X

Novidades

Networking e oportunidades marcam a 12.ª edição do Career Day da Católica Porto Business School

A Católica Porto Business School promoveu, no passado 5 de março, a 12.ª edição do Career Day for Undergraduates & Master’s, uma iniciativa que aproxima os estudantes da Escola do mercado de trabalho e reforça a ligação ao tecido empresarial.

O evento reuniu cerca de 50 empresas nacionais e internacionais, representando diferentes setores de atividade, e proporcionou aos estudantes a oportunidade de contactar diretamente com organizações que procuram talento jovem para estágios e primeiras experiências profissionais.

Entre as empresas presentes estiveram organizações como Amorim, Liga Portugal, MDS Group, Lufthansa Ground Services Portugal, Nors, Rangel Logistics Solutions, Sogrape e Sonae, entre outras, que ao longo da tarde interagiram com estudantes no Career Day, instalada nas instalações da Escola.

Um dos momentos centrais do evento foram as speed interviews, entrevistas rápidas de cerca de 15 minutos entre estudantes e empresas, pensadas para finalistas de licenciatura e alunos de mestrado. Esta dinâmica permite um primeiro contacto estruturado entre candidatos e recrutadores, criando oportunidades concretas de recrutamento e estágio.

Para muitos estudantes, o Career Day representa uma oportunidade privilegiada para conhecer de perto as expectativas das empresas e explorar caminhos profissionais. Mercedes Cardoso, aluna do 3.º ano da Licenciatura em Gestão, destaca a relevância da iniciativa:

“Já é o terceiro ano consecutivo que venho ao Career Day e recomendo vivamente que todos participem. As empresas são muito recetivas e esclarecem todas as dúvidas que possamos ter, seja sobre estágios curriculares, estágios profissionais ou estágios de verão. É realmente uma grande ajuda, sobretudo em termos de networking.”

A iniciativa incluiu também um momento de auscultação às empresas, conduzido pela direção da Escola, que permitiu recolher contributos sobre tendências do mercado de trabalho, competências emergentes e prioridades estratégicas das organizações. Este diálogo regular com o tecido empresarial contribui para manter os programas formativos da Católica Porto Business School alinhados com a evolução do contexto económico e profissional.

A 11.ª edição do Career Day reforça, assim, o compromisso da Católica Porto Business School em promover a proximidade entre academia e empresas, criando oportunidades de networking, recrutamento e partilha de conhecimento entre estudantes e organizações.

Este evento, de caráter anual, contou com a participação de: adidas Porto, Aireclaim, Ascendi, AXCO, Banco de Portugal, BDO Portugal, Caetano Automotive Portugal Distribution & Salvador Caetano África & Caetano Mobility, Câmara Municipal do Porto, CFA, Clearwater International, COFCO International, Corticeira Amorim, Deblock Portugal, Deloitte, EIROSTEC, LDA., El Corte Inglés, V. N Gaia, EY, FI Group, FORVIA, Forvis Mazars, Frulact, Hays Portugal, Hotel Infante Sagres Porto, Infineon Technologies, INOVA+, InterContinental Porto - Palácio das Cardosas, Jerónimo Martins, Körber Campus Porto, KPMG Portugal, LGG Advisors, Liga Portugal, Lufthansa Ground Service Portugal, MDS Group, Mota-Engil, Mozantech, Nors, Procter & Gamble, PwC Portugal, Randstad enterprise, Rangel Logistics Solutions, Sodexo Business Services, Sogrape, Sonae Sierra, Talent Portugal, Teach For Portugal. 

09-03-2026

Mulheres que constroem a Católica: gerações que inspiram no Dia Internacional da Mulher

Na Católica, as mulheres fazem parte do quotidiano que sustenta e transforma a vida académica. No Dia Internacional da Mulher, a Universidade destaca vozes de diferentes gerações. Das funcionárias com mais anos de casa às que acabam de iniciar o seu percurso, num retrato que atravessa os vários campi da instituição e evidencia o papel essencial das mulheres na construção da comunidade.

Na sede, em Lisboa, encontram-se dois momentos distintos de uma mesma história institucional. Com 45 anos de dedicação à Universidade, Filomena Gomes, técnica de processamento salarial na Direção de Recursos Humanos, deixa um conselho a quem começa agora: “Que, de forma leal e comprometida, contribua diariamente com a sua jovialidade e inovação para o sucesso da nossa Universidade.”

