X

Novidades

Curta com mistura de som de professor da EA está entre os finalistas dos Óscares

A curta de animação "O Homem do Lixo", de Laura Gonçalves, está entre os 15 finalistas que vão concorrer às cinco nomeações da categoria Melhor Curta de Animação nos Óscares de Hollywood.  

A curta tem mistura de som do professor da EA José Vasco Carvalho. O filme foi produzido pelo BAP - Animation Studio, produtora que tem entre os fundadores vários alumni da EA.

A Academia de Artes e Ciências Cinematográficas anunciou os finalistas em 10 categorias nesta semana.

"O Homem do Lixo" recebeu dois prémios em Zagreb e esteve presente no Festival de Annecy (um dos maiores festivais de cinema de animação do mundo).
 

02-12-2022

Campanha solidária da Católica apoia mais de 30 instituições

Campanha Solidária de Natal da Universidade Católica Portuguesa (UCP), “A alegria de estarmos juntos”, junta a comunidade dos quatro campi da UCP (Porto, Lisboa, Braga e Viseu), com o objetivo de apoiar mais de 30 instituições de solidariedade.

Esta campanha, a nível nacional, de recolha de alimentos, donativos e ações de voluntariado, decorre até ao dia 17 de dezembro.

Iniciativas a decorrer no Porto:

A Alegria do Dar | 29 de novembro a 16 de dezembro
Recolha de bens alimentares não perecíveis e roupa que reverte para a Casa da Mãe Clara e para a Porto Solidário, organizada pela CAtólica SOlidária (CASO).

Sou Voluntário e Troca Solidária | 5 de dezembro
Os alunos voluntários da CASO vão dinamizar uma iniciativa em que convidam outros alunos a passar pelo átrio e a tirar uma fotografia, convidando toda a comunidade académica a trocar bolos caseiros e café por bens alimentares que serão oferecidos às associações Porto Solidário e Casa Mãe Clara. Entre as 9h30 e as 17h30.

Venda de produtos de Comércio Justo | 5 de dezembro
No âmbito da disciplina de Sociologia da CPBS vai haver uma venda de produtos de Comércio Justo no Átrio Principal das 9h30 às 17h30. O Comércio Justo é uma forma de comércio que procura proporcionar condições de trabalho e de vida dignas para os pequenos produtores desfavorecidos, assim como para as crianças, lutando contra o trabalho infantil.

Bingo da Eficiência Solidária | 6 de dezembro
Jogo do bingo entre a comunidade da Católica no Porto e utentes das instituições Somos Nós e APPACDM – Porto e Venda de Natal com produtos das duas instituições.

 

Conheça todas as iniciativas desta campanha na íntegra aqui.

30-11-2022

Fórum de Ética da Católica Porto Business School discute Ética e Trabalho Híbrido

Acredita-se que, até 2030, metade das pessoas trabalharão a partir de casa e, por isso, as interações entre os membros da organização mudarão em frequência, tempo e método, o que terá implicações profundas na gestão da ética e da compliance.

A premissa inicial foi o ponto de partida para a realização da conferência anual do Fórum de Ética da Católica Porto Business School, que decorreu a 22 de novembro, e teve como tema “Ética e Trabalho Híbrido: Reflexos e Reflexões”.

Uma sessão que permitiu refletir sobre o inquérito “Ética e Trabalho Híbrido: no Rescaldo da Pandemia”, previamente realizado, que contou com mais de 1200 respostas, e sobre o Livro Coletivo “Proximidades e Distâncias: Desafios Éticos do Trabalho Híbrido”.

A abertura da conferência foi feita por Rui Sousa, Dean da Católica Porto Business School, seguindo-se a palestra “Ethical Hybrid Workplace: Challenges and Opportunities” de Muel Kaptein.  Houve, ainda, espaço para uma mesa-redonda “Ética e Trabalho Híbrido: Perspetivas em Diálogo”, moderada por Sofia Salgado Pinto, docente da CPBS, que contou com a presença de: Gonçalo Quadros, Fundador e Chairman da Critical Software; José Teixeira, Presidente do Conselho de Administração do dstgroup; Maria Manuel Araújo Jorge, Investigadora no Instituto de Filosofia da Faculdade de Letras da Universidade do Porto; e Sofia Reis Jorge, Administradora da ALTRI. O encerramento da conferência ficou à responsabilidade de Isabel Braga da Cruz, Presidente do Centro Regional do Porto da Universidade Católica Portuguesa.

Helena Gonçalves, docente da Católica Porto Business School e coordenadora do Fórum de Ética revelou que este era um “tema incontornável, sobre o qual foi preciso investigar, promover o conhecimento e a reflexão”. Assim, num universo de 1226 respondentes, conclui-se que o trabalho híbrido é responsável por uma melhoria significativa nas dimensões da saúde e bem-estar. De facto, cerca de 70% das pessoas que se encontram neste modelo de trabalho “percepcionam melhorias a nível financeiro, mental e físico em comparação com apenas cerca de 20% dos que estão em modo presencial”, sublinha a coordenadora do estudo.

