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Qual o impacto da kombucha no organismo? Faculdade de Educação e Psicologia investiga em parceria com a Living Food

Chama-se KBrain - Impact of kombucha on Brain – e surge da necessidade da interligação de conhecimentos científicos em prol da validação de um produto – a kombucha, bebida de origem chinesa com mais de 2000 anos de sabor agridoce e avinagrado - com qualidade cientificamente comprovada, que está a invadir o mercado nacional.

O projeto, desenvolvido numa parceria entre o Human Neurobehavioral Laboratory (HNL) da Faculdade de Educação e Psicologia da Universidade Católica no Porto e a empresa Living Food, parte do interesse conjunto em compreender o impacto da kombucha no organismo.

O KBrain surge no âmbito da linha de investigação “Microbiota e Funcionamento cerebral” do HNL, que tem como objetivo estudar o efeito dos probióticos, prebióticos e simbióticos na modulação da microbiota intestinal e o seu impacto no funcionamento cerebral. O estudo está a ser realizado por Patrícia Oliveira-Silva, diretora do HNL e por Patrícia Batista, investigadora do HNL, em conjunto com investigadores do Centro de Biotecnologia e Química Fina da Escola Superior de Biotecnologia e de alguns estudantes de mestrado.

Estudar o indivíduo e o consumidor é desafiante, bem como, interligar diferentes áreas científicas, tais como a psicologia, as neurociências, a biotecnologia com o mundo empresarial”, afirma Patrícia Oliveira-Silva.

A Living Food explica que “a principal motivação dos consumidores no consumo de kombucha prende-se com os seus efeitos benéficos para a saúde. Neste sentido, a colaboração com a Universidade Católica Portuguesa no Porto é extremamente importante para nós: permitindo a desmistificação desta bebida como uma bebida milagrosa e a credibilização da kombucha e os seus benefícios.

Fomentar a colaboração entre diversos centros de investigação e o mundo empresarial, compreender as interações nutrição-microrganismos-intestino-cérebro, com foco específico na análise e avaliação das funções cognitivas; estabelecer uma interligação entre a academia e as empresas, através da transferência de conhecimentos e em prol de uma sociedade saudável e  potenciar o desenvolvimento das neurociências numa perspetiva inovadora e multidisciplinar são alguns dos principais objetivos do projeto.

09-05-2022

APOIOS SOCIAIS

Qualquer estudante de primeiro ou segundo ciclo (licenciatura ou mestrado, respetivamente), pode candidatar-se aos diferentes tipos de Apoios Sociais.

Cada caso é um caso e, por isso, estudamos a situação específica de cada um.

Contacte-nos!

ee.bolsas@ucp.pt | 22 619 62 26

Saiba tudo AQUI e veja a BROCHURA

09-05-2022

Lab Assistant position

06-05-2022

Concurso para a atribuição de Bolsa de Investigação (HAC4CG)

Concurso para a atribuição de Bolsa de Investigação
[EN]Call for tenders for the attribution of Research Scholarship
 

 

Encontra-se aberto concurso para a atribuição de Bolsa de Investigação no âmbito do projeto HAC4CG – Heritage, Art, Creation for Climate Change. Living the city: catalysing spaces for learning, creation and action towards climate change (NORTE-01-0145-FEDER-000067) cofinanciado pelo Fundo Europeu de Desenvolvimento Regional (FEDER) através do Programa Operacional Regional do Norte, nos termos do Aviso de Abertura de Candidatura n.º NORTE-45-2020-75 - Sistema de Apoio à Investigação Científica e Tecnológica - “Projetos Estruturados De I&D&I”- Horizonte Europa, nas condições a seguir referidas.
 

A call for tenders is now open for the attribution of one Research Scholarship within the scope of the project HAC4CG – Heritage, Art, Creation for Climate Change. LIving the city: catalysing spaces for learning, creation and action towards climate change (NORTE-01-0145-FEDER-000067) co-financed by the European Regional Development Fund (FEDER) through the Northern Regional Operational Program, under the terms of the Notice of Opening of Application No. NORTE-45-2020-75 - Support System for Scientific and Technological Research - “Structured R&D&I Projects” - Horizon Europe, under the conditions set out below.



Position

Scientific area

Admission requirements

Application deadline

Link

Reference

Results

Research Scholarship

Creative Industry Management

At the time of application, be registered or present proof of conditional registration in a degree in Creative Industry Management, and related scientific areas; Have good command of the English language; Have a graduation with a minimum average of 14 (out of 20) in Creative Industry Management, New Media, Arts Technologies, Design, and related scientific areas. Preferential factors: experience in Project Management, Impact Assessment, and competences in data analysis.

