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"Legumes: past, present and future"

10-02-2023

Sofia Pais distinguida pela WomenAt (W@)

English version here

Sofia Pais, Professora da Escola do Porto da Faculdade de Direito da UCP e Diretora do Centro de Estudos e Investigação em Direito, foi distinguida com o prémio Five Guide Star Women Competition Professionals pela organização internacional WomenAt (W@).

A 5th W@Competition Conference aconteceu em Bruxelas, no dia 2 de fevereiro, onde foram anunciados os vencedores do Prémio 5 Star Competition Professionals - Península Ibérica.

Sofia Pais recebeu o prémio na categoria "Academia - Guiding Stars". Este prémio celebra mulheres que se distinguem pelas suas notáveis capacidades profissionais na área de Antitrust de diferentes níveis de experiência - sejam elas profissionais que inspiraram os restantes especialistas da área, ou cujo trabalho e/ou conjunto de competências se distinguem.

Para a Professora “é uma honra receber esta distinção de "Guiding Star", na categoria de Academia na Península Ibérica, e é um prazer ser capaz de contribuir para o crescimento de uma verdadeira cultura da concorrência”.

O mesmo prémio, na categoria "Enforcement & Judiciary" foi atribuído a Margarida Matos Rosa - Presidente da Autoridade da Concorrência, e a Cani Fernández - Comisión Nacional de los Mercados y la Competencia (Espanha).

 

 

 


 

Sofia Pais awarded by WomenAt (W@)

Sofia Pais, Professor in Católica Porto Law School, was awarded with the Five Guide Star Women Competition Professionals distinction by the international organisation WomenAt (W@).

The 5th W@Competition Conference was held in Brussels on the 2nd of February and hosted the announcement of the 5 Star Competition Professionals Awards in Iberia.

Sofia Pais, Professor and Director of the Research Centre for the Future of Law, received the prize in the “guiding stars” group that aims to distinguish women professionals that are “trailblazers who have reached lead roles or have otherwise inspired with their professional expertise beyond the last five years, and who will typically count some 20 years’ experience in the competition field”, explains the organization.

In the words of Sofia Pais, “receiving the distinction of ‘Guiding Star’ in the category of Academia in Iberia, is a tremendous honour and it is a pleasure to be able to contribute for the growth of a real Antitrust culture”.

The same award, in the Enforcement & Judiciary category, was awarded to leading figures like the President of the Portuguese Competition Authority, Margarida Matos Rosa, and the President of the Spanish National Commission for Markets and Competition, Cani Fernández.

09-02-2023

The shelf life of food

09-02-2023

Miguel Quinta: “Preservar exige um alto rigor e muita paixão.”

Miguel Quinta tem 21 anos, é natural de Vila Nova de Gaia e é estudante do terceiro ano da Licenciatura em Arte - Conservação e Restauro da Escola das Artes, da Universidade Católica no Porto. É na arte e no mundo natural que se concretiza. O seu desejo? Ser conservador-restaurador de coleções de História Natural. Mas e até lá? Até lá, é o conservador-restaurador da sua coleção de conchas que já reúne mais de duzentas diferentes. Interessado e sempre curioso, Miguel Quinta destaca o ambiente, a proximidade e a grande exigência como os pontos fortes da Universidade Católica. “Levamos daqui uma grande bagagem de conhecimento”, confessa.

 

Quando é que a sua vida se cruza com a Arte?

A minha avó pintava e talvez tenha servido de inspiração. Desde novo que também comecei a pintar e a desenhar. Roubava todas as folhas da impressora (risos), desenhava e pendurava tudo nas paredes.

 

“O curso excedeu todas as minhas expectativas.”

 

Para além disso, também, desenvolveu, desde novo, um gosto pelo mundo Natural …

O mundo Natural sempre me cativou. Em pequeno, os meus pais levavam-me todos os domingos ao Parque Biológico de Gaia. Acho que isso acabou por despertar esta paixão. Nos meus tempos livres, acabei sempre por me dedicar à leitura sobre estes temas: animais, botânica, mineralogia, conquiliologia, alterações climáticas, etc.