Urge realçar que o Fórum de Ética é um espaço de encontro e reflexão sobre ética organizacional que tem como objetivo promover a ética empresarial através da troca de experiências, da reflexão conjunta e da criação e partilha de conhecimento.

Consulte o livro aqui.

 

 

30-11-2022

Inovação Pedagógica em debate na sessão de apresentação do Católica Learning Innovation Lab

No dia 8 de novembro, a Universidade Católica Portuguesa (UCP) teve a oportunidade de debater o que se perspetiva ser a Universidade do futuro. Que competências transversais devem ser desenvolvidas nos estudantes? Quais são os modelos pedagógicos recomendados para a promoção dessas competências? O que distingue o ensino da UCP do das outras instituições de ensino superior?

As questões foram lançadas no âmbito da sessão de apresentação do projeto Skills 4 Pós-COVID - Competências para o futuro no Ensino Superior, recentemente aprovado pelo Programa Operacional Capital Humano (PO CH), e dinamizado pela equipa do Católica Learning Innovation Lab (CLIL), o laboratório de inovação pedagógica da UCP que nasce de uma Iniciativa Estratégica da Faculdade de Educação e Psicologia (FEP), da Católica no Porto, e que é reforçada no interesse comum pela Inovação Pedagógica das várias faculdades da UCP.

A sessão, que decorreu em formato online, reuniu os docentes, estudantes e parceiros estratégicos deste projeto, para debater as competências transversais a desenvolver pelos estudantes e quais os modelos pedagógicos mais adequados para a promoção dessas competências. 

Na primeira parte da reunião, que contou com a participação de Isabel Vasconcelos, Vice-Reitora da UCP, foram dados a conhecer os objetivos do CLIL, a equipa que constitui o laboratório e elencadas as várias atividades que estão previstas realizar no domínio da inovação pedagógica. Num segundo momento da sessão, os docentes, estudantes e parceiros estratégicos da comunidade (elementos da sociedade civil e tecido empresarial), foram repartidos por quatro grupos para discutirem o tema “Inovar para as Competências do Futuro na UCP”.

Que competências devem os estudantes ter e os docentes ajudar a formar?

Aos parceiros da comunidade que aceitaram participar na reunião foi pedido, entre vários aspetos, que apontassem as competências-chave que mais procuram no momento de captação de profissionais.

“Um aspeto que nos surpreendeu bastante foi o facto de vários parceiros terem referido a importância de se trabalharem competências mais humanistas nos estudantes. O destaque para a tolerância, para competências de gestão emocional, para a diversidade e a inclusão foi notório”, refere Diana Soares, docente e investigadora da FEP e coordenadora do CLIL, a par com Paulo Dias, docente e investigador da Faculdade de Filosofia e Ciências Sociais da Católica em Braga.

Na ótica dos estudantes que participaram na sessão (alguns dos quais representantes de Associações de Estudantes de faculdades da UCP), a necessidade de desenvolvimento de competências de resolução de problemas complexos e de análise informada acerca das necessidades do mercado laboral são aspetos críticos no processo de aprendizagem. Globalmente, os alunos consideram importante implementar práticas pedagógicas em contexto real, recorrendo à rede de parceiros externos da Universidade.

Quando questionados sobre os modelos pedagógicos que recomendariam para a promoção das competências transversais consideradas críticas, os docentes indicaram a implementação de estratégias de ensino que fomentem o pensamento crítico e de métodos pedagógicos relacionados com a aprendizagem-serviço. Alguns professores mencionaram mesmo a importância do CLIL enquanto espaço relevante para apoiar a comunidade docente da UCP na área da inovação pedagógica.

Criação de um e-book interativo com práticas de ensino inovadoras para a promoção das competências do futuro 

Usando como ponto de partida a discussão entre os vários intervenientes presentes na sessão de apresentação, a equipa do CLIL irá criar um e-book interativo com práticas pedagógicas que visam auxiliar os docentes na promoção das competências do futuro. O e-book será posteriormente disponibilizado a toda a comunidade académica da UCP e permanecerá online numa plataforma interativa que se encontra em desenvolvimento no âmbito do projeto.

Nesta sessão de apresentação do projeto CLIL, para além dos docentes e estudantes parceiros do projeto, estiveram presentes, enquanto representantes da rede de parceiros estratégicos da UCP, elementos da Google, Amazon, Deloitte, Câmara Municipal do Porto, Ordem dos Advogados, DST, Delgado & Associados, Colégio Paulo VI, Human Power Hub, Cetelem, Cáritas Diocesana do Porto e Comissão Executiva da AMP.

