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João Canijo, professor da Escola das Artes, vence Urso de Prata em Berlim

No passado dia 25 de fevereiro, na cerimónia de entrega dos Prémios do 73º Festival Internacional de Berlim, João Canijo, professor da Escola das Artes, venceu o Silver Bear Jury Prize para o filme "Mal Viver", que competia na seção principal. É um dos mais prestigiados prémios recebidos na história do cinema português.

A seleção do filme foi também inédita, porque feita em duplicado com "Viver Mal", uma espécie de filme espelho, que competiu na secção paralela Encounters. A receção deste projeto, em díptico, foi de grande entusiasmo, por permitir expandir as próprias concepções do cinema contemporâneo.

"Mal Viver" e "Viver Mal" seguem as vidas de várias personagens num hotel no Norte de Portugal. No primeiro filme, a narrativa concentra-se na história das donas do hotel, cinco mulheres da mesma família. No segundo, acompanhamos a vida dos clientes: três famílias diferentes, numa estrutura episódica que adapta três peças do dramaturgo sueco August Stindberg.

Filmado com a direção de fotografia de Leonor Teles - realizadora, que já vencera também um prémio em Berlim para uma das suas curtas -, este projeto cimenta o lugar de Canijo no contexto do cinema contemporâneo, através da construção de um melodrama familiar claustrofóbico e violento. Uma olhar intenso sobre as complicadas relações humanas, com um impressionante ensemble de atrizes: Anabela Moreira, Rita Blanco, Madalena Almeida, Cleia Almeida, Vera Barreto, Filipa Areosa, Leonor Silveira, Lia Carvalho, Beatriz Batarda, Carolina Amaral e Leonor Vasconcelos.

João Canijo é professor da Escola das Artes há vários anos, sendo atualmente tutor do Projeto Final da Licenciatura em Cinema. Foi também nesta qualidade que já lecionou no Mestrado em Cinema. Também o montador do projeto, João Braz, é professor da Licenciatura em Cinema, na área da montagem.

27-02-2023

Mais de 60 estudantes da Católica no Porto participam na Missão País

Foram mais de 60 os estudantes da Universidade Católica Portuguesa no Porto que participaram numa semana de voluntariado em Arcos de Valdevez, organizada no âmbito da Missão País, um projeto católico de universitários que comemora os seus 20 anos em 2023 e que tem como objetivo levar Jesus às Universidades e evangelizar Portugal através do testemunho da fé, do serviço e da caridade.

De 5 a 12 de fevereiro, os 63 missionários fizeram jus ao mote do projeto - “Inspirar gerações a viver a Fé Católica em Missão” – e estiveram ao serviço de lares de idosos, creches e infantários, cuidados continuados, centro de atividades e capacitação para a inclusão. Alguns dos missionários também se dedicaram à preparação de uma peça de teatro para ser apresentada à comunidade no final da semana.

 

O que foi para ti esta semana de missão?

Leonor Miranda, estudante da Católica no Porto e participante da missão, partilha que foi uma semana “impossível” de descrever porque “não se consegue explicar a ação e o poder do Espírito Santo por palavras.” Leonor Miranda afirma, também, que “na missão país somos obrigados a parar da correria do dia a dia e das rotinas sem fim. Durante uma semana e com as orações diárias conseguimos refletir sobre a nossa vida.”

“É uma semana entre o primeiro e o segundo semestre em que um grupo de estudantes em vez descansarem colocam-se ao serviço. E lá está, como na maioria dos voluntariados e sem sabermos bem como, acabamos por receber mais do que aquilo que damos”, acrescentou.

Também Vicente Barbosa participou na Missão País. O estudante da Católica no Porto explica que “falar sobre a Missão País é falar sobre a maior dimensão da fé católica: viver a relação com Deus Pai através da relação com os outros, na experiência das obras de misericórdia, seguindo o exemplo de Deus Filho e sendo sempre, cuidado pelo Deus Espírito Santo.” “O mais engraçado é que quem tomou parte nesta missão de se oferecer ao próximo, rapidamente se apercebeu que tem tanto mais a receber quanto mais se entregar”, acrescentou.

Vicente Barbosa destaca também a importância da Missão País enquanto envio para o concreto do dia-a-dia: “se a palavra missão é sinónimo de envio, agora que a Missão País naqueles moldes chegou ao fim, sou chamado e enviado a viver essa missão, desta mesma forma, no concreto da minha existência e do meu dia-a-dia, com todos aqueles com quem me cruze, desde Arcos de Valdevez até casa.”

 

Missão País: a missão externa, interna e pessoal

A missão pode ser segmentada em três dimensões: a missão externa, que diz respeito ao contacto que se faz com a comunidade, o fazer-se presente através da atenção prestada, dos sorrisos e conversas; a missão interna, ou seja, todos os laços que se criam entre o grupo de missionários; e a missão pessoal, onde cada missionário abre espaço para se poder encontrar com Deus de forma a poder viver verdadeiramente aquela que é a Sua mensagem.