 
May 5th, 2022, until May 19th, 2022, at 23:59.

EN

HAC4CG Perfil 15

Results here

 

 

05-05-2022

Diogo Dias: “Quero aliar a Psicologia à Gestão, ajudando as empresas a crescer!”

Diogo Dias é estudante do Mestrado em Psicologia e é, também, o atual Presidente da Associação de Estudantes da Faculdade de Educação e Psicologia. Escolheu este caminho porque “é fascinante compreender a mente humana” e sonha com um futuro ligado ao mundo empresarial. É dinâmico, criativo, integra o projeto de voluntariado FLY’22, coordenado pela CASO, e está sempre pronto para abraçar novos projetos!

 

Porquê Psicologia?

Inicialmente, a minha ideia era seguir medicina, pensava em ortopedia por causa da ligação ao desporto. No secundário comecei em ciências com esse pensamento em mente, mas rapidamente mudei para economia porque percebi que a minha verdadeira vocação era a gestão empresarial e o meu objetivo era seguir a área da gestão, mas na verdade nunca gostei assim muito de matemática e quando tive de escolher o curso coloquei tudo isso na balança e percebi que, apesar de gostar muito do mundo das empresas, aquilo que puxava por mim era a parte relacionada com as pessoas, perceber a sua motivação, perceber os seus problemas e de que forma as podemos ajudar. O sucesso de uma empresa depende dos seus trabalhadores e eu percebi que queria movimentar-me dentro do mundo empresarial, mas ligado mais às pessoas, percebendo os seus interesses e motivações, impulsionando assim todo o ambiente corporativo.  

 

“Quero aliar a psicologia à gestão, ajudando as empresas a crescer através daquele que é o seu maior valor: as suas pessoas.”

 

Há alguém que seja alguma referência para si nesta área?

Sim, a minha mãe é psicóloga, mas mais ligada ao mundo da educação. Por influência da minha mãe, sempre tive contacto com o mundo da psicologia e sempre me interessei pelo comportamento das pessoas. É fascinante compreender o que vai na mente das pessoas, aquilo que vai para além do que se pode medir fisicamente.

 

“A capacidade que a Católica tem de proporcionar aos seus alunos a parte prática do mundo real do trabalho, mesmo antes de entrarmos, efetivamente, nele.”
 

De que forma é que através da Psicologia quer estar ligado ao mundo das empresas?

Quando comecei a minha licenciatura em Psicologia já tinha isso bem em mente. Quero aliar a Psicologia à Gestão, ajudando as empresas a crescer através daquele que é o seu maior valor: as suas pessoas. Como lidar com as pessoas? Quais são os problemas de casa que trazem para o trabalho? Como podem sentir-se mais felizes no trabalho? Que estratégias adotar para que as pessoas se sintam motivadas? Infelizmente, em Portugal, ainda reduzimos muito o papel dos formados em psicologia nas empresas aos processos de recrutamento, mas a sua atuação é muito mais vasta e é nesses domínios que eu quero trabalhar.

 

Quando é que surge esse interesse pelo mundo das empresas e das organizações?

Surge do gosto que sempre tive de criar, de fazer acontecer, de ser criativo e de me sentir desafiado! Motiva-me muito o poder orientar um grupo de indivíduos para um objetivo. Desde muito novo que me envolvo em projetos diferentes: joguei basquetebol muitos anos e o meio desportivo incentiva-nos a sermos melhores líderes; aos 17 anos criei, em conjunto com outros amigos, uma academia de alto rendimento, cujo objetivo era o trabalho com atletas e estudantes;  como entretanto surgiu a pandemia, vimo-nos obrigados a suspender a atividade da academia e começamos a organizar campos de férias, através dos quais promovemos não só a prática desportiva, mas, também, o desenvolvimento de competências como a relação com os outros, a comunicação, o trabalho em equipa; entretanto, lancei-me, também, no Marketing Digital e assumi a gestão de redes sociais de um ou outro cliente, percebi que havia algum mercado para explorar neste sentido. Gosto mesmo de me manter ocupado e de servir diferentes projetos!

 

“Os professores são muito exigentes e estão constantemente a puxar pelo melhor de nós.”

