Clara Soares é estudante do primeiro ano da licenciatura em Enfermagem na Escola de Enfermagem (Porto) da Universidade Católica Portuguesa e destaca a introdução, logo no primeiro ano, de estágios clínicos como uma mais-valia fundamental para o desenvolvimento: “Desde o primeiro ano, temos contacto com o contexto clínico real, o que nos permite crescer desde cedo como profissionais”. Para além do percurso académico exigente, divide o seu tempo com os treinos de Voleibol, modalidade que pratica há vários anos e que considera essencial para o seu equilíbrio físico e emocional.
Porquê estudar na Escola de Enfermagem (Porto) da Universidade Católica Portuguesa?
Escolhi a Escola de Enfermagem da Universidade Católica Portuguesa porque se destacou pelo seu plano curricular, especialmente pela introdução precoce aos estágios. Desde o primeiro ano, temos contacto com o contexto clínico real, o que nos permite crescer desde cedo como futuros profissionais de saúde. Essa abordagem prática desde o início foi decisiva para a minha escolha. A formação da Universidade Católica dá-nos uma base sólida, tanto a nível técnico como humano, e isso transmite-me confiança para o futuro.
De que forma é que os períodos de estágio são importantes para o percurso académico?
Até ao momento, tive apenas o estágio correspondente ao primeiro ano, mas foi uma experiência enriquecedora e essencial para o meu desenvolvimento. Através desse contacto inicial, já pude perceber que a área médico-cirúrgica me interessa e que talvez até seja a área que vá explorar no futuro.
“(…) cuidar e ajudar o próximo.”
Porquê estudar Enfermagem?
Desde cedo soube que queria seguir a área da saúde e o meu objetivo inicial era entrar em Medicina. Com o tempo, percebi que a Enfermagem também representava uma carreira profundamente humana, com impacto direto na vida das pessoas, e comecei a ver nela uma oportunidade concreta de realizar aquilo que sempre me motivou: cuidar e ajudar o próximo.
“(…) a Católica tem um ambiente de aprendizagem seguro e motivador.”
É atleta na modalidade de Voleibol. Como é que faz a gestão entre os treinos e os estudos?
Como sou atleta e estudante há já algum tempo, aprendi a gerir os meus horários entre treinos e estudos e tudo o que isso implica. No entanto, a exigência académica do ensino superior é muito diferente do secundário, e essa adaptação foi um desafio. Ainda assim, com organização e resiliência, tenho conseguido manter o equilíbrio.
Qual a importância do desporto na sua vida?
O desporto tem sido, para mim, um ponto de equilíbrio e descanso. Além de ser uma paixão, é também uma forma de manter o foco, a disciplina e o bem-estar físico e mental.
“A Enfermagem é uma área exigente, mas muito recompensadora.”
Como é a relação entre estudantes e professores na Católica?
A relação entre estudantes e professores na Católica é muito próxima. Sinto que os docentes estão sempre disponíveis para nos apoiar e demonstram um cuidado genuíno pelo nosso bem-estar e sucesso académico. Isso cria um ambiente de aprendizagem mais seguro e motivador.
O que é que marca este seu primeiro ano de Licenciatura? O que é que aprendeu?
Mesmo em pouco tempo, já sinto que cresci bastante a nível pessoal. Aprendi a adaptar-me melhor às diferentes pessoas com quem trabalho e a criar uma espécie de filtro emocional que me ajuda a lidar com as exigências da profissão sem perder a empatia. Estou a desenvolver uma maior maturidade emocional e capacidade de resposta em situações desafiantes.
O que diria a um estudante que está a pensar candidatar-se ao curso de Enfermagem?
Diria que o tempo e a dedicação são essenciais e dessa forma todos os obstáculos e adaptações se tornam mais claros. A Enfermagem é uma área exigente, mas muito recompensadora.
O filme "Valsas na Lua" realizado por Francisco de Assis Parcerias, foi distinguido no Cinalfama – Lisbon International Film Festival 2025. A curta-metragem, produzida no âmbito da Licenciatura em Cinema da Escola das Artes, venceu o prémio de Melhor Filme na categoria “Micro&NoBudget” e recebeu uma Menção Honrosa na categoria de Melhor Filme Português.
"Valsas na Lua" será exibido ao ar livre nas Escadinhas de São Miguel, no próximo dia 25 de julho, às 21h30, com a presença do realizador Francisco de Assis Parcerias.
O festival decorre de 21 a 25 de julho de 2025 com sessões no Museu do Fado durante o dia e nas Escadinhas de São Miguel à noite, com entrada gratuita.