Este foi o segundo de três anos da missão da Católica no Porto em Arcos de Valdevez, que acolheu a missão com mais do que aquilo que se pode pedir, abrindo as portas para que cada um dos missionários pudesse levar os seus testemunhos e mensagens aos corações de cada habitante. São as pessoas da comunidade que transformam os missionários e que os permitem afirmar com confiança que “saímos desta terra mais enriquecidos daquilo que estávamos antes de partirmos em missão”.

 

27-02-2023

Mais de 60 estudantes da Católica no Porto participam na Missão País

Foram mais de 60 os estudantes da Universidade Católica Portuguesa no Porto que participaram numa semana de voluntariado em Arcos de Valdevez, organizada no âmbito da Missão País, um projeto católico de universitários que comemora os seus 20 anos em 2023 e que tem como objetivo levar Jesus às Universidades e evangelizar Portugal através do testemunho da fé, do serviço e da caridade.

De 5 a 12 de fevereiro, os 63 missionários fizeram jus ao mote do projeto - “Inspirar gerações a viver a Fé Católica em Missão” – e estiveram ao serviço de lares de idosos, creches e infantários, cuidados continuados, centro de atividades e capacitação para a inclusão. Alguns dos missionários também se dedicaram à preparação de uma peça de teatro para ser apresentada à comunidade no final da semana.

 

O que foi para ti esta semana de missão?

Leonor Miranda, estudante da Católica no Porto e participante da missão, partilha que foi uma semana “impossível” de descrever porque “não se consegue explicar a ação e o poder do Espírito Santo por palavras.” Leonor Miranda afirma, também, que “na missão país somos obrigados a parar da correria do dia a dia e das rotinas sem fim. Durante uma semana e com as orações diárias conseguimos refletir sobre a nossa vida.”

“É uma semana entre o primeiro e o segundo semestre em que um grupo de estudantes em vez descansarem colocam-se ao serviço. E lá está, como na maioria dos voluntariados e sem sabermos bem como, acabamos por receber mais do que aquilo que damos”, acrescentou.

Também Vicente Barbosa participou na Missão País. O estudante da Católica no Porto explica que “falar sobre a Missão País é falar sobre a maior dimensão da fé católica: viver a relação com Deus Pai através da relação com os outros, na experiência das obras de misericórdia, seguindo o exemplo de Deus Filho e sendo sempre, cuidado pelo Deus Espírito Santo.” “O mais engraçado é que quem tomou parte nesta missão de se oferecer ao próximo, rapidamente se apercebeu que tem tanto mais a receber quanto mais se entregar”, acrescentou.

Vicente Barbosa destaca também a importância da Missão País enquanto envio para o concreto do dia-a-dia: “se a palavra missão é sinónimo de envio, agora que a Missão País naqueles moldes chegou ao fim, sou chamado e enviado a viver essa missão, desta mesma forma, no concreto da minha existência e do meu dia-a-dia, com todos aqueles com quem me cruze, desde Arcos de Valdevez até casa.”

 

Missão País: a missão externa, interna e pessoal

A missão pode ser segmentada em três dimensões: a missão externa, que diz respeito ao contacto que se faz com a comunidade, o fazer-se presente através da atenção prestada, dos sorrisos e conversas; a missão interna, ou seja, todos os laços que se criam entre o grupo de missionários; e a missão pessoal, onde cada missionário abre espaço para se poder encontrar com Deus de forma a poder viver verdadeiramente aquela que é a Sua mensagem.

Este foi o segundo de três anos da missão da Católica no Porto em Arcos de Valdevez, que acolheu a missão com mais do que aquilo que se pode pedir, abrindo as portas para que cada um dos missionários pudesse levar os seus testemunhos e mensagens aos corações de cada habitante. São as pessoas da comunidade que transformam os missionários e que os permitem afirmar com confiança que “saímos desta terra mais enriquecidos daquilo que estávamos antes de partirmos em missão”.

27-02-2023

Research Scholarship - VIIAFOOD - Germen - BI_1

27-02-2023

Estudante da Faculdade de Educação e Psicologia é uma das vencedoras do Prémio “A União Europeia na minha vida”

Maria Inês Geraldo Faria, estudante da Licenciatura em Psicologia da Faculdade de Educação e Psicologia (FEP) da Universidade Católica no Porto, é uma das vencedoras do prémio “A União Europeia na minha vida” no concurso do Centro de Documentação Europeia (CDE – UCP – Porto).

Tendo como propósito primordial premiar ensaios/trabalhos originais sobre a União Europeia, promovendo o estudo e a reflexão crítica do que é a União Europeia, as suas políticas, as suas atividades, os seus povos e as suas culturas, as suas memórias e as suas raízes, o concurso "A União Europeia na minha vida", destinado a estudantes universitários, provém da iniciativa conjunta dos Centros de Documentação Europeia (CDE) em Portugal com o apoio da Representação da Comissão Europeia em Portugal.

