A 3 de agosto de 2023, a Jornada Mundial da Juventude trazia o Papa Francisco à Universidade Católica, em Lisboa, para uma conversa com jovens universitários.
O mesmo motivo trouxe também a Lisboa, e à Católica, o então Arcebispo Robert Francis Prevost, hoje Leão XVI. E a viagem parece ter inspirado o Papa que agora recordou as palavras do seu antecessor nessa ocasião.
Na Carta Apostólica “Desenhar novos mapas de esperança”, de 27 de outubro, que assinalou o 60º aniversário da Declaração conciliar Gravissimum educationis e que foi publicada no Jubileu do Mundo Educativo, o Papa Leão XIV relembra a ideia de educação cristã como uma coreografia.
“Dirigindo-se aos universitários na Jornada Mundial da Juventude em Lisboa, o meu saudoso predecessor, o Papa Francisco, disse: «Sejam protagonistas de uma nova coreografia que coloque a pessoa humana no centro; sejam coreógrafos da dança da vida»”, escreve o Santo Padre.
Na Carta Apostólica, Leão XIV dirige-se à comunidade educativa e às instituições de ensino, reafirmando a educação como um caminho de esperança e confiança e como resposta aos desafios atuais. Entre outras mensagens, evoca o direito de todos à educação, a importância da família no processo educativo, a responsabilidade dos educadores e a relevância da sua formação científica, pedagógica, cultural e espiritual e ainda o papel das constelações educacionais.
“É necessária uma educação que envolva a mente, o coração e as mãos; novos hábitos, estilos comunitários, práticas virtuosas”, sustenta o Papa.
O Sumo Pontífice aponta ainda a crescente presença da inteligência artificial e dos ambientes digitais e tecnológicos que devem ser orientados para a proteção da dignidade, da justiça e do trabalho, regidos por critérios de ética pública e participação, colocando sempre a pessoa antes do algoritmo. “Nenhum algoritmo poderá substituir o que torna a educação humana: poesia, ironia, amor, arte, imaginação, a alegria da descoberta e até mesmo a educação para o erro como oportunidade de crescimento”, frisa.
Para a Reitora da Universidade Católica Portuguesa, Isabel Capeloa Gil, há três ideias a destacar nesta comunicação do Papa dedicada ao ensino e às universidades, em particular as católicas, e que são essenciais para “o desenvolvimento de uma sociedade que se quer equilibrada, humanista, centrada na defesa da dignidade da pessoa, nos direitos das pessoas e no contributo para o seu florescimento”.
A primeira, considera a Reitora – que também participou no Jubileu do Mundo Educativo, em Roma e no Vaticano –, está relacionada com a missão das universidades. “A universidade é evangélica no sentido de criar novidade, de fazer novas todas as coisas. O nosso desafio é o de lermos os sinais dos tempos e, com esses sinais, estarmos sempre na vanguarda do conhecimento, transformando, avançando, inovando, não olhando para o passado com uma nostalgia que estarrece, mas olhando para o futuro, usando esse passado como algo que nos movimenta a fazer melhor”, explica.
A organização e a estrutura das universidades são o foco da segunda ideia, baseando-se na opinião expressa por Leão XIV na Carta Apostólica de que “têm de ser lugares onde há mais mesas e menos cátedras”, ou seja, serem espaços de colaboração, de diálogo, de procura de caminhos comuns para os desafios.
A terceira prende-se com os alunos. “É de manter a ideia de universidade como promessa”, resume. “A nossa missão não é orientarmos a nossa ação por perfis de competências, mas formar pessoas e formar pessoas orientadas para uma promessa de futuro para as nossas sociedades”, defende Isabel Capeloa Gil.
A 21.ª EDP Maratona do Porto contou com a colaboração das alunas do 4.º ano da Licenciatura em Enfermagem da Escola de Enfermagem (Porto) da Universidade Católica Portuguesa, que participaram como voluntárias nas equipas de apoio médico.
Ao longo do evento, que decorreu a 2 de novembro, as estudantes estiveram distribuídas pelos vários postos médicos do percurso, dando apoio às equipas de saúde e contribuindo para o acompanhamento e segurança dos atletas durante a prova.
A experiência de participar na Maratona foi, para muitas alunas, um momento de crescimento pessoal e profissional. “Ser voluntária na Equipa Médica da Maratona do Porto foi uma experiência muito interessante e enriquecedora, enquanto futura profissional de saúde”,afirma Raquel Carvalho, estudante de Enfermagem.
Para a estudante Francisca Rocha, “foi verdadeiramente inspirador perceber que a Enfermagem está presente em todos os contextos e que, através do nosso trabalho, por vezes discreto, mas essencial, somos capazes de transformar momentos e fazer a diferença.”
“A minha participação na Maratona do Porto foi uma oportunidade de enorme valor formativo. Impressionou-me a disponibilidade dos enfermeiros, que mesmo num ambiente exigente e dinâmico, encontravam tempo para partilhar o seu conhecimento”,partilhou a estudante Nádia Santos.