Valsas na Lua Francisco de Assis, Matias Ferreira, Rafael Matos, Rita Rocha
Ficção, 2024, 17’
Sinopse: Filipe vivia imerso na inocência de uma criança feliz e adormecia rodeado do amor dos pais. Agora, jovem adulto, encontra no conforto das suas memórias os fantasmas que lhe roubam o sono. Vê-se perseguido pelo luto da morte do seu pai e passa uma noite de saudade e solidão.
De 1 a 4 de julho, a Escola das Artes da Universidade Católica Portuguesa recebeu a edição de 2025 da Porto Summer School on Art & Cinema — um programa que juntou cineastas, artistas, curadores e investigadores em torno do tema Technology/Transformation.
O programa público, de entrada livre, decorreu ao longo de cinco dias em vários espaços da cidade e contou com a participação do público, que marcou presença em todas as atividades: sessões de cinema, conferências, workshops, concertos e inaugurações.
A abertura ficou a cargo do realizador e artista Gabriel Abrantes, com a exibição de três curtas-metragens. No dia seguinte, Chrissie Iles, curadora do Whitney Museum of American Art, orientou um workshop com os participantes da Summer School e apresentou uma conferência sobre o desafio de curar arte “americana” num tempo de reconfiguração global.
Seguiu-se a inauguração da exposição Karle: Cartas, do artista Pedro Huet, patente até 26 de setembro na Sala de Exposições da Escola das Artes, onde texto e imagem se cruzam para refletir sobre o modo como habitamos um mundo atravessado por tecnologia, natureza e trabalho.
O programa público estendeu-se também ao Cinema Trindade e ao Batalha Centro de Cinema, onde o público encheu as salas para as sessões de Cao Guimarães (O Homem das Multidões) e Deborah Stratman (Hacked Circuit e Last Things), seguidas de uma conversa com os convidados e os curadores da Porto Summer School on Art & Cinema.
O encerramento deu-se com o concerto audiovisual Crépuscule Live A/V, de Tujiko Noriko e Joji Koyama, no Passos Manuel — um momento imersivo que combinou som e imagem, encerrando a semana com um momento hipnotizante e cinematográfico, como o universo poético dos próprios artistas.
Mais do que uma escola de verão, a Porto Summer School on Art & Cinema afirma-se como um espaço de encontro, experimentação e partilha — entre práticas artísticas contemporâneas, pensamento crítico e o olhar atento de um público curioso e participativo.
Carolina Costa, estudante finalista da Licenciatura em Enfermagem e atleta de alta competição na modalidade de Taekwondo, vai integrar a Missão Portuguesa aos Jogos Mundiais Universitários Rhine-Ruhr 2025, promovida pela FADU – Federação Académica do Desporto Universitário.
A cerimónia de apresentação decorreu a 9 de julho, no Pavilhão de Portugal. Em representação da Escola de Enfermagem (Porto) da Universidade Católica Portuguesa, estiveram presentes o diretor da Escola, Paulo Alves, e alguns docentes.
Sob o mote #HonraOLegado, a cerimónia destacou o empenho, a excelência e o equilíbrio entre o percurso académico e desportivo dos jovens atletas que irão representar Portugal na próxima edição dos Jogos Mundiais Universitários, a realizar-se em 2025, na região de Rhine-Ruhr, na Alemanha.
Para Paulo Alves, “a Carolina Costa é um exemplo de dedicação e talento”, e demonstra que existe “um compromisso da Escola com a valorização de trajetos académicos de excelência, conciliados com o desporto de alto rendimento.”
A Universidade Católica Portuguesa atribuiu o grau de Doutora Honoris Causa a Chanceler da República Federal da Alemanha entre 2005 e 2021, Angela Merkel, numa cerimónia em Lisboa, que contou com a presença de várias personalidades e convidados, entre os quais o ministro Adjunto e da Reforma do Estado, Gonçalo Matias; o presidente da Câmara de Lisboa, Carlos Moedas; o antigo presidente da Comissão Europeia, José Manuel DurãoBarroso e o antigo primeiro-ministro Pedro Passos Coelho, entre outros.
No discurso de abertura, e referindo-se a Angela Merkel como “personalidade incontornável da história do século XXI”, a reitora da Universidade Católica Portuguesa, Isabel Capeloa Gil, destacou o papel da chanceler emérita “durante 16 anos numa vida de serviço à causa pública e ao bem comum”.
