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Novo projeto “Católica In! Inovar para Incluir” promove integração e sucesso académico dos estudantes da Católica

O “Católica in! Inovar para Incluir”, projeto conjunto dos Centros Regionais de Braga e do Porto da Universidade Católica Portuguesa, tem em vista a integração e o sucesso académico de alunos do primeiro ano de licenciatura. Um dos objetivos passa pela captação de estudantes que possam ser Mentores dos novos alunos no ano letivo 2023/24.

Esta Iniciativa do Católica In! visa valorizar e reforçar as dinâmicas de Mentoria por Pares já em curso na Universidade, trazendo novos estudantes e integrando mais Unidades Académicas”, refere Diana Soares, membro da equipa de coordenação do “Católica in! Inovar para Incluir” e docente da Faculdade de Educação e Psicologia (FEP) da Universidade Católica Portuguesa, no Porto.

Assim, ”através da expansão da Mentoria por Pares, pretende-se facilitar a integração, adaptação e sucesso académico dos novos estudantes, e em simultâneo promover o desenvolvimento de competências dos estudantes mentores”, acrescenta Armanda Gonçalves, membro da equipa de coordenação do projeto e docente da Faculdade de Filosofia e Ciências Sociais (FFCS) da Universidade Católica Portuguesa, em Braga.

A estratégia do “Católica in! Inovar para Incluir” passa por melhorar o acompanhamento de estudantes em risco de insucesso e abandono através da implementação de 4 ações orientadas para o desenvolvimento de mecanismos de Mentoria por Pares e Tutoria por Docentes, capacitação integral (a 360º) de estudantes em risco, em articulação com as várias medidas institucionais em curso na Universidade Católica Portuguesa. Todas as atividades visam desenvolver e incrementar políticas e práticas que permitam a integração e o sucesso académico dos estudantes da Universidade, estando em linha com os princípios de uma educação inclusiva.

Este projeto é apoiado pelo projeto “Skills 4 Pós-COVID - Competências para o futuro no Ensino Superior”, financiado pelo Portugal 2020, no âmbito do POCH – Programa Operacional Capital Humano (POCH- 02-53I2-FSE-000026), através do FSE – Fundo Social Europeu. O “Católica in! Inovar para Incluir” arrancou no segundo semestre do ano letivo de 2022/2023, e prolonga-se até ao primeiro semestre de 2023/2024, nos campi do Porto e de Braga da Universidade Católica Portuguesa.

As inscrições estão abertas para todos os estudantes dos Centros Regionais de Braga e do Porto da Universidade Católica Portuguesa através do preenchimento deste formulário.

13-07-2023

Católica no Porto assina protocolo com a FAP no âmbito da criação de uma nova residência universitária na cidade

A Universidade Católica no Porto assinou um protocolo com a Federação Académica no Porto (FAP) no âmbito da Residência da Bainharia, uma nova residência universitária na cidade do Porto que vem contribuir de forma ativa para a resolução do problema da falta de habitação na comunidade estudantil.

A Católica no Porto associa-se a esta causa, movida pelo desejo de um Ensino Superior mais democrático e inclusivo, comprometendo-se com a seleção dos estudantes elegíveis, com a definição dos critérios de prioridade e, também, em conjunto com a FAP, com a definição da estratégia da residência.

A assinatura do protocolo por Isabel Braga da Cruz, presidente da Católica no Porto, e por Ana Gabriela Cabilhas, presidente da FAP, foi realizada à margem das celebrações de aniversário da FAP.

A Residência da Bainharia é um importante passo na edificação de soluções inovadoras no que respeita aos estudantes deslocados com carências socioeconómicas. Surge da cedência de espaço por parte do Município do Porto à FAP e é um conceito inovador, porque, pela primeira vez, a gestão operacional de uma residência de estudantes estará a cargo de uma estrutura de representação estudantil.

Assinaram, também, o protocolo com a FAP a Universidade do Porto, o Politécnico do Porto e a Escola de Enfermagem do Porto.