Maria Cardoso relata que “estar na meta permitiu-me viver momentos intensos e cheios de emoção, acompanhando de perto o esforço, a dor e a superação dos atletas.” Já Mariana Teixeira destaco a “oportunidade de observar e compreender a importância da organização de todos os meios de saúde, de modo a garantir o bem-estar e segurança de todos os atletas ao longo dos 42km; e o privilégio de ter trabalhado com profissionais de excelência, que me acolheram e reconheceram como parte da equipa.”
Para a Escola de Enfermagem, é motivo de grande orgulho ver as suas estudantes envolverem-se em iniciativas que reforçam o espírito de serviço e o compromisso com o cuidado à comunidade.
Inês Reis é licenciada em Psicologia pela Faculdade de Educação e Psicologia da Católica e, atual, estudante do Mestrado em Psicologia na mesma faculdade. O seu percurso académico tem sido marcado por um profundo interesse em compreender o comportamento humano e por um envolvimento ativo na vida universitária, sendo a Presidente da Associação de Estudantes da Faculdade. Considera a experiência na Católica “verdadeiramente transformadora” e destaca o ambiente de proximidade entre estudantes e docentes, o espírito de entreajuda e o estímulo constante à reflexão crítica e ao crescimento pessoal. Inês Reis ambiciona seguir um caminho profissional ligado à intervenção com crianças e jovens, motivada pelo desejo de contribuir para contextos mais saudáveis, integradores e conscientes.
Porquê estudar Psicologia?
Escolhi Psicologia porque sempre tive uma curiosidade muito grande em perceber os comportamentos das pessoas. Desde nova que me questiono sobre o que está por detrás das nossas atitudes e formas de estar. Quando comecei a investigar mais sobre estas questões, percebi que todas as respostas que procurava apontavam para a Psicologia e foi aí que tive a certeza de que era este o meu caminho.
O que é que mais a fascina nesta área?
O que me fascina na Psicologia é a sua capacidade de olhar para o ser humano em várias camadas ao mesmo tempo. A forma como integra emoções, comportamento, relações, contexto social, entre eles, faz dela uma ciência profundamente multidimensional. Nada na Psicologia existe isolado, tudo se liga e influencia. Além disso, é uma área que está em permanente construção. Trabalha com pessoas, e não há nada mais complexo, imprevisível e desafiante do que nós próprios. Cada caso, cada contexto e cada descoberta abrem novas perguntas, e essa sensação de que nunca se esgota é aquilo que mais me entusiasma.
“A Católica demonstra uma vontade constante de inovar.”
É licenciada em Psicologia pela Faculdade de Educação e Psicologia da Católica e, atualmente, também, estudante do Mestrado em Psicologia. Como descreve a experiência que tem tido na Universidade Católica?
A minha experiência na Universidade Católica tem sido verdadeiramente transformadora. Quando entrei no primeiro ano, não imaginava o quanto este percurso iria contribuir para o meu crescimento, não apenas enquanto estudante, mas sobretudo enquanto pessoa. Aqui descobri novas capacidades, desenvolvi autonomia e ganhei uma maturidade que levo comigo para todas as áreas da minha vida. Sinto que a Católica me desafiou a sair da minha zona de conforto e a olhar para o mundo com uma perspetiva mais crítica e humana. O contacto com colegas muito diferentes entre si permitiu-me reconhecer a riqueza da diversidade, aprender com experiências distintas e criar relações que sei que vão perdurar. Do lado dos docentes, encontrei profissionais que não só transmitiram conhecimento, mas também despertaram em mim novas formas de pensar e questionar. Tem sido uma caminhada exigente, é verdade, mas é precisamente esse nível de desafio que a tornou tão gratificante.
O que é que distingue a Universidade Católica?
O que verdadeiramente distingue a Universidade Católica é a forma como combina excelência académica com um ambiente humano e de proximidade. A relação entre docentes e estudantes é muito próxima. Os professores são acessíveis, disponíveis e demonstram um interesse genuíno no nosso percurso, o que torna a aprendizagem mais personalizada e motivadora. Entre os alunos sente-se também um forte espírito de entreajuda. Em vez de predominar a competição, existe colaboração, partilha e apoio mútuo, o que contribui para um percurso académico mais equilibrado e saudável.
Outro aspeto que se destaca é a visão de futuro da instituição. A Católica demonstra uma vontade constante de inovar, de acompanhar as mudanças da sociedade e de responder às exigências do mercado de trabalho. Investe na qualidade do ensino e numa formação integral, preparando-nos não só para exercer uma profissão, mas também para sermos cidadãos conscientes e interventivos.
É atualmente presidente da Associação de Estudantes da Faculdade de Educação e Psicologia. Que objetivos orientaram o seu mandato?