 

Quando é que surge a ideia de ingressar no curso de Conservação e Restauro?

Confesso que não tinha muito a ideia de querer ingressar no Ensino Superior, mas há uma determinada altura em que começo a explorar cursos e dou de caras com a licenciatura em Conservação e Restauro. A partir desse momento, comecei a perceber que era neste curso que me revia e que conseguia integrar todas as minhas paixões. Desde logo, o interesse que sempre tive por preservar e guardar coisas. Lembro-me que em criança apanhava bolotas, folhas e outras coisas e guardava dentro de frascos. Já sonhava com o meu próprio museu (risos).  

 

Frequenta, atualmente, o 3º ano da licenciatura. Como tem sido o caminho até aqui?

O curso excedeu todas as minhas expectativas. Tem sido uma descoberta incrível. É uma área que me fascina imenso, essencialmente porque interliga um grande número de diferentes áreas. Nós trabalhamos com Arte, História, Química, Deontologia entre outras. Que outra profissão é que tem este privilégio?

 

“O papel de um conservador-restaurador é preservar a identidade de um povo.”

 

Enquanto estudante da Universidade Católica, que pontos têm sido mais marcantes?

O ambiente é excelente. Há uma relação muito boa entre os professores e os estudantes e o ensino distingue-se por um equilíbrio muito positivo entre a teoria e a prática. Para além disso, há várias atividades que decorrem fora do contexto de aula e que nos desafiam a sair da nossa zona de conforto. São sempre mais oportunidades de desenvolvimento e eu tento agarrá-las, como é exemplo a campanha de inverno que está agora a decorrer. Outro aspeto que destaco é o elevado rigor científico e a grande exigência. Tenho a certeza de que estes aspetos que caracterizam a Católica nos ajudam a criar uma bagagem grande de conhecimento.

 

Considera que a profissão de conservador-restaurador é valorizada em Portugal?

A profissão tem sido mais valorizada, mas tem de ser ainda mais. É um caminho que se está a percorrer… Acho que as pessoas não têm a consciência da importância do trabalho que desenvolvemos.

 

“Não tenho dúvidas de que quero ser conservador-restaurador de Coleções de História Natural.”

 

Qual é a importância da profissão?

O património faz parte da história de um povo. Quando esquecemos o nosso património estamos a esquecer a nossa identidade. O papel de um conservador-restaurador é preservar essa mesma identidade.

 

Quais são os planos quando terminar a licenciatura?

No próximo ano, irei integrar o Mestrado em Conservação e Restauro. Quero continuar a aprender aqui na Católica e quero adquirir ainda mais ferramentas. Quero continuar a investir na área da História Natural e, por isso, vou orientar o meu mestrado para esse fim. Não tenho dúvidas de que quero ser conservador-restaurador de Coleções de História Natural. É a área pela qual sou apaixonado e está, cada vez mais, em crescimento e com necessidade de profissionais especializados. Em Portugal, há muito poucas pessoas especializadas nesta área. Porto, Coimbra e Lisboa são grandes polos de História Natural, têm coleções fantásticas que poucos têm conhecimento da sua existência e consequente riqueza. São precisos profissionais que saibam cuidar delas e conservá-las. Quando falamos de coleções de História Natural falamos de materiais biológicos que servem de investigação para vários cientistas em determinados momentos e, por isso, é uma área que tem muitas especificidades. Preservar exige um alto rigor e muita paixão.

 

Atualmente, também se dedica ao colecionismo. A sua coleção de conchas já integra cerca de 200 espécies diferentes.

É verdade, é fascinante. Tenho-me deparado com espécies fantásticas. O meu objetivo é conseguir reunir o máximo número possível de conchas diferentes e depois criar algo educativo que me permita mostrar a coleção ao mundo através, quem sabe, do meu próprio museu.

 

Que exemplos de espécies é que gostaria de ter para breve na sua coleção?

Neste momento, ando atrás das espécies Charonia tritonis e Conus gloriamaris.

 

É o conservador – restaurador da sua coleção?

Sim, claro. Já aplico nas minhas conchas os métodos de conservação preventiva e quando as adquiro analiso sempre se precisam ou não de alguma intervenção. Para além das conchas, tenho, também, alguns minerais e fósseis, dos quais, também, vou cuidando sempre.  