Do outro lado está Flávia Santos, assistente no Global Education Office da Faculdade de Ciências Humanas, que iniciou funções há apenas três semanas. Antiga estudante da própria Universidade, acredita que cada nova geração traz novas formas de pensar e uma grande capacidade de adaptação. “Trago energia, sentido de responsabilidade e a consciência de que cada função, independentemente da sua dimensão, contribui para o impacto coletivo da Universidade”, afirma, sublinhando também o respeito pelo percurso e pela dedicação de quem abriu caminho antes.

No campus do Porto, o diálogo entre gerações também se faz sentir. Rosa Lina Rocha, chefe de secção da Direção de Serviços Académicos, soma 46 anos de ligação à instituição e partilha um conselho simples, mas com bastante significado: “Desempenhem com entrega e amor as vossas funções, e tudo será mais fácil e feliz”. A recém-chegada Mariana Lima, técnica da Direção de Recursos Humanos, acredita que a experiência profissional, aliada ao dinamismo e à sensibilidade, pode contribuir para o sucesso contínuo da Universidade.

No campus de Braga, a experiência de Manuela Couto, funcionária dos Serviços Académicos há 41 anos, reforça o valor da proximidade e do espírito de equipa: “Abraça de corpo e alma os projetos da Católica e nunca te esqueças de dar a mão a quem te pede ajuda”. Já Damiana Ribeiro, que integra o Balcão de Apoio ao Candidato há nove meses e também foi aluna da instituição, destaca a importância do trabalho intergeracional: “Quando a experiência acolhe a juventude e a juventude respeita a experiência, crescemos todos”.

Em Viseu, a dedicação de Isabel Agostinho, Oficial Administrativa de Biblioteca há 37 anos, sublinha a importância dos valores humanos na construção de uma instituição sólida: “Para criarmos uma instituição dinâmica e proativa, devemos em primeiro lugar desenvolver valores e afetos”. Por sua vez, Andreia Seco, Oficial Administrativa de Secretariado/Telefonista há 23 anos, destaca a importância da adaptação e da vontade de aprender como forma de fortalecer a cultura organizacional da Universidade.

Neste dia simbólico, as colaboradoras deixam também mensagens dirigidas a todas as mulheres que constroem a Católica.

Filomena Gomes agradece “a todas as mulheres da nossa comunidade” que, com alegria, resiliência, determinação e criatividade, contribuem diariamente para o sucesso da Universidade. Já Flávia Santos sublinha a importância de reconhecer o valor do trabalho feminino, muitas vezes discreto, mas fundamental, e que “possamos continuar a apoiarmo-nos e inspirarmo-nos a crescer; a abrir caminhos umas às outras; e a contribuir diariamente para uma Universidade mais diversa, forte, colaborativa e preparada para os desafios do futuro!”

No Porto, Rosa Lina Rocha deseja que “o nosso sorriso seja força, confiança e doçura para os que connosco se cruzam no dia a dia”, enquanto Mariana Lima agradece às mulheres que ensinam, investigam, aprendem e colaboram na Universidade por inspirarem e ajudarem a mover toda a comunidade.

Em Braga, Manuela Couto recorda que na Católica “as mulheres são reconhecidas pelo seu empenho” e sublinha que “aqui nós temos voz”. Damiana Ribeiro reforça a importância de continuar a abrir caminhos: “Que nunca deixemos que a idade ou o género limitem os nossos sonhos”.

No campus de Viseu, Isabel Agostinho lembra que “as mulheres que trabalham não só constroem carreiras, mas também inspiram sonhos”, enquanto Andreia Seco destaca a força, a resiliência e a sensibilidade das mulheres que ajudam a sustentar e transformar a comunidade académica.

Mais do que percursos individuais, estes testemunhos refletem uma comunidade onde diferentes gerações se encontram e se complementam. Entre experiência, inovação, dedicação e entusiasmo, as mulheres da Católica continuam a deixar uma marca diária no crescimento da instituição.

Neste Dia Internacional da Mulher, as mensagens que partilham entre si ecoam um sentimento comum: reconhecimento, inspiração e a certeza de que, juntas, continuam a construir uma universidade mais diversa, colaborativa e preparada para os desafios do futuro.

Feliz Dia da Mulher!

09-03-2026

Programa FLY/VUELA arranca no Porto com primeira formação para voluntariado internacional

O Campus Porto acolheu o primeiro momento formativo do Programa FLY/VUELA, uma iniciativa conjunta das universidades da rede UNIJES (Universidades Jesuitas de Espanha) e da Universidade Católica que visa preparar estudantes para experiências de voluntariado internacional a realizar no próximo verão.

Nesta sessão, que marcou a partida do voo FLY/VUELA, participaram os 10 estudantes selecionados, de entre 20 candidatos, motivados por viver uma experiência transformadora de serviço, encontro intercultural e crescimento pessoal.

