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Novidades

Universidade Católica no Porto marca presença na 13ª edição da Qualifica

A Universidade Católica Portuguesa no Porto marcou presença na 13.ª edição da Qualifica, Feira de Educação, Formação, Juventude e Emprego, a maior do setor da zona Norte de Portugal, que contou com cerca de 40 mil visitantes.

De 1 a 4 de março, na Exponor, a Católica no Porto deixou a sua marca de excelência no Ensino, sob o mote “Shaping the Future”. No stand da Universidade estavam representadas as 6 faculdades – Escola das Artes, Faculdade de Direito – Escola do Porto, Católica Porto Business School, Escola Superior de Biotecnologia, Faculdade de Educação e Psicologia e Instituto de Ciências da Saúde – Porto, bem como a Faculdade de Medicina e os centros regionais de Lisboa, Braga e Viseu da UCP.

Os participantes da feira tiveram a oportunidade de contactar diretamente com cada uma das faculdades, podendo esclarecer todas as questões e dúvidas acerca da vasta oferta formativa. Estudantes do ensino secundário, encarregados de educação e psicólogos escolares: foram muitos os rostos que passaram pelo stand da Universidade e que tiverem a oportunidade de conhecer a marca de proximidade e de missão que caracteriza a Católica no Porto.

No primeiro dia, a feira contou com a visita da comitiva do Secretário de Estado da Educação, António Leite, e com a presença de Isabel Braga da Cruz, presidente da Católica no Porto. 

Motivada em dar a conhecer e em consolidar o seu projeto educativo, a Universidade Católica no Porto destaca a extrema importância da sua presença neste tipo de eventos e a importância de se privilegiar sempre um contacto de proximidade e disponibilidade.

09-03-2023

Estudantes da Universidade Católica no Porto vencem concurso “A União Europeia na minha vida”

Tomás Carvalho Guerra, estudante da Faculdade de Direito - Escola do Porto, e Maria Inês Geraldo Faria, estudante da Faculdade de Educação e Psicologia, são os vencedores do prémio “A União Europeia na minha vida”, no concurso do Centro de Documentação Europeia da Universidade Católica no Porto (CDE – UCP – Porto).

Tendo como propósito primordial premiar ensaios/trabalhos originais sobre a União Europeia, promovendo o estudo e a reflexão crítica do que é a União Europeia, as suas políticas, as suas atividades, os seus povos e as suas culturas, as suas memórias e as suas raízes, o concurso "A União Europeia na minha vida", destinado a estudantes universitários, provém da iniciativa conjunta dos Centros de Documentação Europeia (CDE) em Portugal com o apoio da Representação da Comissão Europeia em Portugal. O prémio consiste numa visita às instituições europeias em Bruxelas, a realizar em abril de 2023, na qual participarão todos os estudantes vencedores de outros Centros de Documentação Europeia em Portugal.

Tomás Carvalho Guerra concorreu com um trabalho relativo às teses de Ferdinand Tönnies, onde tentou explicar se estas se mantinham conexionadas ao status quo. Já a Maria Inês Faria desenvolveu um ensaio com o foco na importância da saúde mental, designadamente na sua prevenção.

Tomás Carvalho Guerra afirma que esta distinção representa uma “manifestação da minha paixão pela área do Direito da União Europeia”. “Este prémio fez nascer em mim uma maior segurança sobre a intenção de prosseguir o mestrado nesta área”, acrescenta.

Para Maria Inês Faria “este prémio é uma grande conquista. Inicio o meu trabalho precisamente com uma reflexão acerca daquilo que é o sonho, salientando que sonhando com algo e trabalhando para tal, todos nós temos um potencial imenso dentro de nós.”

O CDE da Universidade Católica - Porto irá entregar o prémio aos vencedores, bem como uma Menção Honrosa que os membros do júri decidiram, por unanimidade, atribuir a um dos trabalhos. A Biblioteca do Paraíso e o seu CDE agradecem e destacam o interesse e o desempenho dos estudantes da Católica no Porto neste concurso.

09-03-2023

Licenciaturas: Faculdades da Católica no Porto promovem Open Days

As faculdades da Universidade Católica no Porto estão a promover sessões para falar sobre as suas licenciaturas, os chamados Open Days. Destinados a alunos do ensino secundário que terão, em breve, de escolher o seu futuro universitário, estes são eventos onde os estudantes são desafiados a participar e a colocar todas as suas dúvidas para que sejam esclarecidas.

