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Novidades

Católica oferece 15 bolsas de estudo a refugiados para o ano letivo 2026-2027

A Universidade Católica Portuguesa abre no dia 23 de março, as candidaturas ao seu programa de bolsas de estudo destinado a estudantes refugiados. Ao todo, estão disponíveis 15 vagas para cursos de licenciatura e de mestrado, em Lisboa, Porto, Braga e Viseu, com isenção de propinas.

O programa, que decorre pelo 5.º ano consecutivo, destina-se a estudantes em situação de emergência humanitária, com documento que a comprove.

As candidaturas decorrem de 23 de março a 7 de abril.

Segundo Inês Espada Vieira, Coordenadora da Iniciativa de Apoio a Estudantes e Investigadores Refugiados, “Apoiar estudantes refugiados a fazer ou completar as suas formações académicas beneficia não só a pessoa, como a sua família, a comunidade e toda a sociedade portuguesa.”

A responsável acrescenta: “No quinto ano desta Iniciativa, estamos ainda mais seguros de que esta oportunidade é fundamental para um novo futuro para o estudante, não apenas como vítima da guerra, mas como protagonista de uma vida plena, autónoma, produtiva, significativa. Já são vários os estudantes refugiados que concluíram as suas formações na Católica. Os seus exemplos são inspiradores para os colegas e para a comunidade que vê neles testemunho de superação e de integração”.

Este programa surge no âmbito do esforço nacional de acolhimento e integração de pessoas refugiadas e do cumprimento da Agenda 2030 proposta pelas Nações Unidas.

Para se candidatar, siga os seguintes passos:

Preparar os seguintes documentos:

 - Documento que comprove a situação de emergência humanitária;

 - Documento de identificação;

 - Certificado de conclusão do ensino secundário e exames finais, traduzido em língua portuguesa ou inglesa;

 - Curriculum Vitae;

 - Carta de motivação, em português ou em inglês;

 - Caso já tenha frequentado o ensino superior: certidão de unidades curriculares realizadas, traduzida para português e/ou inglês.

- Declaração de honra em como é elegível como estudante internacional.

 

CANDIDATURAS

 

23-03-2026

Estudantes da Católica preparam-se para experiência de voluntariado internacional transformadora

Estudantes dos campi de Braga, Lisboa e Porto da Católica participaram num encontro de formação do FLY, o programa de voluntariado internacional promovido pelas Universidades Jesuítas de Espanha (UNIJES) e pela Universidade Católica Portuguesa. A formação contou com a participação de mais de 180 estudantes das várias universidades e incluiu várias dinâmicas com o objetivo de capacitar os voluntários para as missões que decorrem no verão, em países da Europa, África, Ásia e América, atuando em contextos como Migrações, Exclusão Social e Cuidado de Pessoas e Comunidade.

A formação decorreu de 13 a 15 de março, na Casa San José, em El Escorial, iniciou‑se com o embarque simbólico dos estudantes na experiência. Em seguida, cada uma das grandes áreas de projeto promoveu dinâmicas que evidenciaram que, em contextos vulneráveis, o maior risco não está na intensidade inicial, mas no desgaste progressivo. Por isso, reforçou‑se a importância de uma atitude profissional sustentada, capaz de garantir coerência, estabilidade e autoridade ao longo de todo o percurso.

“Este fim de semana foi muito enriquecedor, desafiando-me pela língua e pelo contacto com pessoas novas.”, revela Lucília Pestana, estudante de Psicologia do campus de Lisboa. “Aprendi a comunicar de formas diferentes, a trabalhar em equipa e a refletir sobre temas importantes. Levo comigo mais confiança e abertura para novas experiências.”

Os voluntários participaram em diferentes atividades, aprofundando as suas motivações, expectativas e o compromisso coletivo. No momento final, cada grupo preparou a sua partida através da definição de papéis, da construção dos compromissos de equipa e dos acordos de convivência, reforçando a coesão e fortalecendo os laços entre todos.