Ao longo de um dia de trabalho intenso, as estudantes (1 de Braga, 7 do Porto, 1 de Viseu, 1 de Lisboa) tiveram oportunidade de refletir sobre as suas motivações, conhecer melhor os valores e objetivos do programa e aprofundar temas como a realidade social global, os desafios contemporâneos e a importância do compromisso solidário. A formação integrou ainda dinâmicas de grupo, momentos de introspeção e atividades orientadas para o desenvolvimento das competências necessárias a uma participação responsável e consciente nos projetos de voluntariado.

“A formação foi uma experiência muito positiva e superou as minhas expectativas”, afirma Joana Ferreira, estudante de Economia da Universidade Católica no Porto. “Gostei muito da forma criativa como tudo foi pensado, com a ideia de estarmos a ‘embarcar’ num voo para esta experiência de voluntariado. Ao longo das diferentes ‘estações’ tivemos a oportunidade de aprender mais sobre cada área e de refletir sobre o impacto e o papel que podemos ter enquanto voluntários. Foi também um momento muito bonito de partilha e convívio entre todos.”

Joana Rodrigues, estudante de Direito, refere que esta formação se revelou uma experiência profundamente reflexiva, educativa e muito bem organizada: “Cada momento foi cuidadosamente estruturado, permitindo-nos não só adquirir conhecimentos essenciais, mas também desenvolver uma maior consciência crítica e sensibilidade face às realidades que iremos encontrar. Sinto que saí deste dia mais preparada, mais informada e ainda mais motivada para integrar o Programa FLY com responsabilidade, respeito e compromisso.”

Além da dimensão formativa, o dia foi uma oportunidade privilegiada para criar laços entre os participantes portugueses, que partilharam expectativas, dúvidas, receios e experiências prévias. Este clima de confiança e proximidade será essencial nas próximas etapas do programa e no caminho que farão conjuntamente até ao início das missões internacionais.

Na edição de 2026 o programa conta com 190 estudantes para mais de 40 experiências de voluntariado, num total de 18 países, promovendo o contacto direto com realidades diversas e fomentando o espírito de cooperação internacional.

O próximo grande encontro do Programa FLY/VUELA terá lugar no fim de semana de 13 a 15 de março, em El Escorial (Madrid), para o segundo momento formativo. Neste encontro, participarão todos os estudantes da Católica e das Universidades de Comillas, Loyola, ESADE, IQS e Deusto, bem como os acompanhantes dos projetos, unidos em trabalho por equipa de projeto - pela convivência, pelo entusiasmo e por um forte compromisso com a solidariedade global.

 

06-03-2026

Curso na Católica no Porto reflete sobre a crise atual do cristianismo e os caminhos futuros da Igreja

O campus do Porto da Universidade Católica acolheu o curso “A crise atual do cristianismo e a forma futura da Igreja”, orientado pelo Pe. José Frazão, SJ. A iniciativa, que decorreu nos dias 24 e 25 de fevereiro, foi promovida em parceria pela Escola das Artes e UDIP – Unidade de Desenvolvimento Integral da Pessoa com a Brotéria.

O Pe. José Frazão propôs uma leitura aprofundada da crise atual do cristianismo, entendida como o fim de uma era ainda marcada por traços da forma gregoriana-tridentina e pela sua resistência à modernidade. Ao mesmo tempo, destacou os sinais frágeis, mas promissores que emergem do Concílio Vaticano II, desafiando os participantes a discernir as direções pelas quais o cristianismo poderá evoluir para expressar, de forma renovada, a força do Evangelho no mundo contemporâneo.

Ao longo das sessões, o percurso formativo concentrou-se especialmente nas categorias de força, forma e estilo, convidando a pensar a Igreja como realidade em transformação e a refletir sobre novas linguagens, práticas e modos de presença que possam responder às exigências do nosso tempo. Precisamos de novas linguagens, espaços e práticas que tornem o Evangelho realmente habitável: linguagens mais relacionais do que doutrinais, espaços mais próximos da vida real das pessoas, práticas que nasçam do encontro e não apenas da repetição do que sempre fizemos.

Para Carmo Themudo, Coordenadora da UDIP, este curso “fez‑me perceber que a crise do cristianismo que hoje atravessamos não é apenas um problema a resolver, mas uma oportunidade para reencontrar o essencial do Evangelho. As questões apresentadas - sobre a forma como pensamos, celebramos e vivemos o cristianismo - ajudaram-me a reconhecer que muitas das nossas práticas já não dialogam com a sensibilidade deste tempo. Senti que hoje somos chamados a uma maior verdade e leveza na forma de estarmos na Igreja. Ficam comigo três ideias: a simplicidade, que nos devolve liberdade; a proximidade, que nos coloca junto das feridas do mundo; e o discernimento, que nos impede de ficar presos ao passado ou às nostalgias. Este curso mostrou‑me que a forma futura da Igreja não está pré-determinada, mas depende também da coragem de cada um de nós para viver um estilo que traduza a força discreta e transformadora do Evangelho.”