Porquê escolher a Universidade Católica para estudar? Qual o plano de estudos? Quem são os docentes? Quais as saídas profissionais? Quais os níveis de empregabilidade?

Quando começam as candidaturas? Serão dadas respostas a estas e a outras perguntas. Os Open Days são oportunidades únicas que proporcionam aos estudantes do ensino secundário um contacto mais próximo com a realidade de cada licenciatura, através de testemunhos de professores, estudantes e antigos alunos. Há sessões em regime presencial, outras em regime online e outras até em modelo híbrido. As sessões são de participação livre, mas requerem inscrição.

Consulte a agenda dos Open Days e participe:

Escola de Enfermagem, do Instituto de Ciências da Saúde - Enfermagem
29 DE MARÇO | 15H00 | ONLINE
5 DE JUNHO | 15H00 | ONLINE
29 DE JUNHO | 15H00 | ONLINE

Escola Superior de Biotecnologia - BioengenhariaCiências da NutriçãoMicrobiologia
1 DE JUNHO | 18H30 ÀS 20H00 | PRESENCIAL

Católica Porto Business School – EconomiaGestão e Dupla Licenciatura em Direito e em Gestão
10 DE MAIO | 16H00 | HÍBRIDO
7 DE JUNHO | 18H30 | PRESENCIAL

Escola do Porto da Faculdade de Direito  - Direito e Dupla Licenciatura em Direito e em Gestão
15 DE ABRIL | 10H00 | PRESENCIAL
19 DE MAIO | 14H00 | ONLINE

Faculdade de Educação e Psicologia - Psicologia
24 MAIO | 17H30 | PRESENCIAL

Escola das Artes - CinemaConservação e RestauroSom e Imagem
19 DE ABRIL | 14H30 ÀS 18H00 | PRESENCIAL
7 DE JUNHO | 14H30 ÀS 18H00 | PRESENCIAL

Estão abertas as inscrições para os Open Days da Universidade Católica no Porto.

A Universidade Católica Portuguesa foi reconhecida, pelo 4.º ano consecutivo, como a melhor universidade portuguesa pela Times Higher Education, no THE World University Rankings 2023.

09-03-2023

Nova tecnologia com compostos vegetais para a área têxtil nasce em laboratório

Sabia que um dos extratos com maior atividade antimicrobiana provém de um subproduto da bolota? Destacam-se ainda outros extratos de plantas como a esteva, equinácea, flor de castanheiro e eucalipto. Qual a importância? Neutralizar bactérias e vírus, como o SARS-Cov2.Em linha com a economia circular e com a importância de diminuir o consumo de combustíveis fósseis, o consórcio PLANTCOVID criou uma tecnologia limpa, que utiliza compostos vegetais que decorrem da agricultura, e que permite conferir aos tecidos uma maior longevidade, diminuindo a necessidade de lavagens e eliminando maus odores produzidos pelos microorganismos que vivem “naturalmente” neste tipo de substratos.

Miguel Marques Pinto, Chief Science Officer da Next Generation Chemistry, explica “o objetivo do consórcio foi o de investigar, desenvolver, testar em ambiente laboratorial e produzir em escala piloto um (ou mais) compostos de origem vegetal com capacidade de inativar o vírus SARS-Cov2, e uma coleção de bactérias e fungos nocivos para a saúde humana”. Neste sentido, “foram identificadas e testadas mais de 15 espécies vegetais cultivadas em Portugal.” Após a otimização dos processos de extração de cada planta, os extratos foram caraterizados quanto à sua ação antimicrobiana. “Foram identificados vários extratos com elevada atividade antibacteriana, antifúngica e antiviral contra o vírus SARS-Cov2,” explica Miguel Marques Pinto. A equipa concluiu que um dos extratos com maior atividade antimicrobiana é proveniente de um subproduto da agricultura local, a bolota. “Destacam-se ainda outros extratos de plantas como a esteva, equinácea, flor de castanheiro e eucalipto,” acrescenta.

O PLANTCOVID teve sempre uma preocupação com a sustentabilidade e a circularidade das matérias-primas utilizadas e dos processos de obtenção dos novos extratos e protótipos comerciais,” refere Manuela Pintado, diretora do Centro de Biotecnologia e Química Fina da Universidade Católica Portuguesa.