Para Diana Silva, estudante de mestrado em Psicologia do campus de Braga, a experiência proporcionou o contacto com os futuros colegas: “Esta formação de voluntariado internacional permitiu-me conhecer melhor a equipa com a qual vou trabalhar durante um mês na Bolívia. Senti que cada dinâmica tinha um propósito claro, ajudando-nos a criar ligação com os voluntários e a preparar-nos para os desafios do voluntariado. Saio desta experiência com confiança, motivação e entusiasmo para iniciar a minha missão de voluntariado, sabendo que tenho uma equipa fantástica ao meu lado.”

Sarah Nascimento, estudante de Enfermagem do campus do Porto, afirma que o convívio a fez aprender “que o sucesso do projeto começa na sintonia entre os voluntários, tornando esta experiência muito enriquecedora.”

“Ver o entusiasmo dos estudantes por abraçar esta experiência é uma certeza de que são jovens de mudança. Desde 30 membros de staff, que permitiram o planeamento e a execução de todas as dinâmicas, aos 185 estudantes que se envolveram em cada atividade para tornar o verão dos outros melhor.”, sublinha Constança Barbosa, coordenadora da CASO, “É um espírito de serviço e compromisso muito importante para jovens universitários.”

No total, 10 estudantes da Católica dos campi de Braga, Lisboa e Porto vão participar em missões de voluntariado no verão em Espanha, Itália, Brasil, Angola e Bolívia.

 

20-03-2026

Estudantes da Católica preparam-se para experiência de voluntariado internacional transformadora

Estudantes dos campi de Braga, Lisboa e Porto da Católica participaram num encontro de formação do FLY, o programa de voluntariado internacional promovido pelas Universidades Jesuítas de Espanha (UNIJES) e pela Universidade Católica Portuguesa. A formação contou com a participação de mais de 180 estudantes das várias universidades e incluiu várias dinâmicas com o objetivo de capacitar os voluntários para as missões que decorrem no verão, em países da Europa, África, Ásia e América, atuando em contextos como Migrações, Exclusão Social e Cuidado de Pessoas e Comunidade.

A formação decorreu de 13 a 15 de março, na Casa San José, em El Escorial, iniciou‑se com o embarque simbólico dos estudantes na experiência. Em seguida, cada uma das grandes áreas de projeto promoveu dinâmicas que evidenciaram que, em contextos vulneráveis, o maior risco não está na intensidade inicial, mas no desgaste progressivo. Por isso, reforçou‑se a importância de uma atitude profissional sustentada, capaz de garantir coerência, estabilidade e autoridade ao longo de todo o percurso.

“Este fim de semana foi muito enriquecedor, desafiando-me pela língua e pelo contacto com pessoas novas.”, revela Lucília Pestana, estudante de Psicologia do campus de Lisboa. “Aprendi a comunicar de formas diferentes, a trabalhar em equipa e a refletir sobre temas importantes. Levo comigo mais confiança e abertura para novas experiências.”

Os voluntários participaram em diferentes atividades, aprofundando as suas motivações, expectativas e o compromisso coletivo. No momento final, cada grupo preparou a sua partida através da definição de papéis, da construção dos compromissos de equipa e dos acordos de convivência, reforçando a coesão e fortalecendo os laços entre todos.

Para Diana Silva, estudante de mestrado em Psicologia do campus de Braga, a experiência proporcionou o contacto com os futuros colegas: “Esta formação de voluntariado internacional permitiu-me conhecer melhor a equipa com a qual vou trabalhar durante um mês na Bolívia. Senti que cada dinâmica tinha um propósito claro, ajudando-nos a criar ligação com os voluntários e a preparar-nos para os desafios do voluntariado. Saio desta experiência com confiança, motivação e entusiasmo para iniciar a minha missão de voluntariado, sabendo que tenho uma equipa fantástica ao meu lado.”

Sarah Nascimento, estudante de Enfermagem do campus do Porto, afirma que o convívio a fez aprender “que o sucesso do projeto começa na sintonia entre os voluntários, tornando esta experiência muito enriquecedora.”