 

Que museus de História Natural recomendaria?

Recomendo, não só os museus europeus mais conhecidos, que infelizmente ainda não tive o prazer de os conhecer a todos, à exceção do fantástico Museu Nacional de História Natural de Paris, como os mais pequenos e desconhecidos com coleções igualmente relevantes. É o caso do Museu de História Natural de Santiago de Compostela e mesmo a coleção de conchas existente no Museu Marítimo de Ílhavo. São os três imperdíveis.

 

09-02-2023

Primeiro-Ministro inaugura Semestre de Primavera da Faculdade de Direito

O Primeiro-Ministro, António Costa, estará na Escola do Porto da Faculdade de Direito da UCP para inaugurar o Semestre de Primavera, numa aula aberta a todos os estudantes, sob o tema “Novos desafios e constantes da Geopolítica Portuguesa”.

Manuel Fontaine, Diretor da Escola do Porto da Faculdade de Direito, reforça a importância de abordar e analisar um tema tão atual e relevante para o país.

“Os nossos alunos terão a oportunidade de iniciar o semestre com uma diferente visão e abordagem daquilo que é o contexto geopolítico português. Queremos que os nossos alunos sejam juristas atentos e capazes de compreender que todos os dias surgem novos desafios (nacionais e internacionais) que têm repercussões nas políticas internas de cada nação”, acrescenta.

A sessão Inaugural marca o início das aulas do segundo semestre e terá lugar no dia 14 de fevereiro, pelas 15h, no Auditório Ilídio Pinho (campus Foz).

A entrada é livre, mas requer inscrição prévia aqui.

 

 

09-02-2023

Católica associa-se ao apelo da Cáritas para socorro às vítimas do terramoto na Turquia e na Síria

A Universidade Católica Portuguesa junta-se à campanha da Cáritas para socorro das vítimas do terramoto na Turquia e na Síria, registado no dia 6 de fevereiro, e que já provocou mais de 11.200 mortes, deixando um rasto de destruição incalculável.

Associando-se à campanha da Cáritas para socorro às vítimas, a Universidade Católica apela à solidariedade da comunidade académica, que poderá ser feita através de um donativo para a conta abaixo:

IBAN: PT50.0033.0000.45260723025.05

As equipas da Cáritas nos dois países estão a trabalhar no terreno e neste momento a principal preocupação é garantir uma resposta rápida e em segurança para os sobreviventes e para os milhares de desalojados.

08-02-2023

“Pisar suavemente sobre a Terra”: o novo ciclo de conferências, exposições e performances da Escola das Artes

Entre 16 de fevereiro e 22 de maio, a Escola das Artes (EA), da Universidade Católica no Porto, vai promover um ciclo internacional de conferências, exposições e performances que promete desafiar à compreensão e à transformação da nossa relação com a Terra. “Pisar suavemente sobre a Terra” é o mote que lhe dá o nome e que coloca no centro o pensamento do filósofo e ativista Ailton Krenak.

O ciclo “Pisar suavemente sobre a Terra” integra poesia, artes visuais, música, filosofia, cinema, performance e literatura. São múltiplas as formas de arte que vão animar e fomentar o pensamento. Ellen Lima, Permafrost, Takumã Kuikuro, Trudruá Dorrico, Uyra Sodoma e Elena Lopez Riera são alguns dos artistas que marcam a agenda.

Nuno Crespo, diretor da Escola das Artes, afirma que este ciclo representa “não só uma homenagem ao pensador Ailton Krenak, mas, também, um movimento subtil de admitir a urgência desses e outros ensinamentos, humanos e não humanos.” Segundo o diretor da EA, “usar-se-ão, neste ciclo, diferentes modos de expressão que permitem realçar as diferentes formas de caminhar pelo mundo.

Fazem parte da programação cerca de 15 eventos que vão decorrer entre fevereiro e maio e que são de acesso livre a todos. Através de uma programação intensa e inovadora, pretende-se colocar o foco na urgência de pensar a relação do humano com a natureza, mas, também, com a tecnologia, com a arte e com as políticas de representação e visibilidade correntes.