“É por isso este o tempo certo para homenagear Angela Merkel, reconhecer a grandeza da sua ação, o futuro que nos legou, a particularidade da sua liderança que decorre também do tempo específico da experiência das mulheres, e que num universo político ainda hegemonicamente masculino constitui uma inspiração para as gerações futuras. Homenageamos uma liderança fundada em valores, livre e sem medo”, explicou Isabel Capeloa Gil. Sublinhou ainda que a atribuição deste doutoramento Honoris Causa celebra também “as profundas relações académicas que unem Portugal e a Alemanha, no Direito, na Ciência, nas Humanidades, as relações económicas e políticas. Um passado longo e um futuro que, sabemos, será ainda maior”.
A Reitora considerou que “num tempo sempre incerto, Angela Merkel foi a mulher certa para as circunstâncias”, apontando a importância da sua ação na União Europeia entre 2005 e 2021, na gestão da crise da dívida soberana e da crise dos refugiados, mas também durante a pandemia ou perante a ameaça russa na Ucrânia, defendendo sempre os valores do humanismo europeu e a liberdade.
Também o presidente da República, Marcelo Rebelo de Sousa, padrinho da doutoranda e responsável pela Laudatio, partilhou elogios a Angela Merkel, afirmando que a atribuição deste doutoramento Honoris Causa é “um gesto dos mais relevantes da Universidade Católica Portuguesa”.
Para Marcelo Rebelo de Sousa, Angela Merkel “preferiu sempre que pôde, na sua vida, a linha reta às curvas, mesmo que elas parecessem atingir a mesma meta final e juntar à frieza de ferro da razão, a compaixão nascida de raízes e de memórias que nunca esqueceu. Preferiu sempre a convicção filosófica e religiosa aos mais importantes valores políticos, económicos, sociais, culturais e, por maioria de razão, as conveniências estratégicas ou táticas”.
O Presidente valorizou ainda as decisões no pós-pandemia, que permitiram a elaboração dos Planos de Recuperação e Resiliência e a sua “irremovível posição sobre migrações, contra partido, governo, países, europa e mundo, já presas da vaga tentadora, egoísta e, nalguns excessos, farisaica, mas popularmente muito atrativa e alegadamente piedosa, vaga que sobe e subirá até que os seus feiticeiros sejam vítimas dos seus feitiços”.
Após a imposição das insígnias e a entrega do Doutoramento Honoris Causa, Angela Merkel agradeceu à Universidade Católica, afirmando: “É para mim uma honra muito especial poder receber esta distinção precisamente aqui, numa universidade com estudantes provenientes de 113 nacionalidades, uma universidade que se compromete com valores como a dignidade da pessoa humana, a democracia, o Estado de Direito e a liberdade.”
A chanceler emérita alemã evocou os períodos sombrios da história da Europa, referindo-se ao regime autoritário da antiga Alemanha de Leste. Sublinhou ainda a importância da liberdade e da democracia, afirmando que a reunificação alemã foi, à época, vivida como “um milagre”.
Durante a intervenção, Merkel refletiu sobre os desafios atuais enfrentados pela Europa, em particular a crise migratória e o crescimento de movimentos populistas e partilhou a sua visão sobre o papel da política e a responsabilidade das novas gerações. Sublinhou que a participação cívica é essencial para preservar as conquistas democráticas e que a liberdade não pode ser dada como garantida, sendo necessário defendê-la diariamente.
A chanceler emérita acrescentou: “A verdadeira liberdade não é apenas liberdade de algo, mas manifesta-se na responsabilidade por algo: pelo próximo, pela comunidade, pelo nosso bem comum”, e reiterou: “A liberdade é para todos. A política não vale nada se os cidadãos não participarem.”
A cerimónia terminou com a intervenção do Magno Chanceler da Universidade Católica e Patriarca de Lisboa, D. RuiValério que, dirigindo-se a Angela Merkel, enalteceu “o mérito de quem, com coragem e sabedoria, tem contribuído para a edificação de uma sociedade mais justa e pacífica.”
“Pautada por nobres valores da tradição cristã, a homenageada soube, com perícia e profundidade, ser construtora de pontes e promotora de humanismo. Num tempo em que tantos parecem apostar no ruído das armas e no poder da força, esta cerimónia é um sinal luminoso: proclama que o saber e a dignidade humana ainda têm a última palavra”, concluiu.
A Universidade Católica Portuguesa (UCP) no Porto assinou um protocolo de colaboração com a Federação Académica do Porto (FAP) que permitirá reforçar a resposta social destinada a estudantes bolseiros. No âmbito deste acordo, 24 camas da nova residência “Academia 24”, situada no Marquês, serão atribuídas a estudantes com dificuldades económicas, somando-se às 40 já existentes na residência da Bainharia, no centro histórico do Porto.