Projeto financiado pelo PO CH

O projeto “Skills 4 Pós-COVID - Competências para o futuro no Ensino Superior” é financiado pelo Portugal 2020, no âmbito do PO CH – Programa Operacional Capital Humano, tendo um montante de apoio elegível de 357 781,57€ provenientes da União Europeia, através do FSE – Fundo Social Europeu. 

29-11-2022

Transparência e prestação de contas nas Organizações de Economia Social: novo curso avançado da Católica pioneiro em Portugal

“Transparência e prestação de contas nas Organizações de Economia Social” é o novo curso avançado da Área Transversal de Economia Social (ATES), da Universidade Católica Portuguesa no Porto, concebido no âmbito do projeto “Transparência nas Organizações de Economia Social Portuguesas” (2019-2021). Este novo curso “é pioneiro em Portugal e é um “mergulho” na partilha de conhecimentos e de práticas de transparências e accountability”, afirmam Vanessa Marcos e Filipe Pinto, coordenadores científicos da formação.

Marcado pela complexidade e volatilidade conjuntural, o campo onde as Organizações de Economia Social (OES) atuam é normalmente combinado por insuficientes práticas de gestão em termos de transparência e prestação de contas o que, consequentemente, condiciona o diálogo com determinadas partes interessadas e limita a eficácia do seu desempenho. Neste sentido, o curso procura dar resposta a esta adversidade e contribuir, assim, para uma mudança de paradigma onde se coloca no centro do diálogo as pessoas e as comunidades destinatárias da ação das OES, promovendo uma maior eficiência e eficácia organizacionais.

 

Gestão eficiente e ação eficaz: maior credibilidade da Economia Social

Segundo os coordenadores, a formação pretende conduzir a “processos de mudança fundamentais a uma gestão eficiente e a uma ação eficaz, capaz de reforçar a credibilidade dos profissionais e do setor da economia social,” contribuindo para a sua legitimação em Portugal.

Tendo em vista proporcionar aos seus participantes a reflexão crítica sobre as questões mais relevantes em torno do debate da Transparência e Accountability/Prestação de contas, destacam-se os produtos desenvolvidos ao longo do projeto: um mecanismo de Prestação de Contas Transparente e um manual de cariz pedagógico. Assim, “as pessoas participantes serão capacitadas a desenvolver pensamento crítico e a aplicar planos de ação de melhoria organizacional em termos de uma prestação de contas transparente,” acrescentam Filipe Pinto e Vanessa Marcos.

Este novo Curso Avançado, que tem as inscrições abertas até 19 de janeiro de 2023, decorrerá uma vez por semana, à quinta-feira, em sessões entre as 14h00 e as 16h00, em modo e-learning e com a intenção de que decorra entre fevereiro e março de 2023. Compreendendo um total de 18 horas letivas, o seu plano de estudos encontra-se distribuído em nove sessões síncronas que incluem a “incorporação dos debates concetuais mais recentes, e de mecanismos de análise e exemplos práticos.”.

Mais informação

28-11-2022

Voluntários da CAtólica SOlidária assumem Ser+

“Alegria do Compromisso” foi o tema da cerimónia de compromisso da CAtólica SOlidária (CASO) 22/23, que teve lugar no dia 22 de novembro, no campus da Universidade Católica no Porto.

Foram 91 os voluntários que estiveram presentes para assumir publicamente, perante a Universidade, as instituições parceiras e outros voluntários, o seu compromisso anual de voluntariado.

 

“Procuramos formar não só bons técnicos, mas acima de tudo boas pessoas.”

 

Constança Barbosa, coordenadora da CASO, deu as boas-vindas a todos os presentes na cerimónia. Coube a Ana Evangelista, diretora do Centro António Cândido, que acolhe crianças e jovens irmãos, a representação das instituições parceiras. A diretora do Centro António Cândido dirigiu palavras motivadoras aos voluntários, agradecendo-os pela entrega e vontade de saírem da sua zona de conforto, uma vez que irão defrontar-se com diferentes e difíceis realidades.

Estiveram, também, presentes a Associação Bagos D´Ouro, a Casa de Lordelo, o Centro Social e Paroquial Nossa Senhora da Ajuda e a FAP no Bairro. São cerca de 40 as instituições que ajudam a concretizar o voluntariado regular e pontual da CASO.

Isabel Braga da Cruz, presidente da Universidade Católica no Porto, dirigiu um discurso encorajador aos voluntários da CASO, salientando que na Católica se visa "formar não só bons técnicos, mas acima de tudo boas pessoas.” Isabel Braga da Cruz acrescentou ainda que “alinhados com o pedido do Papa Francisco no Pacto Educativo Global de formar jovens protagonistas do bem comum, capazes de transformar o mundo e torná-lo num lugar melhor, procuramos formar construtores de sociedades de paz.”

