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Novidades

ESB lança a 4.ª edição do concurso “Inventar a Alimentação do Futuro”

A Escola Superior de Biotecnologia da Universidade Católica Portuguesa lança a 4.ª edição do concurso “Inventar a Alimentação do Futuro”, um desafio dirigido a alunos do 9.º ano e do ensino secundário de todo o país, convidando-os a refletir sobre o papel da alimentação na sustentabilidade, na economia e na saúde.

Num contexto global marcado pelas alterações climáticas, conflitos e escassez de recursos, o direito à alimentação continua longe de ser uma realidade universal. Em conformidade com o mote das Nações Unidas para o Dia Mundial da Alimentação 2025 — “Fome Zero” — este desafio visa sensibilizar as novas gerações para a urgência de garantir alimentação saudável, acessível e sustentável para todos.

Cada equipa, composta por um professor responsável e entre um a quatro estudantes, deve conceber e justificar uma receita que seja simultaneamente saudável, económica e ambientalmente sustentável. Os participantes devem documentar o processo de preparação com fotografias e vídeos, apresentando o resultado final e explicando as suas escolhas no formulário de candidatura.

As receitas serão avaliadas por um júri composto por professores e especialistas das áreas da nutrição, tecnologia alimentar e sustentabilidade, que atribuirão os prémios principais: Receita do Ano (250€ para o ensino secundário e 100€ para o 9.º ano) e, as distinções nas quatro subcategorias:

  • Sabor a Mar
  • Street Food
  • Plantas Silvestres Comestíveis
  • Leguminosas Luminosas

Os trabalhos podem ser submetidos até 1 de dezembro de 2025, e os finalistas serão anunciados a 7 de janeiro de 2026. A final nacional terá lugar a 13 de fevereiro de 2026, na Escola Superior de Biotecnologia, no Porto, com a participação do chef Hélio Loureiro no júri.

 

Formulário de inscrição

 

16-10-2025

Abertura do ano letivo 2025-26: “a universidade cultiva a esperança no futuro”

Foi no dia em que a Universidade Católica Portuguesa celebrava o seu 58.º aniversário que decorreu, no Porto, a cerimónia nacional de abertura do ano letivo 2025-26. “Celebramos 58 anos de uma História de ambição, de autonomia, de serviço à igreja e ao País”, começou por assinalar no discurso de abertura a Reitora, Isabel Capeloa Gil, lembrando o Decreto Lusitanorum Nobilissima Gens, de 13 de outubro de 1967.

Após dar as boas-vindas aos novos alunos e de manifestar “sincera admiração” pelos recém-graduados que, neste evento, receberam os seus diplomas, a Reitora recorreu à tela ‘Metáfora Bianco’, do artista brasileiro e frade franciscano Sidival Fila, para refletir sobre a ideia e a função atual das universidades.

“A universidade é uma instituição enraizada na tradição, mas perpetuamente aberta à transformação e que tem de avançar através de uma orientação contínua para a esperança, que dá aos seus alunos e às partes interessadas com quem labora. É muito mais do que o espaço da euforia otimista da tecnologia. É a instituição que cultiva a esperança no futuro”, observou Isabel Capeloa Gil. É também, acrescentou “local de busca permanente, espaço heterogéneo, recetivo a vozes diversas, onde a história é preservada e transmitida”.

Na sua intervenção, a Reitora apontou ainda alguns dos principais projetos a desenvolver este ano letivo, como o ‘UCP Nova Geração’, um “projeto pedagógico de transformação ambiciosa, exigente, dos mais difíceis que a Universidade encetou”. Direcionado para os cursos de primeiro ciclo, “abarca modelos e metodologias de ensino, um reequacionar dos perfis de competências exigidas em quadros profissionais, culturais e sociais complexos exigentes e a integração de um currículo partilhado obrigatório”, com três eixos que incluem disciplinas de identidade e missão, as novas humanidades as tecnologias emergentes como a Inteligência Artificial e a programação. Referiu também os projetos de capacitação no âmbito do Plano de Recuperação e Resiliência e a continuidade da transformação infraestrutural nos 4 campi, incluindo o novo Campus Veritati, em Lisboa.

