/S1526-5900(23)00403-0/fulltext e tem como autores Alexandra Ferreira Valente, Saurab Sharma, Joy Chan, Sónia Bernardes, José Pais-Ribeiro e Mark P. Jensen.

15-06-2023

Compromisso e missão: estudantes da Católica totalizam 3440 horas de serviço voluntário em 22/23

125 estudantes da Universidade Católica no Porto, distribuídos por 8 áreas de voluntariado, completaram um total de 3440 horas de serviço em mais de 35 instituições parceiras. Os dados sobre o voluntariado no ano letivo de 2022/23 foram partilhados na reunião de balanço e celebração da CAtólica SOlidária (CASO). Conduzida por Carmo Themudo, coordenadora da Unidade de Desenvolvimento Integral da Pessoa, e por Constança Barbosa, coordenadora da CASO, a iniciativa juntou instituições, docentes e estudantes e proporcionou a partilha de ideias e testemunhos.

Os testemunhos foram partilhados por Luísa Mota Ribeiro e Helena Gil da Costa, ambas docentes da Faculdade de Educação e Psicologia, que apresentaram a metodologia Aprendizagem Serviço, e por três estudantes de Psicologia que partilharam as suas experiências em diferentes contextos sociais. Mariana Craveiro sobre o projeto do Serviço Comunitário no Estabelecimento Prisional de Santa Cruz do Bispo, Diogo Costa sobre o projeto do Serviço Comunitário na Associação dos Familiares, Utentes e Amigos do Hospital Magalhães Lemos e Maria Silva sobre a sua experiência enquanto voluntária da área SER + Exemplo lúdico na Obra Diocesana de Promoção Social da Fonte da Moura.

Isabel Braga da Cruz, presidente da Universidade Católica no Porto, marcou presença no encontro e relembrou o “papel crucial que a CASO tem assumido no desenvolvimento e crescimento dos estudantes.”

 

Qual o impacto do voluntariado nos estudantes da Universidade Católica no Porto?

Durante a sessão, foram apresentados alguns dados sobre o estudo de impacto da CASO que está a ser desenvolvido. Este estudo pretende refletir a marca e o efeito que o voluntariado tem na formação dos estudantes.

Os estudantes atuais destacam que o voluntariado os impactou ao nível da consciência política, da empatia e da capacitação pessoal: “experiência muito enriquecedora que me ligou a realidades muito diferentes do meu lugar de privilégio”, “ajudou-se a ganhar novas perspetivas e a cultivar empatia por todos” e “uma experiência enriquecedora para o meu crescimento”.

Os alumni formados recentemente afirmam que o impacto da CASO se revela na empregabilidade, na medida em que o voluntariado ajudou a orientar as escolhas profissionais, e, também, na aprendizagem, e os alumni que já estão no mercado de trabalho há algum tempo destacam que o impacto da CASO se revela na ação cívica e na participação.

São dados preliminares de um estudo que está a ser desenvolvido e que pretende demonstrar o real impacto que o voluntariado promovido pela CASO tem nos estudantes e no seu desenvolvimento.

 

Voluntários, festa e compromisso

A CASO promoveu um encontro entre todos os voluntários para marcar o encerramento do ano de voluntariado.

Decorrido a 25 de maio, os estudantes foram recebidos em clima de festa. Após o agradecimento do compromisso, por parte de Constança Barbosa, seguiu-se um momento de distinção de voluntários, tendo como critério o empenho, a participação regular e assídua e uma postura ativa nos diferentes momentos decorridos ao longo de todo o ano letivo.

O encontro foi animado pela atuação da Tuna da Universidade Católica no Porto e os voluntários foram ainda desafiados a partilhar as suas experiências e principais aprendizagens.

Termina, assim, mais um ano de voluntariado e serviço à comunidade. Para o ano há mais!

 

15-06-2023

Compromisso e missão: estudantes da Católica totalizam 3440 horas de serviço voluntário em 22/23

125 estudantes da Universidade Católica no Porto, distribuídos por 8 áreas de voluntariado, completaram um total de 3440 horas de serviço em mais de 35 instituições parceiras. Os dados sobre o voluntariado no ano letivo de 2022/23 foram partilhados na reunião de balanço e celebração da CAtólica SOlidária (CASO). Conduzida por Carmo Themudo, coordenadora da Unidade de Desenvolvimento Integral da Pessoa, e por Constança Barbosa, coordenadora da CASO, a iniciativa juntou instituições, docentes e estudantes e proporcionou a partilha de ideias e testemunhos.