Com a participação de docentes, estudantes, colaboradores e membros da comunidade alargada da Universidade, o curso promoveu um espaço de reflexão, diálogo e questionamento crítico sobre o futuro da fé cristã numa sociedade plural e em mudança acelerada.

06-03-2026

Curso na Católica no Porto reflete sobre a crise atual do cristianismo e os caminhos futuros da Igreja

O campus do Porto da Universidade Católica acolheu o curso “A crise atual do cristianismo e a forma futura da Igreja”, orientado pelo Pe. José Frazão, SJ. A iniciativa, que decorreu nos dias 24 e 25 de fevereiro, foi promovida em parceria pela Escola das Artes e UDIP – Unidade de Desenvolvimento Integral da Pessoa com a Brotéria.

O Pe. José Frazão propôs uma leitura aprofundada da crise atual do cristianismo, entendida como o fim de uma era ainda marcada por traços da forma gregoriana-tridentina e pela sua resistência à modernidade. Ao mesmo tempo, destacou os sinais frágeis, mas promissores que emergem do Concílio Vaticano II, desafiando os participantes a discernir as direções pelas quais o cristianismo poderá evoluir para expressar, de forma renovada, a força do Evangelho no mundo contemporâneo.

Ao longo das sessões, o percurso formativo concentrou-se especialmente nas categorias de força, forma e estilo, convidando a pensar a Igreja como realidade em transformação e a refletir sobre novas linguagens, práticas e modos de presença que possam responder às exigências do nosso tempo. Precisamos de novas linguagens, espaços e práticas que tornem o Evangelho realmente habitável: linguagens mais relacionais do que doutrinais, espaços mais próximos da vida real das pessoas, práticas que nasçam do encontro e não apenas da repetição do que sempre fizemos.

Para Carmo Themudo, Coordenadora da UDIP, este curso “fez‑me perceber que a crise do cristianismo que hoje atravessamos não é apenas um problema a resolver, mas uma oportunidade para reencontrar o essencial do Evangelho. As questões apresentadas - sobre a forma como pensamos, celebramos e vivemos o cristianismo - ajudaram-me a reconhecer que muitas das nossas práticas já não dialogam com a sensibilidade deste tempo. Senti que hoje somos chamados a uma maior verdade e leveza na forma de estarmos na Igreja. Ficam comigo três ideias: a simplicidade, que nos devolve liberdade; a proximidade, que nos coloca junto das feridas do mundo; e o discernimento, que nos impede de ficar presos ao passado ou às nostalgias. Este curso mostrou‑me que a forma futura da Igreja não está pré-determinada, mas depende também da coragem de cada um de nós para viver um estilo que traduza a força discreta e transformadora do Evangelho.”

Com a participação de docentes, estudantes, colaboradores e membros da comunidade alargada da Universidade, o curso promoveu um espaço de reflexão, diálogo e questionamento crítico sobre o futuro da fé cristã numa sociedade plural e em mudança acelerada.

06-03-2026

Católica lidera Microbioma e Saúde da nova plataforma de inovação em saúde do Norte

O Centro de Biotecnologia e Química Fina da Escola Superior de Biotecnologia da Universidade Católica Portuguesa lidera a área de Microbioma e Saúde da nova Plataforma Regional de Especialização Inteligente (PREI) em Ciências da Vida e da Saúde, designada Bridges4Health, que acaba de ser lançada e que reúne mais de 100 participantes de 43 instituições representativas do ecossistema científico, clínico, empresarial e institucional da região Norte.

O evento, que decorreu a 3 de março, no Espaço Vita, em Braga, marcou o início formal de uma iniciativa estratégica que visa apoiar a Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional do Norte (CCDR-N) a reforçar a inovação, acelerar a transferência de tecnologia e consolidar o posicionamento da região como referência nacional e europeia nas áreas da saúde e das ciências da vida.

Cofinanciada pela União Europeia através do Programa Regional NORTE 2030 e do Portugal 2030, a plataforma é coordenada pelo Instituto de Investigação e Inovação em Saúde da Universidade do Porto (i3S) e pelo Centro Clínico Académico de Braga (2CA-Braga), em colaboração com a Unidade de Ciências Biomoleculares Aplicadas (UCIBIO) da Faculdade de Farmácia da U.Porto (FFUP) e o Centro de Biotecnologia e Química Fina (CBQF) da Universidade Católica Portuguesa.