Isabel Capeloa Gil concluiu, reforçando a “dimensão ética e da liderança moral que as instituições educativas, como as universidades, devem afirmar”, para “desenvolver o país, capacitar as pessoas e promover a investigação e a ciência sempre orientadas para o bem-comum”.

Convidada a falar da sua experiência, a alumna Raquel Seabra, hoje administradora executiva da Sogrape, referiu-se à Católica como “mais do que uma escola, é uma família, comungam-se e transmitem-se valores, criam-se pontes e ensina-se o diálogo, partilha-se um sentido maior que nos transcende, faz crescer o indivíduo como parte de um coletivo”.

“É uma comunidade de impacto, uma rede de partilha e de amparo entre os seus membros, é um lugar seguro onde se continuarão a discutir ideias, a promover sem medos o conhecimento, a inovação e a ciência. É a casa, a casa onde todos e cada um de nós aqui nesta sala encontrará o conforto e a segurança para ser e fazer-se ouvir de corpo inteiro”, sublinhou ainda a gestora, formada pela Católica-Lisbon.

Nesta ocasião, foram também entregues os Prémios UCP/Caixa Geral de Depósitos, os Prémios Inovação Pedagógica e a Bolsa UCP4Success. E os docentes com 24 e 40 anos de carreira foram distinguidos com Medalhas de Mérito.

A encerrar a cerimónia, o bispo do Porto, D. Manuel Linda, deixou uma mensagem aos alunos e aos docentes: “caros alunos, há um diamante dentro de cada um de vós e a educação nesta Universidade Católica ajuda a poli-lo e a fazê-lo brilhar num mundo que não necessita de escuridão, mas de luzes que nos iluminem. Senhores professores, ajudem os vossos alunos a lapidar esse mesmo diamante. Sejam luz”.

 

15-10-2025

Primeiras Jornadas da Clínica Universitária de Psicologia celebraram 18 anos de compromisso com a comunidade e 20 anos da Licenciatura em Psicologia

A Universidade Católica Portuguesa no Porto acolheu, no dia 10 de outubro de 2025, as Primeiras Jornadas da Clínica Universitária de Psicologia (CUP), um encontro que marcou duplamente a história da Faculdade de Educação e Psicologia (FEP-UCP): a celebração dos 18 anos da CUP e o encerramento das comemorações dos 20 anos da Licenciatura em Psicologia da Faculdade.

Num dia especialmente simbólico – o Dia Mundial da Saúde Mental – as Jornadas reuniram psicólogos, investigadores e profissionais de referência para refletir sobre os desafios da prática clínica da psicologia ao longo do ciclo vital, desde a infância até ao envelhecimento. O programa destacou-se pela diversidade e atualidade dos temas abordados, promovendo o diálogo entre ciência, prática e sociedade.

Na sessão de abertura, Raquel Matos, Diretora da FEP-UCP, e Lurdes Veríssimo, coordenadora da CUP, sublinharam a importância do evento como testemunho do percurso de crescimento e consolidação da Clínica, enquanto projeto académico e social.

“Estas jornadas simbolizam o compromisso da CUP com a qualidade e a humanização do cuidado psicológico, e com a produção de conhecimento científico que tem impacto real na vida das pessoas”, afirmou Lurdes Veríssimo, destacando o papel da clínica enquanto espaço de formação, investigação e intervenção junto da comunidade.

Raquel Matos sublinhou que “a CUP é um exemplo concreto da missão da FEP-UCP: unir ciência e prática, conhecimento e serviço, sempre com foco na dignidade humana e no bem-estar psicológico”.

 

Um programa que percorreu o ciclo vital

O programa das Jornadas percorreu as várias etapas do desenvolvimento humano, propondo uma reflexão abrangente sobre a intervenção psicológica desde a infância até ao envelhecimento.

A conferência inaugural, conduzida por Miguel Gonçalves (Universidade do Minho), abordou o tema “O que sabemos sobre psicoterapia e para que serve a investigação?”, explorando o diálogo entre ciência e prática clínica.