Consulte a programa completo do ciclo “Pisar suavemente sobre a Terra”, da Escola das Artes

 

Sobre Ailton Krenak

Ailton Krenak é filósofo, pensador, escritor e ativista. Nascido em 1953, é natural da região do vale do rio Doce, na Amazónia. Ativista do movimento socioambiental e de defesa dos direitos indígenas, promoveu e organizou a Aliança dos Povos da Floresta, que reúne comunidades ribeirinhas e indígenas na Amazónia. É comendador da Ordem de Mérito Cultural da Presidência da República e doutor honoris causa pela Universidade Federal de Juiz de Fora, em Minas Gerais.

“Pisar suavemente na terra de forma que, pouco depois de nossa passagem, não seja mais possível rastrear nossas pegadas está se tornando impossível: nossas marcas estão ficando cada vez mais profundas. E cada movimento que um de nós faz, todos fazemos. Foi-se a ideia de que cada um deixa sua pegada individual no mundo; quando eu piso no chão, não é o meu rastro que fica, é o nosso. E é o rastro de uma humanidade desorientada, pisando fundo.” Ailton Krenak, A vida não é útil, 2020

 

08-02-2023

Estudantes universitários desafiados a participar na Jornada Mundial da Juventude

A Pastoral Universitária do Porto, em colaboração com a Unidade de Desenvolvimento Integral da Pessoa, da Universidade Católica no Porto, está a organizar um grupo de estudantes da academia para irem à Jornada Mundial da Juventude (JMJ), que irá decorrer de 1 a 6 de agosto.

Esta iniciativa, que já está com inscrições abertas, pretende juntar estudantes que, não estando ligados a qualquer movimento, paróquia ou grupo, querem participar nesta experiência de encontro com o Papa Francisco.

“Queremos proporcionar aos estudantes esta oportunidade única de estarem com o Papa, conhecerem jovens que estudam no Porto e jovens de todo o mundo, participarem num evento muito especial, experimentarem a verdadeira alegria de ser cristão, testemunhar a fé de diferentes culturas e viverem dias de festa, alegria, convívio e celebração”, explica Carmo Themudo, coordenadora da UDIP.

Os jovens que se quiserem inscrever poderão fazê-lo até ao dia 31 de março. Existem duas modalidades diferentes de participação, às quais, também, correspondem valores diferentes. Para todos os inscritos, haverá 3 encontros formativos: “Rumo à JMJ”. O que é a JMJ?; o tema de 2023 “Maria levantou-se e partiu apressadamente” (Lc 1, 39); e Testemunhos de Jornadas anteriores serão os temas das sessões de formação que pretendem contribuir para uma melhor preparação do grupo para acolher os frutos do evento.  

 

Um encontro de jovens de todo o mundo com o Papa

A JMJ trata-se de um encontro de jovens de todo o mundo com o Papa.  Apesar de ter uma identidade Católica, o evento é aberto a todos, crentes e não-crentes, mais próximos ou distantes da Igreja. Com este evento, pretende-se lançar aos jovens o desafio do compromisso com a construção de um mundo melhor e mais humano.

“Desde a primeira edição, que se realizou na cidade de Roma em 1986, a Jornada Mundial da Juventude tem-se evidenciado como um laboratório de fé, um lugar de nascimento de vocações ao matrimónio e à vida Consagrada e um instrumento de evangelização e transformação da Igreja”, pode ler-se no site da JMJ’23.

Carmo Themudo explica, também, que os jovens podem esperar, para além dos momentos centrais de encontro com o Papa Francisco, como o Acolhimento, a Via-Sacra, a Vigília e a Missa de Envio, “um encontro de culturas de todo o mundo e muitos momentos de convívio e atividades culturais, com destaque para o Festival da Juventude, que decorre, nos dias da JMJ, em vários pontos da cidade de Lisboa.”

Os jovens que participam na JMJ poderão participar, no decorrer da semana do evento, num sem número de atividades ligadas à Música, Cinema, Teatro, Dança e, também, em eventos religiosos que apelam à espiritualidade e à transformação, através de momentos de oração, de adoração e de partilha de testemunhos.