“Ver o entusiasmo dos estudantes por abraçar esta experiência é uma certeza de que são jovens de mudança. Desde 30 membros de staff, que permitiram o planeamento e a execução de todas as dinâmicas, aos 185 estudantes que se envolveram em cada atividade para tornar o verão dos outros melhor.”, sublinha Constança Barbosa, coordenadora da CASO, “É um espírito de serviço e compromisso muito importante para jovens universitários.”

No total, 10 estudantes da Católica dos campi de Braga, Lisboa e Porto vão participar em missões de voluntariado no verão em Espanha, Itália, Brasil, Angola e Bolívia.

20-03-2026

Celso Costa: “Feitos extraordinários surgem de uma dedicação extraordinária.”

Celso Costa é fundador e CEO do Next Level Hub, uma empresa dedicada à inovação no comportamento humano. Com licenciatura em Psicologia e mestrado em Psicologia Clínica e da Saúde pela Faculdade de Educação e Psicologia da Universidade Católica Portuguesa, ao longo do seu percurso, tem tido experiências em contextos muito diversos (de hospitais e unidades de cuidados paliativos a projectos de formação e desenvolvimento organizacional), que moldaram a sua visão sobre o potencial transformador da Psicologia. Um conselho para os estudantes da Católica? “Work hard, play hard.”

 

É licenciado e mestre em Psicologia pela Faculdade de Educação e Psicologia da Católica. Porque escolheu a Universidade Católica para estudar?

A decisão de estudar na Católica resumiu-se a 3 fatores: a credibilidade da Universidade e o perfil do corpo docente, o acompanhamento próximo dos alunos e a entrada com bolsa de mérito no curso.  Recordo a minha experiência na Católica com carinho e saudade!

 

“Se não pudermos curar, podemos cuidar. Se não conseguimos reparar algo, podemos acompanhar e estar presentes e disponíveis”

 

A sua tese de mestrado centrou-se na Experiência de Perda e no Processo de Luto, no contexto de uma Unidade de Cuidados Paliativos. O que é que destaca deste seu projeto de investigação?

Destacaria o papel da Espiritualidade. A Espiritualidade é um fenómeno incrível através do qual se podem encontrar recursos extraordinários de esperança, resiliência, capacidade de adaptação e perspetivas sobre a vida. No Luto, a Espiritualidade é um facilitador da continuidade da ligação com a pessoa perdida. Seja através de crenças religiosas, ou de formas únicas e criativas de pensar sobre a vida, a morte e a posterioridade, foi uma das dimensões que mais sobressaiu na forma como as pessoas que participaram no estudo se reorganizavam após a perda de alguém próximo e significativo.

 

De que modo essa investigação e os estágios em contexto hospitalar marcaram a sua forma de estar enquanto psicólogo? 

Mostraram-me o potencial da Psicologia, quer enquanto ciência que nos permite compreender fenómenos complexos e subjetivos, quer enquanto área de intervenção que nos permite modificar crenças, atitudes, estados emocionais e comportamentos. Trabalhar em contexto hospitalar, e em particular em Cuidados Paliativos, permite-nos um entendimento muito próximo da vulnerabilidade, do sofrimento e da superação humana. Estas experiências mostraram-me como mesmo perante circunstâncias de vida tão complexas e difíceis, como acontece com o aproximar do fim da vida, há sempre algo que podemos fazer. Se não pudermos curar, podemos cuidar. Se não conseguimos reparar algo, podemos acompanhar e estar presentes e disponíveis. É a liberdade última de cada pessoa, escolher a forma como encara as circunstâncias que enfrenta, como afirmou Viktor Frankl.

 

“É na necessidade contínua de ser cada vez melhor que encontro a principal motivação para continuar a aprender.”

 

Mais tarde, decidiu fazer uma pós-graduação em Inovação e Empreendedorismo. Porque fez sentido juntar estas áreas à Psicologia? 