Os testemunhos foram partilhados por Luísa Mota Ribeiro e Helena Gil da Costa, ambas docentes da Faculdade de Educação e Psicologia, que apresentaram a metodologia Aprendizagem Serviço, e por três estudantes de Psicologia que partilharam as suas experiências em diferentes contextos sociais. Mariana Craveiro sobre o projeto do Serviço Comunitário no Estabelecimento Prisional de Santa Cruz do Bispo, Diogo Costa sobre o projeto do Serviço Comunitário na Associação dos Familiares, Utentes e Amigos do Hospital Magalhães Lemos e Maria Silva sobre a sua experiência enquanto voluntária da área SER + Exemplo lúdico na Obra Diocesana de Promoção Social da Fonte da Moura.

Isabel Braga da Cruz, presidente da Universidade Católica no Porto, marcou presença no encontro e relembrou o “papel crucial que a CASO tem assumido no desenvolvimento e crescimento dos estudantes.”

 

Qual o impacto do voluntariado nos estudantes da Universidade Católica no Porto?

Durante a sessão, foram apresentados alguns dados sobre o estudo de impacto da CASO que está a ser desenvolvido. Este estudo pretende refletir a marca e o efeito que o voluntariado tem na formação dos estudantes.

Os estudantes atuais destacam que o voluntariado os impactou ao nível da consciência política, da empatia e da capacitação pessoal: “experiência muito enriquecedora que me ligou a realidades muito diferentes do meu lugar de privilégio”, “ajudou-se a ganhar novas perspetivas e a cultivar empatia por todos” e “uma experiência enriquecedora para o meu crescimento”.

Os alumni formados recentemente afirmam que o impacto da CASO se revela na empregabilidade, na medida em que o voluntariado ajudou a orientar as escolhas profissionais, e, também, na aprendizagem, e os alumni que já estão no mercado de trabalho há algum tempo destacam que o impacto da CASO se revela na ação cívica e na participação.

São dados preliminares de um estudo que está a ser desenvolvido e que pretende demonstrar o real impacto que o voluntariado promovido pela CASO tem nos estudantes e no seu desenvolvimento.

 

Voluntários, festa e compromisso

A CASO promoveu um encontro entre todos os voluntários para marcar o encerramento do ano de voluntariado.

Decorrido a 25 de maio, os estudantes foram recebidos em clima de festa. Após o agradecimento do compromisso, por parte de Constança Barbosa, seguiu-se um momento de distinção de voluntários, tendo como critério o empenho, a participação regular e assídua e uma postura ativa nos diferentes momentos decorridos ao longo de todo o ano letivo.

O encontro foi animado pela atuação da Tuna da Universidade Católica no Porto e os voluntários foram ainda desafiados a partilhar as suas experiências e principais aprendizagens.

Termina, assim, mais um ano de voluntariado e serviço à comunidade. Para o ano há mais!

15-06-2023

Docente da Católica Porto Business School integra conselho consultivo da Agência de Gestão da Tesouraria e da Dívida Pública

Alexandra Pinto Leitão, docente da Católica Porto Business School (CPBS), vai integrar o conselho consultivo da Agência de Gestão da Tesouraria e da Dívida Pública – IGCP para o triénio de 2023/2026.

Alexandra Pinto Leitão é doutorada em Economia e mestre em Finanças. Tem interesses de investigação e publicações em Economia do Ambiente e dos Recursos Naturais e Macroeconomia. A docente da CPBS espera com o novo desafio “dar o meu modesto contributo para uma gestão sustentável da dívida pública”, que considera “fundamental para diminuir a vulnerabilidade da economia a choques económicos e financeiros, nomeadamente no atual contexto de subida de taxas de juro, e, assim, contribuir para a estabilidade financeira do país e proteção da reputação do governo junto dos investidores”, acrescenta.

O conselho consultivo do IGCP tem como função pronunciar-se obrigatoriamente sobre o plano e o relatório anuais da gestão da tesouraria, da dívida pública direta e do financiamento do Estado e das suas eventuais revisões.

João Nuno Mendes, secretário de Estado das Finanças, designou, a 19 de maio, “quatro personalidades de reconhecida competência em matéria económica e financeira”. Para além de Alexandra Pinto Leitão, vão, também, integrar o conselho consultivo do IGPC Ricardo Reis, docente na London School of Economics, António Pontes Correia, ex-vogal do conselho de administração do IGCP, e Pedro Brinca, docente na Nova SBE.

14-06-2023

Escola do Porto da Faculdade de Direito distinguida pelo Conselho Regional do Porto da Ordem dos Advogados


A Escola do Porto da Faculdade de Direito da Universidade Católica Portuguesa recebeu a Medalha de Reconhecimento do Conselho Regional do Porto da Ordem dos Advogados, no Palácio da Bolsa do Porto, numa cerimónia simbólica de homenagem ao Direito e à Justiça.
 

Depois da oração laudatória, a cargo do advogado Duarte Nuno Correia, a medalha foi entregue  por Jorge Barros Mendes - presidente do Conselho Regional do Porto da Ordem dos Advogados.