Miguel Marques Pinto refere que “o produto não apresenta toxicidade para a saúde humana e tem uma performance similar aos compostos, originários em síntese petroquímica, que estão atualmente no mercado e que pretendemos substituir.” “Foram realizados testes de permanência do composto no tecido - simulação de lavagens domésticas - e o composto é resistente às lavagens. As aplicações mais óbvias são em têxtil lar - lençóis e toalhas de banho,” conclui.

O consórcio PLANTCOVID é constituído pela empresa Next Generation Chemistry (Porto), pela Escola Superior de Biotecnologia da Universidade Católica Portuguesa (Porto), pelo Instituto Politécnico de Bragança e pelo Instituto de Medicina Molecular João Lobo Antunes.

09-03-2023

Dois filmes da Escola das Artes distinguidos pelos Prémios Sophia Estudante 2023

“Enquanto houver ovelhas”, de João Mendes Pinto, venceu o 1º Prémio na categoria “Melhor Documentário”, e “Panem Aurorae”, de Inês Catita, venceu o 2º prémio na mesma categoria. Para o co-coordenador da Licenciatura em Cinema da Escola das Artes, Pedro Alves, “estes prémios revelam o forte investimento da Escola das Artes no ensino de cinema a partir de um modelo pedagógico inovador, assente num forte contacto com artistas e realizadores convidados. A Licenciatura em Cinema entrou agora no seu terceiro ano, pelo que estamos muito expectantes pelos filmes dos primeiros finalistas.

João Mendes Pinto, que venceu o 1º Prémio na categoria “Melhor Documentário”, estava numa zona vinhateira com a sua equipa quando recebeu a notícia. O mais importante para ele foi “valorizar quem trata das nossas ovelhas e acima de tudo quem vive para elas.” Durante o processo de rodagem teve a oportunidade de “acompanhar um casal que vive da arte pastorícia durante algum tempo e falar com várias outras pessoas de Seia” e perceber "que todas elas olham para a sua área com um olhar de progressiva e óbvia extinção.” Por isso mesmo, acredita que este filme “é também de Seia, deste casal e da arte pastorícia que a nossa cultura vive.

Para Inês Catita, que venceu o 2º Prémio da mesma categoria, "receber este prémio foi, sem dúvida, uma surpresa e um orgulho para a equipa, para todos nós, que trabalhámos no projeto. Considero ter sido um começo para mim e para os meus colegas, que nunca esqueceremos.” A realizadora deixa ainda um agradecimento aos professores Carlos Lobo e Salomé Lamas, pelo acompanhamento artístico do projeto, ao professor Jaime Neves pelo apoio na promoção do filme, à Academia Portuguesa de Cinema pelo reconhecimento e à Padaria Irmãos Moreira em Valongo, que deu um apoio à produção do filme.

Mais de 200 pessoas participaram na cerimónia de entrega da 9ª Edição dos Prémios Sophia Estudante 2023 da Academia Portuguesa de Cinema, que este ano se realizou em Albufeira, e que premiou nas categorias de Animação, Documentário, Ficção, Experimental, Cartaz e Mestrado/Doutoramento.

 

 

08-03-2023

Lourenço Rezende: “A dúvida é o motor que faz avançar.”

Lourenço Rezende é natural do Porto e tem 27 anos. Licenciado e mestre pela Escola Superior de Biotecnologia, frequenta, atualmente, o doutoramento em Biotecnologia na mesma instituição. É no laboratório que se sente bem e dedica-se à investigação nas áreas da proteção do consumidor e do combate ao desperdício alimentar. História e Política são também algumas das suas áreas de interesse. Curioso e insatisfeito por natureza, procura respostas e desafios. Enquanto investigador, pretende “colocar o mundo cada vez mais próximo da verdade.”

 

Com 18 anos, escolheu estudar Microbiologia, na Escola Superior de Biotecnologia. O que é que motivou esta sua escolha?

Conheci a licenciatura em Microbiologia, porque houve uma professora da minha escola secundária que nos levou em visita à Escola Superior de Biotecnologia. Foi aí que tomei conhecimento desta licenciatura e que percebi que era isto que eu queria estudar. O gosto pelas ciências já existia desde criança. Sempre tive uma tendência natural para o mundo das ciências.

 

“Na Escola Superior de Biotecnologia, a Ciência flui, funciona e cresce.”

 

Em criança, o que é que o mais interessava?

O BBC Vida Selvagem teve uma importância grande para mim. Ainda hoje adorava ter a minha vida narrada pelo Eduardo Rego (risos). Desde miúdo que fui cultivando o gosto pelo mundo animal e pela natureza. Faz parte de mim, desde que me lembro.