 

Veio para a Católica fazer o Mestrado em Psicologia, com a especialização em Psicologia Clínica e da Saúde …

Candidatei-me ao Mestrado em Psicologia Clínica e da Saúde e estou muito contente com a minha decisão de ter vindo estudar para a Católica. Não escolhi apenas e só porque a Católica é muito reconhecida, mas sim por aquilo que me está a proporcionar e que é muito diferenciador relativamente a outras universidades: a prática clínica, as experiências de voluntariado, a proximidade com os professores. Aquilo que mais tenho valorizado, e que é uma grande mais valia, é a capacidade que a Católica tem de proporcionar aos seus alunos a parte prática do mundo real do trabalho, mesmo antes de entrarmos, efetivamente, nele. Não tenho dúvidas de que assim somos alunos com mais experiência e muito melhor preparados para os desafios do futuro. 

 

“Temos de aproveitar ao máximo este campus multidisciplinar!”

 

Começou a estudar na Católica no início deste ano letivo: como é que define o percurso até aqui?

Desafiante e motivador. Desafiante porque os professores são muito exigentes e estão constantemente a puxar pelo melhor de nós e motivador porque sentimos que estamos a progredir e não há nada melhor que isso! Nós, alunos, sentimo-nos a crescer e sentimos que melhoramos e aprendemos mais a cada dia.

 

É o atual Presidente da Associação de Estudantes da FEP. Como é que caracteriza o seu mandato?

A nossa campanha caracterizou-se pelo contacto pessoal com cada aluno e é isso mesmo que queremos continuar a fazer ao longo de todo o mandato. Durante a campanha, falamos com centenas de alunos, ouvimos as suas sugestões, os seus problemas e ideias. Agora é tempo de pôr tudo em prática e continuar a promover a proximidade entre os estudantes e a sua Associação de Estudantes. Queremos representar todos sem exceção, primando pelo contacto pessoal, próximo e atento.

 

“Enquanto futuro psicólogo, sinto que preciso de conhecer diferentes realidades para ser cada vez mais capaz de compreender as pessoas e os seus problemas.”

 

Para além do contacto próximo com todos os estudantes, de que forma é que também quer que o seu mandato seja recordado?

Pela aproximação entre as várias Associações de Estudantes da Católica no Porto! Quando cheguei à Católica, reparei que não havia muita proximidade e cooperação entre as várias associações. Quero quebrar isso e mostrar que vale a pena unirmo-nos e organizarmos atividades em conjunto. Temos de aproveitar ao máximo este campus multidisciplinar! Considero que nenhuma área se deve fechar em si mesma. O trabalho que se realiza em equipa é tanto melhor, quanto maior for a colaboração entre as diferentes áreas. As Associações de Estudantes de cada faculdade têm, por isso, o dever de criar pontes entre as diferentes áreas e promover as relações. Este campus reúne uma panóplia de conhecimentos e competências que é única e nós temos de tirar o máximo partido disso.

 

Integra o projeto FLY’22, coordenado pela CAtólica SOlidária. Qual é a sua motivação em participar?

Eu já tinha participado em algumas atividades de voluntariado e, por isso, esse gosto e interesse já existia. O que mais me interessou no FLY foi a possibilidade de poder conjugar a oportunidade de fazer voluntariado com a possibilidade de viver uma experiência internacional, que me permitirá conhecer novas culturas e realidades. Enquanto futuro psicólogo, sinto que preciso de conhecer diferentes realidades para ser cada vez mais capaz de compreender as pessoas e os seus problemas. No verão, irei para Espanha onde vou fazer tutoria junto de pessoas carenciadas e, também, onde vou trabalhar a sustentabilidade da localidade onde vou estar inserido.

 

Lugar favorito do campus?

A AE da FEP, claro (risos)! Temos passado muito tempo lá, porque estamos a tentar renovar o espaço. Queremos que a sala da AE seja a casa de todos os estudantes.

 

05-05-2022

Reitora da Católica eleita membro da Direção da European Women Rectors Association (EWORA)

Isabel Capeloa Gil, Reitora da Universidade Católica Portuguesa, foi eleita membro da Direção da European Women Rectors Association (EWORA) pela Assembleia Geral no dia 3 de maio, em Valência.

A associação internacional sem fins lucrativos trabalha desde 2015 na promoção do “papel das mulheres em posições de liderança no sector académico” e na defesa da “igualdade de género no ensino superior e na investigação à escala europeia e internacional”. 