13-07-2023

Azeredo Lopes, docente da Faculdade de Direito, distinguido com Medalha de Mérito da Cidade do Porto

Azeredo Lopes, Professor da Escola do Porto da Faculdade de Direito da Universidade Católica e Coordenador do International Studies Programme, foi uma das personalidades distinguidas com a Medalha de Mérito da Cidade do Porto.

Na cerimónia, que aconteceu no passado dia 9 de julho na Casa do Roseiral, foram ainda atribuídas as Medalhas de Honra da Cidade a Pedro Abrunhosa, Rui Reininho, Borges Coelho e aos GNR.

As Medalhas da Cidade têm o intuito de celebrar todos aqueles que se dedicam à cidade Invicta e são atribuídas todos os anos a 9 de julho, dia que assinala a chegada do rei D. Pedro IV ao Porto (1832) e, depois, a libertação do cerco dos absolutistas.

Em 2023, foram atribuídas 4 Medalhas de Honra, 38 Medalhas de Mérito e 2 medalhas de bons serviços, no âmbito cultural, empresarial e político da vida portuense.

 

13-07-2023

Filme de artista residente da EA foi distinguido no FIDMarseille

O filme “Marinheiro” de Yohei Yamakado, que foi apresentado como um work in progress na Escola das Artes em 2022, teve estreia mundial no FID Marseille - Festival de Cinema de Marselha, onde foi distinguido com o Prémio Georges de Beauregard.

Este prémio foi criado em homenagem ao produtor francês da Nouvelle Vague, que trabalhou com cineastas como Jean-Luc Godard, Agnés Varda, Jacques Démy e Jacques Rozier, e constitui o segundo mais importante do Festival.

Yohei Yamakado esteve em residência artística na Escola das Artes no final de 2019, com o apoio da Fundação Calouste Gulbenkian, período em que preparou um projeto a partir da leitura do texto homónimo de Fernando Pessoa. 

O FID Marseille, dedicado ao documentário, teve início no dia 4 de julho e terminou no passado domingo, a 9 de julho.

13-07-2023

Hugo Choupina: “Todos queremos que Portugal seja diferenciador e competitivo.”

Hugo Choupina é alumnus da Católica no Porto: é licenciado em Bioengenharia com especialização em Engenharia Biomédica, pela Escola Superior de Biotecnologia, e mestre em Business Economics, pela Católica Porto Business School. Com um percurso profissional que começou na área da investigação, atualmente é manager na equipa de incentivos europeus da KPMG. A sua missão passa por “apoiar o tecido académico e empresarial a serem competitivos em programas de financiamento”. É, também, vice-presidente da Associação de Antigos Alunos da ESB, essencial para promover e garantir a “proximidade”.

 

É vice-presidente da Associação de Antigos Alunos da Escola Superior de Biotecnologia. Qual a importância de uma comunidade alumni?

A Associação de Antigos Alunos tem um papel muito próprio de proximidade com a Escola. Manter esta proximidade é essencial, porque é o que nos permite continuar em contacto com as novas tecnologias, com as novas dinâmicas e com os assuntos tendência. O conhecimento e a inovação continuam a sair das universidades. Através da comunidade de alumni conseguimos manter uma rede de contactos e de ligação com as pessoas que nos viram crescer e que integraram o nosso percurso de formação. Forma-se uma rede muito diferenciadora que tem os seus benefícios e relações profissionais, mas que, também, tem um forte lado emocional e de ligação com a Escola e com as suas pessoas.

 

Porque é que escolheu estudar Bioengenharia?

Aquilo que me ligou à Bioengenharia foi o gosto que tinha pela área da saúde. Não tinha com ambição a Medicina, mas queria estar ligado à saúde, ainda que de forma mais indireta. A área da Bioengenharia acabou por surgir de forma muito natural, sendo que aquilo que eu realmente queria era ter um impacto positivo na saúde das pessoas. Acabei por vir estudar para a Escola Superior de Biotecnologia e fiz parte da terceira fornada de alunos licenciados em Bioengenharia pela Universidade Católica. O reconhecimento da Católica e a sua elevada internacionalização foram fatores que pesaram na minha escolha.