Sempre pensei na Psicologia como uma área científica com grande potencial para se fundir com outras áreas, sendo a Economia e a Gestão um dos exemplos. Ter ideias é fácil. Mas é na execução destas ideias que muitos projetos falham. Ao longo do seu percurso académico na Universidade, os psicólogos aprendem muito sobre Psicologia, mas pouco sobre outras áreas. Vi na Inovação e Empreendedorismo a oportunidade perfeita para aprender modelos, processos e sistemas, que me aproximaram da área da Gestão, e me deram bases sólidas para idear e concretizar diferentes ideias ao longo do meu percurso. Recordo-me de ouvir o Professor Pedro Dias falar sobre a importância destes temas, e encontrar aí a certeza de que esta seria uma aposta vencedora.

 

Ao longo do seu percurso, tem trabalhado em contextos muito diversos: hospitais, lares, ONG, associações profissionais. Qual é hoje o maior desafio para quem trabalha com sofrimento psicológico? 

Os psicólogos que só sabem de Psicologia vão encontrar sérios desafios neste tipo de trabalho. Intervir sobre o sofrimento psicológico, é na verdade, intervir com a Pessoa em sofrimento. O conhecimento do ponto de vista técnico (de diagnóstico e intervenção) é necessário, mas insuficiente. Qualquer intervenção eficaz será sempre realizada a partir da qualidade e profundidade da relação e conexão que se constrói com o Outro em sofrimento. Esta relação é como uma ponte, a partir da qual se transportam mercadorias valiosas (técnicas de intervenção). Os psicólogos mais eficazes sabem muito de Psicologia, mas exploram também outras áreas relevantes: da Biologia e Neurociências, à Economia e Gestão, ou da Sociologia à Literatura. O principal desafio para qualquer profissional que trabalha com sofrimento psicológico é encontrar um posicionamento em que consegue estar próximo, mas robusto emocionalmente. O sentir e o pensar são ambos importantes. Mas o desafio é conseguir que o sentir não se sobreponha ao pensar.

 

A formação contínua tem sido uma constante no seu percurso, incluindo psicoterapia, supervisão e docência. O que o motiva a continuar a aprender?  

Vivemos num mundo cada vez mais VUCA (volátil, incerto, complexo e ambíguo). Com a aceleração da velocidade a que o mundo se transforma, surgem desafios novos e realidades diferentes de forma contínua. As competências são fundamentais, e muitas vezes, transcendentais. Mas o conhecimento está a ficar com um prazo de validade cada vez mais curto.

Há 15 anos, inovar era visto como um nice-to-have, uma ferramenta de “ataque” para impulsionar a diferenciação. Hoje a inovação é um must-have e uma ferramenta de “defesa” sem a qual ficamos desatualizados e, consequentemente, com uma eficácia de ação diminuída. A formação contínua é por isso imprescindível. Procuro que tudo o que faço profissionalmente seja intencional, rigoroso e útil, e que sobretudo acrescente valor aos contextos e pessoas em que intervenho. É na necessidade contínua de ser cada vez melhor que encontro a principal motivação para continuar a aprender.

 

Fundou e envolveu-se em vários projetos focados no desenvolvimento de competências pessoais e profissionais, como o Coaching Students to Success. O que é que o atrai neste tema?

Sempre ouvi que a missão da Educação era preparar para a vida. Ao iniciarmos o nosso percurso, desde o Primeiro Ciclo ao final do Ensino Universitário, as notas continuam a ser principal métrica de desempenho, maioritariamente obtidas a partir de testes e exames, para os quais o principal incentivo é memorizar (temporariamente) conteúdo para a obtenção de um valor numérico. No entanto, ao transitarmos para o mercado de trabalho, percebemos rapidamente que as notas deixam de ser uma métrica de desempenho, assumindo as competências este papel.

Este fenómeno, apelidado pelo World Economic Forum de “skills gap”, despertou o meu interesse para o papel e valor fundamental das competências transversais. Ou seja, competências com impacto do ponto de vista profissional, mas também pessoal. Vejo no desenvolvimento de competências pessoais e profissionais um dos melhores antídotos para o panorama de imensa estagnação que encontramos na Educação atualmente: conteúdos obsoletos, metodologias pedagógicas desatualizadas, e um foco excessivo em conteúdos e notas.