05-05-2022

Centro de Conservação e Restauro é responsável pela conservação e pelo restauro das quatro esculturas do retábulo da Capela-mor da Sé do Porto

O Centro de Conservação e Restauro da EA foi responsável pela intervenção de conservação e restauro das quatro esculturas do retábulo da Capela-mor da Sé do Porto.
 
A equipa técnica do CCR realizou o estudo técnico e a intervenção nas esculturas em madeira policromada que representam São Bento, São Basílio, São João Nepomuceno e São Bernardo. As esculturas foram executadas em 1729, em resultado da encomenda realizada pelo Cabido aos mestres Santos Pacheco (1684-1768) e Claude Laprade (1675-1738). A autoria das esculturas está atribuída a Claude Laprade, enquanto o trabalho ao nível da superfície, policromia e douramento, está atribuído a José Salutin.
 
Este projeto foi promovido pelo Cabido Portucalense e coordenado pela Direção Regional da Cultura do Norte.

 
Nos registos fotográficos é possível identificar etapas do processo e o antes e depois das esculturas:















03-05-2022

Católica no TOP 5 mundial no objetivo para a promoção da “Paz, Justiça e Instituições Eficazes” no THE Impact Rankings



A Universidade Católica Portuguesa (UCP) está entre as 5 instituições com melhores resultados no Objetivo de Desenvolvimento Sustentável para a promoção da “Paz, Justiça e Instituições Eficazes” (ODS 16), mantendo a sua posição global no ranking (301-400).
 
No Times Higher Education (THE) Impact Rankings de 2022, composto pelos 17 objetivos para o desenvolvimento sustentável (ODS), a Católica encontra-se no Top 5 mundial no Objetivo de Desenvolvimento Estratégico 16 - Paz, Justiça e Instituições Eficazes (ODS 16).
 
A UCP subiu 25 posições, em relação ao ano passado, num ODS que registou um aumento do nº de instituições participantes para 809 (mais 156 que no ano anterior).
 
Este é um dos 17 objetivos definidos na agenda 2030 das Nações Unidas para promover uma sociedade pacífica e inclusiva, com acesso universal à justiça e a existência de instituições eficazes, responsáveis e inclusivas a todos os níveis.
 
O ranking divulgado pelo Times Higher Education, contou este ano com a participação de 1.406 instituições (um aumento de 22 %), com o consequente crescimento do nível de competitividade.
 
O THE Impact Rankings visa avaliar o impacto social das ações desenvolvidas pelas universidades, enfrentando questões como desigualdade de género, educação de qualidade, mudanças climáticas, paz mundial e crescimento económico.
03-05-2022

Artistas Visitantes 2022/2023 na Escola das Artes

Todos os anos a Escola das Artes convida um conjunto de artistas a desenvolver projetos e a trabalhar com os alunos dos vários cursos. Já estão confirmados alguns dos artistas que irão passar pela EA durante o ano letivo de 2022-23: Ângela Ferreira, Carla Filipe, João Canijo, João Pedro Rodrigues, João Braz, Luís Urbano, Mariana Ricardo, Ricardo Jacinto e Sandro Aguilar. Conhece-os aqui.


 

Ângela Ferreira
Ângela Ferreira nasceu em Maputo (1958), actualmente vive e trabalha em Lisboa. Estudou escultura (1983) na Cape Town University, África do Sul. Desde 2003, é professora assistente na Faculdade de Belas-Artes da Universidade de Lisboa. Em 2007, foi convidada a representar Portugal na Bienal de Veneza, Itália. Também participou na Bienal de Istambul (1999), Turquia; Bienal de São Paulo (2008), Brasil; e Bienal de Gotemburgo (2015), Suécia. Vence em 2015 o Prémio Novo Branco Photo, Lisboa, Portugal. Participou em diversas exposição individuais e colectivas em instituições públicas e privadas por todo o mundo, tais como: Galeria Filomena Soares, Lisboa; Haus de Kulturen der Welt, Berlim, Alemanha; Marborough Contemporary, Londres; Michael Stevenson Gallery, Cidade do Cabo, África do Sul; Frieze Art Fair, Londres; ARCO, Madrid, Espanha; Museu Serralves, Porto, Portugal; Chinati Foundation, Marfa, Texas, E.U.A.; Centro de Artes Hélio Oiticica, Rio de Janeiro, Brasil; MARCO, Vigo, Espanha; MACBA, Barcelona, Espanha; Art Gallery NSW, Sydney, Austrália; De Appel Foundation, Amesterdão, Holanda; Parasol Unit (2008), Londres. O seu trabalho está presente em diversas colecções públicas, tais como: CGAC, Santiago de Compostela, Espanha; Fundação Calouste Gulbenkian, Lisboa, Portugal; Fundação Serralves, Porto, Portugal; Market Gallery Foundation. Joanesburgo, África do Sul; South African National Gallery, Cidade do Cabo, África do Sul; The Johannesburg Art Gallery, Joanesburgo, África do Sul; MEIAC – Museo Extremeño e Iberoamericano de Arte Contemporáneo, Badajoz, Espanha; Museion – Museum of Modern and Contemporary Art, Bolzano, Itália; The Walther Collection Neu-Ulm/Bulafingen, Alemanha; e Middlesbrough Institute of Modern Art, Inglaterra.