A CASO trata-se “de partilha, de cuidado, de bondade, de entrega, da capacidade de olhar para o outro, de desenvolvimento de competências humanas, de dar e de receber… em conclusão, penso que tudo se poderá resumir a uma palavra – “transformação” - individual e coletiva,” referiu a presidente.

Carmo Themudo, coordenadora da Unidade de Desenvolvimento Integral da Pessoa, e Raquel Matos, diretora da Faculdade de Educação e Psicologia, também participaram no evento com intervenções onde reforçaram a importância do papel do voluntariado e a ligação à comunidade.

 

Compromisso, alegria e dinâmica

A cerimónia de compromisso contou com a intervenção de dois antigos voluntários, Eduardo Lopes e Mariana Rossi, que partilharam abertamente a sua passagem pela CASO. A conversa “alegria do compromisso”, moderada por Bárbara Ferreira, atual voluntária, abordou as aprendizagens e as vivências experienciadas por estes voluntários.

 

“Procuramos formar construtores de sociedades de paz.”

 

Após o momento de partilha, procedeu-se à dinâmica do compromisso. Os voluntários, depois de assinarem o livro de Compromisso da CASO, deixaram a marca da sua mão num painel com o título “A alegria do compromisso,” marca esta que simboliza tudo o que têm para dar neste ano de voluntariado e toda a cor que se pretende que levem à vida daqueles com quem se vão cruzar. 

 

Ser+ com a CASO

Este ano letivo, no voluntariado regular, a CASO conta com 145 estudantes de todas as faculdades da Católica no Porto que estão distribuídos por sete áreas de voluntariado:

SER+ Abrigo: voluntariado destinado a apoiar pessoas em situações de vulnerabilidade;
SER+ Ambiente: voluntariado em atividades que promovem a defesa do ambiente;
SER+ Especial: voluntariado destinado a pessoas com deficiências;
SER+ Exemplo: voluntariado destinado a crianças/adolescentes (contexto educativo);
SER+ Profissional: voluntariado que permite aplicar na prática os conhecimentos obtidos na formação académica;
SER + Sabedoria: voluntariado destinado a pessoas idosas em situação de isolamento social;
SER+ Vida: voluntariado destinado a pessoas hospitalizadas.

Pela primeira vez este ano, surge o SER+ Cultura, cujo propósito consiste em exercer atividades de voluntariado em instituições ligadas à cultura.

Foi uma noite onde de celebrou a “alegria de fazer parte da família CASO” e onde foi possível “perceber que a CASO deixa a sua marca em quem por aqui passa e contagia de alegria quem aqui chega. Foi um orgulho presenciar o compromisso que os voluntários assumiram percebendo que cada um pode fazer a diferença no próximo,” afirmou Constança Barbosa.

 

25-11-2022

Voluntários da CAtólica SOlidária assumem Ser+

“Alegria do Compromisso” foi o tema da cerimónia de compromisso da CAtólica SOlidária (CASO) 22/23, que teve lugar no dia 22 de novembro, no campus da Universidade Católica no Porto.

Foram 91 os voluntários que estiveram presentes para assumir publicamente, perante a Universidade, as instituições parceiras e outros voluntários, o seu compromisso anual de voluntariado.

 

“Procuramos formar não só bons técnicos, mas acima de tudo boas pessoas.”

 

Constança Barbosa, coordenadora da CASO, deu as boas-vindas a todos os presentes na cerimónia. Coube a Ana Evangelista, diretora do Centro António Cândido, que acolhe crianças e jovens irmãos, a representação das instituições parceiras. A diretora do Centro António Cândido dirigiu palavras motivadoras aos voluntários, agradecendo-os pela entrega e vontade de saírem da sua zona de conforto, uma vez que irão defrontar-se com diferentes e difíceis realidades.

Estiveram, também, presentes a Associação Bagos D´Ouro, a Casa de Lordelo, o Centro Social e Paroquial Nossa Senhora da Ajuda e a FAP no Bairro. São cerca de 40 as instituições que ajudam a concretizar o voluntariado regular e pontual da CASO.

Isabel Braga da Cruz, presidente da Universidade Católica no Porto, dirigiu um discurso encorajador aos voluntários da CASO, salientando que na Católica se visa "formar não só bons técnicos, mas acima de tudo boas pessoas.” Isabel Braga da Cruz acrescentou ainda que “alinhados com o pedido do Papa Francisco no Pacto Educativo Global de formar jovens protagonistas do bem comum, capazes de transformar o mundo e torná-lo num lugar melhor, procuramos formar construtores de sociedades de paz.”

A CASO trata-se “de partilha, de cuidado, de bondade, de entrega, da capacidade de olhar para o outro, de desenvolvimento de competências humanas, de dar e de receber… em conclusão, penso que tudo se poderá resumir a uma palavra – “transformação” - individual e coletiva,” referiu a presidente.