Estamos agora no último mês de mandato e, olhando para trás, diria que os nossos principais objetivos passaram por garantir uma representação sólida e ativa dos estudantes, assegurando que as suas necessidades e interesses eram ouvidos e tidos em conta. Quisemos também criar e promover oportunidades que acrescentassem valor ao percurso académico e pessoal dos alunos, desde iniciativas formativas a experiências extracurriculares. Outro compromisso importante foi tornar a Associação mais aberta ao exterior, estabelecendo pontes com projetos e entidades fora da universidade.
“Ser presidente da AE permitiu-me desenvolver várias competências essenciais.”
Que atividades e iniciativas levadas a cabo quer destacar?
No âmbito da integração e acolhimento, estivemos presentes na Welcome Week, contribuindo para a receção aos novos estudantes, e participámos na Teen Academy, o que nos permitiu representar a associação junto de alunos pré-universitários e dar a conhecer a realidade académica da nossa Faculdade.
No que diz respeito ao desenvolvimento pessoal, criámos a rubrica In(forma-te), através da qual promovemos workshops orientados para competências essenciais à vida e ao futuro profissional, permitindo-nos responder a necessidades concretas dos estudantes. Este ano, passámos também a trabalhar de forma mais próxima com a Faculdade, o que facilitou a comunicação, a divulgação de oportunidades e o sentimento de pertença.
Envolvemo-nos em projetos estruturantes como o UCP2 MentalHealth e o Peer2Peer, reforçando o nosso compromisso com o bem-estar e a saúde mental dos estudantes. Tivemos ainda a honra de participar nas comemorações dos 20 anos da Licenciatura em Psicologia da Faculdade, organizando um jantar integrado na International Week, que reuniu estudantes, docentes e alunos internacionais num momento de partilha e ligação intergeracional.
No plano social, organizámos eventos festivos que, este ano, alcançaram níveis de adesão superiores aos dos anos anteriores, o que demonstra uma maior ligação e envolvimento da comunidade estudantil. Paralelamente, estabelecemos várias parcerias na área do lazer, porque acreditamos que o percurso académico também se constrói fora da sala de aula.
De que forma é que o trabalho na Associação de Estudantes contribuiu para o seu desenvolvimento?
Ser presidente permitiu-me desenvolver várias competências essenciais. A liderança foi uma delas, ao coordenar uma equipa, tomar decisões e representar os estudantes com sentido de responsabilidade. Ganhei também experiência na organização e gestão de projetos, o que me obrigou a planear, definir objetivos e garantir que tudo acontecia no tempo certo. A gestão de tempo teve um papel fundamental para conciliar o trabalho da associação com o mestrado e outras responsabilidades, tornando-me mais organizada e eficiente. A comunicação foi outra área em que cresci bastante: trabalhar com alunos, docentes, e diferentes entidades ajudou-me a ouvir melhor, negociar e adaptar a mensagem a cada contexto. Além disso, aprendi a lidar com imprevistos, a encontrar soluções rapidamente e a trabalhar com pessoas com perspetivas diferentes.
Este foi um percurso que comecei logo no meu primeiro ano, quando entrei na Associação de Estudantes, e não o trocaria por nada. Toda esta experiência deu-me maior autonomia, sentido de responsabilidade e capacidade de representar os interesses dos outros. No geral, foi um desafio que me fez crescer.
“A ideia de contribuir para ambientes mais saudáveis, integradores e conscientes motiva-me bastante (…)”
Quais são os seus planos para o seu futuro profissional?
Neste momento, o meu foco principal é terminar o mestrado com um bom desempenho e consolidar tudo aquilo que tenho vindo a aprender. Depois disso, o objetivo é conseguir um estágio profissional numa área que faça sentido para mim e me permita crescer. A verdade é que a Psicologia tem tantas áreas de intervenção que ainda sinto que há muito por explorar, neste momento, a sensação é quase a de querer experimentar tudo. Ainda assim, há uma área que me atrai de forma especial: a intervenção com crianças e jovens. Gostava de poder trabalhar diretamente com eles, mas também com as famílias e os contextos que os rodeiam. Paralelamente, interessa-me muito a vertente da prevenção e o desenvolvimento de projetos que possam ter impacto real antes de os problemas surgirem. A ideia de contribuir para ambientes mais saudáveis, integradores e conscientes motiva-me bastante e é isso que espero construir no meu percurso profissional.
Como é que se pode promover a Saúde Mental junto dos mais jovens para que desde cedo se apercebam da sua importância?