No seu discurso de agradecimento, Manuel Fontaine - diretor da Escola do Porto da Faculdade de Direito, destacou a trajetória histórica da instituição e o “papel que tem vindo a desempenhar desde que foi fundada” para a cidade e para a região.

O curso de Direito, que foi o primeiro no Norte de Portugal, teve o seu início em 1978 na cidade do Porto. Durante os últimos 45 anos, aproximadamente 5500 estudantes concluíram a licenciatura na UCP no Porto.

Manuel Fontaine reforçou ainda que a Universidade Católica Portuguesa não se limita a conceder diplomas, mas destaca-se “pela exigência académica reconhecida por todos, o que se tornou uma marca distintiva”. “Com um conhecimento rigoroso das matérias jurídicas e uma competência sólida em raciocínio jurídico, os 5500 licenciados estão preparados para ingressar nas profissões jurídicas clássicas, como advocacia, magistratura, notariado ou registos, além de outras áreas em que a formação em Direito é uma mais-valia”, reforçou Manuel Fontaine.

Para o diretor da Escola do Porto, o facto de os licenciados da instituição ocuparem posições de destaque nas diferentes profissões jurídicas reforça a confiança na qualidade da formação oferecida. Contudo, a Escola do Porto almeja ir além, numa busca constante de inovação e diferença, com o objetivo de “melhorar continuamente o ensino e a investigação” realizados. “Fazer novo e diferente é condição para continuarmos a afirmar-nos no panorama jurídico nacional e internacional”, prossegue.

“Contribuir para realizar o Direito, e foi por isso que a Escola do Porto da Faculdade de Direito recebeu esta medalha, tem de passar e passa necessariamente por fazer doutrina, por olhar de modo crítico para a legislação em vigor, por enquadrá-la hermenêuticamente, por contribuir para a sua revisão, por ser, em suma, no modo de ver dos antigos, verdadeira fonte de Direito” - Manuel Fontaine


Para além da Escola do Porto da Faculdade de Direito da Universidade Católica foi ainda distinguida a Juíza Conselheira Dulce Neto - presidente do Supremo Tribunal Administrativo e Albérico Lopes - destacado advogado da região.

 

14-06-2023

Mais de 20 empresas participam na apresentação de projetos dos finalistas da Católica Porto Business School

No dia 6 de junho, os finalistas das licenciaturas da Católica Porto Business School, realizaram, com sucesso, as suas apresentações finais de projeto. Este momento contou com a participação de 21 representantes de importantes empresas nacionais e multinacionais, enquanto júris externos.

O evento marcou o encerramento de um ciclo de aprendizagem, que se dedicava ao desenvolvimento de três vetores de competência - pensar, comunicar e agir - e representou uma oportunidade única para os estudantes apresentarem as suas ideias e demonstrarem as capacidades adquiridas ao longo desta jornada académica.

Com uma participação expressiva de 136 alunos envolvidos nas três modalidades possíveis - Plano de Negócio, Economia e Gestão, e Estágio - as apresentações destacaram a diversidade e a excelência dos projetos desenvolvidos por estes futuros profissionais das áreas da gestão e economia.

Por sua vez, a presença destas empresas enquanto júris do evento é mais uma prova da estreita ligação da Católica Porto Business School com o mundo empresarial, onde grandes nomes do setor, desde multinacionais a startups em ascensão ou empresas já consolidadas, aceitaram o convite para avaliar as propostas dos estudantes e fornecer-lhes valiosos feedbacks. Estiveram presentes representantes da BA Glass, Experis, Insignya, Klockner Pentaplast, KPMG, Lusilectra, MDS Group,  Meadow Group, Mice, NOS, Oporto British School, Paralab, Pessoas e Sistemas, PwC, Kelly Services, Sonae MC, Triple A, Yes Crédito e Xplora.

"Esta parceria entre a academia e o setor empresarial é fundamental para a formação dos nossos alunos, proporcionando-lhes uma experiência enriquecedora com ligação à prática e aproximando-os do mercado de trabalho", afirmou Rui Sousa, diretor da Católica Porto Business School.

A interação entre os alunos e os representantes das empresas permitiu uma troca de experiências extremamente relevante, na qual os estudantes obtiveram insights e orientações personalizadas para o seu futuro académico e profissional. É ainda de destacar que alguns destes representantes são Alumni da Católica Porto Business School, o que é também um indicador muito positivo da representatividade da escola de negócios no mercado empresarial.  

As apresentações de projeto dos alunos finalistas das licenciaturas da Católica Porto Business School são mais uma prova do compromisso da instituição em formar profissionais altamente qualificados e preparados para os desafios do mercado de trabalho.

07-06-2023

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