 

O que foi mais desafiante durante a licenciatura?

A licenciatura em Bioengenharia tem uma essência muito multidisciplinar. Somos colocados perante inúmeros desafios de diferentes áreas do saber. Ao longo do curso foi muito exigente, porque se uma formação abrangente é um benefício grande, ao mesmo tempo também exige de nós uma maturidade particular que nos permita afunilar as nossas opções e decidir tendo em conta as diferentes experiências que vamos colecionando.

 

“São essas empresas e institutos de investigação que fazem de Portugal um país bandeira.”

 

O que é que foi mais marcante?

Sem dúvida que foi a relação interpessoal que se acaba por conseguir estabelecer com múltiplos professores, não só professores da casa, mas, também, professores convidados que, no fundo, nos vêm mentorar. Estas relações de proximidade e de partilha fazem toda a diferença. A cultura de um ensino próximo em ambientes mais controlados proporciona este contacto e permite uma relação de total disponibilidade dos professores para connosco. Diria que na Católica nunca me senti “só mais um”. Sempre me senti o Hugo e isso faz toda a diferença. Outro elemento que destaco é a liberdade que temos para errar. Sem nunca descurar a exigência, claro. É esta liberdade que nos permite criar projetos e iniciativas novas, que nos permite ser criativos nas soluções que apresentamos.

 

Mais tarde, já enquanto investigador no INESC, ingressa no Mestrado em Business Economics na Católica Porto Business School. O que motivou esta escolha?

Quis adicionar competências na área da economia, gestão de negócios e empreendedorismo ao meu currículo. Interessou-me muito o foco específico do mestrado no negócio internacional e na internacionalização das empresas. Acabei por me focar, através da minha tese, no conceito de hélice tripla - universidade, indústria, sociedade – com o objetivo de perceber de que forma é que os financiamentos e o acesso ao capital podem impactar a competitividade das regiões onde estão inseridas as empresas e as universidades.

 

O mestrado acabou por dar uma nova orientação ao seu caminho profissional?

Através do mestrado fiquei, profundamente, interessado pela área. Acabou por ser determinante e por alargar as minhas perspetivas profissionais. Comecei a entender em maior detalhe as inerências da Inovação e foi a partir desta fase que procurei a transição do mundo académico e de investigação para a consultoria de Inovação. O meu trabalho consistia em apoiar e acelerar o acesso a financiamento de entidades que tivessem pressupostos de Inovação com bastante impacto, não só que beneficiassem a própria entidade, mas que tivessem um propósito, uma missão e valores. Acabou por ser uma mudança muito natural, mas não radical, isto porque a área da engenharia biomédica é altamente multidisciplinar e isso dá uma bagagem técnica inicial muito forte e transversal que me permite olhar tanto para problemas na área da nanotecnologia, como para problemas da área da inteligência artificial e outras. Ao juntar a isto as competências na área da Gestão e da Economia, o meu objetivo foi perceber como é que desta base tecnológica podem nascer spin offs e outros negócios que tenham viabilidade tecnológica e financeira. Olho para a atividade profissional que assumo hoje como uma evolução daquilo que foi a minha base, a bioengenharia e uma atividade ligada à académica e investigação, e das experiências que fui acumulando.

 

“Ao longo da minha vida tenho procurado, essencialmente, fazer coisas com significado.”

 

Trabalha, atualmente, na KPMG. Que função assume?