Promover a saúde mental junto dos mais jovens passa, antes de tudo, por garantir que o tema existe no quotidiano deles de forma natural, acessível e sem preconceitos. A melhor forma de começar é através da educação para a literacia em saúde mental: ensinar desde cedo a reconhecer emoções, compreender o que é o sofrimento psicológico e saber quando e a quem pedir ajuda. Isto pode acontecer em escolas, associações juvenis, comunidades locais, autarquias ou projetos específicos, o importante é que a informação seja clara, contínua e adaptada à linguagem dos jovens. Outra dimensão essencial é a prevenção. Trabalhar competências socioemocionais, autoestima, gestão do stress, resolução de conflitos, relações interpessoais e uso saudável da tecnologia pode evitar o agravamento de muitas situações. Projetos nas escolas, programas comunitários ou iniciativas desenvolvidas por profissionais e técnicos especializados podem ter um enorme impacto quando são consistentes e próximos da realidade dos jovens.
“Os jovens tendem a confiar mais em quem está próximo da sua realidade.”
De que forma se pode contribuir para normalizar a conversa sobre saúde mental e incentivar os jovens a procurar ajuda?
Quando se trata a saúde mental com a mesma naturalidade com que se fala da saúde física, deixam de existir rótulos e medos associados ao pedido de ajuda. É importante substituir discursos alarmistas por conversas informadas, incluir testemunhos reais e criar espaços de partilha onde os jovens sintam que podem falar sem serem julgados.
O apoio entre pares é outro fator-chave. Os jovens tendem a confiar mais em quem está próximo da sua realidade. Projetos de apoio informal entre colegas, grupos de escuta e iniciativas de entreajuda, quando acompanhados por profissionais, ajudam a reduzir o isolamento, identificar sinais e encaminhar situações mais delicadas com sensibilidade. Além disso, é fundamental que existam recursos acessíveis e visíveis. Linhas de apoio, plataformas digitais, psicólogos em escolas ou centros juvenis, gabinetes municipais ou projetos comunitários podem fazer a diferença quando os jovens sabem a quem recorrer e sentem que não há barreiras no acesso.
Normalizar a saúde mental implica mostrar que pedir ajuda não é sinal de fraqueza, mas sim de autoconhecimento e responsabilidade. Envolve famílias, professores, profissionais de saúde e a própria comunidade numa mudança cultural que valorize o bem-estar psicológico tanto quanto qualquer outra dimensão da vida.
A nova diretora para o triénio 2025-2028 da Escola do Porto da Faculdade de Direito da Universidade Católica Portuguesa é a Prof. Doutora Marta Portocarrero, substituindo o Prof. Doutor Manuel Fontaine que assumiu a liderança da Escola entre 2013 e 2025.
A Prof. Doutora Marta Portocarrero destaca como prioridades para o mandato "o lançamento de programas diferenciadores pela sua interdisciplinaridade e/ou atratividade internacional, assim como a consolidação de projetos como a Clínica Jurídica, que concretiza a ligação do ensino, da investigação e da prática profissional, reforçando o papel da Universidade como agente de transformação social." Outro tema destacado por a Prof. Doutora Marta Portocarrero será a promoção do debate e da produção de conhecimento sobre a Inteligência Artificial, e o seu papel e impacto no Ensino Superior e no Direito. Para a nova diretora da Escola do Porto da Faculdade de Direito, o ensino do Direito promove o "desenvolvimento do pensamento analítico e do pensamento crítico, hoje essenciais, e imprime um sentido ético e de responsabilidade tão relevantes num mundo instável e volátil como o que vivemos."
Na mesma cerimónia de tomada de posse, presidida pela Reitora da Universidade Católica Portuguesa, o Prof. Doutor José Lobo Moutinho, foi reconduzido no cargo de Diretor da Faculdade de Direito da Universidade Católica Portuguesa. Foi igualmente reconduzida, no cargo de Diretora da Escola de Lisboa da Faculdade de Direito da Universidade Católica Portuguesa, a Prof. Doutora Ana Taveira da Fonseca,. A Direção da Católica Global School of Law ficou, novamente, a cargo do Prof. Doutor Miguel Poiares Maduro. Neste dia foram também empossados os Conselhos de Direção das três Escolas.
O Conselho de Direção da Escola do Porto da Faculdade de Direito integra a Prof. Doutora Sofia Pais, Professora Associada da Faculdade de Direito como Coordenadora do Doutoramento; a Prof. Doutora Catarina Botelho, Professora Auxiliar da Faculdade de Direito como Coordenadora dos Mestrados; a Prof. Doutora Ana Teresa Ribeiro, Professora Auxiliar da Faculdade de Direito como Coordenadora da Licenciatura; o Prof. Doutor Antonio Frada, Professor Associado da Faculdade de Direito como Coordenador para a inovação e novos projetos e o Prof. Doutor Pedro Freitas, Professor Auxiliar da Faculdade de Direito como Coordenador da internacionalização.
A Prof. Doutora Marta Portocarrero é doutorada na área das Ciências Jurídico-Públicas pela Universidade Católica Portuguesa (2013) e membro do Conselho de Direção da Escola do Porto da Faculdade de Direito da Universidade Católica Portuguesa desde outubro de 2013, tendo no último mandato assumido o pelouro da inovação pedagógica. Entre 2013 e 2022 foi coordenadora da Licenciatura em Direito. Atualmente é também vogal do Conselho Superior da Magistratura, eleita pela Assembleia da República.