Seguiram-se mesas temáticas dedicadas às diferentes fases da vida: infância e adolescência, com contributos de Maria Raul Lobo Xavier e Alexandra Carneiro (FEP-UCP); adultez, com comunicações de Bárbara César Machado e Catarina Ribeiro (FEP-UCP); e idosos, com a intervenção de António Fonseca (FEP-UCP).

A conferência final, proferida por Halley Pontes (University of London), centrou-se no tema “O transtorno de jogo e as suas considerações psicológicas”, encerrando o evento com uma reflexão sobre os desafios emergentes da psicologia na era digital.

As Primeiras Jornadas da CUP reforçaram o papel da Clínica como pilar da formação em Psicologia na Católica, integrando ensino, prática e investigação em benefício da sociedade.

15-10-2025

Escola das Artes promove programa de masterclasses dedicado ao Cinema em parceria com alguns dos mais importantes festivais

A Escola das Artes promove, durante os meses de outubro e novembro, um programa de masterclasses dedicado ao Cinema, em parceria com alguns dos mais importantes festivais como Doclisboa, Doc’s Kingdom e Porto/Post/Doc: Film & Media Festival. As sessões, abertas ao público, terão lugar no Auditório Ilídio Pinho e contam com a presença dos cineastas e artistas internacionais.

Ross McElwee — 23 de outubro, 18h30

Em parceria com o Doclisboa, a Escola das Artes recebe o cineasta Ross McElwee, um dos grandes nomes do documentário contemporâneo. A masterclass decorre no contexto da exibição do seu mais recente filme, Remake. A sessão será moderada por Carlos Natálio. +info

Shaina Anand (CAMP) — 20 de novembro, 18h30

A artista Shaina Anand, membro fundador do coletivo CAMP, conduz uma masterclass em parceria com o Doc’s Kingdom, explorando as suas práticas colaborativas. A sessão será moderada por Daniel Ribas. Dias antes da sessão, será exibido um miniciclo com dois filmes do coletivo. +info

Lina Soualem — 26 de novembro, 18h30

Em colaboração com o Porto/Post/Doc, a realizadora Lina Soualem apresenta uma masterclass sobre a sua obra e percurso, integrada na retrospetiva dedicada à cineasta. A sessão será moderada por Carlos Ruiz. +info

Andrei Ujica — 27 de novembro, 18h30

O realizador romeno Andrei Ujică, figura central do cinema político europeu, encerra o programa com uma masterclass dedicada à sua carreira. A sessão será moderada por Alice Leroy. +info

Com este programa, de entrada livre, a Escola das Artes reforça o seu papel como espaço de encontro e reflexão em torno do cinema contemporâneo. 

 

13-10-2025

Xavier Cunha: “A Universidade Católica tem sido para mim uma casa e um motivo de orgulho.”

Xavier Cunha é estudante do quarto ano da Dupla Licenciatura em Direito e em Gestão da Católica Porto Business School e da Faculdade de Direito – Escola do Porto da Universidade Católica Portuguesa. A experiência na Católica tem sido, para si, “uma casa e motivo de orgulho”, marcada pela proximidade entre estudantes e professores e por uma forte dimensão de desenvolvimento pessoal. Ativo em várias iniciativas, como a Missão País, Xavier Cunha destaca também o impacto da Bolsa Novos Talentos da Fundação Gulbenkian, que lhe abriu o gosto pela investigação. Atualmente em Erasmus, em Roma, vê o seu futuro profissional dividido entre três áreas que o apaixonam: a advocacia, a academia e a intervenção política ou em instituições públicas, sempre com o propósito de “trabalhar para o bem comum”.

 

É estudante da Dupla Licenciatura em Direito e em Gestão. O que o motivou a escolher este curso?