Maria Geraldo Faria destaca “a multidisciplinaridade deste concurso, dando a oportunidade aos estudantes das várias áreas de se posicionarem sobre o futuro da União Europeia, não limitando o pensamento crítico sempre à mesma linha de pensamento e avaliação.”

 

Qual será a Europa de amanhã?

A autora do ensaio “A União Europeia na Minha Vida: Um Olhar Sobre a Saúde Mental" destacou-se entre as nove candidaturas elegíveis na Universidade Católica no Porto pela sua relevância, interesse temático, originalidade, problematização, argumentação e clareza.

 

“Sonhando com algo e trabalhando para tal, todos nós temos um potencial imenso dentro de nós”

 

Com o objetivo de, segundo a aluna da FEP, “dar voz àqueles que são o amanhã da Europa”, o seu ensaio tem como foco a importância da saúde mental, designadamente da prevenção, numa Europa que pretende emergir de uma pandemia e que se encontra submersa numa guerra. Neste sentido, a autora faz uma “viagem” desde aquilo que foi a conceção da doença mental de ontem e hoje, avalia as políticas de saúde mental da União Europeia, e, por último, sugere possíveis linhas de ação. 

 

“Europa de amanhã será melhor, se todos trabalharmos na Europa de hoje”

 

Para Maria Inês Faria: “Este prémio é uma grande conquista. Inicio o meu trabalho precisamente com uma reflexão acerca daquilo que é o sonho, salientando que sonhando com algo e trabalhando para tal, todos nós temos um potencial imenso dentro de nós.

Ao lutar pelos seus sonhos, a autora do trabalho vencedor conseguiu, assim, em virtude do seu prémio, uma viagem de estudo conjunta a Bruxelas, que irá ocorrer em 2023.
A “Europa de amanhã será melhor, se todos trabalharmos na Europa de hoje” é a mensagem inspiradora de Maria Inês Faria.

23-02-2023

Nova Exposição da Escola das Artes “Aesthesic Waves” leva à imaginação em torno do som

“Aesthesic Waves” é a mais recente exposição da autoria do coletivo de artistas “Sonoscopia”, que integra o Ciclo de Conferências, Exposições e Performances 2023, da Escola das Artes. Com curadoria de José Alberto Gomes e conceção de Henriques Fernandes e Gustavo Costa (Sonoscopia), a inauguração está agendada para 2 de março, às 19h30, na Sala de Exposições da Escola das Artes. A entrada é livre.

O Som é um fenómeno completo composto por vários mundos e camadas, descrito e analisado por diferentes perspetivas, ocupando vários papéis nas nossas vidas. Visto como expressão, arte, fenómeno físico, cognitivo, ecológico e social, mas raramente como um universo contido em si mesmo. Só devido às características sonoras de ser permanente e omnipresente, acrescentando a relação passiva, automática e inconsciente, podem justificar a surpreendente negligência do universo sonoro. O som permanece como um elemento ativo capaz de se modular e infetar. É um sinal externo permanentemente aberto e involuntário detetado através de um sistema auditivo que o recebe sem esforço, proporcionando uma perceção tridimensional constante e capacidades de navegação. É precisamente nesta oscilação interna que o som encontra a sua validação como criador de mundos, como instrumento epistemológico expandindo as suas capacidades operacionais em especulação e conhecimento, testando conexões sociais, culturais, ambientais e artísticas, estabelecendo mundos invisíveis.

Aesthesic Waves procura mostrar isto mesmo, através de uma instalação onde o som é imaginado e confrontado através da sugestão de movimentos vibratórios de corpos elásticos, ilusões óticas e ritmos visuais. A oscilação de diferentes materiais faz surgir diversos padrões que são organizados em forma de partitura gráfica fragmentada, e que nos vão lentamente desvendando alguns dos processos de obtenção sonora recorrentes no trabalho desenvolvido pela Sonoscopia.

Uma instalação em constante reformulação que se vai adaptando às diferentes propriedades acústicas e visuais de cada espaço onde é apresentada. Dadas as suas características interativas, a sua materialização molda-se às interpretações pessoais de cada visitante, num processo simbiótico e de criação coletiva. A criação é da autoria de Sonoscopia – uma associação para a criação, produção e promoção de projetos artísticos e educativos, centrada nas áreas da música experimental, na pesquisa sonora e nos seus cruzamentos transdisciplinares.

A exposição, que ficará patente ao público entre 2 e 31 de março, faz parte do Ciclo Internacional de Conferências, Exposições e Performances 2023 da Escola das Artes, que tem como título “Pisar Suavemente a Terra” que tem como inspiração o pensamento do filósofo e ativista Ailton Krenak. Trata-se não só de uma homenagem ao pensador, mas de um movimento subtil de admitir a urgência desses e outros ensinamentos, humanos e não humanos, como possibilidades de compreender e transformar nossa relação com a Terra.

23-02-2023

Laboratory Technician Vacancy - Project BE@T

23-02-2023

Doctorate Junior Researcher Vacancy - Project VIIAFOOD SONAE

23-02-2023

Laboratory Technician Vacancy - VIIAFOOD Germen Project

23-02-2023

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