 

É CEO do Next Level Hub. O que é que o levou a empreender no mundo da Psicologia?

No Next Level Hub definimo-nos como uma empresa de inovação em comportamento humano. A Psicologia está no centro do que fazemos, mas o nosso trabalho cruza também várias outras áreas (da Psicoterapia às Neurociências, da Economia Comportamental à Gamificação) permitindo-nos desenvolver soluções mais completas para desafios humanos complexos.

Atuamos em dois grandes contextos. Na Educação, através do Next Level Hub, desenvolvemos programas de soft skills premiados para crianças e jovens, bem como formação dirigida a contextos educativos. No contexto organizacional, através da Next Level Corporate, desenhamos e implementamos programas de desenvolvimento totalmente customizados para empresas, em áreas como liderança, cultura organizacional, change management, saúde mental e comunicação estratégica. Construir e fazer crescer esta empresa tem sido uma aventura exigente, mas profundamente apaixonante. Somos uma equipa de psicólogos - cerca de 80% formados na Universidade Católica Portuguesa - unidos por uma forte ambição comum e por uma cultura muito alinhada. Aquilo que estamos a construir juntos é um dos pilares mais fortes do nosso trabalho.

 

O que é que mais o entusiasma?

Aquilo que mais me entusiasma é a possibilidade de transformar conhecimento em ação, passar dos problemas para as soluções, e das palavras para o impacto real. Seja ao concretizar a nossa visão de sermos “os parceiros perfeitos da Educação”, seja ao transformar a capacidade das organizações em potenciar pessoas, cultura e desempenho, sentimos que estamos a contribuir para um movimento cada vez mais relevante: aplicar a ciência do comportamento humano para criar contextos onde pessoas e organizações podem realmente prosperar.

 

Que mensagem deixaria a estudantes ou jovens profissionais que procuram tirar o melhor de si, pessoal e profissionalmente?

Work hard, play hard. Porque feitos extraordinários surgem de uma dedicação extraordinária. Mas essa dedicação à vida profissional nunca deve ser feita à custa da vida pessoal. Tal como fazem os atletas de alta competição: treinam com estratégia e intensidade, mas são igualmente rigorosos e comprometidos com a forma como recuperam e cuidam do seu equilíbrio.

 

19-03-2026

Campus da Católica no Porto promove semana europeia sobre futuro do património

Já começou Semana Europeia do Património Comum T4EU, na Universidade Católica Portuguesa que decorre até 20 de março, no campus no Porto, em parceria com a Transform4Europe (T4EU).

“A Universidade Católica Portuguesa, através da colaboração em rede dos vários universos das universidades da T4EU – alunos, professores, investigadores e técnicos –, proporciona à comunidade cultural da T4EU e aos stakeholders GLAM – públicos, privados e associativos – do Porto uma plataforma e momentos de interação e partilha de conhecimento e experiências.”, salienta o Director da T4EU na Católica, Francisco Mendes-Palma.

Integrada nesta semana, decorrerá também a conferência anual da T4EU sobre Património Sustentável, realizada em conjunto com a EPoCH2026, uma conferência internacional anual sobre investigação dedicada ao Património e Conservação-Restauro do Centro de Investigação em Ciências e Tecnologia das Artes da Católica.

Oferecendo uma plataforma única para explorar reflexões críticas e práticas experimentais em conservação-restauro e estudos do património no contexto europeu, esta conferência científica terá como oradores principais Cornelius Holtorf, da Universidade Linnaeus (UNESCO), Paulo Lourenço, da Universidade do Minho, e Roberta Altin, da Universidade de Trieste.

“O outreach académico começa precisamente quando a universidade sai dos seus espaços habituais e entra em diálogo com a sociedade. Ao reunir estudantes, investigadores, profissionais da cultura e instituições da cidade, esta iniciativa transforma o património num território comum de encontro e experimentação.”, destaca por sua vez a Outreach Officer da Católica na T4EU, Sara Magno.