Mais informações sobre a ida à JMJ’23 com a Universidade Católica no Porto e a Pastoral Universitária do Porto

Mais informações sobre a Jornada Mundial da Juventude

Em caso de dúvida entrar em contacto através do jmj.porto.pu@gmail.com

07-02-2023

Católica celebra Dia Nacional e atribui Honoris Causa a Durão Barroso e Barbie Zelizer

“Com determinação, apoiamo-nos no legado do passado para abrir as portas do futuro.” Foi assim que Isabel Capeloa Gil, Reitora da Universidade Católica Portuguesa, resumiu a missão da Universidade durante a sessão que assinalou o seu Dia Nacional, no dia 2 de fevereiro. Dirigindo-se à comunidade académica, no Auditório Cardeal Medeiros, em Lisboa, a Reitora acrescentou que apesar de “incerto”, o futuro é sempre olhado “com esperança”.

Sob o lema “O Conhecimento ao Serviço da Fraternidade Social”, Isabel Capeloa Gil refletiu sobre o papel da Universidade “que ensina a aspirar num país onde raras vezes se arrisca” e que se orienta para “o desenvolvimento da ciência na vanguarda do conhecimento, para a inovação científica, artística e tecnológica, orientada para a equidade e a inclusão social”.

Durante o discurso, a Reitora evidenciou a contribuição da UCP para o sistema científico nacional e o contínuo crescimento da universidade, destacando especialmente a inovação. Realçou como exemplos a recém-lançada Licenciatura em Ciência de Dados Aplicada, da Faculdade de Filosofia e Ciências Sociais, e a nova Licenciatura em Liberal Sciences, que será lançada em 2023. Referiu ainda o Plano de Desenvolvimento Estratégico que, entre várias medidas, propõe a renovação de metodologias e a reforma curricular, com o objetivo de “ultrapassar as monoculturas disciplinares, orientando-se para a transversalidade e a articulação de saberes”.

Nesta sessão marcada pela importância do conhecimento, Barbie Zelizer e José Manuel Durão Barroso foram distinguidos como Doutores Honoris Causa pela Universidade Católica Portuguesa.

Barbie Zelizer, titular da cátedra Raymond Williams na Annenberg School for Communication da Universidade da Pensilvânia, é, segundo Isabel Capeloa Gil “uma das vozes académicas mais influentes e respeitadas a nível global da área dos Estudos de Jornalismo”. Ao agradecer esta distinção, a investigadora realçou a importante relação construída com a Católica ao longo de quase 20 ano, explicando que esta colaboração contribuiu para fortalecer o seu pensamento académico. “Portugal e a Católica tornaram-se na minha segunda casa”, referiu com carinho.

Já José Manuel Durão Barroso, Diretor do Centro de Estudos Europeus e Professor catedrático convidado do Instituto de Estudos Políticos da Universidade, foi descrito pela Reitora como “uma personalidade que moldou momentos cruciais do desenvolvimento de Portugal, da Europa, e do mundo, presente, em lugares de decisão, nos momentos mais críticos e transformadores da Europa das últimas décadas.”

Durão Barroso deixou mensagens de agradecimento a toda a comunidade académica, assinalando: “este doutoramento Honoris Causa significa muito para mim, não só por vir de uma instituição do meu país, mas também pelo facto de se tratar de uma das escolas nas quais exerço funções docentes”. No seu discurso, o ex-Presidente da Comissão Europeia defendeu a importância da Europa, referindo que “a fronteira para a defesa dos nossos interesses e dos nossos valores é hoje a fronteira europeia”.

No final da sessão, D. Manuel Clemente, Magno Chanceler da Universidade, relembrou o tema do Dia da Universidade Católica, “O Conhecimento ao Serviço da Fraternidade Social”, convidando os presentes a encará-lo “como uma realidade já existente e agora projetada com ainda mais convicção”.

A cerimónia contou ainda com a imposição das insígnias e entrega de cartas doutorais aos novos doutores, e com a atribuição de medalhas aos colaboradores que celebraram 25 e 40 anos ao serviço da Universidade.

06-02-2023

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