 
Carla Filipe 
A obra de Carla Filipe é composta a partir da apropriação de objetos e documentos, ou construída através da relação permeável entre objetos de arte, cultura popular e ativismo. Na sua pesquisa, a artista utiliza materiais e elementos, como bandeiras, cartazes, jornais e artefatos ferroviários. O seu percurso artístico iniciou-se na cidade do Porto em 2001, fazendo parte do fluxo artist run spaces, foi co-fundadora do "Salão Olímpico" e do " Projecto Apêndice" , em 2009 ganha a bolsa da Fundação Calouste Gulbenkian para a residência artística na ACME Studios ( UK ) , desde então tem tido um percurso nacional e internacional mais afirmado, desde a Bienal Manifesta 8 “ Diálogo entre região de Múrcia e Norte de África “ curadoria Tranzit.org, Múrcia / Espanha ( 2010); Prémios EDP - Novos artistas, curadoria João Pinharanda, Nuno Crespo, Delfim Sardo, Lisboa / Portugal (2011); V Bienal de Jafre, Curadoria Carolina Grau e Mário Flecha, Jafre / Espanha (2011); "Deaf / Dumb Archive", curadoria Zbyněk Baladrán, Tranzit.Display, República Checa / Praga (2011) ; "Mon, am i barbarian?", curadoria Fulya Erdemci, 13 th Biernal de Istambul / Turquia (2013); " da cauda à cabeça" curad. Pedro Lapa, Museu Berardo, Lisboa / Portugal (2014); "Air Traces" curated by Alan Quireyns, Antuerpia / Bélgica (2014) ;"12 contemporâneos, Estados Presentes” curadoria Suzanne Cotter e Bruno Marchand, Museu Serralves, Porto / Portugal (2014); Re-Discovery III- curadoria Ulrich Loock, Autocenter , Berlim / Alemanha (2015)," Natural Instincts" curadoria Samuel Leuenberger , Les Urbaines, Lausanne / Suiça (2015); “Le Lynx ne connait mas de frontières" curadoria Joana Neves, Fundação D ́Entreprise Ricard, Paris / França (2015); “Au sud d’aujourd’hui” curadoria Miguel Von Hafe Pérez; Fundação Calouste Gulbenkian, Paris / França ( 2015); Residência Artística (2015) Fundação Robert Rauschenberg, Captiva, Florida / E.U.A.; " Incerteza Viva" curadoria Jochen Volz, 32" Bienal de S.Paulo / Brasil (2016); Incerteza viva : uma exposição a partir da 32o Bienal de S. Paulo, curadoria João Ribas e Jochen Volz, Museu de Serralves, Porto/ Portugal (2017); 4th Ural Industrial Biennial curadoria João Ribas, Ural / Rússia (2017); “ Extática Esfinge- Desenho e Animismo Parte II ” curadoria Nuno Faria, CIAJG, Guimarães / Portugal; “ O ontem morreu hoje, o hoje morre amanhã", curadoria Carla Filipe e Ulrich Loock, Galeria Municipal do Porto, Porto / Portugal ( 2018).
 