Carmo Themudo, coordenadora da Unidade de Desenvolvimento Integral da Pessoa, e Raquel Matos, diretora da Faculdade de Educação e Psicologia, também participaram no evento com intervenções onde reforçaram a importância do papel do voluntariado e a ligação à comunidade.

 

Compromisso, alegria e dinâmica

A cerimónia de compromisso contou com a intervenção de dois antigos voluntários, Eduardo Lopes e Mariana Rossi, que partilharam abertamente a sua passagem pela CASO. A conversa “alegria do compromisso”, moderada por Bárbara Ferreira, atual voluntária, abordou as aprendizagens e as vivências experienciadas por estes voluntários.

 

“Procuramos formar construtores de sociedades de paz.”

 

Após o momento de partilha, procedeu-se à dinâmica do compromisso. Os voluntários, depois de assinarem o livro de Compromisso da CASO, deixaram a marca da sua mão num painel com o título “A alegria do compromisso,” marca esta que simboliza tudo o que têm para dar neste ano de voluntariado e toda a cor que se pretende que levem à vida daqueles com quem se vão cruzar. 

 

Ser+ com a CASO

Este ano letivo, no voluntariado regular, a CASO conta com 145 estudantes de todas as faculdades da Católica no Porto que estão distribuídos por sete áreas de voluntariado:

SER+ Abrigo: voluntariado destinado a apoiar pessoas em situações de vulnerabilidade;
SER+ Ambiente: voluntariado em atividades que promovem a defesa do ambiente;
SER+ Especial: voluntariado destinado a pessoas com deficiências;
SER+ Exemplo: voluntariado destinado a crianças/adolescentes (contexto educativo);
SER+ Profissional: voluntariado que permite aplicar na prática os conhecimentos obtidos na formação académica;
SER + Sabedoria: voluntariado destinado a pessoas idosas em situação de isolamento social;
SER+ Vida: voluntariado destinado a pessoas hospitalizadas.

Pela primeira vez este ano, surge o SER+ Cultura, cujo propósito consiste em exercer atividades de voluntariado em instituições ligadas à cultura.

Foi uma noite onde de celebrou a “alegria de fazer parte da família CASO” e onde foi possível “perceber que a CASO deixa a sua marca em quem por aqui passa e contagia de alegria quem aqui chega. Foi um orgulho presenciar o compromisso que os voluntários assumiram percebendo que cada um pode fazer a diferença no próximo,” afirmou Constança Barbosa.

25-11-2022

Caminhos do Cinema Português premeia produções da Escola das Artes

A 28ª edição do festival Caminhos do Cinema Português concedeu dois prémios ao curta Aos Dezasseis, do professor e realizador Carlos Lobo, e uma menção honrosa à curta de animação Rua do Caneiro, da aluna Leonor Faria Henriques.

Aos Dezasseis recebeu o prémio de Melhor Montagem, para Miguel da Santa, e Melhor Cartaz, para Tiago Carvalho, alumni da Escola das Artes.

A curta Rua do Caneiro, da aluna Leonor Faria Henriques, ganhou Menção Honrosa na Seleção Ensaios, categoria Melhor Ensaio Nacional de Animação.

24-11-2022

A Católica no Porto e a Ciência: o universo da investigação

Porquê celebrar a Ciência? Na Católica no Porto, a investigação conta com sete centros de investigação e mais de 415 docentes e investigadores nas áreas da Biotecnologia, Artes, Direito, Economia, Gestão, Psicologia, Educação, Ciências da Saúde e Teologia. Esta multidisciplinaridade, que tão bem caracteriza a Católica no Porto, dá corpo a uma investigação que é cada vez mais ambiciosa e com um imenso impacto na sociedade.

A investigação na Católica no Porto está atenta não só às fronteiras do conhecimento, mas, também, às suas implicações éticas e sociais. Professores, investigadores e estudantes trabalham com e para a sociedade, desde o cidadão individual, ao parceiro industrial e empresarial, por vezes, ultrapassando as barreiras das áreas disciplinares. E são muitos os projetos de investigação assinados pelos centros de investigação e faculdades da Católica no Porto. Neste Dia Mundial da Ciência, celebrado a 24 de novembro, partilhamos exemplos de alguns dos nossos projetos de investigação que impactaram a sociedade e que contribuem para o seu progresso.

 

Arte, património e alterações climáticas

Como é que através da arte e do património se pode dar resposta ao problema da Mudança Climática? O projeto chama-se “Heritage, art, creation for climate change – living the city: catalyzing spaces for learning, creation and action towards climate change” (HAC4-CG) e tem como objetivo o envolvimento da comunidade no problema das alterações climáticas. Centrado na cidade do Porto, o projeto conta com três linhas de investigação: o envolvimento do cidadão na proteção do património; o envolvimento do cidadão através da criação artística e o papel da governança local, instituições e comunidades na mitigação e adaptação às alterações climáticas. A cidade do Porto é, assim, o caso de estudo para uma abordagem a um problema global.