A cerimónia realizou-se a 5 de novembro, na reitoria da Universidade Católica Portuguesa.
Num auditório cheio de colegas, antigos estudantes, familiares e amigos, José Matias Alves terminou formalmente, no dia 3 de novembro de 2025, a sua carreira docente na Faculdade de Educação e Psicologia da Universidade Católica Portuguesa (FEP-UCP), no Porto.
A ocasião foi marcada pela sua “Última Lição”, sob o tema “A incessante busca de dias mais claros”, um momento de profunda emoção que assinalou o culminar de uma vida dedicada à educação, à reflexão e ao compromisso com a formação de pessoas.
A cerimónia teve início às 17h30 com a intervenção de Raquel Matos, diretora da Faculdade de Educação e Psicologia. Nas suas palavras, destacou o contributo inestimável de Matias Alves para o pensamento educativo em Portugal e para o desenvolvimento da própria Faculdade, sublinhando a forma como sempre aliou a exigência académica à sensibilidade humana, inspirando gerações de estudantes e colegas.
Uma lição sobre esperança, educação e futuro
Seguiu-se a “Última Lição”, onde José Matias Alves partilhou a sua reflexão sobre a importância de continuar a procurar “dias mais claros”, expressão que deu o mote à sessão. As suas palavras, marcadas pela esperança e pela consciência do tempo vivido, foram recebidas com atenção e emoção por todos os presentes.
O encerramento da sessão esteve a cargo de Rui Trindade, Professor da Faculdade de Psicologia e de Ciências da Educação da Universidade do Porto (FPCEUP), que destacou o legado de José Matias Alves.
O momento terminou com um porto de honra, onde não faltaram sorrisos, memórias e palavras de gratidão.
Hoje assinala-se o Dia Mundial do Cinema, uma data que celebra a sétima arte e o seu papel na cultura e na criatividade. Esta celebração é uma excelente oportunidade para destacar filmes de estudantes da Escola das Artes que se encontram selecionados para 31ª edição do Festival Caminhos do Cinema Português.
Como vem sendo habitual, as produções da EA voltam a ter espaço no Caminhos do Cinema Português, este ano com 6 filmes, na secção Ensaios:
Cleopatra & António, de Diego Bragà (Curso de Realização de Cinema e Televisão, promovido pela Gulbenkian e pela Escola das Artes);
Supervadios, de Ricardo Salgado (Mestrado em Cinema, EA);
Valsas na Lua, de Francisco de Assis (Licenciatura em Cinema, EA);
Berro, de Gabriel Andrade (Licenciatura em Cinema, EA);
Naufragia, de Carolina Vaz Rebelo (Licenciatura em Som e Imagem, EA);
O Pássaro de Dentro, de Laura Anahory (Mestrado em Som e Imagem, EA).
O filme de Anahory está ainda selecionado para a 24.º edição do International Student Film and Video Festival (ISFVF) em Pequim, na China (7 a 14 de novembro), e para o Seville European Film Festival, em Espanha (7 a 15 de novembro).
O Festival decorrerá em Coimbra, de 15 a 22 de novembro, e a programação pode ser consultada no site oficial.
"CLEOPATRA & ANTÓNIO" de Diego Bragà
Guerra. Cleópatra e António se fecham no mausoléu enquanto o Brasil é recolonizado. A palavra colonização ganha vida e a natureza reage à destruição da Terra a partir do desejo de imortalidade. Na iminência da sua morte António pede uma “lullaby”. Numa dança de acasalamento fúnebre duas personagens históricas e tirânicas sonham, em plena guerra, uma política não-binária do Amor. Nesta reescrita de-colonial e queer, da trágica peça de Shakespeare, o Egito é o Brasil e Roma é Portugal.
"SUPERVADIOS" de Ricardo Salgado
Coleção de numerosas gravações áudio de conversas entre uma Tia e um Sobrinho numa viagem sem destino definido. Através de fantasmas familiares, toxicodependência, experiências quase-morte, mar e praia, ex-namorados e noitadas, Sister-Sledge e Supertramp, somos expostos às ambiguidades emocionais e algumas vezes contraditórias de uma relação única e especial.
"VALSAS NA LUA" de Francisco de Assis
Filipe vivia imerso na inocência de uma criança feliz e adormecia rodeado do amor dos pais. Agora, jovem adulto, encontra no conforto das suas memórias os fantasmas que lhe roubam o sono. Vê-se perseguido pelo luto da morte do seu pai, e passa uma noite de saudade e solidão.
"BERRO" de Gabriel Andrade
Este filme é sobre entrar na corrente do berro e ver a sua cor.
"NAUFRAGIA" de Carolina Vaz Rebelo
Com a morte do avô, Laura herda a sua quinta de criação de gado. Após um breve encontro com um caçador, apercebe-se estar perante uma armadilha.