A Dupla fez sentido para mim desde o momento em que conheci o programa, no início do ensino secundário. Por um lado, o Direito fascinava-me desde a infância, em larga medida por influência do meu pai; por outro, por volta dos 15 anos, comecei a desenvolver um gosto pela Economia e pela Gestão, apoiado, nesse caso, pela minha mãe. Com este contexto e uma clara apetência para as Ciências Sociais e Humanas, a Dupla revelou-se uma oportunidade única de conjugar duas paixões. Penso que o caminho para o ser humano se distinguir do algoritmo, no meu tempo de vida, passará pelo desenvolvimento de um conhecimento amplo, pela capacidade de relacionar conceitos de diferentes áreas do saber e de perceber as inter-relações já existentes entre elas na sociedade. Do meu ponto de vista, a Dupla é a melhor oportunidade para desenvolver essa capacidade, em Portugal.

 

De que forma considera que o Direito e a Gestão se complementam?

O Direito é a base da civilização humana. Nas primeiras aulas de Introdução ao Estudo do Direito, aprendemos que a sua função é ordenar a vida em sociedade e ser motor da sua transformação rumo a um ideal de justiça. Posto isto, qualquer pessoa com paixão pelas Ciências Sociais – pelo estudo do ser humano na sua relação com o outro – encontra no Direito o centro da sua curiosidade. A Gestão representa, por sua vez, o contacto com a realidade dinâmica e com a interação humana no que diz respeito aos bens. Suscitou-me particular interesse a forma como as interações económicas espelham a mais profunda natureza humana. Para dar um exemplo: por detrás da repetida frase “com o aumento da procura, há um aumento do preço, ceteris paribus”, está uma expressão clara da perceção de escassez, valor e competição que caracteriza a humanidade.
Hoje, parece-me que o que acrescenta verdadeiro valor a alguém, enquanto profissional e ser humano, é a capacidade de não se fechar a uma só área do conhecimento, de conseguir relacionar diferentes disciplinas e manter uma conversa com pessoas de formações diversas. Alguém da Dupla sentir-se-ia igualmente bem num tribunal, num banco central, numa bolsa de valores ou numa empresa industrial. Para mim, nada me entusiasma mais do que essa versatilidade.

 

Como tem sido a sua experiência na Universidade Católica?

O meu primeiro contacto com a Universidade Católica aconteceu ainda no ensino secundário, através dos dias abertos. Desde esse momento, surpreendeu-me o cuidado personalizado com cada aluno e a sensação de estar perante uma instituição diferente, com valores éticos e excelência académica ímpares. Desde então, a Universidade Católica tem sido para mim casa e motivo de orgulho. Destaco a proximidade entre estudantes, docentes e pessoal não docente: sente-se um espírito comum, uma responsabilidade de ser “Católica”. Penso que quanto mais nos envolvemos e exploramos tudo o que a Universidade tem para oferecer, mais a relação com a instituição se fortalece. A Pastoral, através da UDIP e da Missão País, tem também marcado profundamente a minha experiência, promovendo o meu desenvolvimento integral enquanto pessoa. A matriz católica é, sem dúvida, um traço distintivo que pode marcar a vida de cada estudante que procure na Universidade mais do que um simples percurso académico. Sublinho ainda a relação com muitos professores, exemplos de proximidade, cuidado e rigor. São uma grande parte do que torna a Católica diferente: aqui, nenhum aluno é um número, mas sim uma pessoa, com nome e rosto, a descobrir o seu caminho com o apoio de todos.

 

Tem estado envolvido em várias atividades extracurriculares ligadas à Universidade…

No primeiro ano, tive uma breve experiência na Católica Policy Society, um clube de políticas públicas cujo crescimento acompanho com alegria. Desde 2023, participo na Missão País, projeto católico de voluntariado para universitários, na Missão da Universidade Católica, onde assumi, em 2024 e 2025, responsabilidades como chefe. Esta experiência revelou-se essencial para, numa fase inicial, me sentir mais em casa na Universidade, conhecendo cada vez mais pessoas e também contribuiu de forma decisiva para o desenvolvimento das minhas capacidades de planeamento e liderança, bem como de competências interpessoais.

 

Foi bolseiro Novos Talentos da Fundação Gulbenkian. Que significado teve para si essa experiência?