Na sessão de abertura, o presidente do 2CA-Braga reforçou a visão colaborativa do consórcio: “O nome do projeto diz tudo: Bridges4Health [pontes para a saúde]. É exatamente isso que estamos aqui a construir com os atores relevantes.” Jorge Pedrosa sublinhou também a importância das ligações entre centros académicos, unidades locais de saúde e indústria, destacando a necessidade de partilha de conhecimento ao longo de toda a cadeia de valor — da ciência aplicada ao empreendedorismo.

Por sua vez, o diretor do i3S, Claudio Sunkel, destacou o enquadramento estratégico da plataforma: “Respondemos a um desafio da CCDR-N para ancorar regionalmente os investimentos. As quatro áreas desta PREI [Medicina de Precisão, Investigação Clínica, Microbioma e Saúde e Dispositivos e Tecnologias Biomédicas] cruzam-se entre si e contam com 27 ações estratégicas a desenvolver nos próximos 36 meses”, revelou.

O responsável referiu ainda que os parceiros da Bridges4Health vão apresentar propostas de ação à CCDR-N até ao verão e que estão previstas conferências internacionais que reforçarão a dimensão global da iniciativa.

O domínio da PREI “Microbioma e Saúde”, liderado pelo CBQF, “é emergente, ao contrário dos outros domínios que já têm uma maior maturidade”, refere Manuela Pintado, diretora do CBQF, adicionando que “isso se reflete nas ações estratégicas a desenvolver ao longo do projeto que estão mais direcionadas para a investigação e para a capacitação de pessoas e instituições nesta área”. “Para o CBQF, estar envolvido neste projeto estratégico e de elevado valor acrescentado para a região, revela o papel de liderança que o centro tem tido na área do Microbioma na região Norte de Portugal” acrescenta Manuela Pintado.

 

“Apelamos a uma mobilização regional em torno deste projeto”

Em representação da CCDR-N, Cláudia Guimarães destacou o impacto económico e social do projeto. “Esta plataforma irá mobilizar o potencial científico e tecnológico já existente e reforçar o posicionamento regional através da definição de prioridades de investimento e projetos de elevado impacto”, explicou.

A responsável salientou o compromisso da CCDR-N com uma política de inovação “mais estratégica, coordenada e dedicada a resultados”, apelando à mobilização regional.

A sessão integrou apresentações estratégicas, mesas-redondas e oficinas de cocriação dedicadas aos quatro domínios prioritários: Medicina de Precisão, Investigação Clínica, Microbioma e Saúde e Dispositivos e Tecnologias Biomédicas. No final do evento, foram recolhidos e apresentados os contributos de todos os participantes, nomeadamente as prioridades identificadas nas respetivas áreas e várias propostas concretas de inovação em saúde.

05-03-2026

Vasco Teixeira Duarte: “A Missão País confirma-nos que fomos feitos para coisas grandes.”

Vasco Teixeira Duarte é finalista da licenciatura em Direito da Escola do Porto Faculdade de Direito da Universidade Católica Portuguesa. Natural de Lisboa, escolheu a Católica pela exigência e qualidade reconhecida do curso. Interessado na dimensão prática do Direito e no seu papel ao serviço das pessoas, realizou estágios na TELLES – Sociedade de Advogados e na Pacheco de Amorim Advogados e envolveu-se ativamente em iniciativas de voluntariado como a Missão País: “A Missão País confirma-nos que fomos feitos para coisas grandes”.

 

Porquê estudar Direito?

O Direito abre portas para inúmeras áreas. Já no 12.º ano fui aprofundando aquilo que seria o curso de Direito e fui-me apaixonando pelo papel essencial e decisivo que o Direito tem na sociedade. No momento da decisão pela faculdade, a Universidade Católica era uma escolha que já sabia ser uma garantia de qualidade. A minha mãe estudou Economia na Católica, tal como um dos meus irmãos e também alguns amigos. Sabia de antemão da qualidade, exigência e rigor do ensino, bem como o quão conceituado era o curso no mercado. E estes anos confirmaram-me isso mesmo!

 

O que mais destaca da sua experiência na Católica?

A excelência académica e o trato humanista dos mais variados serviços, bem como a competência, a formação e a disponibilidade dos professores da Faculdade de Direito.

 

Sendo natural de Lisboa e tendo vindo estudar para o Porto, como foi a experiência de viver e estudar longe de casa?