"O PÁSSARO DE DENTRO" de Laura Anahory
O filme segue uma mulher e o pássaro que vive dentro dela, e como a incapacidade que os dois têm de coexistir causa danos físicos no seu corpo.
Raquel Silva, docente auxiliar convidada da Escola de Enfermagem (Porto) da Católica, e Paulo Alves, também docente e diretor da Escola, foram distinguidos com o 1.º Prémio de Investigação “Mariana Diniz de Sousa” pelo trabalho “Algoritmos de Decisão Clínica em Enfermagem: contribuições para o cuidado de pessoas com feridas complexas”.
A distinção reconhece a relevância científica e o impacto prático do trabalho desenvolvido na área das feridas complexas, sublinhando o contributo dos docentes para a inovação em Enfermagem e para a melhoria da qualidade dos cuidados de saúde.
O Prémio, atribuído pela Secção Regional do Sul da Ordem dos Enfermeiros, visa distinguir os melhores trabalhos de investigação, promovendo a produção de conhecimento científico nas diversas áreas da Enfermagem, numa clara valorização da profissão através da ciência e da inovação.
A Escola de Enfermagem felicita os professores pela conquista e pelo contributo exemplar para o avanço da ciência em enfermagem.
Os alunos e os docentes da Universidade Católica Portuguesa tiveram oportunidade de estar com o Papa Leão XIV durante o Jubileu do Mundo Educativo, que decorreu em Roma e no Vaticano, entre 27 de outubro e 1 de novembro.
Cerca de 20 estudantes, incluindo alunos da Católica a frequentar o programa Erasmus+, participaram na audiência com Sua Santidade dedicada à população estudantil, num dos principais momentos de partilha do evento jubilar.
“Ser peregrina neste Ano Jubilar da Esperança foi, para mim, uma clara oportunidade de recomeço. Esse recomeço tornou-se palpável na passagem por cada uma das Portas Santas das basílicas de Roma e nas palavras do Santo Padre. No encontro com os estudantes, o Papa Leão XIV chamou-nos a ser “pessoas de palavra e construtores de paz”. Regressamos com o desafio de ouvir a nossa inquietação interior e de procurar sempre mais, conscientes de que fomos “feitos para algo maior””, conta Mariana Craveiro, uma das estudantes que esteve no encontro e que já tinha tido oportunidade de conhecer e de falar com o Papa Francisco, durante a Jornada Mundial da Juventude, em Lisboa.
“Já o Papa Francisco nos tinha recordado que os cristãos devem ser “fábrica de esperança, sobretudo nestes tempos de escassez de sentido”. Voltamos de Roma com o compromisso de testemunhar alegria, fé e esperança em todos os contextos da nossa Universidade”, acrescenta a recém-graduada em Psicologia, que colabora agora com a Área Transversal de Economia Social, no campus do Porto.
Também vários docentes e a equipa reitoral da universidade marcaram presença no encontro do Papa Leão XIV com educadores e formadores, na Praça de São Pedro. Nesta ocasião, a reitora, Isabel Capeloa Gil, cumprimentou o Sumo Pontífice e ofereceu-lhe um livro da UCP Editora.
Enquanto instituição de ensino superior, participou ainda no congresso internacional “Constelações Educacionais – Um Pacto com o futuro”, e na “Aldeia da Educação”, um ponto de encontro de saberes e experiências, com espaços institucionais de várias entidades.
A presença da Universidade Católica no Jubileu do Mundo Educativo, sob o tema “Educar é um ato de esperança”, reforça o compromisso com a excelência educativa e com os valores que norteiam a sua missão. Conforme é sublinhado por Isabel Capeloa Gil, “A Universidade Católica Portuguesa está comprometida com uma ideia de educação como promessa de futuro, que articule a qualidade profissional com a inovação, a sensibilidade estética e social”.
A Católica Doctoral School (CADOS) da Universidade Católica Portuguesa, em colaboração com a Transform4Europe organiza a «Around Writing Series», uma trilogia de workshops interativos de Comunicação Científica concebida para ajudar os estudantes de doutoramento a melhorar a sua escrita académica através da criatividade, colaboração e reflexão.
Mais do que um curso de formação, a «Série Around Writing» é um laboratório de ideias onde os participantes co-criam conhecimento, experimentam ferramentas de escrita e estabelecem contactos com colegas de toda a Europa. A iniciativa visa impulsionar tanto a dimensão técnica como a dimensão humana da escrita académica, incentivando o pensamento crítico, o propósito e a alegria no processo.
Aberta a todos os doutorandos da rede T4EU, a série oferece um espaço dinâmico para explorar a arte e a prática da escrita a partir de múltiplas perspetivas — feedback, estrutura e inteligência artificial. Cada sessão combina discussão académica com experimentação prática, capacitando os participantes a desenvolver estratégias, ferramentas e hábitos eficazes para uma escrita académica produtiva.