A Bolsa Novos Talentos destina-se a proporcionar um primeiro contacto com o mundo da investigação a estudantes de licenciatura ou de mestrado inicial. No meu caso, abriu-me um mundo novo – o da investigação –, despertando o meu gosto pela academia e permitindo-me conhecer muitos jovens brilhantes da minha geração. No âmbito da bolsa, desenvolvi um trabalho de investigação em Ciência Política, estudando aspetos da assistência social transversais a vários pensadores e a sua perspetiva futura.

 

Atualmente está em Erasmus em Roma. Como está a ser essa experiência?

Escolhi fazer Erasmus em Roma, na Luiss Guido Carli. A città eterna tem imenso para oferecer e, apesar de estar cá há apenas um mês, sinto que conheço ainda só uma pequena parte. Como primeira experiência de média duração fora de Portugal, traz naturalmente desafios – o maior dos quais aprender italiano –, mas também o encanto de viver rodeado de história a cada passo. Confirmou-se ainda uma perceção que eu julgava um clichê: em cada canto do mundo há um português (e aqui, muitos)! Essa proximidade tem ajudado a viver esta experiência com um forte sentido de comunidade. A nível académico, a Luiss Guido Carli propõe uma abordagem distinta das universidades portuguesas, o que me levou a reconfigurar o meu método de estudo, tornando-me mais flexível e proativo na busca do conhecimento, dentro e fora da sala de aula.

 

Quais são os seus planos para o seu futuro profissional?

A Dupla Licenciatura, pela sua amplitude e interdisciplinaridade, abre muitas portas, o que torna difícil escolher apenas um caminho entre tantos possíveis. Noto que, em mim e em vários colegas, os interesses e perspetivas de futuro vão evoluindo ao longo do percurso. Atualmente, interessam-me, por um lado, a advocacia, por outro, a academia e, num terceiro plano, a intervenção política ou em instituições públicas, sempre com a perspetiva de trabalhar para o bem comum. Certamente o futuro passará por uma ou mais destas áreas. Tenho consciência de que, ao contrário da geração dos meus pais, que frequentemente permanecia no mesmo emprego ao longo de toda a vida, hoje as carreiras são mais dinâmicas e fluidas, proporcionando novas oportunidades.

 

09-10-2025

Universidade Católica oferece formação para Mentoria de Pares

A Mentoria por Pares valoriza o papel ativo dos estudantes que frequentam a Universidade há mais tempo - os mentores - na integração e sucesso académico dos colegas que estão a começar o seu percurso - os mentorandos. Os mentores apoiam e orientam os novos estudantes, transmitindo experiências, aprendizagens e estratégias, num acompanhamento próximo, informal e centrado nas necessidades reais de cada estudante.

Para melhor orientar este papel essencial, o UCP4SUCCESS oferece a formação UCP4MENTOR, disponível e grauita para todos os estudantes da Universidade Católica Portuguesa. Esta é uma oportunidade para fortalecer competências, partilhar experiências e crescer lado a lado com os estudantes, contribuindo tanto para vida académica como para o desenvolvimento pessoal de cada mentor.

A primeira sessão é presencial e as seguintes online, das 18h às 20h, nos dias 21 e 28 de outubro e 4 e 11 de novembro. Ao longo de nove horas, este programa formativo vai reunir mentores de todos os campi da Católica num espaço de encontro e aprendizagem conjunta.

As inscrições encontram-se abertas até 17 de outubro.

 

Inscreva-se aqui

 

09-10-2025

Escola das Artes apresenta “Alô?”, de Yuli Yamagata

De 9 de outubro a 13 de dezembro de 2025 no Católica Art Center no Porto

A artista brasileira Yuli Yamagata traz ao Porto a exposição Alô?, um universo de tecidos, cores sintéticas e figuras grotescas que oscilam entre o belo e o inquietante. Com curadoria de João Mourão, Luís Silvae Nuno Crespo, a exposição resulta de uma residência artística no Católica Art Center e é uma co-produção da Escola das Artes e da Kunsthalle Lissabon. A exposição pode ser visitada entre 9 de outubro e 13 de dezembro de 2025, com entrada livre, de segunda a sábado, entre as 14h00 e as 19h00.