 
João Canijo
João Canijo é conhecido por filmes como "Sangue do Meu Sangue"(2011), que foi o filme português seleccionado para concorrer ao Óscar de Melhor Filme, ou "Fátima"(2017), que passou na RTP1 em 5 episódios.
Frequentou o curso de História da Faculdade de Letras da Universidade do Porto e, no início dos anos 80, descobriu a sua paixão pelo cinema tendo começado a trabalhar como assistente de realização em filmes como Der Stand der Dinge (O Estado das Coisas, 1982), de Wim Wenders; Fim de Estação (1982), de Jaime Silva; e O Desejado (1987), de Paulo Rocha, entre outros.
Em 1983, estreou-se como realizador com a curta-metragem A Meio-Amor. Cinco anos depois, realizou a sua primeira longa-metragem intitulada Três Menos Eu, cujo argumento foi também da sua responsabilidade, onde atuavam Rita Blanco e Isabel de Castro. Trabalhou depois para televisão, realizando a série Alentejo Sem Lei para a RTP.
Voltou a trabalhar com Rita Blanco no seu filme seguinte, o thriller Filha da Mãe (1991), com argumento escrito a meias com Olivier Assayas. Seguiu-se no cinema o thriller Sapatos Pretos (1998), uma coprodução com a França com Ana Bustorff e Vítor Norte nos principais papéis, que conta a história baseada num caso verídico de uma mulher de Sines que contratou um assassino para matar o marido. O filme obteve bastante aclamação da crítica. Em 2001, realizou Ganhar a Vida, um drama trágico protagonizado por Rita Blanco.
Em 2004, entre onze filmes candidatos, o seu filme Noite Escura foi escolhido pelo Instituto de Cinema, Audiovisual e Multimédia como o candidato português às nomeações para o Óscar de Melhor Filme Estrangeiro.

 
João Pedro Rodrigues
João Pedro Rodrigues é um realizador e artista reconhecido internacionalmente, residente em Lisboa. Começou por estudar Biologia na Universidade de Lisboa para ser ornitólogo mas desisitiu e estudou Cinema na ESTC, tendo terminado o curso em 1992. A sua carreira internacional começou com a curta-metragem PARABÉNS!, que conquistou o Leão de Prata no 54º Festival Internacional de Cinema de Veneza. Além de um número considerável de curtas-metragens, escreveu e realizou cinco longas-metragens, desde a sua primeira obra, intitulada O FANTASMA, estreada em competição no 57º Festival Internacional de Cinema de Veneza, e que causou polémica em Itália quando o jornal oficial do Vaticano pediu a demissão do director do festival por ter programado o filme, até à sua mais recente obra, O ORNITÓLOGO, que lhe valeu o Leopardo de Prata de Melhor Realizador no 69º Festival Internacional de Cinema de Locarno em 2016. O trabalho de Rodrigues explora o género e o desejo humano em todas as suas formas e disfarces, reflectindo a múltipla História do Cinema, desde os géneros do cinema clássico até ao documentário e ao cinema experimental.

 
João Braz
Aprendeu montagem na Escola Superior de Teatro e Cinema. Montou dezenas de longas-metragens, documentários, assim como séries de ficção e publicidade. Entre eles, “Os Maias”, ”Alice", "Noite Escura", "Linha Vermelha", "Sangue do meu Sangue" e “Os filhos do Rock”.

 
Luís Urbano
Um dos mais importantes produtores de cinema portugueses, Luís Urbano tem desenvolvido a sua atividade à volta de O Som e a Fúria, uma das mais relevantes casas de produção atuais. A sua experiência atravessa vários filmes ao longo de duas décadas de trabalho, muitas delas premiadas, ou feitas em coprodução. Entre outros, produziu filmes de Miguel Gomes, Manoel de Oliveira, Salomé Lamas, Ira Sachs ou Lucrecia Martel. É membro da Academy of Motion Picture Arts and Sciences.

 
Mariana Ricardo
Mariana Ricardo nasceu em 1980 em Lisboa. Divide-se entre a música independente e o cinema. Iniciou a atividade musical em 1994 participando em diversos projectos, com destaque para Pinhead Society e München. Compôs e interpretou bandas sonoras para filmes de João Nicolau, Manuel Mozos e Miguel Gomes. Trabalha como argumentista desde 2005, tendo já co-assinado argumentos para filmes destes mesmos realizadores.

 
Sandro Aguilar 
Sandro Aguilar (1974) iniciou uma carreira de cineasta, montador e produtor, depois de concluir o curso de cinema na Escola Superior de Teatro e Cinema, em 1997. Fundou, em 1998, a produtora O Som e a Fúria, que se tornaria, nas décadas seguintes, numa das mais importantes casas de produção portuguesas.
Como realizador, Aguilar é autor de cerca de duas dezenas de curtas-metragens, tendo todas elas circulado pelos principais festivais de cinema, e duas longas, uma das quais, Mariphasa, teve estreia no Festival de Berlim, em 2018. A sua obra já foi alvo de retrospectivas no BAFICI e no Festival de Roterdão.
 
 
02-05-2022

Research Scholarship - Project FISHCOLBOOSTER

28-04-2022

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