Desde o cuidado com os materiais até à memória digital, desde tradições em risco de extinção até soluções sustentáveis emergentes e formas culturais, graças à abrangência de atividades, a Semana Europeia do Património Comum T4EU desafiará a analisar os cenários em evolução e a imaginar novas configurações de prática, ética e responsabilidade – no limiar da mudança.


Veja o programa completo

19-03-2026

Católica marca presença na Qualifica 2026

A Universidade Católica Portuguesa marca presença na Feira da Educação Qualifica 2026, de 25 a 28 de março.

27 e 28 de março, a Católica estará também representada no espaço de Mestrados, Pós-Graduações e Formação Executiva. Este espaço procura responder às novas exigências do mercado de trabalho e ao impacto da revolução digital, reunindo propostas orientadas para a atualização e especialização de competências.

Durante os quatro dias, os visitantes terão a oportunidade de conhecer a Católica obtendo toda a informação necessária junto dos representantes das suas unidades de ensino, localizadas em Lisboa, Porto, Braga e Viseu.

A feira decorre de 25 a 28 de março, entre as 10h00 e as 18h00.

A Católica no Porto encontra-se igualmente de portas abertas para dar a conhecer a sua oferta formativa e o ambiente do campus. Durante os Open Days, será possível ouvir testemunhos de docentes e estudantes, conhecer em detalhe os planos de estudos e colocar questões sobre percursos académicos e saídas profissionais. Já na Teen Academy, os estudantes do ensino secundário são convidados a explorar o mundo das profissões, através de experiências práticas nas áreas pelas quais demonstram maior interesse.

18-03-2026

Dias da Psicologia 2026 juntam gerações para refletir sobre o passado, o presente e o futuro da Psicologia

A Faculdade de Educação e Psicologia da Universidade Católica Portuguesa (FEP-UCP) acolheu, nos dias 11 e 12 de março, mais uma edição dos Dias da Psicologia”, iniciativa que reuniu estudantes, alumni, docentes, investigadores e profissionais da área no campus da Universidade Católica Portuguesa no Porto.

Sob o tema “Passado, Presente e Futuro da Psicologia”, o evento promoveu dois dias de reflexão, partilha de conhecimento e diálogo entre diferentes gerações da comunidade académica.

A edição de 2026 assumiu um significado especial ao ser organizada, pela primeira vez, pela Associação de Estudantes da FEP-UCP (AE FEP-UCP), que assumiu a coordenação de um dos momentos mais relevantes da vida académica da faculdade.

 

Um evento construído pela comunidade estudantil

A organização da 21.ª edição dos “Dias da Psicologia” representou para a Associação de Estudantes uma etapa de transição e superação, marcada pelo compromisso de honrar o legado das edições anteriores e, simultaneamente, introduzir novas ideias e uma visão renovada para o evento.

Segundo Beatriz Valongo, presidente da AE FEP-UCP, os “Dias da Psicologia 2026” foram vividos como um verdadeiro reencontro da comunidade académica.

“Os Dias da Psicologia 2026 são daqueles eventos que ficam guardados no coração, um reencontro verdadeiro e emocionante da nossa comunidade na FEP-UCP. Durante dois dias sentimos o pulsar da Psicologia que nos une: revisitámos o passado com gratidão, vivemos o presente com intensidade e sonhámos o futuro com esperança”, refere.

Para a estudante, a participação e o ambiente vivido ao longo do evento demonstraram a força do espírito de comunidade que caracteriza a faculdade. “As conversas profundas, as partilhas entre estudantes, alumni e docentes e o entusiasmo nos intervalos mostraram que estamos unidos pelo mesmo propósito: continuar a construir esta profissão com dedicação e sentido de responsabilidade”, acrescenta.

 

Reflexão sobre agressão, saúde mental e participação estudantil

O primeiro dia teve início com a sessão de abertura, que contou com as intervenções de Beatriz Valongo, em representação da AE FEP-UCP, e de Raquel Matos, Diretora da FEP-UCP.