Integrado na recém-lançada Early Researchers Academy da Transform4Europe e parte das ações de formação avançada das Universidades Europeias Erasmus+, este curso imersivo combina teoria e prática.
Tem como objetivo "capacitar os participantes para transmitir eficazmente conceitos científicos e resultados de investigação a públicos diversos, tais como decisores políticos, partes interessadas da indústria e o público em geral", como explica Isabel Lopes Cardoso, gestora de projeto na Católica.
Embora concebida para estudantes de doutoramento, esta formação está também aberta a estudantes de outros ciclos de estudos, staff, professores e investigadores de qualquer universidade membro da Aliança Transform4Europe que desejem participar.
Workshop 1 | Feedbacking Me & My Writing
24 de novembro, 14-17h (Hora de Lisboa)
Aprenda o poder do feedback construtivo — como solicitá-lo, oferecê-lo e usá-lo para crescer como escritor.
Workshop 2 | The Anatomy of the Text & Map Making
26 de novembro, 14-17h (Hora de Lisboa)Explore como os textos académicos funcionam de dentro para fora — e como mapear as suas ideias para obter clareza e coerência.
Workshop 3 | A.I. & You: Effective Prompts for ChatGPT
1 de dezembro 1, 14-17h (Hora de Lisboa)
Descubra como usar a inteligência artificial de forma ética e criativa no processo de escrita.
Sustentabilidade, inovação e regeneração voltaram a cruzar-se na 5.ª edição da conferência internacional do INSURE.hub centrada no conhecimento que transforma. Na Universidade Católica no Porto, estiveram reunidos investigadores, líderes empresariais e decisores públicos para debater o compromisso entre sustentabilidade e rentabilidade, a economia regenerativa, e a aliança pela ação e pelas soluções.
Mas poderão a sustentabilidade e a rentabilidade, afinal, coexistir? Frequentemente perspetivadas como prioridades incompatíveis, o keynote speaker da conferência Donald Roy Lessard, professor emérito na MIT Sloan School of Management e Distinguished Visiting Professor na Asia School of Business (ASB), afirma que sim, apresentando esse sweet spot e desafiando os presentes a repensar a sustentabilidade como oportunidade estratégica, traçando linhas orientadoras para “uma abordagem estratégica relativamente a lucros, planeta e pessoas.”
Como afirmou Isabel Braga da Cruz, pró-reitora da Universidade Católica Portuguesa para o Campus do Porto e para a Sustentabilidade, o evento é, ano após ano, “uma oportunidade para trocar ideias, estabelecer parcerias, e inspirarmo-nos mutuamente para tomar ações ambiciosas em matéria de sustentabilidade e regeneração.” Recordando o percurso que tem guiado as diferentes edições da conferência, reiterou o impacto desta “parceria próxima entre academia, mercado e sociedade civil, para fazer a diferença”, num pleno alinhamento com a visão da Universidade Católica Portuguesa, ao nível da sustentabilidade.
Finding the Sweet Spot: quando “fazer bem” e “fazer o bem” se reforçam mutuamente
Donald Roy Lessard, na keynote session, reforçou a tríade "impacto, influência e incentivo", lançando o repto “se uma empresa tem impacto, e pode exercer influência, porque é que não está a usá-la?" Por outro lado, Lessard apontou que o processo pode ser convidativo — e não puramente impositivo, abordando o papel dos incentivos.
A sua exposição percorreu um caso de estudo que ligou tecnologia, políticas e modelos de negócio inovadores como motores de mudança, avançando oportunidades em diferentes dimensões da estratégia, "tecido conectivo" e "elemento agregador" de qualquer organização ou projeto. Um caminho para encontrar este ponto onde “fazer bem” e “fazer o bem” se reforçam mutuamente.
Regenerative Economics como novo paradigma para o século XXI
Regenerative Economics foi também um tema de destaque na conferência, como abordagem teórica e prática para enfrentar a meta-crise, marcada por crises ambientais, sociais e económicas interligadas. John Fullerton, fundador do Capital Institute, apresentou este paradigma que propõe compreender “a economia humana, não como uma máquina, mas como um sistema vivo” e interdependente, em que decisões económicas e financeiras alinham valor económico, sustentabilidade ambiental e impacto social.
No Keynote Corner, Fullerton destacou caminhos teóricos e práticos para organizações e líderes promoverem sustentabilidade, resiliência e abundância regenerativa - “uma revolução na nossa maneira de ver, pensar e liderar”. A sessão, moderada por Wayne Visser, contou com a participação de Paulo Azevedo (SONAE), que trouxe ao debate a perspetiva da indústria. Na sua intervenção, destacou a importância de agir com propósito e urgência, afirmando que, “para atravessar este ponto crítico”, é essencial pensar em soluções em diferentes horizontes: a curto prazo, “mitigar” os impactos negativos; a médio prazo, “fazer com que o sistema funcione de forma regenerativa”; e a longo prazo, “construir uma sociedade cuja narrativa reconheça o sucesso através do bem-estar, e não apenas dos bens materiais” - três caminhos que “devem começar agora”.