Nunca imaginei que viria parar à cidade Invicta, mas a verdade é que estudar fora era algo em que, desde pequeno, pensava. Estudar fora da nossa zona de residência é ter a oportunidade de conhecer e viver novas experiências. E penso na enorme quantidade de pessoas que não teria conhecido, nas experiências e projetos em que não teria participado e nesta bela cidade Invicta que não teria conhecido!

 

“O que mais me fascinava era a utilidade prática do Direito, o Direito ao serviço das Pessoas, com a sua função ordenadora e conformadora da Sociedade.”

 

Durante a licenciatura, fez um estágio curricular na Pacheco de Amorim Advogados. Como foi essa experiência?

O estágio curricular foi muitíssimo positivo. Trabalhei no escritório numa altura de grande intensidade e trabalho e, desde o primeiro dia, notei como a equipa confiava em mim e nas minhas competências para as tarefas que, nas mais diversas áreas, me foram delegando. Foi nessa altura que pude verificar, por exemplo, quão diferente é estudar e formar-me numa área e, depois, a sua aplicação no mundo do trabalho, mas também como o curso de Direito na Católica nos dá as bases e as ferramentas necessárias para, devidamente acompanhados, sermos bem-sucedidos. Na relação com todos os advogados da Pacheco de Amorim havia um princípio transversal bem assente: aprende-se trabalhando e aprende-se perguntando.

 

A passagem pela prática confirmou ou alterou as suas expectativas quanto ao exercício da advocacia?

Desde o início do curso, o que mais me fascinava era a utilidade prática do Direito, o Direito ao serviço das Pessoas, o Direito com a sua função ordenadora e conformadora da Sociedade. Confesso que nunca fui um apaixonado pelo Direito dito puro, pelo doutrinal, o meramente teórico, mas sim, e naturalmente tendo como base a teoria, pelo Direito que dá as ferramentas, os meios, os conhecimentos para que nós, futuros advogados, possamos não só arranjar soluções para os problemas dos clientes, mas também para que os seus interesses sejam devidamente protegidos. A passagem pela prática, primeiro no verão, na TELLES, e logo a seguir na Pacheco de Amorim, no estágio curricular, confirmou-me precisamente isto. Além deste aspeto, também a questão da ética foi algo que despertou a minha atenção. Uma boa formação é essencial para que possamos distinguir aquilo que é aproveitar lacunas da lei e o que é ser eticamente incorreto, uma linha ténue que, se não somos devidamente formados, é facilmente ultrapassada.

 

“Não fomos feitos para estar fechados sobre nós mesmos. Naquela semana deixo de pensar no “eu, eu, eu, eu”, e sou obrigado a levantar o meu olhar para o Outro”

 

Tem participado em inúmeras iniciativas de voluntariado, como é exemplo a Missão País. Que contributo têm tido no seu percurso pessoal e académico?

O voluntariado confirma sobretudo aquilo que está na natureza e no coração do Homem. O maior sonho de qualquer pessoa, com ou sem fé, é ser feliz, e essa felicidade passa necessariamente pelo desejo de amar e ser amado. E isto, por mais piroso e bonito que possa parecer, é muito mais sério e real do que possamos imaginar.
A Missão País confirma-nos que fomos feitos para coisas grandes. Ao longo da semana, à medida que o cansaço vai aumentando, aumenta também a alegria e, pese embora todos os incómodos, a felicidade de cada missionário levanta uma questão séria: de onde vem tanta alegria? Uma alegria que o mundo lá fora não compreende?
E a resposta é invariavelmente a mesma: não fomos feitos para estar fechados sobre nós mesmos. Naquela semana deixo de pensar no “eu, eu, eu, eu” e nas “minhas cruzinhas”, e na “mesada que não recebo”, e no “autocarro que não apanhei”, e no “penálti que o Samu falhou”, e sou obrigado a levantar o olhar do meu umbigo para olhar para um Outro. Um outro com um rosto, um nome e uma história de vida, tantas vezes difícil. As experiências de voluntariado levam-me a recordar a frase de São Josemaria: “O que é preciso para conseguir a felicidade não é uma vida cómoda, mas um coração enamorado.” Este é o grande contributo que a Missão País tem. O missionário entende que aquilo que viveu naquela semana intensa e transformadora pode vivê-lo precisamente no meio das obrigações diárias que tem, no ambiente que lhe é próprio e onde está inserido, e onde é chamado a dar-se, inteiramente, ao serviço da sociedade e do mundo e, sobretudo, de Deus.

 

Para além do voluntariado, esteve envolvido em várias iniciativas extracurriculares. O que o motivou a viver a universidade para além da sala de aula?