Seguiram-se duas sessões dedicadas a temas centrais da Psicologia contemporânea. Catarina Ribeiro, docente na faculdade, apresentou a palestra “Psicologia do Agressor e da Vítima”, promovendo a reflexão sobre os processos psicológicos associados às dinâmicas de agressão e às experiências de vitimação. Ainda durante a manhã, a docente Adélia Monarca, acompanhada pelo convidado Joel Teixeira, da “Team 24”, dinamizou a sessão “Saúde Mental no Trabalho”, centrada nos desafios atuais do bem-estar psicológico em contexto laboral.

Durante a tarde, realizou-se um dos momentos mais participados do programa - as FEP-UCP Talks -, iniciativa que deu palco aos estudantes para apresentarem temas do seu interesse pessoal e académico. As apresentações refletiram a diversidade de perspetivas presentes na comunidade estudantil e promoveram um espaço de partilha, comunicação de conhecimento e debate.

 

Diálogo entre gerações e percursos profissionais

O segundo dia manteve o espírito de partilha e encontro académico, com uma forte participação de alumni da FEP-UCP.

A sessão “Perspetivas da Psicologia: à conversa sobre diferentes áreas” reuniu os antigos estudantes Sofia Machado, Francisca Miranda, Diogo Resende, Mariana Pinote Moreira e Beatriz Martins, que partilharam experiências profissionais em diferentes áreas da Psicologia, evidenciando a diversidade de percursos possíveis após a formação académica.

Seguiu-se a intervenção da alumna Raquel Lira, dedicada às transições para a prática profissional e aos desafios éticos e técnicos associados ao exercício da profissão.

A tarde incluiu ainda a sessão “Aprender com propósito dentro e fora de portas: autenticidade, desenvolvimento e comunidade”, dinamizada pela professora Luísa Mota Ribeiro, e culminou com a mesa redonda “Quem tem razão? 3 gerações em debate”, que reuniu a docente Vânia Sousa Lima, a alumna Carmina Rei e o estudante Pedro Ribeiro num diálogo intergeracional sobre experiências, desafios e perspetivas da Psicologia.

O evento terminou com um jantar de convívio entre professores, estudantes e antigos alunos, reforçando os laços entre diferentes gerações da comunidade académica.

 

O balanço da Associação de Estudantes

Para Sara Moreira, responsável pelo Departamento de Comunicação da AE FEP-UCP, a edição de 2026 teve um significado particularmente especial por ter sido a primeira organizada integralmente pela Associação de Estudantes.

“Assumir esta responsabilidade foi simultaneamente um desafio e um privilégio, sobretudo por se tratar de um evento que já faz parte da identidade da nossa comunidade académica. Tendo acompanhado de perto todo o processo de preparação, e estando diretamente envolvida na área da divulgação do evento, foi especialmente gratificante observar a forma como a comunidade respondeu à iniciativa”, afirma.

De acordo com Beatriz Valongo, a responsabilidade foi sentida desde o início do processo de preparação: “Houve receio de não estar à altura do legado das edições anteriores, mas também uma enorme vontade de provar que os estudantes podem liderar com dedicação e sentido de comunidade”, explica.

Para a presidente da AE FEP-UCP, ver o auditório preenchido e a participação ativa ao longo dos dois dias confirmou o impacto da iniciativa. “Quando tudo terminou e vimos as conversas a fluir, os reencontros entre alumni e estudantes e o entusiasmo de todos os presentes, percebemos que valeu a pena. Foi um desafio exigente, mas também profundamente gratificante”, conclui.

18-03-2026

Candidaturas abertas para Embaixadores da Transform4Europe

Estão abertas as inscrições para o Programa de Embaixadores para a T4EU Week. A Universidade Católica Portuguesa, em Lisboa, vai receber entre 25 e 29 de maio a T4EU Week – Community, Communities: Engage to Transform, um evento internacional que reunirá estudantes, docentes e convidados de várias universidades europeias no âmbito da aliança Transform4Europe (T4EU).

Ao longo da semana, a Sede acolherá cursos, workshops, conferências e atividades culturais, promovendo a inovação, a colaboração internacional e o intercâmbio académico entre as instituições parceiras da aliança.