Liderado pelo Centro de Investigação em Ciência e Tecnologia das Artes (CITAR), da Escola das Artes, o projeto enquadra-se na resposta à missão do Horizonte Europa Alterações Climáticas, incluindo as Transformações Societais. Este projeto interdisciplinar envolve unidades de investigação parceiras - como o Centro de Estudos em Gestão e Economia (CEGE), o Centro de Biotecnologia e Química Fina (CBQF), o Centro de Investigação Interdisciplinar em Saúde (CIIS) e o Centro de Investigação para o Desenvolvimento Humano (CEDH) -, o que permite uma maior abrangência e, portanto, maior impacto.

Eduarda Vieira, docente e investigadora da Escola das Artes e coordenadora do projeto, explica que “o impacto previsto engloba o aumento da competitividade e internacionalização da região, a promoção do turismo verde, a criação de redes especificas de indústrias criativas, a proteção do património através da aplicação da Inteligência Artificial à monitorização do património em espaço público e o uso de nanotecnologias para a sua manutenção, a criação de um observatório de práticas de reabilitação na cidade e fenómenos dinâmicos associados (consumos alimentares entre outros), e ainda a criação de recomendações de políticas sustentáveis direcionadas às autoridades regionais destinadas a regular alguns dos atuais drivers económicos como o turismo de massas e promoção da cidade e das comunidades urbanas.”

 

“Inspirarmo-nos na natureza é fundamental”

Sabia que o muco segregado pelos peixes costeiros de Macau e de Portugal desempenha vários papéis ecológicos e fisiológicos? O projeto, desenvolvido pelo Centro de Biotecnologia e Química Fina, da Escola Superior de Biotecnologia, chama-se “Bioactive properties of external mucus isolated from coastal fish of Macao and Portugal” (FISHMUC) e visa explorar as funções, os mecanismos de ação e as propriedades bioativas do muco segregado pelos peixes costeiros de Macau e de Portugal.

“Como parte da procura por soluções sustentáveis para os nossos problemas, como aqueles que comprometem a nossa saúde, inspirarmo-nos na natureza é fundamental. Nesse sentido, os biomas marinhos podem oferecer-nos um conjunto alargado de compostos com propriedades benéficas no nosso organismo, que são conhecidos como compostos bioativos”, explica Ezequiel Coscueta, investigador do projeto. Manuela Pintado, María Emilia Brassesco e Marta Cunha, investigadores do CBQF, integram, também, a equipa de investigação do FISHMUC.

O projeto combina o conhecimento em fisiologia e ecologia de peixes das equipas do Institute of Science and Environment, da University of Saint Joseph - Macau, e do MARE – Centro de Ciências do Mar e do Ambiente, do ISPA - Instituto Universitário de Ciências Psicológicas, Sociais e da Vida, com a experiência na extração, isolamento e testes bioativos de compostos naturais da equipa do CBQF. O estudo abrangerá diferentes espécies de peixes, regiões geográficas e habitats e testará várias propriedades bioativas com o objetivo de aumentar o potencial de identificação de moléculas de interesse. 

 

A investigação em Direito: analisar o passado e projetar o futuro

“A criatividade, a inovação e a flexibilidade são caraterísticas importantes em qualquer área da investigação”: as palavras são de Conceição Cunha, investigadora do Católica Research Centre for the Future of Law da Faculdade de Direito – Escola do Porto.

O projeto chama-se Hands-UP e pretendeu responder aos desafios de desmistificar e clarificar o conceito de castigo corporal, e as suas consequências físicas e psicológicas, promovendo a adoção de práticas disciplinares positivas.

Conceição Cunha, explica que no Hands-Up “a análise de velhos costumes e velhos preconceitos acerca da educação das crianças permitiu-nos compreender a gravidade da “escalada de violência” a que muitas são sujeitas, assim como da tolerância social que tem permitido que esta situação se vá perpetuando.”

“Para se tentar resolver este problema tornou-se necessário um estudo interdisciplinar, em que Direito e Psicologia andaram de “mãos dadas”, propondo-se modos diferentes de educar, que implicam a educação dos próprios pais e outros educadores, assim como novas formas de intervenção jurídica, nem sempre passando, necessariamente, pela intervenção penal (que deverá manter-se como ultima ratio), mas exigindo-se tal intervenção nas situações mais graves e face às quais outras formas de intervenção (através da Lei de Proteção de Crianças e Jovens em Perigo) sejam insuficientes”, acrescentou. Porque, claro, “em primeiro plano deverá estar sempre o interesse da criança.”

Integraram o projeto a promoção de ações de formação em “disciplina positiva” para pais e outros educadores, campanhas de sensibilização da comunidade e sessões de formação sobre maus tratos a crianças para profissionais da área da saúde, educação e justiça.