 

O que é que o marcou mais durante a Licenciatura?

Marcaram-me muito as disciplinas que contribuem para uma formação integral e ética. A Universidade Católica preocupa-se em formar cientistas que, acima de tudo, são pessoas. Nós não somos robots e daí a importância de disciplinas como Humanismo e Cultura Cristã e Ética, por exemplo. A formação que a Católica me proporcionou e esta sua preocupação em formar antes de bons profissionais boas pessoas marcou-me muito.

 

“Apesar de haver muita gente que passa fome, há, também, um imenso desperdício alimentar. Estamos perante um contrassenso gigante.”

 

Durante a licenciatura com que profissão sonhava?

Quando entrei na licenciatura em Microbiologia não fazia ideia daquilo que queria fazer. Só sabia que queria continuar a estudar coisas de que gostasse e a verdade é que, dez anos depois, continuo sem saber aquilo que quero fazer quando for grande (risos).

 

Dez anos depois continua pela Escola Superior de Biotecnologia. Desta vez como estudante de doutoramento.

Sim, depois da licenciatura em Microbiologia e do Mestrado em Biotecnologia e Inovação, ingressei no Doutoramento. A ESB é muito forte na área alimentar e, por isso, fui sendo naturalmente desafiado para esta área e comecei a especializar-me na área da proteção do consumidor e do combate ao desperdício alimentar. No doutoramento, concretamente, estou a estudar as hortas urbanas. Temos assistido a um aumento de pessoas que começam a reclamar, de certa forma, para si alguma parte da produção alimentar, em vez de estarem completamente dependentes das superfícies comerciais. Estou a estudar a qualidade dos alimentos que crescem em ambientes urbanos. Pretendo compreender se são seguros para consumo ou não.

 

Qual é para si a pertinência do estudo destas temáticas relacionadas com o desperdício alimentar e com a qualidade dos alimentos?

Vivemos num contexto a nível global de crescimento populacional e daí surgem muitos problemas como o aumento de fome. Apesar de haver muita gente que passa fome, há, também, um imenso desperdício alimentar. Estamos perante um contrassenso gigante. Por exemplo, os nossos oceanos têm uma taxa de sobrepesca que ronda os 60%. Ainda assim, 30% do que é pescado é desperdiçado.

 

“Aquilo que me move a investigar é a dúvida constante que tenho do meu próprio trabalho.”

 

O seu trabalho exige muitas horas em laboratório, mas nem sempre teve como objetivo a prática laboratorial...

Pois não, mas foi por causa da minha tese de mestrado que mudei completamente a perceção que tinha. A minha tese de mestrado resultou de uma experiência laboratorial de 6 meses na faculdade. Se ingressei no Mestrado em Biotecnologia e Inovação com a expectativa de entrar no mundo empresarial, foi com o desenvolvimento da tese que percebi que gosto mesmo do ambiente de laboratório.

 

O que é que mais gosta?

A equipa é muito boa, é do melhor que há. Para além disso, os professores, que nos conhecem a todos pelo nome, são sempre muito disponíveis. Aqui na Escola Superior de Biotecnologia, a Ciência flui, funciona e cresce.
 

 

“É possível combinar Ciência e Religião e não tem que haver medo em fazê-lo.”

 

Qual é o motor da investigação?

Aquilo que me move a investigar é a curiosidade e a vontade de saber mais e melhor. Enquanto investigador, é o motor que me faz avançar, procurar e investigar mais. Duvido sempre dos meus próprios resultados e só me sinto satisfeito quando reconheço que todas as variáveis são tomadas em consideração e posso confortavelmente e honestamente afirmar uma conclusão. Às vezes os resultados estão lá e aquilo que mais queremos é tirar uma conclusão imediata. Muitas vezes movidos pela ânsia de publicar e de mostrar resultados. O importante é termos o foco naquilo que realmente nos leva a investigar. Nós não somos investigadores para nos enriquecermos a nós mesmos, mas sim para colocarmos o mundo cada vez mais próximo da verdade. É a dúvida constante que move e que nos leva ao conhecimento.

 

Investigador e católico. Porque é que ainda há quem ache que a Ciência e a Religião não podem conviver?