Para apoiar a organização do evento, encontram-se abertas as inscrições para o Programa de Embaixadores T4EU, a equipa de voluntários que irá colaborar na preparação e realização das diferentes atividades da T4EU Week.

Esta iniciativa permite aos estudantes da Universidade Católica participar ativamente na organização do evento, contribuindo para o acolhimento e acompanhamento dos participantes internacionais. Os embaixadores irão receber um certificado oficial de trabalho voluntário emitido por uma entidade europeia, como reconhecimento pelo seu contributo na organização do evento.

Esta é a oportunidade de viver uma experiência internacional na universidade, desenvolver competências e trabalhar num ambiente multicultural.

Os voluntários terão oportunidade de apoiar áreas como acolhimento e check in de participantes, guias de campus para estudantes e convidados internacionais, e apoio a sessões e logística do evento.

Para se candidatar, os estudantes da Universidade Católica Portuguesa deverão preencher o formulário até dia 30 de março.

17-03-2026

NATO Champions: estudantes exploram oportunidades de carreira na Aliança Atlântica

Mais de 120 estudantes participaram na sessão NATO Champions – Oportunidades de Carreira na Aliança Atlântica, cujo objetivo foi apresentar o leque de oportunidades disponíveis para integração na Aliança Atlântica, bem como os respetivos processos de recrutamento.

A sessão contou com a presença de três oradores diretamente ligados à organização: Emanuel Joaquim, Diplomata na Delegação Portuguesa junto da NATO; Nuno Quaresma, Diretor da Unidade de Apoio e Gestão do Conhecimento no Gabinete do Secretário-Geral; e Florian Gallice, Gestor de Programa do NATO Young Professionals Programme (YPP).

Para além da apresentação dos vários programas disponíveis da NATO, com destaque para o programa de estágios e o YPP, a sessão proporcionou ainda uma troca de ideias ativa entre oradores e participantes.

Organizada pelo Serviço de Estudantes e Empregabilidade da Universidade Católica no Porto, a sessão decorreu no dia 11 de março e representou para os estudantes uma oportunidade única de obterem informação em primeira mão, diretamente com profissionais que trabalham no terreno.

16-03-2026

Faculdade de Direito e ICFML lançam Summer Program 2026 em Negociação e Mediação Internacional

A Faculdade de Direito - Escola do Porto da Universidade Católica Portuguesa, em parceria com o ICFML – Instituto de Certificação e Formação de Mediadores Lusófonos, lança mais uma edição do International Negotiation and Mediation – Summer Program, que decorrerá de 10 a 16 de julho de 2026, em formato presencial, no Porto, e online.


O programa de verão em negociação e mediação internacional volta a afirmar-se, na sua 5.ª edição, como uma iniciativa de formação avançada centrada no desenvolvimento de competências em negociação estratégica, mediação e resolução adequada de conflitos e relações internacionais. Durante uma semana intensiva de trabalho, os participantes terão acesso a sessões formativas, simulações práticas de elevado nível técnico e momentos de interação com especialistas e participantes de diferentes países. Num ambiente de aprendizagem colaborativo e multicultural, os participantes terão a oportunidade de integrar uma experiência académica internacional de referência, estabelecendo ligações com uma rede global de profissionais comprometidos com a excelência, com a ética e com o desenvolvimento contínuo.


O lançamento internacional da nova edição foi assinalado no âmbito da 2026 International Mediation Competition, promovida pelo International Institute for Conflict Prevention & Resolution que teve lugar em São Paulo (Brasil). O ICFML participou como Silver Sponsor da competição, que reuniu estudantes, académicos e profissionais de diferentes jurisdições para uma experiência intensiva de aprendizagem e prática em mediação e negociação.


No contexto desta colaboração, os vencedores das categorias Best Mediator e Best Negotiator foram distinguidos com bolsas integrais para participação no Summer Program 2026, atribuídas como reconhecimento do seu desempenho na competição. A entrega simbólica das bolsas foi realizada na cerimónia de encerramento por Liana Gorberg Valdetaro, representante do ICFML.
 

12-03-2026

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