Ingressei muito recentemente na KPMG como manager da equipa de incentivos europeus. Estou inserido numa equipa dedicada e especializada na atração de capital e financiamento para a Inovação ao nível europeu. No meu trabalho, procuro apoiar o tecido académico e empresarial a serem competitivos em programas de financiamento para a inovação de base científica e tecnológica. Estes programas focam diferentes desafios societários da comissão europeia que estimulam e chamam a atenção da sociedade para a sua resolução. O financiamento europeu acaba por ser um veículo e uma estratégia para que o nosso tecido empresarial e académico possa ser competitivo num ecossistema cada vez mais global. O meu papel é, em conjunto com estas entidades, desenhar a melhor estratégia para que possam ser capazes de competir ao nível nacional e internacional. São essas empresas e institutos de investigação que fazem de Portugal um país bandeira. Todos queremos que Portugal seja diferenciador e competitivo.

 

O que é que o move?

Ao longo da minha vida tenho procurado, essencialmente, fazer coisas com significado. É isto que me move.

 

Planos para o futuro?

Será qualquer coisa que me permita continuar a ter um impacto positivo na sociedade. Os meus planos para o futuro passam por, no fundo, continuar a construir este meu caminho e alavancá-lo de forma sustentável.

 

O que gosta de fazer nos tempos livres?

Aproveito os meus tempos livres para manter um corpo são e uma mente sã. Dedico-me à atividade desportiva, pratico crossfit, e à melhoria contínua de saúde. Também gosto muito de ler.

 

Com as férias grandes a chegar: que livro devemos levar connosco para a praia? 

Can’t hurt me, de David Goggins. É um livro sobre a história pessoal do autor que é um ex-elemento do Exército Americano, que já completou inúmeros desafios desportivos, que é conhecido pelo seu mindset muito pessoal. Por pura determinação e um compromisso inabalável com a autodisciplina, Goggins transformou-se física e mentalmente. O livro é fascinante precisamente por esse poder: elucida-nos sobre o poder da mente quando temos um objetivo e queremos concretizá-lo. É altamente motivador. 

 

13-07-2023

Pela floresta nativa: voluntários da CAtólica SOlidária contribuem para o projeto FUTURO

Estudantes da Universidade Católica Portuguesa no Porto, que integram a CAtólica SOlidária (CASO), foram voluntários no projeto FUTURO, que promove a floresta nativa e a participação ativa do cidadão e que é coliderado pela Católica no Porto e pela Área Metropolitana do Porto (AMP).

Contribuindo para a biodiversidade regional, os estudantes totalizaram 86 horas de serviço, ao longo do ano letivo de 2022/23. Os voluntários da CASO, que integram a área de voluntariado Ser + Ambiente, provenientes de cursos diferentes (Gestão, Direito e Enfermagem), dedicaram os seus tempos livres à promoção da biodiversidade florestal da nossa região, integrando o grupo de voluntários do Viveiro de Árvores e Arbustos Autóctones do FUTURO.

O FUTURO espera “continuar a contar com a adesão, entrega e motivação da comunidade da CASO para a missão do projeto”.

Os voluntários realizaram diversas tarefas práticas, como transplantes, envasamentos e monda de infestantes e conheceram, de perto, espécies características dos bosques nativos, como o medronheiro e o lódão. O grupo, também, participou nos trabalhos do viveiro do Centro de Recuperação Paisagística do Vale do Leça, onde cuidaram de árvores nativas jovens. Durante as ações, passaram momentos agradáveis, enriquecedores e puderam conhecer e partilhar histórias com outros voluntários do FUTURO.

O FUTURO é um projeto de âmbito regional do CRE.Porto. Desde 2011, já plantou mais de 136.000 árvores e arbustos autóctones nos municípios parceiros e assegurou diretamente 22.057 participações de voluntários. O papel do voluntário espelha-se como a base do projeto, pois, sem o envolvimento do cidadão, a transformação do território não seria possível.