Através desta colaboração, a Universidade Católica reforça o seu compromisso com a promoção da igualdade de oportunidades no acesso ao Ensino Superior. Isabel Braga da Cruz, pró-reitora da Universidade Católica, afirma que “é prioridade da Universidade Católica encontrar soluções que responsam aos desafios que muitos estudantes enfrentam.”
A assinatura do protocolo teve lugar no dia 8 de julho, durante a cerimónia de comemoração do 36.º aniversário da FAP, que decorreu no Palácio da Bolsa. O evento contou com a presença da pró-reitora da UCP, Isabel Braga da Cruz, do diretor da Faculdade de Direito – Escola do Porto da UCP, Manuel Fontaine, do Presidente da Assembleia da República, José Pedro Aguiar Branco, representantes das 26 associações de estudantes federadas, ex-dirigentes, parceiros, órgãos de gestão das diversas Instituições de Ensino Superior e outros convidados.
O campus da Universidade Católica Portuguesa (UCP) no Porto voltou a ser palco de reencontros e celebração com mais uma edição do Alumni Fest. O evento reuniu mais de 250 antigos alunos das várias faculdades, num ambiente descontraído e de forte ligação à alma mater.
O evento, que decorreu a 5 de julho, permitiu reencontrar colegas e professores, partilhar memórias e reforçar os laços com a Universidade. O ambiente descontraído e o espírito de comunidade marcaram mais uma edição de um evento que pretende manter viva a ligação entre os antigos alunos e a Universidade, na certeza de que os Alumni são parte da sua identidade.
Isabel Braga da Cruz, pró-reitora da UCP, afirma que “São os Alumni que, com os seus percursos pessoais e profissionais, continuam a enriquecer a Universidade e a projetar os seus valores na sociedade” e sublinha que “o seu exemplo é uma extensão viva da missão da Universidade no mundo.”
Tal como nas edições anteriores, o Alumni Fest contou também com uma vertente solidária. No momento do check-in, todos os participantes foram convidados a deixar um contributo, no valor que entenderam, a favor de uma IPSS parceira da Universidade.
Promovido pela Universidade em colaboração com as Associações Alumni da Escola Superior de Biotecnologia, da Faculdade de Direito – Porto e da Faculdade de Educação e Psicologia, e com as diferentes dinâmicas alumni da Católica Porto Business School, Escola das Artes, Faculdade de Ciências da Saúde e Enfermagem e Faculdade de Teologia no Porto, o evento reforça o compromisso da Católica em continuar a promover o diálogo, o encontro e a pertença entre todos os que, em diferentes tempos e contextos, fizeram parte da Universidade Católica Portuguesa no Porto.
Realizou-se na Sé Catedral do Porto, no dia 5 de julho, o Crisma de 60 estudantes, ligados a movimentos e grupos da Diocese, numa cerimónia emotiva presidida pelo Bispo do Porto, D. Manuel Linda. Concelebraram o Padre José Pedro Azevedo, responsável da pastoral universitária do Porto (CIMT) e capelão da Universidade Católica no Porto, o Padre Luís Lencastre também ligado à Pastoral Universitária, o Padre José Paulo, capelão da Universidade Lusíada, os Padres António Pamplona e Gonçalo Castro Fonseca do Centro Universitário dos Jesuítas (CREU). Na mesma cerimónia fez ainda a primeira comunhão, uma estudante da Universidade Católica.
Para a Universidade Católica no Porto, foi um dia muito especial pelo culminar de mais um caminho de preparação para o Crisma de 11 dos seus estudantes, reforçando assim a sua identidade e missão católica. No fim do dia vários estudantes partilharam e agradeceram a experiência inesquecível que tinham vivido.
Ilda Raimundo, da Licenciatura em Gestão,referiu que “Sou muito grata por ter tido a oportunidade de ter recebido o Crisma e também a minha Primeira Comunhão. Ter me inscrito no programa de crisma foi sem dúvida a melhor coisa que fiz, para alguém que tinha perdido a fé em Deus tive a oportunidade de o conhecer e me reconectar com Deus outra vez e isso foi bastante importante dar esse passo significativo. E aprendi muito com as sessões do crisma, para a minha caminhada nessa nova etapa da minha vida cristã.”
Beatriz Sottomayor, do Mestrado em Engenharia Biomédica, destacou que “O Crisma marcou um novo começo na minha relação com Deus, ajudando-me a reconstruí-la com mais verdade e profundidade. Senti uma alegria contagiante que se espalhou pelos meus dias e me deu força interior. Esta celebração foi um passo firme na minha caminhada de fé, cheio de luz e sentido!”.