Yuli Yamagata nasceu em São Paulo, em 1989. Licenciada em Belas Artes, especialização em Escultura pela Universidade de São Paulo, expõe regularmente desde 2015. O seu trabalho tem sido apresentado em instituições e galerias de referência, como a Anton Kern Gallery (Nova Iorque), o Museu de Arte Contemporânea de Niterói (Brasil), o Denver Art Museum (EUA) e no Art Basel Parcours (Suíça).

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No cruzamento entre o belo e o grotesco, o humor e a inquietação, Yuli afirma-se como uma das vozes mais singulares da arte contemporânea.
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“Na obra de Yuli Yamagata, o familiar transforma-se em estranho. Tecidos comuns, cores artificiais e objetos banais ganham vida própria e confrontam-nos com o grotesco, o fantástico e o humor que habitam o nosso quotidiano”, indica Nuno Crespo, diretor da Escola das Artes da Universidade Católica Portuguesa. O também curador da exposição acrescenta: “Yuli, ao deslocar objetos e imagens para contextos inesperados, revela como o excesso, o artifício e a ficção moldam a nossa experiência contemporânea.”

De descendência japonesa, desenvolveu interesse por diversos aspetos da cultura, como o shibori, uma técnica manual de tie-dye, ikebana e mangá. Para criar as suas peças, Yuli Yamagata trabalha, essencialmente, com tecidos, sobrepondo diferentes têxteis, texturas e padrões - da seda ao veludo, incorporando materiais como resina e tinta, bem como objetos de natureza distintas, sejam eles orgânicos ou artificiais.

A costura desempenha um papel central, funcionando como gesto de justaposição e aglutinação que dá forma a corpos fragmentados, membros postiços e volumes estofados. As suas obras, de cores vibrantes e sintéticas, projetam-se no espaço expositivo como personagens saídas de mangás, ficção científica ou filmes de terror, cruzando o grotesco e o fantástico.

Yuli descreve o seu processo criativo como algo que parte da fisicalidade do material em si ou de uma narrativa previamente escolhida. Os seus trabalhos, sempre cheios de camadas, referências e sobreposições, convidam o público a decifrar e a interpretar as formas e origens dos seus objetos, dando origem a um jogo intenso com o seu recetor.

Nos últimos anos, Yamagata tem expandido a sua prática para a imagem em movimento e a animação, dando continuidade às suas figuras em ambientes dinâmicos, onde estas parecem ganhar uma espécie de “pós-vida”. No Porto, desenvolveu um novo trabalho em vídeo, recorrendo à infraestrutura técnica do Católica Art Center, enquanto se integrou no meio artístico local através de colaborações e diálogos com outros criadores.

A exposição Alô? reúne trabalhos recentes e apresenta o resultado do processo de residência da artista. Entre camadas de tecidos, resina, objetos do quotidiano e imagens em movimento, Yamagata propõe um jogo de perceção intenso, no qual o público é convidado a decifrar formas, narrativas e referências. No cruzamento entre o belo e o grotesco, o humor e a inquietação, Yuli afirma-se como uma das vozes mais singulares da arte contemporânea.

A exposição “Alô?”, que é uma co-produção da Escola das Artes e da Kunsthalle Lissabon, vai estar patente ao público na Sala de Exposições da Escola das Artes da Universidade Católica Portuguesa até 13 de dezembro de 2025. A Sala de Exposições da Escola das Artes faz parte do Católica Art Center que integra a Rede Portuguesa de Arte Contemporânea a nível nacional. De referir que além da Sala de Exposições, o Católica Art Center inclui mais dois espaços: o Auditório Ilídio Pinho, que tem programação semanal de cinema e encontros com artistas; e a Blackbox mais vocacionada para as artes performativas.