O não ter sabido dizer que não! (risos). A etapa universitária será tão ou mais proveitosa e enriquecedora se vivida para além do estritamente académico. As mais variadas iniciativas foram surgindo ao longo dos anos e, em cada uma, e de maneiras diferentes, vi a oportunidade de colaborar com projetos com os quais me identificava e que podiam fazer a diferença.

 

Que conselho deixaria a um estudante que quer tirar o máximo partido da experiência universitária?

Que não se contente com pouco. Que vá a fundo na parte académica, mas que também invista naquilo que pode dar ao mundo. Há uma virtude excecional e tantas vezes esquecida: a magnanimidade. A magnanimidade é a virtude que nos faz desejar coisas grandes. Vai mais além do que já sabes. Vai além do que está previsto. Fala com quem não conheces. E, sobretudo, que sejas autêntico.

 

05-03-2026

Bloom Your Biz #Porto: do talento aos negócios… diversos e inclusivos

O Bloom Your Biz #Porto arranca já em março com a missão de apoiar pessoas a transformar talentos, ideias e paixões em oportunidades reais de negócio ou autoemprego. Promovido pela Fundação Aga Khan Portugal em parceria com a Universidade Católica Portuguesa no Porto, o programa quer contribuir para um ecossistema empreendedor mais diverso e inclusivo na cidade. As inscrições para o Programa de Aceleração já se encontram abertas.

A iniciativa assenta numa abordagem integrada, colaborativa e centrada nas pessoas, procurando incentivar cada participante a melhorar as suas condições de vida através da criação do seu próprio projeto. Para isso, o Bloom Your Biz combina capacitação, mentoria e tração, de modo a apoiar os empreendedores desde a geração de ideias de negócio - através de metodologias como o Design Sprint - até à aceleração e incubação de projetos viáveis e sustentáveis.

“O Bloom Your Biz #Porto é um exemplo claro de como o empreendedorismo pode ser uma ferramenta efetiva de inclusão económica”, aponta Isabel Braga da Cruz, Pró-Reitora da Universidade Católica. “Para a Universidade Católica, participar na consolidação das ideias de negócio é uma forma concreta de colocar a educação ao serviço da comunidade, alinhada com o nosso compromisso de serviço contínuo.”

“Na Fundação Aga Khan Portugal acreditamos profundamente no poder transformador das pessoas quando lhes são dadas oportunidades e confiança para desenvolver o seu talento”, afirma Karim Merali, CEO da fundação. “O Bloom Your Biz #Porto nasce dessa convicção: cada ideia pode florescer, cada talento pode gerar valor e cada percurso pode transformar-se numa história de autonomia, dignidade e impacto positivo na comunidade. É assim que construímos um futuro mais inclusivo e cheio de possibilidades.”

 

Design Sprint de Costura Criativa arranca a 9 de março

A primeira etapa do programa é o Design Sprint de Costura Criativa, uma experiência intensiva que alia formação prática em costura ao desenvolvimento de ideias criativas e de negócio. Esta fase, que decorrerá entre 9 de março e 29 de abril, constitui um percurso autónomo, focado na experimentação, aprendizagem prática e desenvolvimento de ideias, permitindo aos participantes adquirir competências técnicas de costura e estruturar projetos de negócio que poderão avançar para a fase de aceleração.

 

Aceleração de Negócios com a Universidade Católica

No dia 30 de abril decorrerá o momento de Kick off que dará início ao processo de aceleração de negócios, dinamizado pela Área Transversal de Economia Social da Universidade Católica Portuguesa no Porto. Esta etapa será dedicada ao desenvolvimento, validação e consolidação de negócios, através de capacitação, acompanhamento individual especializado, mentoria e acesso a ferramentas estratégicas para a sua implementação no mercado.

O Bloom Your Biz#Porto é uma Iniciativa de Inovação e Empreendedorismo Social (IIES) financiada pelo Portugal Inovação Social (PIS), no âmbito das Parcerias para a Inovação Social, com o investimento social da Fidelidade e da Junta de Freguesia de Ramalde.

 

05-03-2026

Exposição “WOW: Retrospectiva” traz o universo do Teatro Praga à Escola das Artes da Universidade Católica

Exposição vai estar patente no Católica Art Center, até 8 de maio

No âmbito da celebração dos 30 anos do Teatro Praga, a Escola das Artes da Universidade Católica Portuguesa inaugura, no dia 12 de março de 2026, às 18h30, “WOW: Retrospectiva”, uma exposição inédita que assinala a entrada da companhia num território que lhe é pouco habitual: o das artes visuais. A exposição resulta do convite da Escola das Artes ao coletivo para refletir sobre o seu percurso artístico e explorar novas formas de apresentação. A inauguração está agendada para dia 12 de março, pelas 18h30, na Sala de Exposições da Escola das Artes da Universidade Católica Portuguesa.