A perspetiva ibérica de uma aliança para a sustentabilidade avançada
O debate “Iberian perspectives on how to be progressive with sustainability” trouxe uma reflexão sobre obstáculos e oportunidades na adoção de soluções sustentáveis, a partir do ecossistema envolvente da Future-Fit Foundation, que colabora com o INSURE.Hub desde a sua criação.
Moderado por Martin Rich (da Future-Fit Foundation), o painel reuniu representantes da Fundación ECODES - Ecologia y Desarollo, Cuatro Tercios e INSURE.Hub, que debateram casos reais de organizações ibéricas, neste percurso para acelerar a sustentabilidade.
Academia e Indústria: da ciência à ação, quando a investigação encontra o mercado
Ao longo dos dois dias, a conferência promoveu o diálogo entre academia e indústria como motor de sustentabilidade e inovação. O primeiro dia destacou os contributos da investigação científica através da apresentação de papers e estudos; o segundo reuniu empresas como Águas do Norte, Fundação Lello, re.store, Lipor, SonaeMC e SuperBock Group, que partilharam case studies de impacto e inovação sustentável.
A mesa-redonda que encerrou o primeiro dia, “From Knowledge to Action”, refletiu sobre esta importância de fazer convergir ciência, política e inovação para acelerar a transformação, com a COP30 no horizonte.
O mesmo princípio de “ação” esteve presente na agenda do evento, que incluiu workshops conduzidos por Donald Roy Lessard e Martin Rich, nos quais se exploraram abordagens estratégicas e resilientes para enfrentar os desafios complexos do mundo contemporâneo.
INSURE.Hub: cinco anos de impacto e co-criação
O INSURE.Hub consolida-se como um exemplo de colaboração e co-criação entre diferentes quadrantes da sociedade, num ecossistema centrado na sustentabilidade, inovação e regeneração. Na apresentação “INSURE.Hub in Action”, os co-líderes do hub — João Pinto (diretor da Católica Porto Business School), Manuela Pintado (diretora do Centro de Biotecnologia e Química Fina) e António Vasconcelos (da Planetiers New Generation) — partilharam as suas notas sobre o passado, presente e (projetos) de futuro do hub.
Envolvendo a Universidade Católica no Porto — através da Católica Porto Business School e da Escola Superior de Biotecnologia — e a Planetiers New Generation, João Pinto destacou a missão do INSURE.hub de promover “soluções circulares, sustentáveis e regenerativas, potenciadas por tecnologia e inovações disruptivas.”
Com esse fim, António Vasconcelos mencionou a importância de adotar uma “visão sistemática de sustentabilidade, de negócio dentro da sociedade e do ambiente”, num percurso que parte de uma economia degenerativa para uma regenerativa, entendendo os projetos de forma integrada, holística. Numa retrospetiva do progresso feito nos últimos anos, recordou o trabalho junto de líderes e organizações, em vários setores.
Manuela Pintado acrescentou os avanços ao nível da inovação disruptiva, da capacidade de “trazer esta investigação junto das empresas, e apoiar start-ups para crescerem e encontrarem os parceiros certos.” Abordou também a vertente de formação e educação, com programas executivos desenhados à luz desta perspetiva integradora; e, ao nível da literacia e educação, destacou o foco em “informar, treinar (também) a comunidade e o consumidor,” em “levar a mensagem à sociedade e transformá-la.”
Assim se contam cinco anos a criar valor nestes quatros eixos, numa história que não podia chegar ao fim sem um momento de agradecimento e de celebração do trabalho de toda a equipa promotora do evento e integrante do hub.
Premiar o progresso, (a) pensar no futuro
A conferência terminou com a entrega dos INSURE.Hub Awards, que distinguiram as melhores apresentações de papers e case studies:
Susana Costa e Silva – “Repair as a Circular Strategy: How Consumers Weigh Value in Fashion” – Prémio KPMG
Bárbara Leão de Carvalho – “Regenerative Marketing” – Prémio MDS
Ana Martins Vilas-Boas – “BioUpCycle: Circular Innovation for the Bioeconomy through the Upcycling of Agro-Residues” – Prémio Soja de Portugal
Wayne Visser – “Regenerative Economy: Linking Theory and Practice” – Prémio Superbock Group
Sílvia Correia – re.store
Rita Marques – Fundação Livraria Lello
De olhos postos no futuro, foi sob o pano de fundo de mais dois dias de grande empenho e investimento em torno da inovação e sustentabilidade que foi já anunciada a data da próxima edição. A 6.ª Conferência INSURE.Hub trará de novo a discussão frutífera ao campus do Porto nos dias 28 e 29 de outubro de 2026.