 

O Estado Regulador em Portugal: um “céu cinzento, com abertas”

“O Estado-Regulador em Portugal: Evolução e Desempenho” é o nome do novo estudo da Fundação Francisco Manuel dos Santos (FFMS) que foi coordenado por Ana Lourenço, docente e investigadora da Católica Porto Business School (CPBS), e que visa analisar a independência das entidades reguladoras em Portugal e o impacto da criação do Tribunal da Concorrência, Regulação e Supervisão. O estudo, realizado no âmbito do Centro de Estudos de Gestão e Economia Aplicada (CEGEA), contou ainda com colaboração de um conjunto de docentes da CPBS, nomeadamente: Ricardo Gonçalves e Vasco Rodrigues (autores); Filipa Mota, Mariana Cunha, Rafael Dias e Sandra Coelho (colaboradores).

O estudo analisa o funcionamento, a independência e a politização das entidades reguladoras no desempenho de funções essenciais delegadas pelo Estado, nomeadamente a supervisão de setores económicos como a energia e as comunicações, e a garantia da concorrência.

O ponto de partida foram algumas perguntas muito concretas: A aprovação da Lei-Quadro das Entidades Reguladoras, em 2013, conduziu efetivamente a uma maior independência das entidades reguladoras portuguesas? Que balanço se pode fazer da criação do Tribunal da Concorrência, Regulação e Supervisão? A sua constituição conduziu a um aumento da rapidez, eficiência e qualidade da justiça? E a resposta a estas e outras questões, chegou através da avaliação da independência de três entidades reguladoras: a Entidade Reguladora dos Serviços Energéticos (ERSE), a Autoridade da Concorrência (AdC) e a Autoridade Nacional de Comunicações (ANACOM).

“Este é o primeiro estudo que analisa o que mudou no Estado Regulador em Portugal após a aprovação da Lei-Quadro das Entidades Reguladoras e a criação do Tribunal da Concorrência, Regulação e Supervisão. Fica, em conclusão, a imagem de um “céu cinzento, com abertas”, afirma Ana Lourenço. A investigadora acrescenta, também, que “seria muito bom que outras equipas, usando os mesmos modelos, alargassem a análise a outras entidades reguladoras em Portugal.”

 

O efeito dos jogos de telemóvel na ansiedade

GAIN ou Games for Anxiety Inquired through Neuroscience consiste num projeto de investigação do Human Neurobehavioral Laboratory (HNL), que visa estudar o efeito dos jogos de telemóvel na ansiedade e nas funções neurocognitivas.

Patrícia Oliveira-Silva, diretora do HNL da Faculdade de Educação e Psicologia, explica que se têm adaptado experiências “gamificadas” das neurociências com jogos comerciais desenvolvidos para diminuir a ansiedade ou potenciar a atenção. Desta forma, é possível validar o seu impacto e a eficácia ao nível do funcionamento cerebral. A diretora do HNL explica, também, que esta é a abordagem adotada porque “não seria possível usar métodos de investigação mais tradicionais.”

Este projeto tem como base a parceria com várias empresas, o que representa um novo motor de inovação para a academia. É preocupação do HNL que a investigação realizada tenha uma forte adesão à realidade, porque “apenas desta forma conseguimos dar resposta aos problemas da sociedade.”

 

Software e tratamento de feridas

O projeto ClinicalWoundSupport, do Centro de Investigação Interdisciplinar em Saúde do Instituto de Ciências da Saúde – Porto, tem como principal objetivo a investigação, o desenvolvimento e a validação de uma solução de apoio à gestão e de suporte à decisão/ação clínica para a monitorização e tratamento de feridas. Na fase inicial do projeto será dada particular atenção ao estado da arte e identificadas as necessidades dos intervenientes no processo de modo a definir os requisitos da solução. Posteriormente, serão desenvolvidas as diferentes funcionalidades como a ferramenta de captura de imagens de feridas e de pensos de modo a agilizar o processo de registo da ferida, desenvolvidos algoritmos para a determinação semiautomática de propriedades das feridas, nomeadamente os diferentes tipos de tecidos e construídas árvores de decisão para o apoio na monitorização e tratamento das feridas e sistemas de criação de alertas baseados nas informações anteriores.

A solução final, baseada em software, destina-se a dois tipos de utilizadores: por um lado uma aplicação móvel para prestadores de cuidados de saúde no âmbito das feridas, capaz de captar a imagem da ferida, integrar informação clínica diferenciada acerca da mesma, bem como apoiar na seleção da intervenção terapêutica adequada; e por outro uma plataforma Web para gestores de unidades de saúde, responsável por integrar os dados adquiridos em termos da evolução das feridas de acordo com as intervenções terapêuticas implementadas, para possibilitar a identificação das opções mais promissoras em termos de eficácia e custos de gestão.