As pessoas cometem o erro de achar que a Ciência e a Religião procuram a mesma coisa. A Ciência é uma coisa natural ao homem, uma forma de explicar o mundo a partir da nossa perceção limitada dele. Mas isto não quer dizer que não haja um mundo que caia fora das nossas perceções. No meu caso concreto da Microbiologia, às vezes, dou por mim a achar o microcosmos quase mágico. É de uma beleza imensa ver como os microrganismos funcionam. São milhões de espécies e cada uma com as suas próprias características e todas funcionam num determinado equilíbrio e o mundo mantém-se por causa deles. Há um equilíbrio perfeito! Também Albert Einstein dizia “The more I study science, the more I believe in God. É possível combinar os dois mundos e não tem que haver medo em fazê-lo.

 

Que outras áreas é que lhe interessam e que ocupam os seus tempos livres?

Gosto muito de História e desengane-se quem acha que a História não é útil à Microbiologia e principalmente à área Alimentar. A gastronomia de um povo é algo que lhe é querido e familiar, qualquer inovação nesta área exige o respeito pela tradição e o conhecimento dos fatores que levaram à criação desses hábitos. Não procuramos a total rutura com o antigo, nem a estagnação, queremos sim inovar de forma consciente e passar a tocha às futuras gerações. Assim, é-me muito útil e importante conhecer a História da Alimentação, só assim consigo definir melhor o futuro dela. Para além disso, gosto muito de Política e sou muito agarrado às minhas convicções.

 

O que é que o anima?

É bom ver um artigo meu publicado, seria bom ver um produto que ajudei a desenvolver no mercado. Mas é muito melhor ajudar os meus colegas no meu dia-a-dia, garantir que há menos famílias a passar fome ou até contribuir para que haja menos pessoas a ficarem doentes por infeções alimentares. São também as virtudes cristãs que me movem verdadeiramente e que animam a minha vida.

 

02-03-2023

Universidade Católica promove 5ª edição do Open Day Nacional: Católica, Talento para o Futuro

A 8 de março, em formato online, a Universidade Católica Portuguesa (UCP) vai realizar a 5ª edição do Open Day Nacional: “Católica, Talento para o Futuro. Uma mostra das licenciaturas das 17 faculdades a nível nacional – Braga, Lisboa, Porto e Viseu -, onde o jornalista e antigo aluno João Póvoa Marinheiro será o anfitrião.

Dividido em dois espaços distintos – stands virtuais e sessão -, este vai ser um dia especial onde estudantes do secundário, familiares, docentes e amigos podem aceder a informação sobre os cursos e colocar questões que vão ser respondidas em tempo real.

Às 16h30, vários convidados – alunos, antigos alunos, docentes e empregadores - vão partilhar o seu testemunho, com intervenção da Reitora da Universidade Católica, Isabel Capeloa Gil, e moderação do jornalista e antigo aluno da UCP, João Póvoa Marinheiro. Está confirmada a presença de Francisco Pedro Balsemão, CEO do Grupo Impresa; Ana Salomé Martins, do Grupo Symington; Mónica Dias, vice-diretora do Instituto de Estudos Políticos; Maria Oliveira, da Henkel; Francisca Magano, Diretora de Políticas de Infância e Juventude da UNICEF Portugal; António Pedro Barreiro, estudante da Faculdade de Teologia; Miguel Sanches Vicente, estudante da Católica Porto Business School e da Escola do Porto da Faculdade de Direito; Maria Miguel, estudante da Escola das Artes; Rita Isabel Ventura, estudante da Escola Superior de Biotecnologia; Sofia Monteiro, estudante da Faculdade de Direito – Escola de Lisboa; Patrícia Pontífice de Sousa, docente auxiliar da Escola de Enfermagem do Instituto de Ciências da Saúde (Lisboa); Carla Coutinho, estudante da Faculdade de Filosofia e Ciências Sociais; Gonçalo Carvalho, estudante da Faculdade de Medicina Dentária; e Leonor Sérgio, estudante da Faculdade de Medicina.

Quais as principais dúvidas no momento de escolher um curso e como ultrapassá-las? Como é ser estudante na Católica? Que competências procuram os empregadores e como veem o futuro das suas áreas profissionais? O evento pretende dar resposta a estas e outras perguntas, num programa pensado ao pormenor para ajudar os estudantes do secundário na escolha do melhor caminho a envergar no seu percurso universitário.

Neste Open Day Nacional, os Stands Virtuais de cada faculdade podem ser visitados e através deles os alunos poderão colocar as suas questões via chat e consultar determinados recursos como brochuras e vídeos.

A participação no evento é gratuita, mas a inscrição é obrigatória.

Mais informações.

02-03-2023

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