Curada por Nuno Crespo, diretor da Escola das Artes, a mostra desafia a linearidade temporal e mantém-se fiel à tradição de fakismo do Teatro Praga, construindo uma história simultaneamente verdadeira e falsa. Por um lado, apresenta uma retrospetiva de objetos criados ao longo das últimas três décadas; por outro, incorpora a retrospetiva de o ciclo de exposições Tomorrow, and Tomorrow, and Tomorrow que decorreu entre 23 e 28 de fevereiro de 2026, na sede da companhia, na Rua das Gaivotas 6, em Lisboa. Durante essa semana, cada noite inaugurou uma nova exposição, pensada e montada em tempo real pelos artistas, com obras diferentes, em espaços diferentes, ativadas por pessoas diferentes.

O projeto partiu de criações anteriores e de ideias ainda por concretizar, selecionando obras que incorporassem ou implicassem uma dimensão performativa (presente, passada ou futura), incluindo peças realizadas pelo próprio coletivo, assim como criações feitas ou ativadas com e pelo público. Fora do teatro, fora dos projetores, fora dos aplausos, estes objetos e inaugurações foram registados e integrados na exposição WOW: Retrospectiva, que não se assume como um fim, mas como a abertura de um novo tempo e uma perspetiva para o futuro.

O título da exposição, WOW, funciona como marcador de surpresa e admiração, positiva ou negativa, e reflete a atitude crítica e irreverente da companhia. Mais do que uma exposição, “WOW: Retrospectiva” é uma provocação: o importante é que algo seja desencadeado - e, como diz o próprio título, toda a gente reage: wow.

Trabalhar com o Teatro Praga neste momento do seu percurso é reconhecer a importância de um trabalho que tem insistido em deslocar o lugar do teatro, e, com ele, o nosso próprio lugar enquanto espectadores e comunidade. Para a Escola das Artes, esta exposição não surge como um gesto isolado, mas como a continuidade de um diálogo que temos vindo a construir ao longo do tempo, feito de cumplicidades críticas e de experimentação partilhada. Esta celebração dos 30 anos do Teatro Praga convoca-nos para pensar a memória não como arquivo estático, mas como matéria viva; a performatividade não como representação, mas como dispositivo de pensamento; e o futuro como um campo ainda em disputa,” refere Nuno Crespo, curador e diretor da Escola das Artes. “Interessa-nos essa fricção, essa capacidade de produzir perguntas mais do que respostas. A Universidade é, ou deve ser, esse espaço onde o risco é assumido como método, onde a experimentação é uma forma de conhecimento e onde o pensamento acontece em ação — exposto, vulnerável e necessariamente inacabado," conclui.

A exposição “WOW: Retrospectiva” estará patente até 8 de maio de 2026, na Sala de Exposições do Católica Art Center, com entrada livre.

Mais informações e possibilidade de visita guiada a Exposição: WOW: Retrospectiva · Teatro Praga| Escola das Artes

12 mar - 8 mai 2026 
Sala de Exposições
“WOW: Retrospectiva”
Segunda a Sábado
14:00 – 19:00
Entrada Livre

 

 

04-03-2026

A Católica Porto Business School é o mais recente Executive Member da BPCC – British Portuguese Chamber of Commerce.

Fundada em 1911, a BPCC (British Portuguese Chamber of Commerce) é uma organização independente e sem fins lucrativos que tem como missão promover o comércio bilateral e as oportunidades de negócio entre Portugal e o Reino Unido, apoiando as empresas no acesso a serviços, orientação especializada e redes de contacto estratégicas.

A integração da Católica Porto Business School nesta comunidade empresarial reforça a ligação da Escola a um ecossistema internacional orientado para a cooperação económica entre os dois países.

Parte integrante da Universidade Católica Portuguesa, a Escola é reconhecida internacionalmente pela formação de profissionais nas áreas da Economia e da Gestão. Detentora da Triple Crown accreditation — AACSB, AMBA e EQUIS — integra o grupo restrito de business schools a nível mundial com esta distinção.

Com uma atuação marcada pela proximidade ao mundo empresarial, pela incorporação de perspetivas globais e por uma atenção crescente às questões da sustentabilidade, a Católica Porto Business School consolida assim a sua presença em redes que promovem o diálogo entre academia e empresas e o desenvolvimento de oportunidades de colaboração internacional.

Mais informações disponíveis em: https://bpcc.pt/members-directory/catolica-porto-business-school/

 

04-03-2026

Pages