 

FUTURO

O projeto FUTURO é um esforço planeado e coordenado de várias organizações e cidadãos com o objetivo de criar e manter florestas urbanas nativas nesta região, que precisa de enriquecer a sua biodiversidade, sequestrar carbono, melhorar a qualidade do ar, proteger os seus solos e contribuir para uma melhor qualidade de vida das pessoas. Por isso resume-se numa palavra – FUTURO. Porque não existe futuro sem árvores.
No âmbito do FUTURO são plantadas espécies arbóreas e arbustivas autóctones da flora portuguesa, que em conjunto com ações concertadas, promovem o restauro ecológico das áreas florestais da AMP.

O que fazemos [equipa técnica CRE.Porto/ UCP com os parceiros]

  • Produzimos árvores e arbustos autóctones em viveiro certificado
  • Planeamos com os parceiros municipais
  • Apoiamos a preparação de áreas (recursos materiais e financeiros)
  • Envolvemos os cidadãos (mobilizamos e gerimos a bolsa de voluntariado)
  • Plantamos
  • Apoiamos a gestão
  • Monitorizamos áreas de intervenção
  • Formamos técnicos, operacionais e o público em geral
  • Alimentamos a rede de parceiros CRE.Porto
12-07-2023

Católica recebe Papa Francisco para Encontro com Jovens Universitários

A Universidade Católica Portuguesa recebe a visita do Papa Francisco no dia 3 de agosto, às 9h, no Encontro com Jovens Universitários.

Neste Encontro, o Santo Padre vai ouvir os testemunhos de estudantes refugiados, acolhidos pela Universidade Católica, e de alunos envolvidos na aplicação da encíclica Laudato si’, no “Pacto Educativo Global” e na iniciativa “A Economia de Francisco”. Segue-se um discurso de Sua Santidade, uma oração e a bênção da primeira pedra do novo campus da Católica, (Campus Veritati) que ficará situado no lado norte da Sede da UCP, em Lisboa.

O Campus Veritati irá acolher as novas instalações da Católica Lisbon School of Business & Economics (CLSBE) e várias infraestruturas altamente tecnológicas, incluindo o Centro de Inovação – E-Lab, o Centro de Conferências Multifuncional e um auditório com capacidade para 800 pessoas e as novas instalações da Reitoria.

Com início da construção ainda em 2023, o novo campus, da autoria do arquiteto Carrilho da Graça, vai permitir à CLSBE triplicar a sua capacidade física atual e a requalificação das infraestruturas de todas as Unidades Académicas.

Este encontro do Papa com jovens universitários, na Universidade Católica Portuguesa, vai contar ainda com a participação do Coro da UCP e com a presença de mais de 7 mil pessoas, grande parte estudantes, mas também personalidades, nacionais e internacionais, do mundo académico, artístico, da sociedade civil e da igreja católica, num evento com rigorosas medidas de segurança.

 

Informação sobre inscrições para participação neste evento a anunciar brevemente.

12-07-2023

Alumni Fest: o encontro entre os antigos alunos da Católica no Porto

A comunidade alumni da Universidade Católica Portuguesa no Porto reuniu-se no Alumni Fest para um momento de reencontro e de regresso à Universidade. O evento, que decorreu a 8 de julho, reuniu mais de 300 antigos alunos das sete faculdades. Foi um momento único de encontro entre todos os que veem na Universidade Católica Portuguesa a sua Alma Mater.

O Alumni Fest permitiu rever colegas e professores e reforçou as relações da comunidade alumni com a universidade. Para Isabel Braga da Cruz, presidente da Universidade Católica Portuguesa no Porto, “A Universidade reconhece o papel fundamental que os Alumni têm no seu desenvolvimento, na formação das novas gerações, na partilha e construção de conhecimento”.

O Alumni Fest foi uma iniciativa conjunta da Universidade com as várias Associações Alumni (Biotecnologia, Direito e FEP) e com as diferentes comunidades de alumni (Católica Porto Business School, Instituto de Ciências da Saúde Porto, Escola das Artes e Faculdade de Teologia no Porto).

 

Veja aqui as fotografias do evento

11-07-2023

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