 

Mais informações

 


Exposição: “Alô?”
Artista: Yuli Yamagata
Curadoria: João Mourão, Luís Silva e Nuno Crespo
Patente ao público de 9 de outubro a 13 de dezembro de 2025
Entrada Livre
Horário: segunda a sábado, 14h00-19h00
Local: Sala de Exposições da Escola das Artes
Universidade Católica Portuguesa - Porto
Rua de Diogo Botelho, 1327, 4169-005 Porto

 

08-10-2025

Bolsa Margarida Vieira distingue o mérito e incentiva a formação avançada em Enfermagem

No âmbito das comemorações dos 20 anos do Doutoramento em Enfermagem, a Faculdade de Ciências da Saúde e Enfermagem (FCSE) assinala um marco significativo: a renomeação da Bolsa de Mérito em Enfermagem para Bolsa Margarida Vieira, em homenagem à Professora Margarida Vieira, fundadora e impulsionadora desta distinção.

Criada em parceria entre as Escolas de Enfermagem e a FCSE, esta bolsa de mérito tem como objetivo reconhecer a excelência académica dos estudantes dos Mestrados em Enfermagem e promover a continuidade dos percursos académicos e científicos, no âmbito do Doutoramento.

Bolsa Margarida Vieira é atribuída aos dois melhores estudantes dos mestrados em Enfermagem, possibilitando-lhes a frequência do Doutoramento em Enfermagem com uma redução de 50% na mensalidade do 1.º ano.

Esta distinção simboliza não apenas o reconhecimento do mérito individual, mas também o compromisso institucional com a formação avançada, a investigação e a inovação em Enfermagem — áreas nas quais a Professora Margarida Vieira deixou uma marca profunda e duradoura.

Ao dar o seu nome a esta bolsa, a FCSE presta homenagem ao legado académico e humano da professora, cuja visão e dedicação continuam a inspirar novas gerações de enfermeiros e investigadores.

08-10-2025

Docentes da Faculdade de Direito nomeados vogais da Comissão Nacional de Estágio e Formação da Ordem dos Advogados

Paula Ponces Camanho e Luís Correia Araújo, docentes da Escola do Porto da Faculdade de Direito, foram empossados como vogais da Comissão Nacional de Estágio e Formação (CNEF), órgão da Ordem dos Advogados, responsável pela supervisão e desenvolvimento da formação de novos advogados.

Durante o triénio 2025-2027, irão contribuir com os seus conhecimentos e experiências para o desenvolvimento e aprimoramento do estágio e da formação na Ordem dos Advogados

A nomeação demonstra a confiança da Ordem dos Advogados perante os nossos.

06-10-2025

Escola Superior de Biotecnologia reforça compromisso com a transferência de conhecimento científico para a indústria

No passado dia 19 de Setembro, a Universidade Católica Portuguesa (UCP) esteve presente na inauguração da nova unidade ETSA PROHY, resultante um investimento de cerca de 20 milhões de euros apoiado pelo Plano de Recuperação e Resiliência (PRR), no âmbito do Pacto para a Bioeconomia Azul, coordenado pela Inovamar.

A parceria entre a UCP e a ETSA teve início em 2017, com o projeto MOREPEP, realizado em colaboração entre as duas entidades. Neste contexto, investigadores da UCP desenvolveram novas metodologias de hidrólise aplicadas a subprodutos animais de categoria 3, transformando-os em ingredientes e produtos de elevado valor acrescentado. Desde então, diversos projetos têm sido conduzidos em estreita articulação, que visam explorar o potencial destes ingredientes em aplicações para petfood e aquacultura, entre outras áreas relevantes.

Este trabalho colaborativo abriu caminho à criação de uma unidade industrial inovadora, que hoje emprega 14 trabalhadores especializados e integra tecnologia alinhada com os princípios da Indústria 4.0.  Trata-se de um marco no avanço da biotecnologia e da química fina em Portugal, contribuindo ativamente para a economia circular, a descarbonização e para a afirmação de um setor mais sustentável.

A presença da UCP neste percurso reflete o compromisso da Universidade com a transferência de conhecimento científico para a indústria, reforçando o seu papel enquanto parceira estratégica na promoção da inovação e da bioeconomia em Portugal.

06-10-2025

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