Inês Sereno, da Licenciatura em Gestão, referiu que “O passado sábado foi de grande alegria. E que graça a minha de ter tido a oportunidade de receber o Espírito Santo! Cada um percorreu um caminho diferente, mas neste dia, unimo-nos todos pela fé. E numa cerimónia acolhedora, o Bispo D. Manuel fez nos sentir mais uma vez em casa. Uma verdadeira bênção!".
Mariana Nóbrega, da Licenciatura em Direito, também destacou que “Ter feito o Crisma para mim foi sinónimo de descoberta, coragem e fé no que já sentia interiormente.”
O caminho de preparação dos estudantes da Universidade Católica Portuguesa de diferentes faculdades foi organizado pela Unidade para o Desenvolvimento Integral da Pessoa (UDIP) com a colaboração de Tomás Cantista, docente da Escola do Porto da Faculdade Direito. Os estudantes foram convidados a conhecer e a aprofundar as temáticas centrais da fé e da vida cristã: a Igreja, a Fé, a Esperança, o Amor a Deus e ao próximo, Jesus Cristo verdadeiro Deus e verdadeiro Homem, o Espírito Santo e os Seus dons, a Oração, o Compromisso, a Missa, a Reconciliação, entre outros temas.
Ficou a promessa de novos encontros no próximo ano letivo, quer para os já crismados, quer para novos estudantes que queiram iniciar o caminho de preparação
A Escola das Artes da Universidade Católica Portuguesa volta a afirmar a sua presença em mais uma edição do Curtas Vila do Conde – Festival Internacional de Cinema, que decorre entre 12 e 20 de julho. Este ano, a participação da escola estende-se às competições Take One, Nacional e Internacional, com filmes de estudantes e de um professor.
Na Competição Take One, dedicada a obras realizadas em contexto académico, estão selecionados dois filmes de alumni de mestrado da Escola das Artes:
- “O Pássaro de Dentro”, de Laura Anahory, antiga aluna de mestrado em Som e Imagem – especialização em Animação, uma obra que esteve em destaque no Festival de Cannes, tendo sido nomeada para La Cinef, secção oficial do Festival de Cannes dedicada a revelar novos talentos do cinema internacional. +info
- “Uma Crosta de Ferro", de Vasco Barbedo alumno do Mestrado em Cinema, um filme que reflete sobre o trabalho fabril, a indústria, o esforço do trabalhador, a poluição e o papel do imigrante na nossa sociedade. +info
A presença da Escola das Artes estende-se ainda às principais competições do festival com “Ofélia”, o mais recente filme de Carlos Lobo, professor da EA. A obra foi selecionada para a Competição Nacional e Internacional, tendo sido produzida pela Produtora Olhar de Ulisses e pela Cimbalino Filmes, com o apoio da Escola das Artes. +info
Já estão abertas as candidaturas para o Seed Funding Programme, um programa da Transform4Europe (T4EU) cujo objetivo é financiar e promover projetos de investigação entre duas ou mais instituições membro da Aliança.
De 30 de junho a 30 de setembro, investigadores, docentes, e investigadores de pós-doutoramento da Universidade Católica Portuguesa podem candidatar-se a este financiamento. É uma oportunidade para colaborar com outras instituições europeias e desenvolver projetos conjuntos, partilhando conhecimento e recursos.
As oportunidades de financiamento começam nos 3 mil euros e podem chegar aos 30 mil euros. O tipo de iniciativas que podem ser financiadas são, por exemplo:
Criação de "seamless mobility schemes".
Esforços com o objetivo de melhorar a mobilidade vertical.
Desenvolvimento de novas ofertas de estudos conjuntos.
Desenvolvimento/criação de microcredenciais.
Desenvolvimento/criação de programas de doutoramento conjuntos.
Desenvolvimento/criação de percursos de doutoramento.
Desenvolvimento/criação de ofertas de aprendizagem ao longo da vida.
Outras iniciativas e projectos conjuntos (por exemplo, iniciados por um laboratório de transformação T4EU).
A T4EU valoriza projetos relacionados com os seguintes temas: ambiente, inclusão e diversidade; multilinguismo; cooperação entre universidades e setor cultural; transformação digital; transformação da sociedade.
Para facilitar esta candidatura, a T4EU disponibiliza uma ferramenta de parceria, onde é possível encontrar e comunicar com outros investigadores das áreas de estudo e temas em que trabalham.
A T4EU organiza duas sessões de esclarecimento, nos dias 23 de julho de 2025 e 20 de agosto de 2025. Para participar, envie um e-mail para t4eu-seedfunding@uni-saarland.de.