“A aquisição automática da informação, a precisão e a segurança dos dados recolhidos são três elementos fundamentais para a segurança e qualidade dos cuidados prestados”, explica Paulo Alves, diretor do Instituto de Ciências da Saúde – Porto e investigador do Centro de Investigação Interdisciplinar em Saúde.  “Permite ainda a monitorização da evolução da cicatrização e receber recomendações para a otimização dos cuidados”, acrescenta.

A nossa investigação caracteriza-se pelo seu olhar atento ao que acontece à nossa volta, em áreas tão diversas como a envolvente social, o sector empresarial ou as temáticas ambientais, e projeta-se a nível internacional, onde temos vindo a ter impacto crescente.”, afirma Célia Manaia, vice-presidente para a Investigação e Internacionalização da Católica no Porto. “Esta é uma maneira de estar que influencia o modo como inspiramos os nossos estudantes a terem um olhar crítico e vontade de induzir mudanças”, acrescenta.

Afinal, porquê celebrar a ciência na Católica? Porque a Ciência é um dos pilares da Universidade Católica Portuguesa, enquanto parte integrante da sua missão de promover a formação académica de qualidade e o cultivo da ciência, investigação e inovação para o bem-comum.

24-11-2022

RUMO 2022 reúne maior número de empresas de todas as edições

O mês de novembro marcou o regresso do RUMO – Evento de Empregabilidade da Universidade Católica no Porto. O primeiro momento, que decorreu entre os dias 8 e 9 de novembro, reuniu, em formato online, 71 empresas e mais de 500 participações nos Company Spot e Recruitment Lounge. Já em formato presencial, entre 15 e 16 de novembro, 25 Sociedades de Advogados estiveram no RUMO - Especial Advocacia. No total, foram 96 as entidades que marcaram presença na edição do RUMO de 2022.

Este ano, mais do que promover o emprego, o RUMO marcou a forma de viver a Universidade, o mundo do trabalho e o modo como este procura os seus colaboradores. Transversalidade e Transdisciplinaridade foram as palavras de ordem da 12ª edição do evento que colocou, no mesmo ambiente, diferentes áreas de conhecimento – da Gestão/Economia até à Biotecnologia, passando pelo Direito, Artes, Psicologia e Enfermagem.

 

Mais de 70 empresas marcaram presença nas sessões de Company Spot e Recruitment Lounge

Nos espaços virtuaisdo RUMO 2022, os estudantes tiveram a oportunidade de contactar diretamente com mais de 70 empresas. Através do Career Services da Católica no Porto, os estudantes tiveram acesso a apresentações de empresas (Company Spot) e ao contacto direto com o recrutador (Recruitment Lounge), contabilizando, no total, mais de 500 participações.

A 12º Edição do RUMO superou todas as expectativas”, salienta a equipa de Estudantes e Empregabilidade da Universidade Católica no Porto, responsável pela organização do evento. Além de este ter o “maior número de empresas participantes de todas as edições”, confessaram que o objetivo do evento foi o de se “criar oportunidades de conhecer a diversidade e a multiplicidade do mercado de trabalho”. “No final, cada estudante poderá explorar o caminho e o rumo que pretende tomar para a sua vida após a primeira formação universitária”, conclui.

 

O segundo momento presencial e o panorama atual de recrutamento na área da advocacia

Empenhada na capacitação dos seus estudantes para o início da sua vida profissional, a Escola do Porto da Faculdade de Direito organizou o RUMO - Especial Advocacia, em parceria com os gabinete de Estudantes e Empregabilidade. Entre os dias 15 e 16 de novembro, o átrio da Universidade Católica no Porto foi palco de um ambiente de partilha entre estudantes e 25 sociedades de advogados.

Recebemos, sobretudo, questões acerca dos estágios de verão, se existe estágio curricular e a composição da sociedade”, afirmou João Pedro Guedes, advogado associado da Pinto Ribeiro Advogados, um dos participantes desta iniciativa.

Se, de facto, estes momentos mostraram ser cruciais para entidades, onde estas puderam apresentar as suas oportunidades de trabalho e de estágios, sempre ajustadas ao perfil multidisciplinar de um licenciado em Direito. Por seu lado, os estudantes viram nesta experiência, uma janela aberta para o seu futuro.

Mateus Costa é estudante do 2º ano da Licenciatura em Direito da Faculdade de Direito da Escola do Porto e confessa que um evento como este é importante na medida em que as sociedades de advogados “valorizam muito que os estudantes comecem a interessar-se pela empregabilidade desde uma idade muito jovem”. “Os alunos vão falar com as sociedades e perguntam sobre os processos de seleção dos candidatos”, concluiu.

O RUMO - Especial Advocacia permitiu que os estudantes ficassem a conhecer o dia a dia de cada Sociedade e o seu funcionamento, identificassem oportunidades diferenciadoras e descobrissem quais os perfis profissionais mais procurados pelo mercado.

24-11-2022

Pages